quarta-feira, 23 de março de 2016

O JOGO(304) TEORI ZAVASCKI INVERTE LULA

Ultimatos movidos por extremidades fragmentadas sustentam suas contraposições em relativa superficialidade, cujas noções sustentadas informativamente promovem a transitoriedade admitida tanto quanto a contundência indesejada. Provavelmente, entre o entendimento especifico como, por exemplo, a aleatoriedade jurídica que move a posse suspensa de Lula e a interpretação intertextual da crise político-econômica, visões totalmente justificadas pela gravidade dos momentos de oscilação institucional e das radicalizações impactadas pelo jogo político, agora visivelmente elevado a disputas do poder pelo poder. Muito mais que a legalidade ou invasão informativa proeminente a ebulição dos desejos midiáticos, calculados em demonizar critérios ou seguir difusos direcionamentos pelos quais acometem toda simbologia representativa de Lula no seu desgaste intensificado do destrinchar dos fatos, despedaçados e absolutos como convêm os processos de radicalização interpretativa sobre o caos interventivo de quem aproveita da catarse informativa para gerir facções direcionadas ao imbróglio seccionado e bifásico do entendimento. Notem como o ambiente se encontra movido por detalhamentos jurídicos aos efeitos culpados de prometer revisões ou direcionar fatos em premissa letal de interpretação, fazendo desta oscilação a gravidade atribuída a ondas propensas por catarses instantâneas nos sentimentos arbitrários de toda reivindicação seccionada, aludida condicionante da vontade à unidade absorvida do entendimento aleatório. Novamente se tem na progressão radicalizante de um governo movido pelo encurralado sentimento de simulação estratégica o pretenso golpe ou, o eleito a culpabilidade momentânea, senão o juiz Sergio Moro em representação simbólica inversa a de Lula, polarização do antes marqueteiro entendimento, agora veridicamente justificado pela indução dos fatos; em tais polaridades atribuídas e nas quais erra o governo ao insuflar instabilidades quando, em realidade, sua base partidária esfacela perigosamente no preocupante cenário de sustentação, provido de saturação de benesses e dos fragilizados direcionamentos movidos por interrupções reivindicativas decorrentes do processo ágil de desconstrução.
Mais que um ambiente fértil a arbitrariedades e invasões, o discutível discurso de Dilma apostando na radicalização estratégica, favorecendo então insurreições ambientadas nas especulações informativas muito comuns, onde a fragmentação política atingiu altos índices de volatilidade e de induções muito elevadas, principalmente quando insufladas pelo vale tudo que agora se percebe nas apurações detalhadas e ampliadas pelo discurso inflamado e pressuposto de alongamento de um modelo de poder desgastado e ineficiente. O impedimento não é, nem de longe, o principal revés do governo, apesar da miragem premonitória e das justificativas negações de renuncia propaladas pelo acirramento informativo; o que torna perigosa e instável toda realidade governamental senão a pretensa saída do PMDB do governo e, de outros partidos menores em polvorosa eleitoral dos salvamentos individuais, perfazendo então o desgoverno totalizante das discutíveis sobrevivências políticas. Por se encontrar em ingovernabilidade admitida que o eleito estratégico de toda desconstrução movida pela informação tecnológica senão o juiz Sergio Moro, a bola da vez dos discursos que não se cansam de simular a realidade por mais perigoso e insuflado esteja à permanência do governo em suas errôneas e insistentes estratégias de salvamento e, pelo teor da extrema individualidade movida por uma ilimitada projeção das benesses do poder em suas também ilimitadas licenciosidades. No raciocínio estratégico de Dilma a validade do atalho ou manobra política vigora sobreposta a toda contradição contextual, dependentes da vontade ferrenha de alterar propósitos e induzir conclusões precipitadas, fazendo então do erro conclusivo o limite elementar e variação disponível de detalhamento e, no tamanho da projeção sobre a representação também indutiva da realidade contraposta num momento em que a limitação do modelo distorceu o contexto de tal maneira que remeteu a alucinação tais investimentos informativos. Também Lula circunscreve sua narrativa pelo limite proposto de analise, desconhecendo os critérios legais para permitir táticas ou costumes de alteração dos fatos em suas conseqüentes justificativas. O que se coloca como relação intertextual senão os critérios da informação no melhor estilo de indução e detalhamento, criando o aspecto volúvel e drástico e ampliando a irresponsabilidade sintética de arroubos radicalizantes como também da transitoriedade e efemeridade de sua lógica. O Brasil navega hoje nesta ficção perigosa ao aspecto adulterado da realidade, induzida por narrativas que mais insuflam que remetem aos fatos a sua lógica convicta de avaliação e justificativa de resumo.
Hoje, o risco de desconstrução move toda capacidade verídica, propensos a analises liquefeitas pelo direcional e emocionalmente envolvido por induções especificas, ao mote interpretativo da culpa ao radicalizador informativo de ocasião. Tão perigoso quanto volátil, a informação agora se vale dos movimentos progressivos de impacto e de acirramento sobreposto; basta notar que a anunciada delação de Marcelo Odebretch faz do ambiente anterior um amontoado irrelevante ou diminuído propósito em comparação ao vultoso movimento informativo que se pretende politicamente encurralar alternativas em visão de valor ou sobreposição do fato. O símbolo, resultado da representação admitida e absoluta faz do contraponto a movida propensão de valores e justificativas para eternizar pelo positivo ou negativo o pendor jurídico e emocional, fazendo da fragmentação informativa a instantaneidade volátil de afirmação e redirecionamento. Mais uma vez o que interessa entre Lula e Sergio Moro senão impedir a factual saída do PMDB do governo, realidade que pode sugerir um golpe, não este estilizado pela polaridade, mas aquele cuja governabilidade saturou todo cenário interventivo do poder pelo poder, ainda mais com o auxilio do desmonte político proporcionado pela operação lava jato. Isto pode confirmar os pesadelos sugestivos e acirramentos que por ventura admitam suas desconstruções ou avaliem toda lógica proferida enquanto narrativa ideológica, se tornando subvertidos pela intenção mais rasteira da baixa política de resultados.

Definitivamente, o cenário atual prova da instabilidade de valores e invasões jurídicas o aspecto mais visível da informação oscilante e absoluta, mais uma vez pressionada por intenções verídicas de teor inquietante e por radicalizações que beiram a ilegalidade institucional. Nesta fragmentação jurídica sobre a posse de Lula um fator há de se levar em conta senão o foro especial transformado em diferencial factual numa premissa regulatória e, não os grampos em legalidade discutida de validade e invasão. O que se questiona no movimento informativo senão a intenção original de burlar as regras pelo fato privilegiado a prisão de Lula e as manobras para evitá-la. Se, por exemplo, admite-se que o governo mantenha seus privilégios informativos em relação à operação lava jato aos concomitantes vazamentos, seja formal ou informal, o valor daquilo que se pretende em ineditismo revelador se percebe no cruzamento dos grampos com os pretensos vazamentos seletivos que atribui ao governo a premissa verídica da vantagem investigativa. O que se pretendeu Sergio Moro senão equalizar a informação à lógica real de distribuição e, não restrita a estas manobras arquitetadas erroneamente pelo governo como vantagem individual pura e simples. Pelo que saiba não existe restrição a escuta de ex-presidentes em países como a França, daí toda celeuma esteja distorcidamente posta sobre interpretações absolutas e fragmentadas como convém os processos de desconstrução em ambientes onde os critérios jurídicos se façam complexos em argumentos direcionais, produzindo o imbróglio muito mais que resultados práticos. Nesta vertente unificada e polarizada Dilma ataca Sergio Moro na sua função legal, distorcendo para sua esfacelada base política a responsabilidade da permanência e sobrevivência e, numa tentativa simulada estrategicamente a todo golpe proposto em critério propalado pelo teor político e, não dos fatos admitidos como convém às delações premiadas. No fundo, o golpe se percebe no direcionamento econômico ou na sua falta, erro injustificado sobre outros processos de condução e assertividade, sustentação de toda política que se pretenda preservar. Os entraves jurídicos alçados a representação de Lula e Sergio Moro agem como catalisador inflamado e no distorcido entendimento que agora move informativamente toda população, segregação do verídico em propósito especifico de tratar todo ciclo interpretativo. Dilma agrava o seu próprio eixo de representação quando investe unicamente na facilidade da sobrevivência pura e simples, muito pouco para os imensos problemas nos quais o Brasil naufraga em velocidade acentuada, provavelmente ateando combustível no vale tudo da sua lógica narrativa e propondo o esfacelamento político quando estimula a catarse e os golpes. Só mesmo o entendimento fragmentado e politicamente absoluto trata o ambiente com toda instabilidade perigosa admitida às tramas infindáveis ao jogo político de bastidores, invertendo e influindo sobre perdas sucessivas de estrutura de sustentação, principalmente dos empresários que desejam livrar desta trama insuflada e da falta de perspectiva que os entrincheirados efeitos da catarse deságüem com a letalidade inconformada de proveito e RESULTADOS.

sexta-feira, 18 de março de 2016

Vários feridos em confrontos junto ao Palácio do Planalto

Vários feridos em confrontos junto ao Palácio do Planalto

LULA PRODUZ SUA ARMADILHA POLITICA

Depois dos grampos e de intermináveis discussões sobre legalidades ou invasões, nota-se, entretanto, o que prevaleceu contextualmente senão desgastes sobre desgastes por desconstruções explicitas no que resta de governabilidade e o que, em contraste, avance irrefreável e concomitante ao sabor das oscilações ajustadas ao tempo adquirido da fragmentação política. Na velocidade e fatalidade do tempo representativo, qualquer contundência transforma suas legitimidades em variações típicas da eternidade efêmera e irresponsável, restando aos personagens o destino coadjuvante de toda catarse intensificada nos parâmetros eixos afogados sob perspectivas que, em determinado momento, distorcem toda pretensão avaliativa. Nota-se que, em Dilma, todo processo de desconstrução revela agora expedientes pouco louváveis de se eximir do fato, mesmo em gravidades exorbitantes como a que agora permeia todo contexto em sua indisfarçável soberba, causa e oportunismo declarado numa visão esvaziada por contrapontos irrelevantes, ajustados pelo emaranhado de atalhos injustificáveis para simulações abusadas e acintosas. No discurso da posse suspensa de Lula, viu-se então todo esqueleto narrativo posto em teste da verdade no seu contraditório efeito, apelativos estratégicos de culpar a oposição e o juiz Sergio Moro toda extrapolação jurídica a cabo da utilidade evidente da baixa política de resultados. Toda narrativa justificada pelo modelo de poder ignora a realidade circundante para destilar impropriedades e abusos da autoridade esvaziada e das visões interessadas na vantagem a qualquer custo, demonstração que se vale desta justificativa empenhada de salvamento de Lula a expressão máxima da utilidade política levada ao exercício do acinte extorsivo. Mais uma vez refiro-me a este blog em lembrança da linguagem desperdiçada por Lula e Dilma, falta de acabamento estratégico, soberba autoritária onde poderia existir táticas contrapontuais; perspectiva do modelo esta vertente individualizada por excedentes  empreendidos em seus recursos estilísticos,  favoráveis ao pretensioso e inacabado conceito da prepotência, restando somente discursos esvaziados e procedimentais à norma inexistente, para abusos desesperados do vale tudo agonizante e progressivo.  
Procedimentos usados com freqüência enganadora demonstram neste modelo terminal que a visão distorcida do poder pelo poder já não existe mais como lógica probabilística, somente o inverso, ou seja, o impedimento à regra sublocado por narrativas esvaziadas conceitualmente; visto pela desconstrução quase total do modelo em questão, nota-se o quanto Dilma existe em Lula e vice versa no quesito linguagem irrelevante/drástica de tratar o fato, dependentes das fidelidades construídas por expedientes obscuros e, nos atalhos que toda prepotência instituiu como prerrogativa do poder em sua magnitude suspeita; alias, só como exemplo, um atalho responsável por toda seqüência até agora admitida senão a opção, em 2010, pela popularidade em detrimento da economia, resultado agora visível no esqueleto estrutural em suas repetidas manobras de fazer valer a vontade a qualquer custo. A voracidade empenhada em usufruir o poder na sua plenitude circundada por simulações e táticas duvidosas resultou neste amontoado político caótico e de oscilação correspondente ao improviso exagerado e transitório do ambiente político, provavelmente, adaptados ao estado primitivo da baixa política e dos derivados questionáveis de desconhecimento do limite judiciário em questão. A narrativa vista nos grampos da policia federal demonstra o que aqui sinalizava como armadilha confessa de Lula e, por reflexo, de Dilma, caso fosse também o alvo. Como desperdiçar ou jogar no ralo toda experiência respeitosa de governabilidade em manipulações grosseiras e literais de abuso da autoridade em pretensioso messianismo; o que mais choca os valores das instituições senão o arsenal de leviandades e de picuinhas sob os quais se ajustam respeitabilidades incontestáveis. Dilma usa Lula e vice versa nos salvamentos individuais e, nos proveitos calcados na justificativa do poder pelo poder, diferença contextual bastante explicita quando demonstra o apreço pelas manobras e táticas palacianas ao invés de escutar a população envolvida; pode-se notar que o resultado prático do modelo de poder calcado no autoritarismo governou de costas para a população em geral, a não ser nas marquetagens direcionadas para as classes C, D, alusivas aos atalhos de oportunismo e na vilania do uso indiscriminado das benesses e aparelhamentos. O imbróglio de Lula nesta visão ministerial de governabilidade se transformou num amontoado de clichês políticos, visados e comprometidos com a narrativa equivalente, afundados por perspectivas nulas e probabilisticamente fadado a comprometer ainda mais os critérios de governabilidade, tendo, como pano de fundo, um poder que se desintegra a olhos vistos para uma crise que, no auge do abismo, encontra a instabilidade sob o caos político.
Em tantas possibilidades que desapareceram a partir de 2015, foram produzidos diversos cenários subseqüentes, transformando num dejavu o que até ontem parecia uma novidade já envelhecida. Dilma reflete toda esta catarse com a imobilidade de quem assiste pela janela o desmantelar de todo projeto do modelo vigente, ainda, tendo como reflexo um Lula que, afogado em sua eloqüência, traga com a velocidade abissal todo propósito até aqui admitido como realidade; talvez, passadas e vencidas expectativas iniciais poderemos ainda surpreender com as direções impostas por Lula à combalida realidade econômica na sua já desgastada e defasada formula populista de reativação, podendo impor ao seu mítico empenho logístico uma realocação de personagem a gosto do mandatário imbuído do poder de fato. Estas pretensas modificações, mesmo negadas por Dilma, certamente farão parte do cardápio costumeiro do populismo e manipulação das classes C, D. Se, mais uma vez, Dilma se tornou desacreditada por suas versões simuladas do fato não há como creditar a verdade a quem usura manipulações informativas ao custo desta vantagem do baixo expediente político e, as táticas agora sem a correspondência factual de proveito. Viu-se explicitamente no abuso retórico a armadilha mais evidente da inversão, tornando análogos processos de criador e criatura se deixar minar por aquilo que desperdiçaram loucamente no estágio anterior a desintegração, realidade que expressa como o tratamento político quando preventivo e não sequelado revela-se em melhores táticas e, também, melhores apreensões; ao contrario, o que se percebe agora senão a reação cada vez menor para uma imposição contextual avançando descontroladamente, perigosamente insuflada por exercícios de irresponsabilidade, reflexo deste limitado modelo de poder em suas experimentações insustentáveis.

Um prognostico possível em meio a esta catarse demonstra que o destino de Dilma e de Lula estão na fase de esgotamento total das pretensões, submetidos à multiplicidade probabilística para reações muito mais efusivas do contexto referente. Neste ponto, qualquer esforço que se pretenda admitir vem adicionado ao tratamento irrelevante e superficial dos fatos envolvidos, reduzindo ainda mais reações ao toque da imobilidade total, podendo então tornar inteiramente desacreditado por mais que algumas perspectivas valham em retorno tal resposta negativa se proceda contaminada pelos mesmos impedimentos que agora rondam seu diagnostico. A Dilma não resta opção senão interpretar o favorável, uma vez que optou erroneamente no seu discurso do poder pelo poder, mais uma vez recusando a realidade contextual e agravando um sintoma quando restituiu a Lula o seu auto-salvamento; este expediente de fuga da operação lava jato e do juiz Sergio Moro tornou-se emblemático toda experiência nestes 13 anos de poder, nivelados por tratamentos indecorosos e sobrevivências que afrontam o contingente populacional. Lula, por sua vez, aniquila todo patrimônio pela cartada redentora e recusada pela população, indesejosa destes artifícios e manobras e, das inconseqüências bastante explicitas que no desgaste inconfessável dos atributos políticos minou qualquer pretensão maior em 2018. Ao contrario, o momento requer um rigor pressuposto contra maquinações e alucinações de perseguição ou tentativas de golpe, provavelmente o único discurso de guerra admitido a distorção da realidade de Dilma e Lula, portanto, toda lógica se materializa quando acionadas insistentemente como estratégia esvaziada ou tentativas simuladas de sobrevivência. O evidente desgaste dos ideais de um Lula encurralado demonstra o quanto regrediu todo discurso repetitivo e procedimental, muito tarde para correr o Brasil com tais pregações, eloqüência perdida num mar de soberba e messianismo, provando que a diferença entre a projeção do Lula normal e aquilo pelo qual se nivela existe um universo de atalhos e manobras produzidas de maneira pouco louvável e com a experiência da repetição pura e simples. Também no reflexo Dilma se nota nas mesmas pretensões de autoridade para distorções somente observadas em quem coabita no poder pelo poder. Rejeitados contextos, o que move o atual modelo senão o esqueleto dialético da ação/reação, tendo nestes tramites uma gravidade que se pode transformar mais ainda pela saída do PMDB do governo; ai, deixa de existir governo, PT, Lula, todos submetidos ao teste reivindicativo da população e também aos prováveis aglutinadores de um Brasil pós catarse e oscilação política. Melhor salvar a economia já que a realidade política se encontra naufragada na própria armadilha e sob os erros inadmitidos e, aos poucos, contrapostos como realidade factual, tudo, pela negação e simulação agora em visão bastante irresponsável, vale tudo bastante explicito onde antes ainda prenunciava alguma autoridade signatária; talvez, questão de meses ou dias esta realidade se torne totalmente REFORMULADA.

quarta-feira, 16 de março de 2016

O JOGO(303) TÍPICO PODER DE FATO E EM FARSA

Uma delação reserva aos tramites políticos munição suficiente para travar governabilidades ou instituir desconstruções no limite cíclico informativamente, proveitosamente impactados sob detalhes reveladores e outras vivificações na movimentada estória dramatizada ao espetáculo midiático, como também das movimentações decorrentes desta trama suspeitíssima e reveladora. Praticamente que o ideário da fragmentação política agora em contornos clássicos e perspectivas similares a qualquer ficção produza seus ciclos informativos em cenários absolutos e independentes, reduzidas conclusões exibidas e sugestionadas pelos labirintos múltiplos da probabilidade irrelevante toda especulação disposta em transitar incendiariamente seu diagnostico fatalista. Naturalmente, especulações e contundências reativas aglomeram-se sob disfarces da lógica imediatista, concluindo abertamente a situação do governo a níveis periclitantes de sustentação e em buracos alvejados pelas sucessivas delações, algumas de grande impacto como a de Delcídio do Amaral, agora, oficialmente instituída como documento para seqüências derivadas e investigações. Outras fatalmente pontuarão esta trama de envolvimentos palacianos e, também, em Lula toda reserva especulativa produzirá mais seqüelas que as atuais denuncias apresentadas, adicionadas aos superpoderes do pretendido ministério envolvido em salvamentos literais e desfechos que, ao crédito de tanta incumbência, padeçam a cada denuncia o diferencial provocado a outros delatados como Aécio e, as justificativas entre o caos e o desgoverno empurrar sistematicamente toda agonia do impedimento sob sínteses cada vez mais pontuais da ingovernabilidade total. Naturalmente, entre a resistência de Dilma e a capacidade de governar existe um fosso informativo e aleatório, dando sucessivos fins à exacerbada especulação decorrente deste cenário fragmentado e de visão irresponsável, afeito ao vale tudo grotesco dos ultimatos sucessivos e dos esgotamentos alongados artificialmente; entre a dita resistência de Dilma e o tempo restante do governo, certamente muitos fins cíclicos apareçam instituídos pela tragédia do instante determinado, fazendo então das multiplicidades probabilísticas o erro e a tentativa sobre o hiato governamental.
Mais que desfechos imprevisíveis ou, em melhor hipótese, devidamente diagnosticados, a continuidade do modelo de poder agora promete  sua analogia explicita na realocação intermediaria quando associa Lula a Dilma, oficialmente interligados pela visão negativa, reorientados pelo transito de adequação do poder pelo poder e a limitação progressiva destas mesmas probabilidades múltiplas e irrelevantes. Associados por declaradas similaridades cumprem estágios advindos da eleição de 2010 quando optaram pela continuidade do modelo e a omissão clara dos defeitos apresentados; da alternância elementar a justaposição de Dilma sobre Lula e vice versa se tem agora a negação cíclica da informação saturada, desgaste previsto em todo comportamental adulterado e aos provisionados efeitos até 2018. Ou seja, o alongamento artificial do modelo de poder a partir de 2015 expôs toda adulteração ostensiva decorrente de sucessivos atalhos e outras manobras agora vistas invertidamente sob o impacto das delações, artifício que cumpre acertos informativos em visão nada favorável de ressignificação do imbróglio. Talvez, em perspectiva do que ainda desponta, Lula e Dilma ressintam explicitamente destas manobras usadas e abusadas nestes 13 anos de governo petista, acumulando então uma experiência invertida e probatória, persecutoriamente exibidos nestes envolvimentos admitidos pela delação de Delcídio. O que seria o poder senão estes atalhos sob os quais reservam energias sobre regras e o modo de burlá-las, vistas agora pela tentativa de Lula em impedir a delação de Nestor Cervero sob a orientação de Delcídio. Se comprovadas dinâmicas tal ministério agora visto pelo aspecto salvador do governo se tornaria uma saída bastante individual de fazer valer o alongamento artificial do modelo de poder, tendo no processo de impedimento seu teste mais evidente de qualificação ou destituição terminal; talvez, por isto, as saídas se tornam também armadilhas cujas interpretações expressam em ambigüidade o destino probabilístico que se pretenda a partir do ponto diagnostico. Na atual circunstancia simbiótica Lula e Dilma admitem-se sobre tentativas e erros e, esta concomitância transforma a imobilidade ou inércia governamental a única síntese onde a vulnerabilidade perceba-se descredenciada; em qualquer maneira diferencial as perdas informativas colocam em xeque toda visão empenhada do poder e, os resultados cujos desperdidicos reativos demonstram a distorção em eixo.
Haverá sempre, entre as delações, o combustível necessário que, alem do impacto midiático transforme em folha corrida toda informação levantada até aqui, inviabilizando o governo na sua totalidade cíclica e o impedimento estruturalmente sua movimentação. Tanto para Lula quanto para Dilma estas manifestações do ultimo dia 13 formalizaram atestados muito explícitos entre a relação do poder de fato, do exercício do poder pelo poder; este atestado de impedimento do exercício, mesmo sendo o mais pragmático informativamente coloca o governo numa situação extremamente desfavorável, eleitoralmente desgastado em pretensões futuras e expressamente naufragado sob o tempo presente. Diretamente transformado em alvos, Lula e Dilma usam de expedientes cada vez mais ousados e impopulares, pensando no individualismo e nas simulações de alongamento de toda leitura que se faça do atual momento. De fora, percebe-se o quando Lula e o governo encontram-se desgastados e dependentes do modelo saturado, com alternativas cada vez menores e sob impactos que escapam ao controle do governo tais pretensões diagnosticas; submetidos a esta catarse, toda trama engendrada nos bastidores floresce como estrutura de governo, tendo na gravidade da situação um comparativo entre a escuta feita pelo Cerveró a Delcídio e a de Delcídio a Aloísio Mercadante. O planalto já não escapa mais dos respingos destas delações, encurralados entre safar a qualquer custo e entrever uma hipótese que convença cada vez menos espectadores. Sem falar que, em seqüência, a delação de Pedro Correia também a mulher de João Santana, Monica Moura, envolva campanhas e utilidades com a exclusividade de outras alternativas, tanto em Lula quanto a Dilma todo arsenal discutido detalhadamente venha a encurtar definitivamente os exercícios do poder e pretensões eleitorais de 2018.

Depois da convenção do PMDB no ultimo dia 12, há de se interpretar como realidade ou farsa tal investida declaratória de saída do governo. Ensaiada noutros tempos em tantas simulações que, agora, duvida-se que toda eficácia desta descompatibilização faça realmente do seu propósito a realidade correspondente ou se, mais uma tática desgastada para um governo que nem sabe mais o valor da negociação. Se for verdade então o governo pode preparar sua retirada porque, ultima cartada, foi-se os anéis e os dedos para um longo e complicado tempo reivindicativo. Por outro lado, quando Michel Temer foca na unidade ou consenso não se sabe ainda se o blefe ganhou modus operandi sistemático e independente, corando os menos afoitos com tanto ufanismo lacônico em teste de oportunismo e interesse. A carnificina não tem limites mesmo em se tratando de política, tanto o PMDB como no PT e associados; o poder se nutre de expedientes muitas vezes odiosos e detalhistas, usados em momentos de vulnerabilidade e com a voracidade instantânea dos sem limite. Pensa-se, no momento, que tais expedientes políticos muito usados ultimamente só reforçam estes tratamentos da operação lava jato em contraponto a lógica diminuída e desrespeitosa das unidades cíclicas e canibalescas, informativamente, usando a linguagem comparativa desta política ao depoimento de Lula demonstre o nível que o trato político vagueia em exercício do embuste e a interpretação acintosa dos fatos em questão. Lula, naturalmente se expõe desfavoravelmente, valendo-se do desperdício informativo e da linguagem chula, admitida somente no calor eleitoral de indeterminação e critério, para momentos bastante questionados e expostos midiaticamente em desalinho e proveito. Se, por acaso, se tornar ministro tal visibilidade admitida em reavaliação encontrará um PMDB cada vez mais difuso e guloso, admitidos pelas eleições de 2016 toda formação indutiva dos cargos ou, dos distanciamentos calculados em atributo do oportunismo e interesse; minar estrategicamente Lula e Dilma, agora extremamente vulneráveis pode ser o xeque mate para suas pretensões eleitorais, lembrando ainda que, percebidos tramites até o presente, a situação tende ao agravamento do insuportável toda conseqüência pretendida economicamente, aliando-se aos desastres sucessivos todas as delações provocadas a cada momento e, a dificuldade expressiva de votar medidas necessárias ao ajuste. Em certa altura se pergunta se alguém deseja realmente que a economia saia deste buraco ou se existe um desejo perverso rondando toda analise desconstrutiva para realimentar níveis mais baixos de praticas políticas,  numa visão  cada vez mais restrita  de perceber  os limitados aspectos de tal exercicio. Naturalmente que a necessidade sob fragmentação política cria uma satisfação entronizada nesta vertente perversa, alimentando cadeias produtivas do ódio e uma carga muito expressiva de se intuir informativamente nesta catarse POLITICO-ECONOMICA.  

sexta-feira, 11 de março de 2016