Exercícios primordiais de adequação podem estar no princípio do artifício, como podem inverter em sínteses parasitárias e inexplicadas conjunções que se resolvem por ai e invertem ou tendem normalmente a subverter qualquer princípio da realidade Mas, e aí se o princípio do prazer traz em si o problema da repetição, se for então necessário ajustá-la por este ângulo, se é um prazer e para tal finalidade inexiste no inconsciente um apelo entediante. Ao contrário, estimulante se faz como exercitar por ai certas premissas, se elas não ofendem a recorrência e se ajustam aos intermináveis recursos, nem que sejam permissivos aos problemas da intenção. Síntese pela síntese ou, tanto faz, se é puro exercício e este estado relativo incomoda fatores muito decididos em escalas de aproveitamento, se é que o desperdício se faz somente pela condição econômica. Na verdade há um grande desperdício naquilo que foi rejeitado por se tornar fora da analogia prevalente e – por isto – um pouco menos e um tanto fora de seu devido lugar.
Mas se está – a todo o momento – procurando pela evidencia, para criar então o artifício de poder sublimar e definir com mais clareza o que esta definido a partir daí, que se pode afirmar com a mesma nitidez que, o desperdício criado pelo excedente, pode inviabilizar modelos tão afeitos a se tornarem tão favoráveis que negam terminantemente qualquer tempo de espera. Vale pelo encaixe preciso que propriamente pelo ajuste exagerado. E muito pelo controle efetivo que a permanência modular. Aliás, o controle é um mote assediado, quando se deseja executá-lo sem levar em consideração que esta se permitindo, na mesma medida de sua estabilidade, porque se pode então promover grandes artifícios com espelhos programados pelo incentivo normal e, subverter a lógica funcional para – de novo – encontrá-la num mesmo ponto disponível.
Ou então em momentâneos aproveitamentos onde tudo pode se envolver ao mesmo tempo, e criar seus estados de confusão generalizada, que só mesmo o recurso prévio para poder reconhecer como um provável e necessário tipo de limite. E haja limite porque – na verdade – funcionam mais como sustentáculos dos mais e prováveis recursos, oriundos de verdadeiras hastes de sustentação. Porque o excedente flutua em probabilidades tais que só mesmo a origem mais resistente para promover um tipo de ajuste. E inserir o principio da realidade e do prazer, funcionando em indeterminações que passam a promover impossibilidades, que não existiriam se estivessem no seu ajuste e aproveitamento do recurso disponível, para então prever e se adaptar para depois prever e se adaptar novamente. Porque assim o desperdício não está no artifício, para estar ajustado ao tipo proporcionado ao modelo de realidade existente. Se produzem dois princípios para uma mesma repetição, esta-se manifestando no prazer aquilo que estava na realidade e vice versa, por tentar tornar comum exercícios tão diferentes que só mesmo encarando pelo tipo de satisfação prevalente a janela desejada. Promove-se à condição da evidencia se ela estiver em outro princípio que não a realidade e deixa o prazer em estado complementar ao exercício da constatação, na escala inversamente proporcional ao que dita os costumes tradicionais, por estar evidentemente utilizando a mesma ferramenta para produzir seu desperdício. Minam então o princípio para então torná-lo prevalente e, assim, estão construindo artifícios tão inviáveis à realidade quanto ao estilo mais ajustado aos procedimentos intencionais.
Mas, ao processo típico de associação existe um tipo de comportamento, que não se faz pelo nível de diferenciação e, propriamente por estes aglutinamentos estabelecidos, por comportar escalas tão superficiais quanto ao tipo de registro acionado pelo tipo de condição. Daí necessita cada vez mais de referenciais mais sólidos e, de um tipo de estabilidade que ultrapassa qualquer limite, onde a recorrência sempre encontra um ponto estacionário e produtivo de manifestar o seu artifício. Bases seculares condicionadas às resistências do tempo e ao tipo de qualquer imaginário, mesmo que ele se encontre nas perspectivas mitológicas que propriamente no seu motivo atual. Porque se encontra proporcionalmente na condição do artifício e, devidamente atualizado a mistura improvável de prazer e realidade, porque se tornou assim por um motivo de adaptação normal de conseqüência, se esta cada vez menos evidente que separar os princípios não está dentro de qualquer tipo de expectativa. Separa-se o sujeito, mas não promove adaptações propositivas que invadam continuamente o espaço relativo, em torná-lo um tipo de perspectiva normal e não um recurso acionado em um tipo de alternativa, que fatalmente se tornara como uma mistura normal de prazer e realidade.
Mas se está – a todo o momento – procurando pela evidencia, para criar então o artifício de poder sublimar e definir com mais clareza o que esta definido a partir daí, que se pode afirmar com a mesma nitidez que, o desperdício criado pelo excedente, pode inviabilizar modelos tão afeitos a se tornarem tão favoráveis que negam terminantemente qualquer tempo de espera. Vale pelo encaixe preciso que propriamente pelo ajuste exagerado. E muito pelo controle efetivo que a permanência modular. Aliás, o controle é um mote assediado, quando se deseja executá-lo sem levar em consideração que esta se permitindo, na mesma medida de sua estabilidade, porque se pode então promover grandes artifícios com espelhos programados pelo incentivo normal e, subverter a lógica funcional para – de novo – encontrá-la num mesmo ponto disponível.
Ou então em momentâneos aproveitamentos onde tudo pode se envolver ao mesmo tempo, e criar seus estados de confusão generalizada, que só mesmo o recurso prévio para poder reconhecer como um provável e necessário tipo de limite. E haja limite porque – na verdade – funcionam mais como sustentáculos dos mais e prováveis recursos, oriundos de verdadeiras hastes de sustentação. Porque o excedente flutua em probabilidades tais que só mesmo a origem mais resistente para promover um tipo de ajuste. E inserir o principio da realidade e do prazer, funcionando em indeterminações que passam a promover impossibilidades, que não existiriam se estivessem no seu ajuste e aproveitamento do recurso disponível, para então prever e se adaptar para depois prever e se adaptar novamente. Porque assim o desperdício não está no artifício, para estar ajustado ao tipo proporcionado ao modelo de realidade existente. Se produzem dois princípios para uma mesma repetição, esta-se manifestando no prazer aquilo que estava na realidade e vice versa, por tentar tornar comum exercícios tão diferentes que só mesmo encarando pelo tipo de satisfação prevalente a janela desejada. Promove-se à condição da evidencia se ela estiver em outro princípio que não a realidade e deixa o prazer em estado complementar ao exercício da constatação, na escala inversamente proporcional ao que dita os costumes tradicionais, por estar evidentemente utilizando a mesma ferramenta para produzir seu desperdício. Minam então o princípio para então torná-lo prevalente e, assim, estão construindo artifícios tão inviáveis à realidade quanto ao estilo mais ajustado aos procedimentos intencionais.
Mas, ao processo típico de associação existe um tipo de comportamento, que não se faz pelo nível de diferenciação e, propriamente por estes aglutinamentos estabelecidos, por comportar escalas tão superficiais quanto ao tipo de registro acionado pelo tipo de condição. Daí necessita cada vez mais de referenciais mais sólidos e, de um tipo de estabilidade que ultrapassa qualquer limite, onde a recorrência sempre encontra um ponto estacionário e produtivo de manifestar o seu artifício. Bases seculares condicionadas às resistências do tempo e ao tipo de qualquer imaginário, mesmo que ele se encontre nas perspectivas mitológicas que propriamente no seu motivo atual. Porque se encontra proporcionalmente na condição do artifício e, devidamente atualizado a mistura improvável de prazer e realidade, porque se tornou assim por um motivo de adaptação normal de conseqüência, se esta cada vez menos evidente que separar os princípios não está dentro de qualquer tipo de expectativa. Separa-se o sujeito, mas não promove adaptações propositivas que invadam continuamente o espaço relativo, em torná-lo um tipo de perspectiva normal e não um recurso acionado em um tipo de alternativa, que fatalmente se tornara como uma mistura normal de prazer e realidade.
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