quarta-feira, 9 de dezembro de 2015
O JOGO(291)DELCIDIO DELATA SOBRE IMPEDIMENTO
Únicos e insaciáveis incrementos do jogo político e suas
intermináveis estatísticas
contabilizadas pela redução narrativa e no aumento excedente que, volta e meia,
proponham sua prevalência sobre expressos limites instituídos de organização. Há
de se preocupar com muitas vertentes
probabilísticas aglutinadas em tempo real, agindo sobre a perspectiva do impedimento na inquietude dos fatos
sobrepostos e da reivindicação surda que, aqui e ali escapa como areia movediça
dos entendimentos específicos e fragmentados; tais interferências associativas
produzem no emblemático impedimento um olhar
revisor sobre as sucessivas catarses acometidas pelo poder, sua base de
sustentação e os correspondentes opostos em ficção tratável da imperícia do
jogo probabilístico e, suas reflexivas analises até a premência e imediatismo
dos fatos e reveses informativos. Naturalmente e, mais uma vez fica clara a ambigüidade
existente na atração/repulsa pelo PMDB,
essencial armadilha que ora investe no deslavado oportunismo, ora interpreta o
vilão emocional de toda trama reivindicativa; pensando nos vícios anteriores do
poder e no tratamento articulatório movido pela costumeira precipitação não se
faça provável que a desconstrução política vista pelo eixo do impedimento
demonstre explicitamente o grau de fragmentação
para justificar o processo de governabilidade, empenhado pelo expressivo e
limitado expediente reivindicativo que ronda o modelo de poder, premido pelo
misto da necessidade continuada para sucessivos destratos de suficiência e
acabamento estratégico. Volte um pouco no tempo, nem precisa ser muito, e
reveja a sistemática desgastante dos eternos combates movidos pelo poder, seja
aquele de impedir a eleição de Eduardo
Cunha, seja nas comparações biográficas do modelo anterior e atual;
ou seja, tanto a necessidade clara do acinte reivindicativo como o desleixo
repetitivo da limitada suficiência arrola expedientes clarividentes que o
processo de desintegração do poder, visto pela excessiva unilateralidade,
repete erros em sucessivos tratamentos de choque, priorizados pela
simplificação estatística do jogo político impulsionado pela competição
surda e pelos cálculos milimétricos de governabilidade.
Delcídio do Amaral, o fato político da semana,
muito mais que as tramas e simulações do jogo sobre o impedimento, justifiquem
sua delação em prognostico bastante precoce – outro precipitador –, continuando
os processos lineares da operação lava jato, principal combustível de toda realidade investigativa, assim
como no impedimento, reacionário da catarse possibilitada e dos aprofundamentos
de coexistência da regra e o modo arguto de burlá-la. Um provável eixo entre o mensalão e o petrolão, agora dissecando conluios e extravagâncias atestadas
pelo labirinto do dinheiro envolvido, impactando silêncios enquanto o Brasil mergulha na catarse da bondade e
da maldade, simplificação grosseira dos ambientes complexos, manipulados
associativamente sobre a expressiva fragmentação política, manobrando
drasticidades e banalizando todo tratamento ao teste diário desta interpretação
que, assim como a informação tecnológica,
adquire a fatalidade e a irrelevância num mesmo cenário de conclusões
precipitadas e, de distorções afetadas às relevâncias nos expressivos impactos cada
vez mais recessivos do exclusor probabilístico movido pela distorção à norma e,
a obscuridade da vantagem resiliente e interminavelmente dispensável. Num ambiente
emblemático, situado entre o entendimento absoluto e existencial, vivido agora
pela interpretação inconsciente da pura desconstrução e teste político reorganizado
sobre esforços extenuantes para resultados pífios e de interpretação
irrelevante, o modelo de poder,
confabulado pela estatística dos fatos e o alongamento artificial de seu propósito
percebe a revelia testada a toda sorte por uma base extremamente fragmentada e
justificando um espetáculo midiático de oscilação e invasão, regido pela
manobra e articulação levada aos extremos da lógica invariavelmente distorcida
e recessiva. Este perigoso precedente torna instável a crise política, podendo
se aglutinar sobre o impedimento toda anomalia jurídica de interpretação ou,
conspirar pelas frestas o tratamento de choque empenhado pelo poder e sua própria
revelia. Alias, existe nestas manobras auto inoculantes do poder o argumento necessário
para o desencadeamento do impedimento, lógica paradoxal e de tratamento no mesmo prognostico repetitivo e nos
tratamentos autoritários que porventura sucumbiram informações preciosas, excluídas
do arsenal extravagante da presunção e empáfia. Note como o possível alongamento
do impedimento poderia afetar toda economia,
agravando os já debilitados prognósticos e insuflando a população reagir aos conseqüentes
precipitadores desta resolução. Nem toda concepção jurídica do impedimento vale
o voto ou a popularidade dos governantes, principalmente num imbróglio onde a
operação lava jato nivela a expressiva diferença entre o jogo político e o fato
contundente apresentado.
Quando se institucionalizar a ambigüidade
como parâmetro político, talvez, influa reparar que todo universo conflitante
do jogo de probabilidades se encontre em sintonia com o que informa os veículos
de comunicação, justificados pela informação pura e simples, replicadas e convulsionadas
pelo ineditismo dos fatos. A bola da vez, aplicada a Michel Temer e Dilma só reforça o tratamento simulado
que o próprio jogo induz no seu expressivo detalhamento e, suas impressões
propensas e repercutidas contaminando e viciando táticas e propósitos, muitas
vezes, determinado por argumentos simples e irrelevantes. Daí que a informação tecnológica
premida pela pressa e fragmentação populariza a tese dramática e novelesca que
os tratamentos explicitados e manipulados venham a toda sorte com as
possibilidades de desconstrução existente no tratamento e resultado. Não
estranhe que neste espetáculo diário, tanto na deposição do vingativo Eduardo
Cunha, como na chantagem nada ingênua de Michel Temer se encontre também a
delação de Delcídio do Amaral, expondo o que realmente interessa propor em
resolução e execução dos fatos. Entre a simulação extravagante do jogo probabilístico
e as infindáveis manobras do “nos”
contra “eles” existe um drástico espreitando
articulações sobre habilidades valorosas e desfechos totalmente imprevisíveis, diferentes,
portanto da operação lava jato em rearfimações precedentes por onde delatantes
e delatados vivem infernos
particulares muito mais expressivos que a crise existencial dos partidos políticos,
estrangulados entre reafirmar táticas e, provavelmente, viver desviando de
tantas mazelas – favorecimento interrompido -, reagindo defensivamente sobre informações
distorcidas e boatos irrelevantes.
Definitivamente que os erros
cometidos pelo poder até o presente momento não resvale sobre as pretensões e
justificativas do impedimento e suas conseqüências interpretativas. Esta
banalização de valores e conseqüências só reforça que o tratamento político dispensado
até o momento tramou a sua irrelevância histórica
preservando o chiste como premissa
maior de interpretação do imbróglio; toda especulação informativa e
independentemente absoluta povoa a memória
com instantaneidades e exacerbados proveitos, justificando que todo erro
cometido anteriormente se faça de rogado ao não se reapresentar como eixo
narrativo. Fica tudo em suspenso no intocável raciocínio político do vale tudo
eleitoral e, das interações invasivas permeadas por lógicas manipuladas pela
vontade de burlar a regra existente. Toda fragmentação política como agora se
percebe encontra-se atrelada ao exercício do modelo de poder, possivelmente
pelos próximos anos esta relação dispendiosa e primitiva irá pautar reações e
interpretações, sucessivos embates e fragilizações aplicadas ao sabor do
ingrediente predisposto ornado pela gravidade ou irrelevância interpretativa.
Este flerte com sucessivas armadilhas se encontra no próprio modus operandi do
poder, tanto quando a validade ou não do impedimento; provavelmente, este cenário
dramático reflete o vicio interpretativo recessivamente interpretado a fazer o
que evita e viver o imediato sem a memória anterior dos erros e acertos.
Interpretados certamente pelo desafio continuado de oposição sistemática, as seqüelas
intermináveis produzidas pelas irrelevâncias do tratamento especifico submete
ao reves toda lógica acintosa defendida incansavelmente pelo poder no seu
limite expressivamente demarcado de determinar o imbróglio, certamente por
destratar excessivamente o processo de acabamento estratégico e por errar
sistematicamente quando centra apoio nas entidades reflexivas e não na
população que, certamente, não se encontra representada em tais prospecções.
Fica enfático o apego expressivo ao tratamento pragmatico dos fatos, excluindo daí
informações necessárias que equilibrem conseqüências e minorem contrafeitos a exacerbarem
aviltantes. Provavelmente, toda lógica se resume ao teste diário de
conseguimentos e necessidades, restritiva a vícios bastante específicos dos
fatos e aos argumentos bastante inconsistentes de se pretender juridicamente
sustentado; novamente atropelados por sucessivos fatos de inversão a resistência
repetitiva e exibicionista só demonstra o quanto exacerba o jogo político sobre
o contexto, tragando toda lama da Samarco aos conflitos da baixíssima política de
resultados. Por entender sempre num pretenso inicio ou origem probabilística o
modelo de poder se estabelece equânime à operação lava jato em sucessivos
testes de reajustamento de conduta, tendo agora nos políticos como Delcídio do
Amaral e Pedro Correia, argumentações intertextuais sobre a direção do mensalão e
do petrolão, justificados em prosseguir associando todo excedente do jogo político
em reversão e reaplicação interpretativa, produzindo novas informações e não
repetições sistemáticas afeitas a cabulação e distorção dos fatos, proveitos diminuídos
quando confrontados com a sistemática da LAVA
JATO.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2015
UM PROGNOSTICO SOBRE MICHEL TEMER
Dificuldades substanciais
demonstram suas incompatibilidades crescentes em acelerado desgaste político,
prevalecendo, entre outras circunstancias, cruezas
sobreviventes e opostas que irão contaminar fatidicamente cenários e previsões
nos imprevisíveis desfechos resultantes. De antemão sabe-se que toda oscilação
informativa cumpre a sua aleatoriedade diagnostica pelo provimento invasivo e
reivindicativo de demonstrar inconstâncias e especulações, reagindo com a letalidade precipitada e, em alguns
casos, demonstrando sucessivas inconseqüências que aos olhos explícitos possam parecer,
porem, sabe-se ainda das crescentes premeditações influídas sobre a catarse,
direcionando conclusões muito antes do apelo midiático. Partindo do pressuposto
da saturação evidente do modelo de
poder e suas armadilhas auto inoculantes de precipitação ao drástico, alongados
por testes diários e progressivos de contraste evidente e impulsionados por
oposições insufladas – combustível da catarse -, direcionando automaticamente
todo proveito informativo ao eixo central de evitá-lo; tem-se então o
impedimento em atração/recusa, prontamente personalizado por Eduardo Cunha e sua representação simbólica sobre o inimigo a espreita,
conspirando e tramando a todo vapor pela transformação deste mote referencial
em vantagem criteriosa e simulada. Provavelmente, de antemão, o PMDB sabia e esperava que tal
impedimento fosse se desencadear a qualquer momento, o que certamente calculava
em catarse o desfecho sobrevalente, antevendo em congresso do partido o seu
modelo econômico e outras dissonâncias esperadas em especulação tramada e
insurgente; oportunista como se parece, o PMDB induz e deflagra o impedimento –
ao contrario da vingança pressuposta -, procedente ao gradual descolamento do
poder, esperando agora que a sociedade
reaja reorganizando toda lógica, principalmente no apelo popular usado como termômetro
expresso e, como denominador de Eduardo Cunha em sua narrativa no twiter. A lógica
de deflagrar vingativamente tal expediente também sugere conspirações
intertextuais e cuidadosas atitudes pensadas de Michel Temer, construídas
sobre uma oposição política que se preconizava num utilitário pressuposto enquanto avalizava os requerimentos mais
consistentes sobre o impedimento.
Possivelmente, pressupostos numa ambigüidade discursiva se valendo de um
modelo de poder em franco desgaste, polarizando tudo e todos, reagindo pelo
impulso da catarse; em tais limites expressivos fica muito mais fácil demonstrar
a oscilação conciliatória, especulando probabilisticamente ao tom midiático de
se fazer interpretar em ondas de favorabilidade interpretativa, movida pelo cenário
fragmentado e no enorme buraco
deixado pela atuação impulsiva do poder. Um cenário bastante favorável para
criadouros da hipótese e, do
discurso polarizado que agora orienta mais uma vez esta narrativa bastante previsível,
em analise induzida da simulação abusiva dos personagens envolvidos, fazendo da
repetição e dos enfáticos redutos expressivos o raciocínio lógico e de inconsciências
que aglomeram fatalizadas num canto qualquer. A lógica extremamente provável de
um PMDB tramando todo entendimento progressivo de descolamento do poder vem
reforçar que os fatos talvez não sejam tão pragmáticos como se parece. Sempre
existe uma parcela inconsciente em qualquer jogo político para, em contrario,
uma vantagem acomodada em sobreposição àquilo que limitou o raciocínio pensante;
a utilidade, muito comum nestes elevados pragmatismos, deixa seqüelas muito
evidentes, proveitos sobrepostos de outros personagens e de leituras
intertextuais, podendo escalonar preferencialmente sobre as condições específicas
a ordem exata da percepção do conflito e, do direcionamento midiático posto
sistematicamente à ordem perversa de aceitação. Individualmente, Eduardo Cunha
cumpre um papel especifico dentro do PMDB (nunca se falou em expulsão), opondo sistematicamente
ao poder – e o poder a ele insuflado -, reduzindo a perspectiva informativa a
este embate, comum nos tramites do PT,
mas localizados e específicos quando se trata da base de sustentação do
governo. Renan Calheiros, oposto de Cunha, torna ambígua a característica de
oposição, tornando-se especifico, mas sustentado pelo Michel Temer em trato apaziguador,
progressivamente se expondo como uma viabilidade a ”unidade nacional”. Em
que pese à interferência linear da operação
lava jato como agregador do impacto e da exposição direcional, o jogo político
praticado pelo PMDB expõe construções derivadas da fragmentação, pressupondo
toda multiplicidade direcional aos ambientes saturados e contrapostos do modelo
de poder.
Em alguns casos, a articulação
vale muito mais que o resultado pratico, divergências que o PMDB e o PT demonstram
em refinamento tático ou explicitação conturbada de seus propósitos,
desgastando progressivamente pela inabilidade condizente e nos desastres
eminentes do irrelevante/drástico de resultado. Para leituras intertextuais o vilão não se encontra atrelado somente
aos proveitos individuais de Eduardo Cunha, mas em quem utiliza desta vertente probabilística
para se fazer indispensável e conciliador, tramas que envolvem táticas e
utilidades sem narrativas pragmáticas ou induções informativas, incomuns aos cenários
polarizados, conflitos simulando favorabilidades e distorcendo realidades em
favor de uma vantagem insuflada ou exacerbada como resultado. Provavelmente, o
poder, pela limitação e unidade direcional capte suas propensões admitidas à tranqüilidade
institucional, mas, sobre o contraste de uma economia que agrava e precipita
reformulações; assim como tentam trocar ministros para novos direcionamentos, também
a população deseja este mesmo expediente de escolha, mesmo sabendo da dependência
exagerada da política à economia, contrario aos que pensam obter certos poderes
inebriantes e audaciosos, invertendo sobre a lógica do convicto para insurgências
no purismo do jogo político e suas particularidades expressas de resultado. O
que se discute com o impedimento é a continuidade do modelo de poder,
especificado pelo embate desgastante e providencial; em espetáculos midiáticos de
contornos pífios, a gravidade econômica como pano de fundo, tonaliza esta aliteração
entre o irrelevante/drástico, precipitação ao abismo e sugestão muito mais indutora
que qualquer limite expressivo, criado sob irresponsabilidade de critérios e de
inconseqüências geradas na defasagem do modelo de poder e as reivindicações
contextuais expressas em crescente desalinho.
Uma economia bastante perversa
como demonstra a deterioração de valores, também, se associa a esta crise política
praticada por sobreviventes explícitos e tramóias inconseqüentes, afetados pelo
entendimento instantâneo dos fatos e da chantagem generalizada – explicita e implícita
-, monitoradas pelo abuso irracional e critérios usuais da baixíssima política de
resultados. Talvez a precipitação do modelo de poder deva-se a associações
contaminadas entre o verídico e o simulado, prontamente desacreditado e
impulsivamente gerado pelos estímulos sistemáticos e resultados de suficiência
bastante discutíveis. Basta lembrar que em todo direcionamento negativo
forçosamente invertido ao positivo de conseguimento, existe a retração lógica induzindo
conclusões sobrepostas sobre a parcela inconsciente do acerto; neste vão age o
PMDB agregando probabilidades e propondo construções de viabilidade, pensando
no apelo populacional e contrastando com um poder que se mostra em déficit de popularidade,
provavelmente resultado da inversão do precipitado acerto reativo no limite articulatório
de modelo, alem de se mostrar explicitamente recessivo se move por insurgências
e atrai sucessivos desafiantes a lógica consensual, por entender sobreposto ao raciocínio
viciado e repetitivo. O atrativo da competição pura e simples foi o que levou a
este estágio de impedimento, atraído pelo acinte e simuladas reivindicações,
tentando seguidamente comprovar uma diferença que, em se tratando do jogo político,
não expressa validades demonstrativas, apenas convicções primarias e inábeis ao
tratamento providencial do raciocínio comum. Todo destrato a economia e,
consequentemente a população se torna reflexivo ao calculo de cada contraponto
apresentado; naturalmente que o poder irá se assegurar de outro poder como sustentáculo,
enquanto o PMDB sinaliza sobre direcionamentos contextuais de reavaliação e, na
especificação de Eduardo Cunha. Sobre prognósticos econômicos bastante desfavoráveis
os apoios de prefeitos e governadores não se façam suficientemente convictos
uma vez que, impactados por seqüências eleitorais e pela operação lava jato o
impedimento se incorpore vivamente como uma narrativa contaminada em eixo
resolutivo de inversão. Porem, acima de tudo se encontra o progressivo desgaste
do modelo em questão, aprofundados por oportunismos e facilidades em
expectativas diminuídas, cumprindo sucessivos procedimentos ao toque dos critérios
e das simulações intencionais de proveito, numa discutível vantagem desgastada
pela deterioração do valor ético e da moral viciada ao ciclo informativo
referente. Fica uma incógnita sobre a trama subliminar aos argumentos pragmáticos
e explícitos de impulsionar o imbróglio; talvez a crise política, agora em
previstos agregados da reinserção da operação lava jato, não simbolize no
impedimento o seu diagnostico sintomático, mas em outras situações menos perecíveis
ao jogo probabilístico, podendo então ressignificar comparativamente numa
credencial mais contundente a estes tratos extremamente banalizados e de seqüências
bastante inconseqüentes de interpretar proveitos institucionais, com a
diferença correta de suas convicções da realidade e, não pelo irrelevante/drástico
utilitário da VANTAGEM.
quarta-feira, 2 de dezembro de 2015
O JOGO(290) DELCIDIO BIFURCA PROBABILIDADES
Uma narrativa impregnada e
contaminada induz conclusões precipitadas em situações irrelevantes, agravando
um pouco mais a invisibilidade das armadilhas e produzindo duvidas sobre
pressupostas veracidades ou, conseqüências
sublevadas ao resultado preliminar de interpretação. Somente em narrativas
acostumadas a linearidade dos fatos produz invasivos critérios de adulteração à
norma descrita, pretendendo burlar certos procedimentos usuais em tetos
prognosticamente favoráveis ao conluio ou, precipitá-lo a revelia da vontade e
das insurgências que daí produz hipóteses
e oscilações no discurso pretendente, pensando exatamente na operação lava jato e seu direcionamento
tático, alem das suposições que agora rondam sínteses intermediarias a aliterar
novos ares, também, tentar entender os critérios produzidos em tratá-la ao
convicto ou interrogar sobre outras vertentes advindas. Pensando, em hipótese,
que toda pretensão da fuga arquitetada por Delcídio
do Amaral e seus comparsas admitidos não se encontram desligadas de um
contexto maior, ou seja, de outros prováveis mandantes em eixo e ligação direta
noutras narrativas ainda inativas da lava jato; além de André Esteves, um provável delator nas próximas fases, outros
sujeitos ocultos tentem minar a operação evitando que fatos antes especulados
superficialmente surjam em flashes backs
como situações agravadas, principalmente neste elefante branco que se tornou a Sete Brasil, opção da tecnologia
nacional recheada de superfaturamentos, talvez, nascida e projetada para
cumprir tal especulação. Com certeza, fatos tratados pela lógica inicial de
investigação como, por exemplo, outra fachada para subseqüentes corrupções como
se tornou a refinaria Pasadena,
atrelada a personagens que, no vai e vem da informação desconstruída, revelam
novas peças de encaixe ao intrincado jogo de possibilidades e, dos excessos
superfaturados em claros excessos diários que agora impacienta invadindo
sujeitos e propósitos. Somente a
arquitetura de uma fuga premeditada para insurgir de um Delcídio pacificador e
de bom transito entre as partes, propondo um favor humanitário a tal intenção,
trama que sugere peças faltantes se, para tal ato invasivo Delcídio não se
encontrava em nenhuma premência ou lógica que derivasse tal precipitação.
Muito mais que perguntas sem
resposta ou evidencias plantadas aqui e ali os personagens que desaparecem e
retornam aos noticiários se encontram interligados sob outros ocultos, pressentidos
ao obter vazamentos preventivamente nas delações; fica ai a hipótese de
proteção quando, antecipadamente, sabem do objeto de ineditismo investigativo e
por quais direcionamentos levam políticos, empresários
e banqueiros a produzir novas fases,
ainda bifurcar seguimentos pelo direcionamento do dinheiro, senão aprofundar os
empréstimos do BNDES, alem de outros
prognósticos de indução do favorecimento descarado e, das tentativas de
obstrução do procedimento. Estas dúvidas demonstram que, aprofundadas analises,
responsabilidades ainda proverão de novas culpas e de outros seguimentos
empresariais mandantes do discurso intermediário e, nas bifurcações decorrentes
de novas perspectivas nas ramificações do poder, em acobertamentos muito mais
efusivos e delatantes do que sabem ate agora, para os que calam
estrategicamente em seu proveito. Delcídio, certamente sabe muito mais, mas não
deve ser ainda o elo final de toda trama, porem, se torna mais uma narrativa
associada do mensalão e petrolão. Falando nisto, o PT agora lança fogo ao determinar a sua
expulsão, descriminando variadas fidelidades
ao sabor das perspectivas cada vez mais individualizadas de convicção e
contaminação; este discurso diferencial atiça a delação e invoca o poder aos pretendimentos
nada favoráveis de desgaste elevado, acionando flashes backs como Pasadena e,
de quebra, envolvendo novamente Dilma
no discurso de culpa e do eximido evitante. Por estas e outras que o
impedimento oscila ao sabor chantagista de Eduardo
Cunha, senão num vai e vem do déficit
fiscal e de outras hipóteses cumpridas ao sabor da fragmentação política nas
exacerbações e manobras que, ao contrario do que se previa, continuam
turbinados mesmo com os avanços ceifadores da operação lava jato. A prevalência
do jogo político demonstra quão volátil se torna a vantagem e as simulações produzidas
nos momentos de esperteza estratégica, pensando neste tempo imediatista e saturado
que avança sequelando tudo em volta, ciclicamente viciado, produzindo provas
sucessivas sobre os erros nas tratativas do discurso limitado e, das baixas
intenções da sobrevivência a qualquer custo.
Herdar tantas manipulações do
governo anterior faz de Dilma este reflexo conflitante e situacional de evitar
o inevitável, tratando imbróglios sucessivos e variações temáticas que se
especializam em contaminar tudo a sua volta com informações delatantes e
progressivas. Não se sabe agora se Lula
e Dilma prevalecem sobre o contexto
ou submetem vacâncias do poder ao registro prognostico da operação lava jato e
de outras em curso, inversão que, a cada delação mais expressiva e explicita,
se formam novas evidencias e favorecimentos, sabendo que quando o modus
operandi passa a fazer parte de qualquer investigação, certamente já se tornou
comum e abusado proveito em vantagens muitas vezes exorbitantes e, em descuidados
tratos diários. Numa hipótese de associação das evidencias do mensalão e
petrolão tem-se então um ciclo político
devidamente contaminado pelo favorecimento indevido e, pela vantagem operacional
movida pelos subterrâneos e labirintos da adulteração e manipulação extorsiva.
Em muitos momentos tem-se a trajetória do dinheiro em seqüência linear, mas faltam
ainda peças que prefigurem desenhos e sistematizem explicitamente estes
elefantes brancos em proveito e extensão e no tamanho desta corrupção,
incluindo ainda a organização funcional de toda engrenagem desenvolvida para
produzir desfalques volumosos e artimanhas que, em alguns casos, pecam pelo
desmazelo estratégico. O imbróglio político-econômico tem suas raízes nestes
elementos faltantes, sujeitos ocultos, monopolizando todo direcionamento e
influindo a toda prova nesta catarse que atinge em cheio a população. Nunca
antes se viu com tal explicitude um imbróglio emergindo contaminado e, se
tornando explicito pela ambição exagerada e manipulação extorsiva.
Definitivamente que nem só a
operação lava jato move o mundo, mas como era de se esperar o paradoxo político
movimenta ainda muito mais os expedientes midiáticos e cíclicos, turbinando e até,
em muitos casos, ofuscando a debilidade econômica; tais oscilações se percebem
nestas chantagens explicitas de Eduardo Cunha, numa ambigüidade entre obstruir
a justiça e seguir o regimento interno, colocando o PT numa armadilha exuberante
e de demorado desfecho argumentativo. Mesmo sabendo deste precedente criado
pela prisão de Delcídio, as manobras continuam a todo vapor, criando muito mais
agravantes à ordem constitucional que imaginam os afoitos conclusivos. Em teste
de resistência ao paradoxo, o poder submete através de seu partido de
sustentação a esta estrutura novelesca que se tornou o impedimento, os favoráveis e contrários, e o desgaste continuado
sofrido diariamente ao cenário político – crise prolongada – empenhado pela
oscilação dos fatos e pelas ressignificações sobrepostas do irrelevante/drástico em sazonalidade interpretativa e, conclusões que deságüem no
erro e na imprecisão diagnostica. Este paradoxo,
natural nos momentos onde hipóteses e cenários desenvolvem delirantes e instituídos,
provoquem situações constrangedoras como esta de defender a permanência de
Eduardo Cunha ou impedir que cumpra o mandato; fruto destes exercícios que se
vão desenhando entre governo e oposição na tentativa de criar um embate político
através de um escudo comum insurgiu-se, como agora se percebe, neste vultoso
problema que se tornou Eduardo Cunha, senão reduzido a esta forma caricatural
de manipulação e tática. Tentando preservar o que falta em todos os personagens
conflitantes, a moral e ética submersa e relegada a distancia conspiratória,
aguarda que os sucessivos impactos da lava jato venha precipitar o que falta em
raciocínio e vantagem pensando que, nesta profunda crise de valores, o arsenal
de Cunha agora ficou reduzido à pura chantagem e manipulação. Tais paradoxos
encontram no universo fragmentado as
mesmas fases designativas da operação lava jato (fase 21) invertido em desenho contextual e provocado por personalismos
exagerados em fragilidades exibicionistas que se vão associando em alternância e
impulso, num cruzamento entre a catarse e a ordem, tentativas intercaladas com
regularidades providenciais de resultado. Alem de se encontrar denunciado e
delatado, Eduardo Cunha subverte o contexto ético pelo tratamento de choque e,
do acintoso proveito individual, enquanto o PT tenta reagir pela simples sobrevivência,
digladiando internamente ao evitar o oscilante impedimento, vai e vem que por
si só desgasta e induz conclusões fortalecidas ou, atenuantes provisórios do
conflito. Esta novela em curso ainda vai exibir paradoxos e conseqüências,
muito mais que aos imediatistas interesse o momento narrativo, toda lógica sequelada
ainda produzirá a configuração do que evita, pensando ai que fragmentações
exageradas operam por tentativas e erros, ainda, produzindo ciclos informativos
viciados, movimentos que distorcem continuamente ao eximir de alternativas o
condicionamento de personagens a esta degradação DIÁRIA.
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