sexta-feira, 16 de outubro de 2015

RETROCESSOS VISÍVEIS NA UNIDADE DO PODER

Definitivamente que, respectivos prognósticos, adéqüem à realidade contextual com a explicitude literalizante dos rigores probabilísticos, antes possibilidades, agora armadilhas visíveis e imersas na crueza dos fatos e das especulações exacerbadas, tudo, misturado em descriterios verídicos de convicções oscilantes e indeterminadas pela imersão fragmentada ao substrato da repetição e definição diagnóstica. Assim como intercalam simulações e veracidades em alguns destinos omissos e confinados a evitar seqüelas, em outros exercícios maximizem discursos incipientes para destinar ao blefe informativo a omissão dramática do raciocínio inverso, visando prosperar informativamente sobre discursos inflamados e ufanistas, reagindo ao limite cada vez mais acentuado em evitá-lo. Para o discurso do poder este destino predestinado e omisso de pretender suas parcas manobras desarticuladas e repetitivas demonstra, vivamente, a incapacidade em tais repetições e relevâncias, tornando-se recessivamente limitado à probabilidade dialética e ao apelo de uma insistente definição, agora transitória, estrangulando toda narrativa imposta pelo excesso de fragmentação política, em conseqüência, da informação, criando substratos associativos independentes em premência e urgência prognostica expressa progressivamente pela indefinição e transitoriedade. Melhor dizendo, estamos exatamente no estágio da multiplicidade probabilística para limitações expressivas de resultado pratico, aprofundados por respectivos intertextos imersos pela desigualdade contextual, ainda, cada vez mais distanciados de uma reação estrutural, talvez, por isto, se tornem nos excessos de solvência os limites cada vez mais restritos pela distorcida suficiência e, pelo negativo designativo de sobrevivência surda e, de esforço desproporcional ao resultado previsto. Acreditem ou não, nesta distancia cada vez mais evidente do contexto probabilizador existe a demonstração do grau expressivo de fragmentação político-informativa, criando difusos direcionamentos político-econômicos para improbabilidades cada vez maiores de reagir positivamente sobre este mesmo contexto, agora, relegados espectadores boquiabertos deste visível desnível informativo.
Probabilisticamente falando, avolumam explicitamente as seqüelas político-econômicas do governo Dilma, talvez, para futuras reorganizações de outros governos; este excedente terminantemente e progressivamente relegado em favor da sobrevivência sobre um resumo elementar bastante irresponsável expõe a ambigüidade assertiva conferida pelo limite e repetição nua e crua, de outras expectativas muito diferentes do atual momento. Este precedente estrutural, devidamente vulnerabilizado, exclui toda reação dialética em favor de uma unidade cada vez mais recessiva que, em devida atenção, aspira ao negativo elementar para inversões positivadas de alteração ética, vale tudo mesmo, produzindo transitórios de larga inconsciência e indefinição de outro limite de impedimento, talvez, neste caso, o impedimento sirva de exata noção deste excedente continuamente burlado, em substratos cada vez menores e de inversão ao caótico indulto da solvência especulativa . O que preocupa neste nível de fragmentação e deterioração político-informativa, senão o grau omitido de letalidade no discurso irrelevante/drástico contido nas reorganizações associativas em imersão cada vez mais eminente e imediatista, atraindo construções possibilitadas em armadilhas probabilísticas. Alias, exatamente agora se percebe a armadilha da improbabilidade diagnostica nesta escala direcionada ao negativo, senão este eixo em Eduardo Cunha, representante desta dialética relegada e do grau de desproporção real entre a convicção contextual desta multiplicidade irrelevante e banalizada que, em toda seqüela fragmentada, use e abuse destes limites entre a regra e o poder de burlá-la. No caso explicito de Eduardo Cunha, faz bem lembrar a origem de todo aparato grotesco sobre a narrativa agregada da soberba e do acinte, proposto pelo poder em picuinhas palacianas de trato e intratáveis providenciais. Daí nasceu este personagem que agora freqüenta a lista dos dez mais, turbinados exclusivamente pelo desleixo político e uso ostensivo da tropa de choque, a qualquer custo, talvez ao custo que não valha mais tanta especulação nesta trama empobrecida e de poucos personagens interessantes, vivendo sob o acachapante pragmatismo - o culpado de todo imbróglio -, também do limite institucional que o Brasil vive, entre o desperdício exagerado das estratégias políticas imersas neste universo pouco confiável da utilidade abusiva e, dos expedientes vingativos sobre mortos-vivos que ainda deixam seus rastros por toda esta indefinida modelagem política.  
Enquanto a economia é rebaixada ao nível deste canibalismo e oscilação especulativa, cada vez mais distante fica entender quais destes difusos eixos de tratamento cada vez mais imediatistas irão reagir positivamente em readequação prognostica; torna-se cada vez mais difícil, politicamente falando, já que a retenção exagerada das readequações, ao grau de drasticidade explicita tornou progressivamente dificultoso produzir algo de confiável em tempos tão diluídos e pulverizados. Se, por exemplo, se faz uma reforma ministerial para readaptar toda dissonância da base rebelde, incluindo ai a habilidade de Lula, o desgaste e inutilidade da articulação tornam-se irrelevantes ao tratamento especulativo, já que, agora, o valor do toma lá da cá inflacionou, como na economia, evidenciando esta troca banalizada e surrealista, principalmente pelo apoio a Eduardo Cunha, naturalmente ai se nota o quanto este valor tornou-se amoral e estrategicamente drástico usufruir de momentos tão toscos e irrelevantes. Pense exatamente que, a principal finalidade do governo Dilma seria evitar o impedimento, mas, em oposição e exclusão dialética atraiu toda narrativa para a unidade discursiva do acinte e sobrevivência, finalizando e limitando todo modelo em reagir e valorizar o momento de resistência. Daqui em diante, terá que produzir uma nova origem ou afastar este drástico por todo o tempo de vigência; note, no limite do irrelevante/drástico, como o poder e o próprio Lula aprofundam-se nesta fragmentação de substratos cada vez mais sintéticos e, em narrativas totalizantes e absolutas.

Um prognostico decorrente desta imersão acentuada do negativo em previsão distorcida se verá, em 2016, tanto para a economia quanto para a política; aquele excedente que se avoluma atrás da porta a cada pagina virada pelo poder, alem de se tornar muito maior e mais impactante que o modelo elementar, produzirá o seu acerto probabilístico de reparação do imbróglio a partir deste limite do impedimento e sua inversão em rigor e reação prevalente. Seria a visão fragmentada de um ciclo informativo em espiral reparadora  em direção ao contexto e, ao choque de uma realidade bastante drástica, possivelmente em contraste a este limite de irresponsabilidade e adulteração informativa. Este eixo do impedimento, alem de produzir a catarse política pelo excesso de pulverização informativa, por outro lado, vê nascer um tratamento rigoroso de acerto(nas pedaladas de 2015), cumprindo a sua dialética função de exonerar diferenças e revisar este vasto excedente cumulativo. Melhor não esquecer que no primeiro mandato de Dilma e último de Lula já existia este excedente relegado, principalmente pela predisposição absorvida de inversão e, pelo insuflado populismo que esconde o drástico para viver o irrelevante como se não houvesse amanhã. Nesta conta reparadora, cuja alteração cíclica se percebeu no atalho pressuposto de continuidade do poder, agora cumpre a revelia com a mesma contundência procedimental de quem repetiu efusivamente as mesmas estratégias em detrimentos dos mesmos erros de omissão. A probabilidade não perdoa quem não alitera continuamente o seu prognostico, preferindo repetir acertos anteriores e omitir os mesmos hiatos conseqüentes. Isto vale para modelos políticos, tanto do PT, como PSDB, velhos similares e opostos, disseminando as mesmas táticas por radicalizações expressas sobre um limite articulatório bastante visível; este excedente que Dilma relega para posteridade irá repercutir acentuadamente na economia, não só como recessão, mas em desenvolvimentos pífios, sequelados estruturalmente e vulnerabilizados pela falta de políticas externas da relação intertextual de suporte; o desperdício estratégico até o atual momento vem desta distorção explicita do limite informativo empobrecido e, pela inversão entre a soberba e o vazio prognostico de resultado. Esta saturação interpretativa, associada à constante denuncias, minou mortalmente o poder e suas bases de sustentação, distorcendo a moral vigente ao raciocínio fragmentado do positivo/negativo, equiparado a ausência ética de interpretação e exclusão. A sobrevivência nua e crua do poder sobre estes substratos argumentativos reduzem a visão política ao tratamento catártico e indefinido da orgia eleitoral, principal combustível de toda esta irresponsabilidade e degradação, podendo, em tempos muito precoces produzir direcionamentos tão distorcidos quanto esta de tentar readequar a economia em outros parâmetros e noutras seqüelas depreciadas do tempo RESOLUTIVO. 

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