sexta-feira, 17 de junho de 2011

ESTÓRIAS DE INSTITUIÇÕES RACIONAIS



Tentar em proximidade o que deve pertencer àqueles comprometimentos que necessitem reinventar eternamente em outros porque, se existe o exato, deve – em contrário – persistir a uma fórmula cada vez mais aperfeiçoada que se promova em aspectos inexistentes de poder existir como as naturais progressões que admitem um passado nem tão aperfeiçoado, como aquilo que se prevê no presente. Até antever com certa facilidade, formulas mais aperfeiçoadas de lidar com o exato, sem aquela discussão hesitativa que retira do conteúdo existente, aspectos que podem considerá-lo como tal.
Porque a hesitação confunde a proposta a existir por completo, em delegar ao indelegável aquilo que deveria promover recursos aglutinatórios de torná-lo a patamares adiante justificados, por entender sempre desta forma o sentido exato de qualquer situação satisfatória. E até encontrar em seus recursos, adequadas situações que vão compor como ingredientes prováveis uma fórmula programada de medi-lo, tornando então naturais investimentos, que passam a destinar ao exato uma configuração situativa a outros tipos de situação. Além de estabelecer principalmente pelos reflexos existentes e que vão tornar o exato naquele propósito que, prometido em tornar assim tão preciso em dosagens e, reservado em conteúdos prometidos em promovê-lo.
Aquela intenção anterior poderia ter sido um processo mais natural de entendê-lo porque, foi assim composto com propostas suficientemente reservadas ao nosso interesse e – em que pese o esforço desproporcional empregado – tornou-se um referente constantemente acessado em nossa memória, como o propósito ideal que tornou assim preservado por empregar recursos menos adaptados, mas melhores situados em promover. Tornou-se uma referencia que empregou uma memória emocional a um procedimento tão racional de situar. Porque não considerou em excesso aquilo que provavelmente iria cair em qualquer relação de esforço entender o que promove de mais racional, e assim progredir até transformar o exato em recursos propostos pela utilidade prática, porque superou entende-lo como propostas animadas pelo resultado normal.
Aquela referencia continua persistindo porque, em dosagens elevadas, provocou ao exato alternativas individuais de promovê-lo, como uma alquimia única entre o emprego de investimentos promovidos pelo corpo e pela mente, num esforço que destinou ao prazer produzir aquela noção própria do sentido exato. Sem a existência ainda dos recursos comparatórios que promoveram ao racional uma visão desprovida, daquilo que compõe a sua intervenção criativa, que é considerá-lo como um recurso situacional
Mas – dizem – que o exato pode ser instigado ao recurso racional porque não transferem significados e insistem cada vez mais em reproduzir-se em seus significantes, porque então encontrariam a sua exata versão, ou melhor, a sua exata reprodução que então se admite como um recurso promovido a diferenciá-lo. E se houvesse em significados não seriam considerados como produtos exatos. Mas também não criariam referencias, porque o que resiste na memória encontrou outro motor contrastante para promovê-lo. E tanto pode ser algum outro significado, já que é assim que se cria uma referencia. E referencias reproduzidas é que remetem ao recurso significante.
Mas, como adaptar conscientemente as nossas concepções de exatidão, sem deixá-la recair nestas construções que reduzem em recursos, na medida em que avançam os entendimentos melhores programados e responsabilizados aos instintos racionais promove-los. Seria, por exemplo, em considerar o exato como uma antítese natural do inexato porque assim promoveríamos ao sacrifício o seu aspecto racional, uma vez que assim deixaríamos de promovê-los em seus significados. E o racional é um estado que comporta significados porque senão deixaríamos de contrapô-lo ao emocional. Tentar resumir para concebê-lo à exatidão de um raciocínio, seria como programá-lo cada vez mais em se impor numa versão melhorada daquilo que considerou cada vez menos em aspectos conflitantes de existir. E o racional também se faz em sua memória.

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