quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Maison Martin Margiela Paris Men SS 2012

O JOGO(111) ESTRUTURAS PARA MÓDULOS PERMANENTES

Tudo ou quase permanece sempre circunscrito em seu propósito, se assim e alheios ou assim e alhures à condição de um tipo de definição da imagem, se pode estar sobreposta a não parecer que se encontra deslocada, porque a finalidade de seu registro não importa em quantas situações envolveram sua naturalidade, mas como a naturalidade comporta-se em manter num tipo relacionado com outras inversões, se passaram a contextualizar em atitudes ou estiveram censuradas por um reflexo o que não se obtêm quando estamos simbolizando e não quando passamos a simular certas sobreposições. Ao certo que o que desloca senão o reflexo obtido, se ele parte de um aporte imitativo de uma realidade que foi reconstruída para então ofuscar o próprio inconsciente de seus redutos improváveis e, então, partir para a noção explícita que torna o estado de simbolização do indivíduo para ai destinar a imagem pronta seu ponto de origem.
Mas, a isto supomos a própria transformação da realidade sem a sua modificação do explícito, e sim da idéia que passamos a interferir porque estaremos sempre dispostos a transformá-la pelo simples conceito, na medida em que a sua constatação deixa de estar assim se modificando, porque o aporte de sua transição se desloca consideravelmente no fato, para uma simbolização específica de obte-la. O próprio distanciamento faz a maior parte de um serviço, que se encontra naquilo que propriamente revela-se numa conduta e que desfaz de sua sensação de espaço, para distanciar na própria imposição do que deve ser visto. Então parte-se não para devolver à sobreposição da imagem seu caráter de origem, mas em desconfiar daquela naturalidade que passou então a simular deliberadamente em imitações que não estão mais na sua realidade, mas em consumir um típico estado comparativo de uma idéia de simbolização.
Deixar qualquer significante numa posição confortavelmente progressiva pode ser um dos indícios de manifestar todo e qualquer aparato vertical e – com isto – desmistificá-lo em qualquer tipo de regressão que deseje encontrar o ápice de sua constatação, num outro tipo que se encontra refazendo pela condição impositiva de uma distancia que acumula o próprio registro, de uma identidade que se encontra praticamente pressupondo em existir condições bárbaras em estados bárbaros e consciências diminutas em espaços ampliados. Ou seja, a própria contradição circunscrita em estados cômodos pela acumulação informativa, a outros considerados inertes pela própria intenção consciente. Muito pelas satisfações em uso que propriamente pelo tipo de situação que inverta o modo simulado, pela própria distorção do ser.
Mas interessa conferir que o aspecto utilitário se reveste de certas sobreposições, para então demarcar seus espaços com a mesma condição explicita de um modo alterado de se esconder e – com isto – promovendo certas intervenções ao não senso, pela capacidade em não disfarçar aquilo que esta se sobrepondo contextualmente. Aquela condição inversiva de estar no propósito, ao conceito e seu aparato ainda menor quando passam a economizar seus símbolos, numa tentativa alterada de diminuir as distancias provocadas pelo excesso de simulação e, promovendo as constatações reais em puro estado de simbolismo, se a isto mesmo foi destinado a compensação de qualquer situação que queira contrapor seu registro para verificar suas condições. Outro e provável produto deste propósito inversivo, senão conferir no modo interruptivo que o discurso sempre sustenta o seu avanço, negando conscientemente suas propostas de verificação e, trazendo certa onipotência por não mais encontrar seus diques redutores e sim propostas que estão sustentadas pela própria maneira incursiva de mante-lo na condição estrutural, mesmo que não sejam tão comuns como os próprios estados narcísicos, mas ampliados pela satisfação de estar propondo o seu modo sem necessitar propriamente de um reflexo, se a utilidade não produz um e apenas suporta confortavelmente qualquer tipo de modelo com o máximo de simulação e, propriamente, recria um tipo de liberdade e onipotência que se encontra tão atrativa quanto ter que burlar certos espaços pela simples intenção de torná-los apropriados e em melhor estado do que deixar a cargo de qualquer efeito inconsciente.
Muito provável que diluídos conceitos encontram sempre suas constatações, porque se tornaram condições suspensas e propositalmente inseridas para continuar simulando seus estímulos, em probabilidades que desaparecem a cada facilidade que amplie seu espaço e recorram a generalizar propositalmente para ocupar aqueles pontos onde a origem se torna aquele típico registro da condição explícita.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Blue Velvet - Theme Song

SITUAÇÕES PROEMINENTES DE LEMBRANÇAS SUPRIMIDAS

Qualquer inflexão exige um movimento inverso e, propriamente assim uma centelha de procedimentos involuntários, que destituem qualquer ótica pela alegação comum de não lembrar especificamente da sua condição, mas mirar exatamente naquilo que resolve entender em praticidade o tipo de resolução, omitindo em princípio o movimento contrário por entender que sistematicamente se leva a destituí-lo por um resultado praticamente igual a outras tantas convicções. Propriamente tratado ao diminuto porque, se não lembramos exatamente de contrários, deve ser porque admitimos revê-los sempre dentro de determinadas condições, quando assim desaparecem enquanto movimento e se mostram tão lineares que automaticamente desejamos repeti-los por achar que estes obstáculos não mais existem e foram convictamente acertados e ainda, proporcionalmente adaptados a qualquer tipo de procedimento. Mas continuam existindo e praticamente podem desaparecer com a mesma propriedade em pertencer determinados registros que, uma vez alterados em sistematizações contrárias, passam a persegui-la na tentativa de poder então encontrar novamente outra inversão que se encontra elevada a contrariar exatamente o que não se encontra disposto a encarar novamente esta perspectiva.
Praticamente anulam-se enquanto produção negativa e interfere em outras proporções que estão na mesma condição em encarar certos procedimentos, sem a angustia de estar promovendo algo que destoe em exercício, de qualquer outra manifestação em miragem determinada de certos expedientes, que estão assim tidos porque foram então considerados pela mesma ótica pertencente e, ainda, em promover a mesma imagem, mesmo sabendo da inversão que foi empenhada para obte-la pelo e conseguido esforço de resolução. Tudo revelado no esforço de conceituar ou caricaturar assim dentro da disposição designativa e de ter que admirar um tipo de protótipo que pode ater as nossas atenções, sem praticamente afetar o que move normalmente certos parâmetros. Uma observação ou uma lembrança, dependendo da nossa disposição associativa, ou na condição análoga que rejeitou por exatamente não pertencer a qualquer tipo de relação.
Uma disposição que não encontra uma condição imperativa de percebê-la, se estamos praticamente movidos em sugestões que medem suas convicções dentro de certas propostas e, como todas seguem certa disposição contemplativa, que só mesmo voltando em qualquer tipo de sintonia para poder absorver em condição exata aquilo que foi deslocado primordialmente para promover tamanhas adaptações de conceitos. Tarefa praticamente impossível se estaremos condicionados a certos tipos de esquecimento que – na verdade – se comportam desta forma justamente pela nossa satisfação de não ter que relacionar com estes eixos, porque se encontram em relação direta com manifestações de angustias ou qualquer outro sintoma que acarrete rever certos procedimentos porque, o contrário ai se torna justamente aquilo que desencadeou sistematicamente o seu sintoma, pela tentativa interminável de não ter percebido na imagem invertida qualquer tipo de projeção real. Ficaram imaginárias estas inversões e, desaparecendo seu produto, deixam de existir na forma concreta para então ocupar seus espaços possíveis até mesmo na forma de um tipo de esquecimento que passou a revalidar-se pela repetição, por não conter qualquer tipo de eixo invertido que possa reverter na realidade aquilo que proporcionalmente sucumbe como novidade. Aliás, a novidade pode ser ai seu espaço vazio e possivelmente preenchido com um tipo análogo, que deixa de empenhar pelo seu caráter inédito e inovador, para existir em mutação permanente de registros passados, com o instantâneo prevalentemente suportado pelo grau de diferença que importa permitir-se, praticamente na capacidade de solvência que compõe seu tempo determinado.
Outros componentes podem requerer-se em instituições ou qualquer outra maneira que provoque aquela sensação convicta de estar no limite da complacência, porque o contrário sem a inversão seria a exclusão proveniente de certo limite e atento as progressões criadas por um tipo específico de comportamento, então permitido pelo tipo de relação e não resolvido por estar dentro daquilo que remete a um tipo mais usual e até situacional de compatibilidade e retenção. Podem provocar outras intervenções ao procedimento de entender, sem estar participando do próprio e sem a devida conexão, enquanto o esquecimento passa a regular as condutas e outras justificativas de certas novidades, que podem se encontrar abaixo do que promove bem antes o seu tipo de contradição.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Mundo - Ecologistas contra transporte de lixo nuclear de França para a Alemanha - RTP Noticias, Vídeo

Mundo - Ecologistas contra transporte de lixo nuclear de França para a Alemanha - RTP Noticias, Vídeo

Oskar Zieta Design HD

O JOGO(110) MANIFESTAÇÕES RELATIVAS AO TIPO DE IMAGEM

Um, se fala para não ouvir, outro fala e ouve simultaneamente seu propósito e seu discurso, em interrupções adequadas ao estilo que se percebe como fato ou, se rejeita como outro discurso que tornou subtendido por não perceber adequadamente o que se faz ao ouvido um instrumento sem a audição desejada de perceber e tensionar adequadamente as atenções, se elas são exatamente a interrupção ou suficiência de qualquer tipo de discurso. Propriamente assim mesmo na atenção difusa à propensão correta de existir conectadamente, ou então criar um típico direito de proporcionar a imagem um valor desmedidamente situacional ou proporcionalmente criado como origem e negação do fato, se ele produz instantaneamente outras imagens enquanto a fala acomete, simultaneamente. Interações propriamente se ela existe naturalmente e pode então simular também seus produtos, mas também proporcionar seus desvios por exageros permitidos a qualquer tipo de instancia que provoque algum tipo de prazer.
Se o prazer existe em determinadas proporções que sua percepção promete sempre um estado maior em relação, e sustenta sempre um descarte providencial daquilo que proporcionou diminutamente ao outro estilo maior e sempre monitorado de estar especificamente promovendo as mesmas interrupções que fizeram sua atenção destituir ao máximo, por outra que ficou assim satisfatoriamente atrativa. Como qualquer imagem que se provoque e, como qualquer origem que queira ficar assim mesmo uma, se não proporcionou aos ouvidos a proporção exata daquilo que o olho acostuma muito antes de gerir sua própria consciência.
Existe a cada tipo de situação uma origem e uma negação, que se veja distanciada pelo modo e uma imagem ininterruptamente ampliada num tipo de relação, que sustentou ao máximo a sua origem e ate acostuma-se em relacioná-la em graus de suficiência porque a suficiência se encontra propriamente na manutenção de seu estilo, mas proporciona suas negações sistemáticas ao acordo automático que providenciou outro retrato alimentado por um tipo de satisfação, em proporcionar um prazer maior do que aquela e talvez simulada intenção de complementaridade.
Talvez, por isto que o fato não produz sua imagem definitiva, se podemos negar a suficiência com a mesma escala providencial de promover outra manifestação, alimentada em estar na relação de origem àquilo que estava e foi revelado por uma consciência que manifestou propriamente em materializar numa típica associação da fala, ou proporção desejada pela simultaneidade em produzi-la por todos os ângulos e, não somente por aquela suficiência que desconfia sempre daquilo que não foi produzido conforme o combinado. E que talvez crie aquilo que nos faz descartar a imagem como um produto que se manifesta numa relação que deixa de ouvir o que propriamente se vê momentaneamente. Por isto não cria aquele tipo de consciência que promete sintetizar melhor o produto e não de manuseá-lo simplesmente na tentativa ansiosa de descartá-lo.
Outro e relativo propósito de estar neste estado senão o próprio desconhecimento de uma interatividade que esta se propondo em qualquer espaço de satisfação, se o desconhecimento é o motor de qualquer movimento e se ele libera suas extensões em relativa consonância e ainda promove – em certos casos – um salto qualificado por estar normalmente propondo suas hastes, e não por procedimentos sistemáticos que podem diminuir automaticamente a sua conexão, por muitos e talvez, nem tão produtivas interferências. Por isto que certas redundâncias informativas tendem a se tornar atraídas por redutos onde o acontecimento promova seu grau de suficiência, sem a demarcação ostensiva de estar se comportando sem aquela intenção providencial. Estão na sua própria negação talvez, porque partem para substanciar aquilo que estava em sua origem, mas que foram criando ou absorvendo seus espaços sem um tipo de ouvido que então fica surdo pela própria acomodação contemplativa. E outros registros que interferem socialmente em revelar, sem propriamente ter que estar no mesmo tipo de conexão e, por isto, criam suas falas, próprias de outros ouvidos e imagens criadas pela insistência de sua razão, a um tipo de resposta que nem sempre evolui com a mesma complexidade intencionada daquelas simplicidades, que possam traduzir em graus de suficiência sua imagem interpretativa a outras interrupções acumulativas, que formulam outras complexidades pela própria intenção reducionista de materializar a mesma simplicidade dentro e – desta vez – em outros propósitos prontamente manifestados por outro tipo de desconhecimento, feito por armadilhas provisórias que estão preocupadas em instalar pela intenção, que propriamente provocar suas pontes substanciais em hastes presumidas