quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Movimento Occupy manifesta-se em Washington | euronews, mundo

Movimento Occupy manifesta-se em Washington | euronews, mundo

North Korea - Hell March - New Footage 720P

O JOGO(116)UNIFICAÇÕES PROPORCIONAIS E AJUSTES

Muito e, provavelmente, um tipo sucinto pode conter somente o desnecessário, e acreditar naquela inversão evolutiva o tipo de alcance desejado entre o nosso assunto principal, dentre outros que se tornaram excluídos por não aprimorar em vontade e diminuir em apropriação o resumo daquilo que se fez ao controle, daquela capacidade de tentar manter outras prioridades que não suportem o nível de complexidade existente em qualquer análise. Assim mesmo, excluindo dentro de combinações improváveis, que o grau de resolução invade o seu conceito básico para então modificá-lo à impressão de conteúdo e capacidade, muito relacionada a um provável investimento do individual na opção relacionada, ao caráter de qualquer tipo instalado no próprio objeto. O objeto como fantasia, o objeto como representação e o outro objeto que se instala no lado oposto do sujeito.
Sempre um resultado de aparência simplificada, que se tornou programada para ser, mesmo assim, um excesso do inconsciente que se encontra a espreita, a cada movimento falso daquilo que segue sem adaptações e, insistentemente, alcançando um nível que impede que isto promova uma relação de distúrbio e reveja em participação ou acate ao irresoluto a manutenção do supérfluo. O supérfluo numa constituição de um tipo de afeto que se suporta por analogias, de estar reproduzindo ao interesse de adaptação e na distancia relacionada entre aquilo que foi deixado de realidade, para investir num tipo de aproveitamento que inverta proporcionalmente o seu conceito.
Motivo de inversão que se transforma aquela outra realidade, em se preocupar com superficialidades porque se tornou o reduto de acomodação da linguagem e, assim, aprimorou por um tipo de aproveitamento ao desnecessário e mostrou-se ao alcance do olho, típico daquilo que rejeita em verificar o que realmente acontece a distancia de promovê-la à resolução deste mesmo tipo de síntese. Inversões que só agravam qualquer tipo de trauma, por achá-lo em demasia diferenciado, daquilo que provavelmente insiste em se manter atrelado à própria negação de estar convivendo com aquele tipo de objeto representado, na aceitação provisória à manutenção daquilo que se rejeita. Provavelmente, diferente de qualquer objeto como fantasia, porque dai a representação não existe e o que se instala se faz num tipo de projeção indefinida ate alcançar aquele outro registro da incapacidade, de não ver o que poderia se igualar neste tipo invertido de realidade. Incapacita o trauma em se ver assim, dentro de sucessivas e incontroláveis profundidades, em relativo à rigidez permanente de ter sempre admitido seu espaço, controlado para então poder negar aquilo que se encontra fora deste tipo de movimento. Gerando sempre seu excesso inconsciente, para então encontrar no motivo de qualquer investimento o protótipo inicial, de ter que adequar compativelmente ao invés de ter sempre à mão outro motivo de escolha.
Existe, na neurose de caráter, uma relação com este tipo de argumentação que se encontra numa perspectiva honesta, sustentada pela incapacidade primordial de encontrar seu radical referente, complicando e permitindo que o procedimento se institua na acepção genuína de uma fala que entendeu no supérfluo a sua capacidade de argumentação. Aquilo que poderia ser um tipo de organização por então estar de acordo, mais então desperta outro motivo para estar assim aprimorando pela forma que propriamente perceber seu motivo. Uma inversão promovida por forçar um tipo de síntese a sua escala comum de necessidade, que propriamente ter naquilo que interessa num tipo coletivo, que não seja tão individual assim.
Mas assim, dentro desta perspectiva, sempre um registro falso pode existir em relação porque, a partir desta ótica de aprimoramento e de considerar o objeto no lado oposto do sujeito, uma nova e talvez outra ou ainda a que pode persistir sempre numa produção de estar comportando dentro daquilo que se encontra melhorado, provocando aquele tipo de movimento numa escala menor de aproveitamento e dentro de uma escala maior de satisfação. Aquela mesma concepção de reação que passa a comportar neste contraste uma função motora muito parecida com o estrangulamento de opções e, projetada dentro desta mesma distancia considerada pela modificação de tentar promover nesta inversão uma disposição atrelada a um tipo de controle excludente, que mais demonstra a incapacidade de percepção que propriamente uma forma de manifestar qualquer tipo de atualização, pelo atalho previsto daquela mesma iniciativa de estar absorvendo mecanismos que se encontram suficientes pela perspectiva de ter sempre no seu desvio sustentado, por um tipo de informação que conclui com a mesma probabilidade de sustentação e na mesma forma daquilo que estipulou um provável destino.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Christian Boltanski - Personnes - Monumenta 2010

SUBPRODUTOS DE ESCOLHAS E OUTRAS INTENÇÕES

Falar preferencialmente da imobilidade e dos estágios comuns e suas fórmulas inalteradas, de estar produzindo sempre e resolvendo alhures o que pode constar em providenciais ou excluir pelas evasivas comuns de não produzir determinado efeito, pelo recurso inalterado do pressuposto comum de uma evidencia. Ou cria a sua ansiedade pelo tipo de aparelhamento em desejar empregar seu máximo de empreendimento a certas conclusões que não exigem tamanho acoplamento e, talvez, crie na própria expectativa um tipo de defesa, para então sugerir seu pódio demarcativo. Ou se encontra providencialmente adequado em ser assim mesmo este modus operandi porque, ao excedente a livre iniciativa de provocar seus efeitos sem aferir alguma modificação ao que foi acomodado pelo modo de absorção.
Imobilidade pode ser então uma co-relação qualquer, porque emprega um destino adicionado a uma previsão e outro tipo de emprego, àquilo que antes até poderia ser uma iniciativa velada e uma autonomia intacta ao próprio desconforto, de não estar assim tão livre para poder provar sua inocência. Uma e provável, ou, mais ainda, a outra e improvável conexão, porque a situação vigente promove às mesmas associações, em outras que poderia estar então no conforto de uma alternativa providencial. Poderia se tornar então tão invisíveis, quanto achar que não existem mais propostas que se inter- relacionem e deixem de estar tão estacionadas naquelas condições paralelas, esperando para apropriar devidamente do mesmo espaço e único relato comum. Porque assim progridem ansiosamente, se reduziu ao encaixe quando se preocupa em adequar devidamente e não quando se espera nas brechas um modo de ter sempre a mão um tipo que ilude movimentar. Questão até de saber como e se perguntar quando existe e quando pode existir em qualquer situação.
Preferencialmente existe o desejado, o sugestivo e o modificado e, por estas previsões, sempre vai existir ou deixar de existir qualquer tipo de insegurança que dependa sempre de estar e, isto, se encontra relacionado ao modo escolhido para argumentar qualquer expectativa. Se antes era assim inseguro e hoje não mais foi devido a esta ponte que anteviu estar adiante para não se sentir tão imobilizado e, assim, deixar suas conseqüências a outras e prováveis condições inéditas.
O que preocupa neste caso são aqueles esquemas providenciais que funcionam como sumidouros, e aplicam na condição de seus elementos uma carga providencial, assistindo sempre uma entrada forçada ao condicionamento, que propriamente uma interposição correta de providenciar seu produto em escalas melhoradas e diferenciadas. Torna-se então mais difícil pensar redutivamente, porque, ao antes se faz o ponto comum e ao depois aquilo que poderia ser então a iniciativa normal e preferível, de qualquer condição adiante. Um tipo de recuo por estar co-relacionando somente a necessidade mais básica e a interpretação menos direcionada, que pode aumentar seu registro de probabilidade ao mesmo tempo, alem de criar um tipo de imobilidade que produz sempre seu recurso, mas deixa de considerar as mesmas relações que podem provocar a sua diferença.
Mas isto se torna exatamente a inércia produtiva e a ela somente o tipo de característica que pode te-la: ou dentro da condição básica de preenchimento ou desconhecendo o produto de sua aceitação. Tanto pode prever como condição, como pode desencadear aquelas desconfianças combinadas pelo modo retrativo, ao aparato de ter apropriado seu segredo para então investir em sua resposta.
Existe, neste intervalo de oportunidade e conclusão, um tipo de saída que se torna um processo seletivo, que tenta organizar esta linguagem no limite adequado de empregá-la e, assim, promovendo o limite de sua escolha ao padrão melhorado e proporcionado pelo tipo de resposta encontrada, no exercício incondicional acertado entre aquilo que proporcionou a possibilidade e ate onde promoveu o seu limite. Nem se sabe ao certo onde se inicia ou onde agride e passa a desconhecer o seu registro por manifestar no antes, daquilo que proporciona um adiante na convicção e na relação acertada de movimento. De qualquer forma, motivos são sempre descobertos, dependendo deste mesmo grau de organização ao instante provocado em torná-lo preferido, daquilo que se tornou anexado pelo tipo de sugestão providencial ou das necessidades situacionais de seu ponto inicial.
Realmente, aquilo que se encontra na relação favorável sempre impõe um tipo de consciência diferente, daquela que utiliza outro filtro e deixa na sua concepção a sugestão de um desconhecimento, naquilo que encontrou pela frente um tipo modificado.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

DOODLEBUG - short film by Christopher Nolan

O JOGO(115) SUPOSIÇÕES E SUAS RELAÇÕES CONCRETAS

Recriar na expectativa ansiosa um modo qualquer de inventar um tipo de sujeito, feito na medida perfeita daquilo que se encontra na sua parte visível e, deixá-lo perceber na condição favorável o que normalmente cabe muito mais ao tipo de intenção, que comumente exercê-lo ao modo significativo. Ou pode criar certa desconfiança este tipo de credibilidade ou afasta ao improducente o seu relato encobridor ao certo, pode ser, mas nunca vamos saber quando a moral existe como um exercício de escolha ou quando se inicia ai um tipo de sintoma que normalmente faz sua parte pelo excesso associativo. Talvez não deixar o sujeito existir em lembranças que se lembrem somente onde se encontra a sua negação ou, então, no hábito de ter que realizar quase que simultaneamente aquilo que se encontra na impulsividade aparente e no perigo de não estar formulando uma saída nem tão evidente assim, ou – ao contrário – exceder seus relatos pela incapacidade de tornar o imprevisível num escape comum do previsível.
Existe, no vício, um elemento que aparentemente desconhece o padrão e se torna a relação daquela tensão existente que mascara o início e promove a uma nova inclusão naquilo que emprega o seu movimento mecânico e, normalmente, se repete sem saber que se encontra cumprindo o mesmo ritual associativo. Mascara a própria condição criando uma linguagem que não se completa e, interrompe qualquer tipo de síntese por um recomeço que provavelmente não se encontra mais no sujeito, mas naquilo que se encontra promovendo o seu modo interpretativo.
Em outras, o mesmo elemento percorre um caminho inverso e promove a mesma tensão em existir por hiper realidades, em outros recursos normalmente solicitados pelo resultado aparente de outro tipo que suprimiu a relação de força e promoveu seu grau de acessibilidade pelo modo de compactá-la, assim:

Vontade/não vontade= Tensão de ajuste. ------------------Vontade/lógica = Aceitação racional

Na verdade, a linguagem é o início da nossa capacidade comum de transformá-la ou circunscrevê-la num outro tipo de relação, onde submeter se encontra na forma interrompida e deficiente do sujeito e – ao contrário – o inverso consiste no tipo de síntese afirmada de poder trazer a sua tensão ao controle normal do tipo de afirmação. E isto vem desde a sua formação e da forma como aquilo se torna traduzido pela interpretação comum de viabilidade.
Muitas vezes, a condição da análise fica afetada por ter que transformar insuficiências em discursos prováveis e de preencher certas lacunas que acabam não preenchendo como deveriam e passam a revelar, além da superfície, um descontato quase inerente ao fato de qual análise foi feita em relação a qual objeto. Cria, nestes vazios comuns de preenchimento, um tipo simulado onde se instala aquilo que deveria ser a razão mas não é, além de encontrar outra e dispersiva intenção que passa a cumprir o que se encontra em sua propriedade e vai assim preenchendo seus vazios com intensidades diferentes, que propriamente instalar aquele produto comum da nossa vontade. Retardando normalmente aquilo que faz do definitivo uma instituição tão provisória, quanto determinar e assegurar que certas evidencias não comportam mais considerações e outras relevâncias.
Se observarmos bem, certos elementos que estão assim tão definitivos carregam o peso de uma evidencia que determina quando o pressuposto é favorável, mas também produz sua redução quando e, talvez, não esteja assim tão amplo quanto aquilo que se encontra no tipo de oposição. Adicionar um dispositivo que possa modificar esta definição, sem propriamente deixar de ser aquilo que se encontra presumido, vai daquela formação e do tamanho daquele espaço que passou a comportar em levitantes, mas não inconscientes propostas que façam esta travessia sem necessitar produzir o modo simulado. Buscar na realidade o seu pressuposto pode não saber como sintetizá-lo e, a partir daí, criar a necessidade de simular para então tentar inverter ou apropriar deste tipo de lógica.
O contrário se tornaria inverter a nossa predisposição e isto se encontra relacionado ao não visto, se é que toda realidade se encontra baseada nesta relação de ver e não se ver, ou descobrir que o procedimento se encontra na formação de qualquer linguagem, para então determinar a nossa relação de força e sua forma de submeter o seu registro ou investir na sua lógica.