quarta-feira, 22 de março de 2017

O JOGO(352) O RETORNO DA "CARNE FRACA"

Um decifrado retorno que se traveste de “carna vale” significa, em latim, o “adeus a carne”, podendo, na quaresma, aplicar-se pela genuína e proveitosa explicação do “jejum”, tanto para funções associativas que, situadas no imediatismo, revelam-se apressadas em produzir consonâncias do jogo, partindo de pulverizações temáticas e funcionais, sendo pertinente que se atribua a operação “carne fraca” a alusão de exercício canibal do mercado financeiro o justo proveito sanitário e as aplicações do abuso de proteína com a naturalidade de retorno cíclico da economia na visão que, pela ótica da nutricionista, esta característica pulule algum tempo a fritar a estabilidade ou o produto final das táticas políticas; a visão que também existe num amontoado subversivo da imagem de Michel Temer ao lado de um espeto prova-se pelo exercício traduzível de efetividade que a rotação e volatilidade do mercado financeiro valem o diagnostico do proveito cognitivo que também rasga a fantasia para expor certos embustes tão corriqueiros e enfadonhos que se desconhece naturalmente que o aspecto “vencido” da carne não seja mais que uma obra do PT e PMDB. Toda contaminação existe pela função do tempo sobre a carne que se expõe explicitamente vulnerável a ação invasiva, pretendendo que se produza pela sistemática cognitiva a relação de uso e abuso atrelado àquelas performances visadas pela vantagem do subproduto a margem de lucro providencial pela transformação do “jejum” em prática exercitada pela condução coercitiva que também leva a prestar depoimento – pela operação “lava a jato” – a mesma condição sanitária do uso indiscriminado da parcialidade pelo blog da cidadania de Eduardo Guimarães, aquele que na visão ambígua refletiva sob a condição de sugador do ícone, antecipou também a condição coercitiva de Lula como, no mesmo ano de 2016, produziu a perola da teoria da conspiração quando, mais uma vez sob a temática única, sinalizou a prisão de Lula que não aconteceu, mas que se tornou contaminado pelo precedente de Luiz Nassif e Fernando de Morais, amplamente repercutidos sob a hipótese até a “vigília em “São Bernardo”. Por mais que a lógica tenha na função do tempo esta qualidade probabilística de “retorno” vale lembrar que sob certas temáticas e abusos do indiscriminado existe a mesma disposição da vantagem exibida como penitencia ao fluxo daqueles universos mambembes que solavancaram conceitos estabelecidos pelo valor extremo da utilidade e do proveito que se tem pelo eu e, simplesmente, criar dentro da cadeia de contaminação a condição política e seus critérios nada relevantes de produzir mais do mesmo e sofrer intervenções sistemáticas sem nunca deixar de exercitar seu canibalismo operacional e explicitamente associado a cada operação da policia federal.
Toda depuração que se segue produzindo sob tetos temáticos exige naturalmente a visão decupada pelo amiúde para reagir aos efeitos específicos que se refletem sob o núcleo ou limite, determinando o auge e o declínio sob um comum artifício de se revelar insaciável a necessidade do mesmo formato, substancialmente atrelado às dependências cíclicas e as vulnerabilidades constantes em quem se unifica por tal sorte cognitiva; para “lavar” a “carne fraca” existe no ambiente de Rodrigo Janot aquilo que antecedente previu como a delação do “fim do mundo” percebe-se agora na condição pífia da probabilidade que se repete os mesmos, como já foi dito por este blog, a relação estipulada da reincidência, alegando então que o tempo de urgência parece ter denotado que, assim como os 40 dias de penitencia, o registro temático da odebretch não legou à necessidade midiática a sua escolha de preferência, diluindo pela condição do STF a parâmetros pouco regulares de possibilidade punitiva, tanto quanto exibidas pelas inversões da política federal esta diferença de estagio o parâmetro justificado pela condição do “réu”. O ambiente político respira sua repetição com enfática propriedade de explicitude, evocando sob a condição do literal que o universo do reincidente adquire a naturalidade invasiva e a distorção ajustada a dependência cíclica destinada a reagir cada vez mais recessiva, como na comum necessidade de exercer com o jogo um ideal de pertinência e fragmentação compatível aos núcleos de referencia e, aos proveitos que se tornam banalizados pelo indiscriminado: - o indiscriminado vem como uma resultante entre o limite ou impedimento e o invasivo contumaz e sistemático ponto de repetição, tornando um profusor do impulso e da vantagem a todo estabelecido, deformado pela saturação o próprio sentido da escolha nivela exercícios de incisão a desencadeadas funções do mesmo exercício factual; a contaminação política como a que agora demonstra a operação torna os frigoríficos mais uma interface dos que mantém justificadas proliferações de favorecimento, feitos a partir da vantagem sobre a especulação e ao desvio sanitário a performance invejável que jorra dinheiro ao abastecido padrão e manutenção das maquinas partidárias. Não existe um só vácuo ou nicho que não se revele robusto a transgressão ou apropriação que não esteja algum partido em performance pela livre iniciativa, mesmo sabendo que certas tentativas omitem a percepção intertextual( como o estrago econômico provocado pela repercussão midiática) em valores e pormenores que deixam explícitos a visão egocêntrica de toda a maneira no universo que aceita tanta fragmentação e se torna, como na visão do blog da cidadania, um exercício unilateral e sofrível de credenciamento pela condição do especifico e pela condição invasiva que os temáticos utilizam como narrativa da necessidade e da utilidade.  
A visão dos sublimados que no período de quaresma aceitam-se contrapor pela função da carne manipulada fazem jus aos desvios e penitencias que o exercício probabilístico importa como reestruturação econômica visar ou produzir sob a ótica prognostica a realidade – alem dos entraves naturais – de tendência positiva ao alcance da estrutura posta para, a partir de 2018, reproduzir mobilidades acertadas e readaptadas pelas constâncias de 2017, estabilizando sustentavelmente as prioridades para que agora se tipifiquem; a lista de Janot, ao que parece, míngua pela imensa expectativa anterior no que já se delineava a partir da aceitação de Edson Fachim uma visão reduzida a ponto de acumular denuncias sobre os mesmos e, a outros, atenuar ou irrelevar, dadas comparações entre a lógica da prevalência ou relevância e os critérios judiciários que adquirem outras funções senão cumprir o tempo que lhes cabem professar – pela demora – o universo da prescrição e, em muitos, tornarem aplicativos sobre poucas condenações devido ao limite estabelecido. A função da velha política e o moroso judiciário tende à revisão por exercitarem o modus operandi do embuste e do tendencioso, levando em conta que se reabastecem através de ciclos interativos do poder pelo poder, reduzidos e distorcidos aos que estabelecem probabilisticamente a conformidade contextual da relevância/irrelevância, podendo então produzir performances do poder pela justificativa da polemica que lhes cabem, utilizando explicitamente as ferramentas disponíveis à contigüidade do pertinente informativo em cabíveis esferas de repercussão; fica evidente – assim como nos usos atribuídos – que tais condições factuais em virtude e senso comum como a “lava jato’ proceder e readaptar (aos que politicamente preferem se ater aos contrários) nos parâmetros da primeira instancia, por corresponder justificados aos que naturalmente distantes destes ambientes cíclicos desconheçam os tramites da hipótese e da duvida que naturalmente rondam os exercícios do poder pelo poder, ressignificando toda lógica interpretativa a partir da resposta em tempo hábil aos que esperam por justiças e não “jejuns” judiciários.

Dentro de cada interpretação que se estimula midiaticamente pelo mesmo raciocínio existe – no momento – a função temática sobre a carne, lúdica ou explicitamente produzida e decupada aos menores proveitos e usos funcionais; este mesmo ciclo que – a todo o momento – rege ou tipifica-se intertextualmente também vaza pelo esquecimento e o transitório os motivos que levaram a ênfase ou catarses típicas de universos condicionados e visões habituadas ao tratamento relevante/irrelevante; o  curioso de toda pertinência cíclica vem a partir da capacidade de estilhaçamento e fragmentação, reagrupamento e síntese que movimenta o comum cotidiano viver a existencialidade como um absoluto que – de uma hora para outra – resolve desaparecer. No universo cada vez mais restrito da insignificância mora também o persecutório e o delírio impregnados pela noção de totalidade e de oscilação entre negativo/positivo, perfazendo uma abundancia subliminar que ao jogo se aplica e a condição explicita demarca opções e literalidades, assim como o aspecto teatral (o mesmo empenhado na teoria da conspiração do blog da cidadania), profuso em antecipar narrativas para tratamentos de irrelevância que são concernentes ao envolvimento determinado e ao tempo lógico empregado e absorvido pela condição de transito; a proporção fragmentada que em cada proeminência unilateral existe como consciência sectária move pelo indiscriminado ou sistemático o impulso e o limite produzido pelo ambiente de referencia e da tática que em cada um modula, deste a pertinência envolvida até a irrelevância descartada pelo esquecimento; no mundo esquemático das relevâncias cíclicas o efêmero e o drástico comungam pelo mesmo significado pontual, sendo mantidos indiscriminados a fundirem pelo impulso ou pela lógica persecutória o padrão que o tempo designativo encontra em capacidade ou experiência cognitiva pela função da premência ou da letalidade; o lado teatral que toda intenção cíclica produz torna estimulado pela antecipação que se justifica pelo recinto, tornando então um misto de exercício do jogo com a reinterpretação da experiência mantida entre o esquecimento e a estratificação da memória no discurso e narrativa. Tem-se a impressão de dejavu àquilo que se repete e se esquece, mas as particularidades avançam e tornam midiaticamente relevantes, tendo uma falsa sensação de intertextualidade o que na realidade tornou-se variante de um mesmo núcleo de interpretação a gerir suas propriedades e simulações a partir do limite produzido por cada ciclo e, a relação impulsiva que a sistemática profetiza pelo déficit de atenção a dependência de uma estrutura ambiente a revelar-se independente, ao mesmo tempo, complementares se levarmos em conta o excedente subliminar. Tanto quanto as operações da policia federal nas mais diversas especificações mantém um discurso comum e reincidente porque estrutura-se em modelo políticos ou variantes ajustadas ao comum acento de relevância ou de uso que se interpõe como justificativa a melhor e aprimorada performance, tendo a progressão da experiência a serviço da função persecutória ou intertextual que ora ronda a policia federal ora aos políticos reascendem vantagens acintosas; comumente se tem entre teores e proveitos os que, pela opinião, vivem seus unilateralismos irrefreáveis às distorções cabíveis de quem adultera todo uso informativo pela capacidade narrativa vista pela saturação e  padrões, sendo também variantes usos, tanto na operação carne fraca a indiscriminada visão de utilidade ou na lava jato o ponto de interrogação que – daqui para frente – estimule contextualmente a urgência punitiva, tendo o STF a função do poder pelo poder, tanto quanto o alivio dos políticos envolvidos a sobrevivência avantajada sobre – mais uma vez – a capacidade natural que todo argumento convincente tenha em discordância a própria realidade SUBLIMADA.

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