terça-feira, 25 de abril de 2017

O JOGO(357) BANAL E IRRELEVANTE DAS DELAÇÕES

Universos da manipulação e do dinheiro versam seus particulares proveitos quando se qualificam como poder, pensando afirmar-se pela lógica do efeito estimulante no que seria, de fato, a estrutura elementar deste dito universo, numa situação de  ausência do  dinheiro envolvido – insuflador de conveniências – sendo travada a partir do simples exercício de táticas e das manobras a relevância do poder despido desta aura comum, pela enfática de se entrever como um controle asséptico e de respeitabilidade natural aos que dele dependem; travar a consciência da utilidade pelo detalhamento expresso pode ser a lógica de muitos empresários ou costume presidencial pensar no ampliado efeito que a menor conseqüência do vulto e abrangência revele a face providencial do ciclo no seu alcance prognostico, tanto quanto se revelam, na intertextualidade, que a condição do poder feito pelo costume e habito reduz a visão do abrangente, sendo compatível como discernimento do pormenor – a cada dimensão resolvida – a analise de convencimento da estrutura pela ênfase do substancial e agressivo pertencimento do controle. O controle, função desta utilidade levada a cabo com a eficiência da vantagem percebida, molda na estrutura de poder as entranhas minadas pelo artifício do dinheiro envolvido a tática do consenso, como também, o depositário convencimento dos que narram sua eficiência estratégica movida pelo simples fator estimulante a corromper nacos da sociedade, por minar a manobra pelo controle na influencia do pertinente utilitário no estatutário corrompido; versam também efeitos da conveniência promiscua desta consciência financeira um padrão de conduta política alicerçada no tempo de exercício e o atalho pretendido ciclicamente, revelando a canibal virtude do dinheiro envolvido como noção da respeitabilidade e da conduta permitida pela visão e capacidade empresarial a partir do motivo e raciocínio em que se movimentam os processos de ganho e de pertinência da vantagem. A legalidade da legalização somada à visão estruturada se torna qualificada por dimensionar estratégias a travarem com a aparência dos fatos a estipulada conduta dos versados na área, mas, principalmente, pela lógica da manipulação pelo dinheiro insistam com a clareza maquiavélica que a anuência associativa movimente consciências em providencias tornadas informações vitalícias e respeitadas como aura do convencível; tanto ao luxo que se viu nas delações da odebretch comprovam por quais condições táticas a noção empresarial se tornou alicerçada e aviltada, persistindo no comum designativo o estranhamento dos mortais com tantas manipulações associadas a consciência estrutural muito comum ao meio senão exibir pela vantagem a notável percepção do valor factual.
Quando se move em função do dinheiro envolvido – o que fez a odebretch nos 30 anos antecedentes – tem-se a clara visão da incapacidade tática pela ótica corrompida e unificada ao mote de convencimento, simbiose providencial à política que o destino do valor seja exibido com a eficiência dos corrompidos na função especulativa e que, a própria condição do poder se torne minorada pelo julgo financeiro a estipulada compra do sujeito como tradução do seu envolvimento na natureza cíclica, comungando com o invasivo as condições e regras feitas a partir de codinomes, numa clara exibição do simulacro adaptável a visão que se tem de um produto, sabendo minar estruturas pela visão pouco criativa da titulação do valor; seja pertinente ou não, sabe-se, naturalmente que em todo modelo empresarial existe a visão corrompida da utilidade em graus ostensivos e pormenorizados, por mais ousada estratégia que se destine, o arsenal persecutório do detalhe torna possível entender como o valor titular estipulado às campanhas políticas prevaleceu sob a condição de influencia a sua majoração ou descredenciamento do estratificado uso. Entender a fala de Emilio e Marcelo Odebretch usualmente aplicada aos ciclos de referencia nota-se o grau de estranhamento dos que, de fora, observam como qualificação do valor a capacidade coercitiva de um poder resistente e coronelístico, perpetuando o seu modelo simplista de uso pela eficácia das transações e a estrutura convergente que – a partir de uma origem comum – traça conveniências manipuladas por capacidades contaminadas em controle tático a influencia demarcada dos preços e volumes da compra de apoio; normal que, em política, se torne o ambiente do corrompido a trama entre o uso e o utilizável, cabíveis traduções pragmáticas que a noção empresarial forje uma circunstancia simulada de poder, comparando o estimulo da disponibilidade financeira a conseqüência lúdica que à projeção do sujeito condicione travar em soberba a dimensão da influencia e, também, a notificação informativa como moeda de troca, valendo a artimanha empresarial como circunstancia favorável de influencia, muito mais que a percepção política impedida pelo dinheiro envolvido a clara limitação tática do controle exercido e da circunstancia em que o valor do corrompido – muito antes de valorizar o sujeito – precede a condição do modelo elementar o grau de deturpação do poder e sua impulsiva vantagem. A distancia que se mede no exercício da utilidade prova que qualquer controle que se destine propor se impõe através do pragmatismo como anuência do acerto entre o prevalente e o submetido, tendo no seu entendimento pormenor a visão do domínio na sua exata condição cíclica.
Dentro das delações amplamente difundias midiaticamente, o que chama mais atenção – alem da compra do parlamentar – é a noção do poder dentro do vicio que se institui engendrado e repetido, percebendo-se consensual e reiterado como um modelo replicado em função da eficácia e da conveniência tática: - sabe-se naturalmente que o vicio e o habito eximem-se das extremidades para se adaptarem ao consenso, sendo providencial que na visão do costume seja atraída pela semelhança ou ousadia a característica notável do sujeito  sentir-se absorvido à condição ululante pelo desafio e compensação, como também dos riscos tratados, neste caso, como experiência tática; a relação probabilística que se tem sob o habito reduz e condiciona pensar associativamente pela mesma enfática narrativa, travando com a repercussão do modelo estabelecido a condição da banalidade, raciocinando ai que, em qualquer dimensão representativa, a irrelevância que o habito carrega torna facilitado uso, como estimula a invasão ou aprimoramento tático, forjando a experiência dimensional a estruturada visão deste uso detalhado à provocação da vantagem em semelhança evolutiva ao mesmo registro da repetição; sendo condizente a Emilio e Marcelo Odebretch, como nos demais executivos a pertinência do modelo simplificado e eficiente, usual quando silencioso ou adaptado ao ciclo de referencia, torne-se, entretanto – quando narrado – numa dimensão contaminada e viciada, exercida pelo poder do dinheiro, simplesmente, forjados no escambo e na determinação do valor em facilidades naturais se considerados volumes estratosféricos em que – por vários países – esta condição de uso encontrou na manipulação política a sintonia entre o tempo de exercício e o valor destinado a prove-lo e se, retirarmos o dinheiro, nota-se na manipulação estratégica a vaga pertinência do convencível, versados sobre um só suporte e limitados pelo grau de uso e de submissão, nada muito diferente das antigas formas de coerção que, no critério do poder simplificado se prove da essência da corrupção a analogia do corrompido, funções polarizadas do exercício, controles que, não sendo naturais, tornem dimensionados por valores e suposições, graus de eficiência da experiência versada pela repetição.

Dentro do que se notou nas delações, o caráter verídico – pressuposto narrativo – expõe a deficiência do exercício de poder que se utiliza comumente no Brasil, seja evidente e explicito notar que a teoria versa na suposição às regras que se movimentam nos subterrâneos, tornando emblemático ao político e ao empresário a evolução quantificada de adereços a mesma e velha função das tribos primitivas; o exercício de demonstração e visibilidade adquire no corrompido a atração e o volume financeiro em justificar sua influencia pela mesma condição de valor agregado ou, na utilidade, seja natural e corriqueiro travar com utensílios a lógica do preço muito antes de projetá-lo conceitualmente. Esta noção da visibilidade do corruptor e o corrompido é comum aos estratos de cabimento social o limite da inserção e da condição do modelo elementar tornado referente ciclicamente ou permitido ao abastecimento do extra-ciclo. Politicamente admitidos pelo ciclo de pertinência, tem-se agora submetidos a outros imponentes as circunstancias do vicio numa espécie questionada de poder, exercido na literal suficiência tática que agora se encontra submetido às regras empresariais muito mais que pretendam conseguir manipulando, a outros se sujeitem em pior espécie titular e, com o agravante de se dizer publicamente a espécie de poder envolvido, como também as formas pouco usuais em que – titulados pelo valor – tornem-se limitados pelo uso e sob a consciência pragmática do exercício do mandato em fases de aproveitamento do tempo regulamentar; do eficiente parâmetro do caixa 02, uma infinidade contaminada entre as construtoras e a Petrobrás tornam ainda vigentes que estes modelos elementares de poder estipulado pelo dinheiro caibam em futuros promissores da relação empresarial, sendo que, em cada valor estabelecido, esteja também estipulado o nível de aceitação social. Provável que, tanto Emilio como Marcelo Odebretch, ao delatar a influencia exercida esteja destinando a política à condição revisora de notória submissa, sendo manipulada pela realidade criteriosa dos modelos de eficiência, cuja virtude se compra e se usa como convém o critério da respeitabilidade, satisfeitos se notam em adequadas suficiências a qualidade de burlar as regras, tendo nesta visão coronelística do poder seu grau de criatividade e de escape as conclusões jurídicas. O provável estimulo do poder político ou empresarial se nota pelo grau de provas jurídicas em que uns – em desconfiança – travam uma infinidade de pormenores de defesa, delatando a quem os acusa pelo grau de canibalismo tratável em exercício de fluência ou de tática do consentimento do subjugado dentro da expectativa de se favorecer; notável, pelo intertexto, que o limite do poder político e empresarial sejam da simplicidade dos que nutrem da imunidade parlamentar ou dos tramites – bastante valiosos – dos circulares informativos que valem a conseqüência da ousadia de alguns, sendo provável que – na invasão às regras – se torne comum ao exercício consensual se valer explicitamente do valor de cada sujeito, clara visão da odebretch ao manipular financeiramente a consciência banal que o ciclo de cada um percebe como noção probabilística ou da intenção declarada de se safar impunemente. Mais inconscientes que os que agora ouvem a sua própria fala, sejam o reflexo dos que evitam destinar à utilidade o grau de perversão tática que, naturalmente o empresariado nutra em relação aos competidores e, seja normal que a delação estabeleça a marca de estimulo pela pratica da repetição a função do universo estratégico a travar pelo poder envolvido a visão pouco aceitável da estrutura viciada em que muitos se valem do proveito e estimulo do dinheiro envolvido a conclusão imponderada e absoluta daquilo que se determina como PODER DE FATO.

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