quarta-feira, 1 de agosto de 2012

O JOGO(141)MÍSTICAS REVISITADAS AO EXISTENCIAL


Tudo pode se encontrar sempre disponível e remediável e de acordo com o entendimento seqüencial e produtivo, mas disfarça em entender onde propriamente acata o seu princípio ou, por onde leva o existencial pronunciamento de poder existir registrando a conduta intermediária, em protestos recônditos da burocracia. Onde prenuncia o existencial senão o intermédio, o relativo e o provável e, não sustente uma capacidade infinita e promovida ao espólio de si mesmo e, com toda a relação explícita e não elaborada de empenhar dentro daquela falta que criou subterfúgios projetados na realização compulsiva e tradutória, daquilo que se tornou a propensão da realidade. Aquilo que falta em seu lugar ou produz em substitutos e, ainda representa tentando assimilar aquilo que continua sem existir e – por isto – falta em início, mas disfarça num intermédio que não se sustenta porque, ao sujeito coube a realidade de sempre manifestar pelo existente nada em proporção. Um resultado sem síntese e um início da produção do sujeito, num referencial proposto e voltado para surpreender conseqüentemente, mas não estruturar porque a capacidade reativa encontrou no seu registro faltante o seu propósito de refletir.
Uma relação se estabelece e cria o seu critério de compensação prometendo então submeter o desejo à sua nulidade, em respectiva condensação de imagem e resolução e com a sua capacidade plenamente reduzida e improjetada, na tentativa de reter a sua complexidade prosperando em evitar o inverso com escapes de subversão, da angústia produzida pela maneira existencial de conduzi-la. O vértice anterior da existência se faz no desejo e o posterior na angustia da sua negação. Em relativo, o sujeito tenta através de si mesmo sintetizar a imagem reativa de nulidade do desejo e expropriação da angustia, por resultados intermediários que resultem em capacidade de tradução literal, porque – na sua falta – o sujeito encaixa tentando sintetizar a própria imagem na polaridade e nulidade de qualquer intensidade emocional e, a cargo de não se ver naquilo que consumiu em estereótipos a sua capacidade. O intermédio de síntese, pela capacidade improdutiva e muitas vezes como negativos de qualquer estágio maior de burocracia e, de ausência de intervalos significativos de projeção.
Este definitivo grau de sustentação impede o desejo de existir se, o desejo despedaça a imagem para o sujeito faltante reencontrá-la em resultados desiguais e, complementados por uma inserção de certas nulidades para empenho e deslocamento, em demarcações menos ostensivas e evitando assim que a forçosa composição de imagem não produza então uma inversão na angústia que, como resultado de qualquer relação explícita de proveniência, surge negativando aquele desejo sufocado por resultados coerentes e imposições definitivas de adequação.  Então na tentativa de evitar a angústia e representar na realidade o desejo o sujeito situa na falta e – nesta relação – produz o seu resultado em uma confrontação de um existencial sem narrativa e, no registro de um propósito que se encontra tentando evitar alguma polaridade.
A interseção produz um resultado compensado que, numa escala ascendente introduz uma síntese maior e sem a finalidade específica, se passou a encontrar o específico dentro de recipientes mínimos e com uma carga representativa muito alta para o sujeito, mas que não desloca em qualquer substancia para a realidade. Ou seja, este esforço contornado a demarcar explicitamente qualquer capacidade produzida encara o seu reflexo na mesma capacidade de sustentação e, forma então uma reflexão contornada no mesmo espaço de transferência e, nada recorre senão na própria falta que continua a se tornar o seu elemento faltante. Como produzir um egoísmo sem realmente se encontrar egoísta na situação porque, a existência é o que se evita e que mantém o sujeito relacionando e produzindo burocraticamente, sem questionar a eterna improjeção sofrida por sua personalidade.
Outras propriedades introduzem e produzem certos registros usuais como reivindicações constantes, já que se o sujeito se encontra sobre a falta, naturalmente que uma exigência se torna signatária e inconsciente e se transforma no seu produto de reversão e, ai informa recursos sempre adicionados nesta capacidade e, na saída encontrada para mascarar aquilo que foi rejeitado e naquilo que se tornou promovida como alçada reavaliativa da negação do desejo. E no propósito que transforma esta angústia numa prescrição irrelevante e, não num acerto de projeção de intensidades e desmistificação, de qualquer relatividade e suas satisfações. Aquilo mesmo que despedaça a própria satisfação em recortes intensos e compulsivos e, ainda numa tentativa constante de reproduzir a sua imagem traduzida em tudo àquilo que, neste descompasso, personalizou a maneira existencial numa relação de muita realidade em proporções reduzidas e, com a exigência aumentada por emitir sempre seu apelo reivindicativo e compensatório e, dentro de segmentações que deslocaram da prospecção da imagem, para refratar por especificidades reacionárias e conjugações acertadas, pelo motivo consensual de qualquer análise mais desejante em qualquer recurso onde certos valores burocráticos se encontram em transformação e complexidade, ao retirar o sujeito daquela falta produzida e intercambiável em qualquer relação.

Nenhum comentário:

Postar um comentário