Um decifrado retorno que se
traveste de “carna vale” significa, em latim, o “adeus a carne”, podendo, na quaresma,
aplicar-se pela genuína e proveitosa explicação do “jejum”, tanto para funções
associativas que, situadas no imediatismo, revelam-se apressadas em produzir consonâncias
do jogo, partindo de pulverizações temáticas e funcionais, sendo pertinente que
se atribua a operação “carne fraca” a alusão de exercício canibal do mercado
financeiro o justo proveito sanitário e as aplicações do abuso de proteína com a
naturalidade de retorno cíclico da economia na visão que, pela ótica da
nutricionista, esta característica pulule algum tempo a fritar a estabilidade
ou o produto final das táticas políticas; a visão que também existe num
amontoado subversivo da imagem de Michel Temer ao lado de um espeto prova-se pelo
exercício traduzível de efetividade que a rotação e volatilidade do mercado
financeiro valem o diagnostico do proveito cognitivo que também rasga a
fantasia para expor certos embustes tão corriqueiros e enfadonhos que se
desconhece naturalmente que o aspecto “vencido” da carne não seja mais que uma
obra do PT e PMDB. Toda contaminação existe pela função do tempo sobre a carne
que se expõe explicitamente vulnerável a ação invasiva, pretendendo que se
produza pela sistemática cognitiva a relação de uso e abuso atrelado àquelas
performances visadas pela vantagem do subproduto a margem de lucro providencial
pela transformação do “jejum” em prática exercitada pela condução coercitiva
que também leva a prestar depoimento – pela operação “lava a jato” – a mesma
condição sanitária do uso indiscriminado da parcialidade pelo blog da cidadania
de Eduardo Guimarães, aquele que na visão ambígua refletiva sob a condição de
sugador do ícone, antecipou também a condição coercitiva de Lula como, no mesmo
ano de 2016, produziu a perola da teoria da conspiração quando, mais uma vez
sob a temática única, sinalizou a prisão de Lula que não aconteceu, mas que se
tornou contaminado pelo precedente de Luiz Nassif e Fernando de Morais, amplamente
repercutidos sob a hipótese até a “vigília em “São Bernardo”. Por mais que a lógica
tenha na função do tempo esta qualidade probabilística de “retorno” vale lembrar
que sob certas temáticas e abusos do indiscriminado existe a mesma disposição
da vantagem exibida como penitencia ao fluxo daqueles universos mambembes que
solavancaram conceitos estabelecidos pelo valor extremo da utilidade e do
proveito que se tem pelo eu e, simplesmente, criar dentro da cadeia de
contaminação a condição política e seus critérios nada relevantes de produzir
mais do mesmo e sofrer intervenções sistemáticas sem nunca deixar de exercitar
seu canibalismo operacional e explicitamente associado a cada operação da
policia federal.
Toda depuração que se segue
produzindo sob tetos temáticos exige naturalmente a visão decupada pelo amiúde para
reagir aos efeitos específicos que se refletem sob o núcleo ou limite,
determinando o auge e o declínio sob um comum artifício de se revelar insaciável
a necessidade do mesmo formato, substancialmente atrelado às dependências cíclicas
e as vulnerabilidades constantes em quem se unifica por tal sorte cognitiva; para
“lavar” a “carne fraca” existe no ambiente de Rodrigo Janot aquilo que
antecedente previu como a delação do “fim do mundo” percebe-se agora na
condição pífia da probabilidade que se repete os mesmos, como já foi dito por
este blog, a relação estipulada da reincidência, alegando então que o tempo de urgência
parece ter denotado que, assim como os 40 dias de penitencia, o registro temático
da odebretch não legou à necessidade midiática a sua escolha de preferência,
diluindo pela condição do STF a parâmetros pouco regulares de possibilidade
punitiva, tanto quanto exibidas pelas inversões da política federal esta
diferença de estagio o parâmetro justificado pela condição do “réu”. O ambiente
político respira sua repetição com enfática propriedade de explicitude, evocando
sob a condição do literal que o universo do reincidente adquire a naturalidade
invasiva e a distorção ajustada a dependência cíclica destinada a reagir cada
vez mais recessiva, como na comum necessidade de exercer com o jogo um ideal de
pertinência e fragmentação compatível aos núcleos de referencia e, aos
proveitos que se tornam banalizados pelo indiscriminado: - o indiscriminado vem
como uma resultante entre o limite ou impedimento e o invasivo contumaz e sistemático
ponto de repetição, tornando um profusor do impulso e da vantagem a todo
estabelecido, deformado pela saturação o próprio sentido da escolha nivela exercícios
de incisão a desencadeadas funções do mesmo exercício factual; a contaminação política
como a que agora demonstra a operação torna os frigoríficos mais uma interface
dos que mantém justificadas proliferações de favorecimento, feitos a partir da
vantagem sobre a especulação e ao desvio sanitário a performance invejável que
jorra dinheiro ao abastecido padrão e manutenção das maquinas partidárias. Não
existe um só vácuo ou nicho que não se revele robusto a transgressão ou
apropriação que não esteja algum partido em performance pela livre iniciativa,
mesmo sabendo que certas tentativas omitem a percepção intertextual( como o
estrago econômico provocado pela repercussão midiática) em valores e pormenores
que deixam explícitos a visão egocêntrica de toda a maneira no universo que
aceita tanta fragmentação e se torna, como na visão do blog da cidadania, um exercício
unilateral e sofrível de credenciamento pela condição do especifico e pela
condição invasiva que os temáticos utilizam como narrativa da necessidade e da
utilidade.
A visão dos sublimados que no período
de quaresma aceitam-se contrapor pela função da carne manipulada fazem jus aos
desvios e penitencias que o exercício probabilístico importa como
reestruturação econômica visar ou produzir sob a ótica prognostica a realidade –
alem dos entraves naturais – de tendência positiva ao alcance da estrutura
posta para, a partir de 2018, reproduzir mobilidades acertadas e readaptadas
pelas constâncias de 2017, estabilizando sustentavelmente as prioridades para
que agora se tipifiquem; a lista de Janot, ao que parece, míngua pela imensa
expectativa anterior no que já se delineava a partir da aceitação de Edson Fachim
uma visão reduzida a ponto de acumular denuncias sobre os mesmos e, a outros,
atenuar ou irrelevar, dadas comparações entre a lógica da prevalência ou relevância
e os critérios judiciários que adquirem outras funções senão cumprir o tempo que
lhes cabem professar – pela demora – o universo da prescrição e, em muitos,
tornarem aplicativos sobre poucas condenações devido ao limite estabelecido. A
função da velha política e o moroso judiciário tende à revisão por exercitarem
o modus operandi do embuste e do tendencioso, levando em conta que se
reabastecem através de ciclos interativos do poder pelo poder, reduzidos e
distorcidos aos que estabelecem probabilisticamente a conformidade contextual
da relevância/irrelevância, podendo então produzir performances do poder pela
justificativa da polemica que lhes cabem, utilizando explicitamente as
ferramentas disponíveis à contigüidade do pertinente informativo em cabíveis esferas
de repercussão; fica evidente – assim como nos usos atribuídos – que tais
condições factuais em virtude e senso comum como a “lava jato’ proceder e
readaptar (aos que politicamente preferem se ater aos contrários) nos parâmetros
da primeira instancia, por corresponder justificados aos que naturalmente
distantes destes ambientes cíclicos desconheçam os tramites da hipótese e da
duvida que naturalmente rondam os exercícios do poder pelo poder, ressignificando
toda lógica interpretativa a partir da resposta em tempo hábil aos que esperam
por justiças e não “jejuns” judiciários.
Dentro de cada interpretação que
se estimula midiaticamente pelo mesmo raciocínio existe – no momento – a função
temática sobre a carne, lúdica ou explicitamente produzida e decupada aos
menores proveitos e usos funcionais; este mesmo ciclo que – a todo o momento –
rege ou tipifica-se intertextualmente também vaza pelo esquecimento e o transitório
os motivos que levaram a ênfase ou catarses típicas de universos condicionados
e visões habituadas ao tratamento relevante/irrelevante; o curioso de toda pertinência cíclica vem a
partir da capacidade de estilhaçamento e fragmentação, reagrupamento e síntese que
movimenta o comum cotidiano viver a existencialidade como um absoluto que – de uma
hora para outra – resolve desaparecer. No universo cada vez mais restrito da insignificância
mora também o persecutório e o delírio impregnados pela noção de totalidade e
de oscilação entre negativo/positivo, perfazendo uma abundancia subliminar que
ao jogo se aplica e a condição explicita demarca opções e literalidades, assim
como o aspecto teatral (o mesmo empenhado na teoria da conspiração do blog da
cidadania), profuso em antecipar narrativas para tratamentos de irrelevância que
são concernentes ao envolvimento determinado e ao tempo lógico empregado e
absorvido pela condição de transito; a proporção fragmentada que em cada proeminência
unilateral existe como consciência sectária move pelo indiscriminado ou
sistemático o impulso e o limite produzido pelo ambiente de referencia e da tática
que em cada um modula, deste a pertinência envolvida até a irrelevância descartada
pelo esquecimento; no mundo esquemático das relevâncias cíclicas o efêmero e o drástico
comungam pelo mesmo significado pontual, sendo mantidos indiscriminados a
fundirem pelo impulso ou pela lógica persecutória o padrão que o tempo
designativo encontra em capacidade ou experiência cognitiva pela função da premência
ou da letalidade; o lado teatral que toda intenção cíclica produz torna
estimulado pela antecipação que se justifica pelo recinto, tornando então um
misto de exercício do jogo com a reinterpretação da experiência mantida entre o
esquecimento e a estratificação da memória no discurso e narrativa. Tem-se a
impressão de dejavu àquilo que se repete e se esquece, mas as particularidades
avançam e tornam midiaticamente relevantes, tendo uma falsa sensação de
intertextualidade o que na realidade tornou-se variante de um mesmo núcleo de
interpretação a gerir suas propriedades e simulações a partir do limite
produzido por cada ciclo e, a relação impulsiva que a sistemática profetiza
pelo déficit de atenção a dependência de uma estrutura ambiente a revelar-se
independente, ao mesmo tempo, complementares se levarmos em conta o excedente
subliminar. Tanto quanto as operações da policia federal nas mais diversas
especificações mantém um discurso comum e reincidente porque estrutura-se em
modelo políticos ou variantes ajustadas ao comum acento de relevância ou de uso
que se interpõe como justificativa a melhor e aprimorada performance, tendo a
progressão da experiência a serviço da função persecutória ou intertextual que
ora ronda a policia federal ora aos políticos reascendem vantagens acintosas;
comumente se tem entre teores e proveitos os que, pela opinião, vivem seus
unilateralismos irrefreáveis às distorções cabíveis de quem adultera todo uso
informativo pela capacidade narrativa vista pela saturação e padrões, sendo também variantes usos, tanto na
operação carne fraca a indiscriminada visão de utilidade ou na lava jato o
ponto de interrogação que – daqui para frente – estimule contextualmente a urgência
punitiva, tendo o STF a função do poder pelo poder, tanto quanto o alivio dos políticos
envolvidos a sobrevivência avantajada sobre – mais uma vez – a capacidade
natural que todo argumento convincente tenha em discordância a própria realidade
SUBLIMADA.
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