sexta-feira, 30 de outubro de 2015
DILMA TRATA O PODER PELO CONTRAPONTO REAL
Dentro de certas perspectivas intertextuais da visão do
ajuste político-econômico, evidencias bastante claras expressam o que, em drasticidade comparativa, o atual imbróglio
se percebeu salientado pelas simulações
e adulterações da lógica contextual para e, depois, se deparar com o inverso
explicito desta perspectiva. O veneno de
todo contraste exposto pelo poder se encontra na diferença expressiva entre o
falso e o verdadeiro, fraude e
verificação narrativa e seus tratamentos de pobreza criativa, menor que o
contexto, em travar a estratégia multiplicada e de suficiência claramente
distorcida entre o grau de benesses envolvidas no trato da população, da efervescência
do jogo político de possibilidades. Comparativamente a outros ajustes
praticados, claramente se percebe o contraste da presunção eleitoral e
marqueteira de viabilizar-se no contexto subseqüente, evidenciado por contastações
tão impactantes quanto às ficções imaginadas pelas copias pirateadas do modelo
de marketing americano. Estas
diferenças probabilizam o caráter histérico
que na crise emblemática se percebeu expressiva e valorizada, consumidora voraz
de historias e respeitabilidades, deteriorando-se comparativamente a esta mesma
inconseqüência simulada e extravagante, particularmente díspare em embromação
direcional e lógica probabilística. Não adianta agora, reconhecer
gradativamente os erros desta saliência expressiva, principalmente depois de
gasto todos os cartuchos da eloqüência intencional do poder pelo poder e, suas
competições rasteiras de se determinar ao jogo político como evidencia midiática
– onde todos se encontram -, agora acintosamente em revelia informativa e
desgaste acentuado de se pretender probabilístico. Procure, neste ano de 2015,
algum eixo reativo pelo qual o poder poderia se estruturar politicamente com a
credibilidade real de fazer valer a sua perspectiva e, não encontre nada de
relevante que traduza em contraposição a esta expressiva diferença contextual
de proveito. Ainda, provisione 2016 e, certamente este desnível irá determinar
a sua linearidade, a não ser um fato impactante
e de inversão da credibilidade para reagir a esta diferença expressiva.
Presumir, em instantes de sufoco,
que o ambiente natural da crise política só resolva como reação momentânea aos
adjetivos da resistência e, limitação de tratamento e resultado sazonal de
tentativas ou erros seria tão banal quanto às sucessivas minimizações do
esforço correspondente. Nesta simbiose de Lula
e Dilma, entre culpas e relevâncias, alem dos sucessivos desgastes e
vulnerabilidades, produzam, neste contraste entre o omitido e o verídico, a armadilha preferencial da linguagem utilitária ao conveniente, abusada e
desperdiçada como se fosse um acessório e, não um direcionamento ou atenuante
deste tratamento de choque presenciado e explicitamente comparado de reagir
admitindo erros quando, em verdade, tais admissões perderam-se em validades
vencidas pela realidade muito mais determinante do desemprego elevado e, da carestia
tocada ao eleitor que comparece promovendo cenas que se afastam tanto da
realidade e do universo de intrigas e conluios. Exatamente diferencial e, em lógica
errática, o poder submete a esta diferença com a autoridade bastante questionada
e sujeita a todo tipo de vantagem, destas dos baixos expedientes e de
tratamentos localizados, talvez, parecidas às estratégias de Lula em período eleitoral
e suas discutíveis alianças de excesso pragmático e vulgarização do imbróglio.
Este nivelamento político, agora invertido nestes cargos infindáveis do segundo
e terceiro escalão – não vão durar para sempre -, admite-se a qualquer
articulador estruturas sobre esta condição as suas revelias em limite
comparativo e, equação prognostica de reação. Note o quanto estes nivelamentos políticos
inverteram a lógica estrutural – primeiro a economia, depois a política -, para
desaguar pelos atalhos e manobras criativas no seu próprio teste invertido de
respectivo ciclo, onde, ao certo em origem primeiro, ao contraste, em saturação
prevalente se expôs o poder ao eloqüente para e, depois, direcionar
coercitivamente por esta lógica inicial. Tanto que, admitindo erros com tanta
retenção diagnostica, provavelmente dilatem a imperícia e pratiquem a adequação
somente no jogo de possibilidades. Similares em modelo, Lula e Dilma se
encontram num mesmo imbróglio informativo e de reflexo – erro da origem análoga
– proferindo suas desavenças ao toque da sobrevivência individual e, do
resultado expressivo destes sub-contextos políticos de crescente esforço
reparador para resultados cada vez menores e mais impactantes quando se leva em
conta a diferença contextual.
Entre paginas mal acabadas outros
ciclos retornam sobre esta diferença, cumprindo a oscilação de reflexo na
instabilidade político-econômica, retroagindo ao impedimento (origem invertida)
ou, aos ensaios do PMDB no
descolamento gradual do governo. Como partido essencial na sustentação política
o seu direcionamento agora agrava e reinicia outra vertente bastante difusa de
manutenção do poder e sua procura de estabilidade; dilema, também, do PMDB em
reagir agora em seu descolamento visando às alianças de 2016 ou correr o risco
de continuar sendo um prolongado coadjuvante, suporte do oportunismo e das
oscilações da realidade contextual. Certamente as fragilidades de Lula, do PT e de Dilma sinalizam esta expressiva
dependência como condição de sobrevivência, agora mais do que nunca, produzindo
uma evidencia que nunca se mostra compatível senão esta de permanecer neste
modelo de dependência. O PMDB sabe muito bem o jogo midiático de proveito e
oportunismo que, apesar da reforma ministerial, tal entendimento não se faça
tão natural como se pensa, principalmente em situações de vulnerabilidade quando
o utilitário fala sempre mais alto que qualquer seqüência em escala de benesses
e cargos. Conte também com a admissão tardia dos erros, propriamente um corte
afiado que não se cura com desculpas, mas pelo valor do dinheiro escasso e com
agravantes cotidianos e diferenciais entre as astucias do poder e o grau de
veracidade envolvida.
Uma síntese desta oscilação estratégica
de Lula e do PT em produzir sucessivos “factóides”
midiáticos de imensa probabilidade reativa – como se percebe agora -,
tornando-se inacreditáveis contorções e negações da realidade no empenho favorável
e individual, tratamento midiático somente, enquanto as articulações e reinícios
cada vez mais sistemáticos e limitados, promovidos sobre o próprio desnível enquanto,
nos bastidores, articulem em revelia a toda encenação engendrada. Também fica difícil
entender o equilíbrio entre a necessidade de um ajuste já alongado e em déficits
cada dia mais elevado (talvez nos 110
bilhões) e, as manobras de ataque aos culpados imaginários, numa tese
bastante desgastada que ninguém mais acredita, a não ser as utilidades
extravagantes que torna o bolsa família
uma moeda extorsiva e abusada de uma troca, submetendo a população vulnerabilizada
ao medo de uma realidade manipulada e politicamente adequada aos sobreviventes de
qualquer custo. Na verdade, para Dilma que utiliza destes expedientes de sobrevivência,
não seria ilógico entender o limite da suficiência distorcida e do direito
adquirido nivelado ao restrito teste dos sobreviventes, em purismo e simplificação.
Estas interpretações sobre uma defasagem tão expressiva entre o poder e o
contexto sublocam previsões naufragadas pela fragmentação informativa e, aos
proveitos da facilidade que surte cada vez menos efeitos, porem, utilitárias e
manipuladas politicamente reinsiram repetitivas e de credibilidade cada vez
mais inadequada aos desenvolvimentos cumulativos da população. A política atual
sofre deste pragmatismo cada vez mais crônico, expressivo em utilidade e
redutivo em tratamento compatibilizado da realidade e o poder pelo poder, preferenciais
aos jogos eleitorais e, somente ai, exerçam suas locações imediatistas e de
tratamento especifico e reincidente; natural também a propensão das pesquisas de opinião que repetem os
mesmos itens, em variáveis massivas e sugestivas (saúde, educação, segurança),
retroalimentando viciadamente o ciclo e, limitando enormemente que alguma
diferença maior se faça em expectativa e prospecção. Daí que, entre ciclos que
não se saturam devido os eternos retornos dos excedentes relegados, a
perspectiva de Lula e Dilma neste cenário de dependência/recusa do PMDB se torne
a linha divisória para novos estímulos a crise e, ao entendimento do ajuste ao
tempo lógico de reação; talvez, o eixo de reação nunca apareça ou, se adéqüe a economia,
talvez; melhor entender que nesta banalização econômica de oscilações muito
efusivas de previsão se encontre também um limite imaginário de reorganização
estrutural, forçada e impositiva, definindo cenários com mais eficácia que
estas oscilações estratégicas que Lula e Dilma procuram em permanente evidencia
e teste diário de sobrevivência, também, da oposição que se movimenta pelos
mesmos expedientes da ineficácia e dos direitos ULTRAJADOS.
quarta-feira, 28 de outubro de 2015
O JOGO(285) REAÇÕES VULNERÁVEIS EM LULA E DILMA
Uma hipótese de viabilidade creditavel seria a premissa que diz: “toda
omissão informativa encontra sua contrapartida explicita no contexto”,
provavelmente, em experimentação de conteúdos se proceda com bastante
continuidade pelo universo político pretendido,
ao desgaste da contradição pelo abuso da simulação de contraponto midiático tais
veracidades prometam reforçadas pela ausência de expectativa e, defasagem do
direito adquirido em expressivos volumes informativos. Tanto pode, em relevância
que, demonstradas exatamente como armadilhas probabilísticas, adquirem
conformidades quando exibidas pelo contraste da linguagem em seu desperdício de
exagerada soberba e, o que de valorização produza em conformidade
intertextual ou, mesmo em detalhamentos persecutórios que no silencio desta
omissão revele-se perturbado e, em ataques de pânico como convém reagir ao que foi dito efusivamente sobre a eminência
parda do contexto por esta mesma unidade viciada. Tanto pode ao eloqüente quando
exerça o controlado, certamente que, este duplo contraditório do universo político
escapa impertinente e ardiloso pelas atribuições do poder em tentativa de regulá-las,
como também, se armam em Lula sobre
o seu evidente desconstrutivo do personagem, tragando-se pelo mesmo desperdício
da linguagem contraditória e dos tratamentos invasivos e também explosivos
quando associa ambigüidade estratégica a ausência da propensão, relegando
excesso de significados para avaliações multiplicadas da população comum. As
armadilhas probabilísticas – sínteses interpretativas - adéquam à probabilidade
simulada em conflito descaracterizado do verídico, como se fosse um teste de prevalência
ou submissão, tudo dependente da propensão (popularidade)
verdadeira catapulta dos erros, ambigüidade que torna o contraste volumoso e
impositivo a suscitar juízos de valor com tendências muito expressivas de
desconstrução da lógica interpretativa. Lula, em unidade vulnerabilizada e
condicionada de seu discurso político, percebe agora o que antes, em
entrelinhas, sinalizava seus estrangulamentos informativos, porem, destratados
pela autoridade de seu discurso, percebe agora o agravamento interpretativo,
num cenário da hipótese progressivamente direcionada ao creditavel, havendo
nesta ambigüidade informativa uma historia que desaparece.
Mais que um prenúncio ou
possibilidade, melhor seria interpretar o modelo político de Lula e Dilma sobre estes sucessivos testes de
desconstrução, retrocedendo a origem e toda eloqüência de tratamento numa caricatura
exagerada de seus personagens frente a este desnível contextual; sabe-se que
qualquer analogia (Dilma segue Lula) sofra dos limites e restrições progressivas
quando exercitadas por atalhos ou por abusos simulados a esmo, em estratégias imediatistas
e altamente probabilizadas a inversões consecutivas. Similares em origem
exercem a ambigüidade comportamental como diferença desta lógica, distorcendo e
favorecendo o viés interpretativo, considerando o empenho do poder pelo poder e
destratando a diferença contextual, evidenciado ai pela facilidade progressiva
sobre um vasto excedente que agora aparece reivindicativo. Junte ainda a
longevidade da operação lava jato e
a relevância da operação zelotes,
entre tantos outros que, pela frente cumpram seus acertos negativos ao
diferencial expressivo desta ambigüidade contextual. Vulnerabilizados pelo
modelo político, Lula e Dilma se notam pela inversão do poder aos destinos de
uma realidade saturada e omitida progressivamente. O enfraquecimento de Lula se
torna expressivo, já que, sustentado pela popularidade (propensão) agora se
percebe minado pela rejeição expressiva de viabilidade eleitoral, não
esquecendo que os eleitores preferenciais vão desaparecendo em proporção a
avalanche de denuncias: - agora o rolo compressor midiático, tanto verídico,
como manipulado, integram um só bloco de inversão, produzindo sobreposições
reativas sobre esta fragilidade condicionada do modelo político em questão. Até
que readquira a sua função dialética pode ser muito tarde para Lula e Dilma
suportar o impacto num contexto detalhado e valorizado como o agora vivenciado.
Fala-se de conflitos políticos deflagrados pelas operações lava jato e zelotes -
se verídicos - tanto o poder sob Lula e Dilma manifeste-se por esta saturação
expressiva e pelo mesmo acinte, agora inverso, no tratamento invasivo
decorrente do processo fragmentado e absoluto de tratar o fato. Esta inversão
se torna curiosa, justamente quando o excesso de valorização da linguagem pela
abusiva simulação trata a população espertamente, percebendo-se agora, a mesma
narrativa em lógica contextual de reação,
também, das conseqüências adequadas onde antes inconseqüentes preferenciavam
Hoje, premidos pela inversão do
poder, antigos expedientes que antes navegavam inconseqüentes pela narrativa marqueteira e direcional, agora,
exprimem-se pelo diferencial expressivo, provavelmente numa penitencia muito
estendida, já que, agora, em similaridade do poder, limitados e estrangulados
em seu próprio discurso se percebe ausência do controle expresso, destituído da
eloqüência e presunção informativa. Só lembrando que nestas pedaladas não incluídas
no orçamento deficitário outra constatação se percebe na fala contraditória
quando Lula, no seu populismo, atribui esta diferença aos projetos
assistenciais do poder; em verdade, este exercício fiscal serviu aos
empresários, alguns poucos, favorecimento narrativo explicitamente demonstrado
num encontro de empresários promovido pela carta
capital em 2010(vide acima), quando Lula se gaba de ter favorecido enormemente
o empresariado. Estas ambigüidades impressas pelo destrato e ausentes de
acabamento natural de conseqüência, repara absorto pelo limite pressuposto o
seu excedente, vulnerabilizando a reação, principalmente quando confrontados
pela evidencia tal justificativa escorra pelo ralo em inconsistência ou,
quantidade simulada pretendida. Este raciocínio de que o poder pode tudo, em
tese, seria louvável e inconseqüente pensar desta maneira; provavelmente se esqueça
do eleitor, este mal necessário que, em créditos de simulações ou organizações
pela linguagem leve um tempo que somente o poder pode probabilizar e irrelevar
com tanta freqüência e ambigüidade nos instantes de evasão da credibilidade. .
Dentro deste cenário extremamente
fragmentado que a política se encontra, a dificuldade articulatória e as
manobras de bastidores se tornam progressivamente supérfluos e irrelevantes
quando confrontados pela relação intertextual
de equação e previsão. Imersos politicamente neste cenário, tanto Lula quanto
Dilma progressivamente se vão descaracterizando do poder efetivo e integrando o
limite probabilístico na sua desconstrução progressiva. Como a política vive de
instabilidades e insurreições, existe também, a perspectiva de reorganização de
origem em outros tempos mais afinados economicamente e, principalmente,
reorganizados politicamente em sustentação e proveito. Porém, sobrevivências encontram
o seu eixo ou a sua inversão em perspectiva direta do excedente anterior de
probabilidade ou saturação e, isto quer dizer politicamente que prognósticos eleitorais
viabilizam-se em quem estiver dentro do limite pretendido de possibilidades; ou
seja, visto pela saturação estas alternativas desembocam na impossibilidade,
considerando ai os instantâneos políticos, verdadeiros canibais da relevância e
confinamento eleitoral. Existindo esta possibilidade de recessão em 2016, alem da
retomada gradual do crescimento, em tese, estruturas políticas com avantajados
graus de vulnerabilidade tendem sucumbir a esta distancia, principalmente pelo
fator de credibilidade e da narrativa repetitiva, carente de ressignificação, também,
pelos abalos sucessivos sofridos pela informação destoante estas perspectivas
tornem-se minadouros do desgaste e, perda sucessiva do ambiente político em
trato e conseqüência. Mais uma vez é bom lembrar que atalhos, manobras e
articulações empenhados na narrativa do poder pelo poder, em constancia repetitiva,
tornam-se irresponsáveis e autoritários inconseqüentes, sujeitos a mais valia
do menor esforço. Esta tentativa de Lula em se preservar individualmente, tentando
intervir no ambiente do poder, ao invés de resolver o imbróglio, aprofunda a
fragmentação informativa e limita sua historia aos expedientes da baixa política
de resultados; talvez o limite de atuação esteja defasado e questionado como liderança
política, justamente pelos pormenores relegados e omitidos em longos períodos de
uso utilitário da popularidade, ainda, pela soberba da linguagem pragmática e,
das estratégias eleitorais, agora, em visão muito acintosa e recessiva de
entendimento, sequelados pela população reivindicativa e pelo acinte que se
percebe aqui e acolá pelo direito adquirido e suas conseqüências literais de se
fazer valer. Nesta visão intertextual, o poder produz a resistência de uma
desorganização econômica e uma
gravidade que se vai, progressivamente, exibindo sua mascara movedora em cenários cada vez mais
deteriorados e imprevisíveis. Neste modus operandi tão contrastante o valor de
qualquer historia em teste tão expressivo da baixa política, talvez não
probabilize a máxima do instante e, das fulgurantes linguagens caricaturais e POPULISTAS.
sexta-feira, 23 de outubro de 2015
UNIDADE BÁSICA E AMBÍGUA EM LULA E DILMA
Dimensionar o contexto quando
imperam esforços exacerbados para resultados pífios seria o mesmo que municiar
o adversário com sua propensão positivista
da facilidade sintética de proveito e interesse. Agora, interpretar dialeticamente o desgaste explicito de
seu próprio modelo, em tese, poderia se fartar em oscilação e ambigüidade, porem, diante da limitação
probabilística de pressuposto e origem, mais parece um envolvimento kamikaze, decorrente daqueles ultimatos
de sobrevivência que, particularmente falando, das estratégias ousadas em táticas
de condução partidária. Faz tempo que Lula
interpreta-se pela mobilidade dialética, também descrita como ambigüidade discursiva,
tática resultante da intertextualidade faltante naquelas seqüelas de oposição sistemática e, do saturado discurso “nós contra eles”, visto
por esta perspectiva de travar uma linguagem midiática para, por outro lado,
imprimir em estratégias contrastantes e opostas ao direcionamento informativo,
cabendo também a Dilma repetir esta
contradição quando direciona midiaticamente todo bate boca de oposição simulada
com Eduardo Cunha e, em outra
instancia, promova exatamente ou taticamente o contrario quando exercita pela
base de sustentação a sua cada vez mais improvável manutenção do cargo. Em Lula
que, no seu discurso costumeiro promove a distorção da vantagem ao limite
reflexivo, articulando, da mesma forma, a permanência de Cunha, blindando
informativamente o interesse neste cada vez mais improvável impedimento, visto
agora nesta operação de salvamento uma contrapartida explicita dos entremeios
desta baixa política imediatista e de vale tudo. Em visão mais direta e menos estratégica
Dilma cria nestes “factóides” outra ambigüidade
muito maior, devido a sua preferencial visibilidade, ousando sobre este recinto
de sobrevivência tática sua limitação expressiva em desorganização estratégica –
na visão da população -, conturbada e desorganizada pela imensa fragmentação e
tratamento extremamente localizado e unificado de fazer valer a sua tentativa.
Em Lula, pela mesma evidencia, porem, sem a responsabilidade expressiva,
mostra-se influente e oportunista quando trata do individual disposto e, da
interpretação autoritária para articulações de duvidosa capacidade tática,porem,
não se pode negar, o grau de multiplicidade empregada para resultados bastante discutíveis.
Possivelmente, entre oscilações e
ambigüidades narrativas, expressas pela gradativa
aceitação do grau do imbróglio em questão, somente trejeitos articulados e
manobras de bastidores não sobreviverão ao contexto paradoxal e descontinuado,
impositivo e reivindicativo; não vale muito estes substratos informativos
povoados por estratégias menores e invasivas, desacreditando enormemente a população
quando individualiza todo discurso pela lógica correspondente de afastar
transitoriamente as seqüências catárticas desta crise político-econômica.
Tem-se, nestes movimentos de ambigüidade informativa, uma lógica de premência no
vale tudo da baixa política, onde o manuseio utilitário do fato serve
exatamente ao instante, para e, depois, ao descarte e negação prognostica para
sucessivas paginas viradas sem nenhum critério. Por outro lado, estas unidades elementares viciadas na
oposição do inimigo imaginário, quando empenham nos sucessivos condicionamentos
narrativos esquecem ou omitem esta dicotomia
– eixo de interseção -, agora vivamente interpretado por Lula como
pressuposição estratégica e invasão progressiva sobre o discurso do poder e, da
base de sustentação. Estas manobras de driblar a mídia para imprimir a sua mais
crua transgressão, podem até, em muitos casos, se transformar num modus
operandi político, como se percebe na oposição em relação a Eduardo Cunha; ou
seja, dois discursos difusos entre a expectativa e a reação, provavelmente
tentando se preservar de um desgaste: - vá entender a quantas pulverizações estratégicas
o discurso político se eterniza em minúcias e relevâncias, provavelmente
estruturados pela oscilação e imediatismo muito evidente, enfraquecimento e prevalência,
no fundo, vencedores e vencidos,
tratamentos de choque ou a queima roupa para pretendentes desta baixa política,
instituindo sua vertente mais corriqueira quando absorve estas dicotomias ao
sabor da irrealidade contextual de proveito.
Em tese, o discurso de Dilma
sobre este movimento de oscilação, em que pese o habito político de provimento,
se parece ao próprio meio – devendo-se ai a luta pela sobrevivência -, prevendo-se
extorsivo e deslocado quando, em ótica contextual, pretenda interagir em
popularidade e sua propensão. A crueza do tratamento político em situações de
crise demonstra, com muita evidencia, o esqueleto e repetição destes modelos partidários,
provavelmente, demonstrando explicitamente o limite entre a pretensão política e
sua capacidade cada vez menor de convencimento, também das manobras de
adulteração da realidade contundente quando o relator, de conjuntivite,
exibe-se no olho do furacão da CPI da
Petrobras o que todos já sabiam, porem, visto pelo olho distorcido possa ser a punição divina
destes manipuladores contumazes. Esqueletos sobrevivem, mas deixam seqüelas muito
maiores devido a esta ambigüidade e, a adulteração grosseira da realidade
preferencial; no modus operandi político, este canibalismo de evidencia e de pobreza
estratégica, move-se sequelando pelas sobras e reagindo negativamente quando
expostos pela sua origem, naquela tentativa de prover a memória com instantes
cada vez menores e impulsivos. A volta ao Brasil
de Henrique Pizzolato mostra, em contundência,
como o discurso oscilante do poder em apressadas páginas viradas ainda exibem
estas diferenças de outros tempos, associando aos idos de 2006 a expectativa,
agora minorada, de rever o mensalão por outra ótica, talvez como pré-condição
da Lava Jato ou, como uma lembrança
resistente de uma síndrome do pânico a rondar sequelados e falantes por esta
analogia do dinheiro, tanto no Brasil, como na Itália, destinos semelhantes, explicitamente associados pelas mãos
limpas ou pelo jato refrescante da água, submetidos ao calor escaldante dos países
que, segundo pesquisa, se tornam desenvolvidos ou não, dependentes do clima e
suas regularidades El niño;
Uma estratégia em voga utilizada
politicamente como discurso de dois lados numa mesma moeda, este duplo que não
pretende credibilidade, apenas usufruto de todas as vantagens e interpretações lógicas.
Se pensarmos neste direcionamento, o calculo desta interpretação vai contra
toda lógica contextual de raciocínio, já que qualquer sujeito que se preze fixa
no outro o seu processo de coerência e de adequação contextual, alem dos
acertos prognósticos, mesmo que destoantes, mais adaptados ao trato da
popularidade sem, necessariamente prover deste populismo de fachada que tanto
Lula quanto Dilma se esmeram em repetições e direitos adquiridos tão elementares
ao senso comum, como se fossem doações filantrópicas de mais valia eterna e de
obrigação e obediência constante. Esta credibilidade perdida pelo inconstante e
simulado tratamento narrativo, agora se percebe nestas contradições táticas da ambigüidade
narrativa um desvio desfavorável de articulação, por mais que no exercício prevaleça
sua valorização, o ambiente joga contra a lógica interpretativa e pela
multiplicidade probabilística e difusa de pretender a necessária contundência de
reação. Num cenário em que o empenho, tanto de Lula em reagir pela sobrevivência
pura e simples, quanto Dilma em se manter em evidencia ate o fim do mandato,
transformaram este exercício esquemático numa limitada contenção de imersão
neste núcleo de poder, consumidos pela narrativa domestica, ainda, relegando o
eleitorado a tratamentos bastante superficiais, talvez, muito caricaturais como
manda a cartilha do populismo. Esta ausência de ouvidos para a população torna inútil
estes bate boca domésticos, alias, não como estratégias midiáticas se vestem,
mas como desorganização e improviso. Demonstrados sempre por seu limite de
saturação, tanto esta dicotomia de Lula, Como nesta hipótese narrativa de Dilma,
o diferencial do contexto reivindicativo se encontre focado na deterioração econômica,
verdadeiro teste de credibilidade, fato que, bastante longe e, talvez, em
direção irrecuperável se nota a pretensão do poder na tentativa equacionada de
resultados, em evidente contraste com estas manipulações palacianas em resolver
toda realidade fiscal pela via mais facilitada e onerosa. Existe um Lula e seu
partido que reivindica modificações direcionais na política econômica com a experiência
semelhante a estas táticas ambíguas de interseção eleitoral, provavelmente,
interpretando o valor e a qualificação, comparativamente ao grau de
credibilidade e prevalência competitiva. Alias, o pragmatismo político, tanto
do PT, como do PSDB, demonstram o quanto faltam em sua estrutura a capacidade de
viver pressupondo qualquer ideologia que não seja a constante e instantânea prevalência
interpretativa. Talvez, por isto, o processo político demonstre este grau
expressivo de fragmentação, onerando exponencialmente o seu único suporte de viabilidade,
senão a economia e os bons e retardados ventos de reação, probabilidade
bastante remota quando, em tese, o ambiente narrativo sobra em distúrbio de
personalidade e disfunção BIPOLAR.
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