Universos da manipulação e do
dinheiro versam seus particulares proveitos quando se qualificam como poder,
pensando afirmar-se pela lógica do efeito estimulante no que seria, de fato, a
estrutura elementar deste dito universo, numa situação de ausência do dinheiro envolvido – insuflador de conveniências
– sendo travada a partir do simples exercício de táticas e das manobras a relevância
do poder despido desta aura comum, pela enfática de se entrever como um
controle asséptico e de respeitabilidade natural aos que dele dependem; travar
a consciência da utilidade pelo detalhamento expresso pode ser a lógica de
muitos empresários ou costume presidencial pensar no ampliado efeito que a
menor conseqüência do vulto e abrangência revele a face providencial do ciclo
no seu alcance prognostico, tanto quanto se revelam, na intertextualidade, que
a condição do poder feito pelo costume e habito reduz a visão do abrangente,
sendo compatível como discernimento do pormenor – a cada dimensão resolvida – a
analise de convencimento da estrutura pela ênfase do substancial e agressivo
pertencimento do controle. O controle, função desta utilidade levada a cabo com
a eficiência da vantagem percebida, molda na estrutura de poder as entranhas
minadas pelo artifício do dinheiro envolvido a tática do consenso, como também,
o depositário convencimento dos que narram sua eficiência estratégica movida
pelo simples fator estimulante a corromper nacos da sociedade, por minar a
manobra pelo controle na influencia do pertinente utilitário no estatutário corrompido;
versam também efeitos da conveniência promiscua desta consciência financeira um
padrão de conduta política alicerçada no tempo de exercício e o atalho pretendido
ciclicamente, revelando a canibal virtude do dinheiro envolvido como noção da respeitabilidade
e da conduta permitida pela visão e capacidade empresarial a partir do motivo e
raciocínio em que se movimentam os processos de ganho e de pertinência da
vantagem. A legalidade da legalização somada à visão estruturada se torna
qualificada por dimensionar estratégias a travarem com a aparência dos fatos a
estipulada conduta dos versados na área, mas, principalmente, pela lógica da
manipulação pelo dinheiro insistam com a clareza maquiavélica que a anuência associativa
movimente consciências em providencias tornadas informações vitalícias e respeitadas
como aura do convencível; tanto ao luxo que se viu nas delações da odebretch
comprovam por quais condições táticas a noção empresarial se tornou alicerçada
e aviltada, persistindo no comum designativo o estranhamento dos mortais com
tantas manipulações associadas a consciência estrutural muito comum ao meio
senão exibir pela vantagem a notável percepção do valor factual.
Quando se move em função do
dinheiro envolvido – o que fez a odebretch nos 30 anos antecedentes – tem-se a
clara visão da incapacidade tática pela ótica corrompida e unificada ao mote de
convencimento, simbiose providencial à política que o destino do valor seja
exibido com a eficiência dos corrompidos na função especulativa e que, a própria
condição do poder se torne minorada pelo julgo financeiro a estipulada compra
do sujeito como tradução do seu envolvimento na natureza cíclica, comungando
com o invasivo as condições e regras feitas a partir de codinomes, numa clara
exibição do simulacro adaptável a visão que se tem de um produto, sabendo minar
estruturas pela visão pouco criativa da titulação do valor; seja pertinente ou
não, sabe-se, naturalmente que em todo modelo empresarial existe a visão corrompida
da utilidade em graus ostensivos e pormenorizados, por mais ousada estratégia que
se destine, o arsenal persecutório do detalhe torna possível entender como o
valor titular estipulado às campanhas políticas prevaleceu sob a condição de
influencia a sua majoração ou descredenciamento do estratificado uso. Entender
a fala de Emilio e Marcelo Odebretch usualmente aplicada aos ciclos de
referencia nota-se o grau de estranhamento dos que, de fora, observam como
qualificação do valor a capacidade coercitiva de um poder resistente e coronelístico,
perpetuando o seu modelo simplista de uso pela eficácia das transações e a
estrutura convergente que – a partir de uma origem comum – traça conveniências manipuladas
por capacidades contaminadas em controle tático a influencia demarcada dos
preços e volumes da compra de apoio; normal que, em política, se torne o
ambiente do corrompido a trama entre o uso e o utilizável, cabíveis traduções pragmáticas
que a noção empresarial forje uma circunstancia simulada de poder, comparando o
estimulo da disponibilidade financeira a conseqüência lúdica que à projeção do
sujeito condicione travar em soberba a dimensão da influencia e, também, a
notificação informativa como moeda de troca, valendo a artimanha empresarial como
circunstancia favorável de influencia, muito mais que a percepção política impedida
pelo dinheiro envolvido a clara limitação tática do controle exercido e da
circunstancia em que o valor do corrompido – muito antes de valorizar o sujeito
– precede a condição do modelo elementar o grau de deturpação do poder e sua
impulsiva vantagem. A distancia que se mede no exercício da utilidade prova que
qualquer controle que se destine propor se impõe através do pragmatismo como anuência
do acerto entre o prevalente e o submetido, tendo no seu entendimento pormenor
a visão do domínio na sua exata condição cíclica.
Dentro das delações amplamente difundias
midiaticamente, o que chama mais atenção – alem da compra do parlamentar – é a
noção do poder dentro do vicio que se institui engendrado e repetido,
percebendo-se consensual e reiterado como um modelo replicado em função da eficácia
e da conveniência tática: - sabe-se naturalmente que o vicio e o habito eximem-se
das extremidades para se adaptarem ao consenso, sendo providencial que na visão
do costume seja atraída pela semelhança ou ousadia a característica notável do
sujeito sentir-se absorvido à condição
ululante pelo desafio e compensação, como também dos riscos tratados, neste
caso, como experiência tática; a relação probabilística que se tem sob o habito
reduz e condiciona pensar associativamente pela mesma enfática narrativa,
travando com a repercussão do modelo estabelecido a condição da banalidade,
raciocinando ai que, em qualquer dimensão representativa, a irrelevância que o
habito carrega torna facilitado uso, como estimula a invasão ou aprimoramento tático,
forjando a experiência dimensional a estruturada visão deste uso detalhado à
provocação da vantagem em semelhança evolutiva ao mesmo registro da repetição;
sendo condizente a Emilio e Marcelo Odebretch, como nos demais executivos a pertinência
do modelo simplificado e eficiente, usual quando silencioso ou adaptado ao
ciclo de referencia, torne-se, entretanto – quando narrado – numa dimensão
contaminada e viciada, exercida pelo poder do dinheiro, simplesmente, forjados
no escambo e na determinação do valor em facilidades naturais se considerados
volumes estratosféricos em que – por vários países – esta condição de uso
encontrou na manipulação política a sintonia entre o tempo de exercício e o
valor destinado a prove-lo e se, retirarmos o dinheiro, nota-se na manipulação estratégica
a vaga pertinência do convencível, versados sobre um só suporte e limitados
pelo grau de uso e de submissão, nada muito diferente das antigas formas de coerção
que, no critério do poder simplificado se prove da essência da corrupção a
analogia do corrompido, funções polarizadas do exercício, controles que, não
sendo naturais, tornem dimensionados por valores e suposições, graus de eficiência
da experiência versada pela repetição.
Dentro do que se notou nas
delações, o caráter verídico – pressuposto narrativo – expõe a deficiência do exercício
de poder que se utiliza comumente no Brasil, seja evidente e explicito notar
que a teoria versa na suposição às regras que se movimentam nos subterrâneos,
tornando emblemático ao político e ao empresário a evolução quantificada de
adereços a mesma e velha função das tribos primitivas; o exercício de
demonstração e visibilidade adquire no corrompido a atração e o volume
financeiro em justificar sua influencia pela mesma condição de valor agregado ou,
na utilidade, seja natural e corriqueiro travar com utensílios a lógica do
preço muito antes de projetá-lo conceitualmente. Esta noção da visibilidade do
corruptor e o corrompido é comum aos estratos de cabimento social o limite da
inserção e da condição do modelo elementar tornado referente ciclicamente ou
permitido ao abastecimento do extra-ciclo. Politicamente admitidos pelo ciclo
de pertinência, tem-se agora submetidos a outros imponentes as circunstancias
do vicio numa espécie questionada de poder, exercido na literal suficiência tática
que agora se encontra submetido às regras empresariais muito mais que pretendam
conseguir manipulando, a outros se sujeitem em pior espécie titular e, com o
agravante de se dizer publicamente a espécie de poder envolvido, como também as
formas pouco usuais em que – titulados pelo valor – tornem-se limitados pelo
uso e sob a consciência pragmática do exercício do mandato em fases de
aproveitamento do tempo regulamentar; do eficiente parâmetro do caixa 02, uma
infinidade contaminada entre as construtoras e a Petrobrás tornam ainda
vigentes que estes modelos elementares de poder estipulado pelo dinheiro caibam
em futuros promissores da relação empresarial, sendo que, em cada valor
estabelecido, esteja também estipulado o nível de aceitação social. Provável
que, tanto Emilio como Marcelo Odebretch, ao delatar a influencia exercida esteja
destinando a política à condição revisora de notória submissa, sendo manipulada
pela realidade criteriosa dos modelos de eficiência, cuja virtude se compra e
se usa como convém o critério da respeitabilidade, satisfeitos se notam em
adequadas suficiências a qualidade de burlar as regras, tendo nesta visão coronelística
do poder seu grau de criatividade e de escape as conclusões jurídicas. O provável
estimulo do poder político ou empresarial se nota pelo grau de provas jurídicas
em que uns – em desconfiança – travam uma infinidade de pormenores de defesa,
delatando a quem os acusa pelo grau de canibalismo tratável em exercício de fluência
ou de tática do consentimento do subjugado dentro da expectativa de se favorecer;
notável, pelo intertexto, que o limite do poder político e empresarial sejam da
simplicidade dos que nutrem da imunidade parlamentar ou dos tramites – bastante
valiosos – dos circulares informativos que valem a conseqüência da ousadia de
alguns, sendo provável que – na invasão às regras – se torne comum ao exercício
consensual se valer explicitamente do valor de cada sujeito, clara visão da
odebretch ao manipular financeiramente a consciência banal que o ciclo de cada
um percebe como noção probabilística ou da intenção declarada de se safar
impunemente. Mais inconscientes que os que agora ouvem a sua própria fala,
sejam o reflexo dos que evitam destinar à utilidade o grau de perversão tática que,
naturalmente o empresariado nutra em relação aos competidores e, seja normal
que a delação estabeleça a marca de estimulo pela pratica da repetição a função
do universo estratégico a travar pelo poder envolvido a visão pouco aceitável da
estrutura viciada em que muitos se valem do proveito e estimulo do dinheiro
envolvido a conclusão imponderada e absoluta daquilo que se determina como PODER DE FATO.
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