quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

O JOGO(344) TROCA ENTRE ORIGEM E LIMITE POLITICO

Ungidos pela respeitabilidade intencionada e pelo simplismo elementar aplicado como conveniência e lógica de favorecimento individual, as aplicações do poder político a brasileira urgem em intempestivas lembranças e esquecimentos sujeitos a futilização perigosa do ambiente propicio, administrando toda nuance de rejeição ao fragmento e compreensão do outro e, principalmente, mergulhando num funil probabilístico de causa e efeito, pressentidos como midiatização a procura do interesse opinativo e, da visão conveniente e unificada como um personagem burlesco, decupado como distorções as possibilidades inventadas pela pós-verdade; o luxo e a tragédia sentenciam melhores convicções e dramatizações que, pretender ao explicito encontrar nas justificativas do poder de fato ou de direito a virtual facilidade do imediatismo progressivo em transformação do instante a síntese que melhor prouver as significações desencadeadas. Tanto como reminiscência de Dilma Rousseff e sua lucidez distorcida pelo jogo probabilístico a invenção impositiva e absoluta do menor artifício de conduta, cuja expressiva banalização e limite prognóstico definharam explicitamente a capacidade gerencial a ponto de atribuir elementos inexistentes no poder e intuir a resistência do jogo aos critérios pessoais e egocêntricos, principalmente no sintoma da designação retida indefinidamente, explicitamente concentrada na informação bipartida ou nos critérios do persecutório e visão do estratificado  pragmático, universo de significantes movidos pelo instante – o mesmo viés eleitoral – transitoriamente interligados por sucessivos afazeres executivos, tendo, em defasagem informativa, o modus operandi do impulso e  estratégia limitada a previsão do sentido único; lembranças se tornam releituras da memória a ponto de discuti-la em virtude do universo condicionado, compactado e setorizado como reflexo ao encadeamento cognitivo, catarse que intensifica estes mesmos fragmentos informativos pela reflexão probabilística e seus agrupamentos simpáticos ao motor significado. Esta mesma contaminação significada retida e revista pela memória fazem da histeria a noção exata – assim como o poder – de como o aprisionamento significante em motor e combustível de pragmatismo investe-se pelo tramite da descarga significada e deslocada todo excesso relegado ou omitido, forjado cognitivamente e manipulado pelo invasivo da compensação individual como liberdade ou libertinagem da reivindicação e direito adquirido; memórias se esquecem repentinamente seus precedentes midiáticos de não evidencia do fato, como também, pela saturação e descarte a propriedade do linchamento e da absolvição – intrínsecos – prometidos relevantes sustentados por contaminações opinativas e propensões sem o discernimento natural da capacidade de clareza e senso critico.
Mas, em se tratando do poder e suas similaridades – por mais dispares -, nota-se, portanto que, tanto a banalização cognitiva quanto o critério de interferência política comungam – em tese – com o universo estratégico que cada sujeito admite para si como vantagem subliminar e justificativa natural para pretender-se em exercício e apoderamento, como na imposição, forjando o seu instante de catarse na lucidez do jogo ou na submissão contextual em todo parâmetro que se segue explicitamente demarcado pelo controle ou distensão informativa; esquecer ou não Dilma Rousseff vale pelo processo de absorção factual, como pelo universo probabilístico interligado ao exercício do poder a enfática natural de mante-la sob judice ou, associá-la aos termos da vilania estratégica ou da comunhão em graus elevados com a marquetagem e improducentes exercícios econômicos. Vale também associar – pelo poder e o exercício do jogo – que os mesmos critérios de aplicação elementar valham para a eleição da câmara, desejosos instantâneos que se entrecruzam em probabilidades a nulidade ou evidencia de Rodrigo Maia, tanto quanto em Rogério Rosso e outros que ainda ajustam ao instante pretendido o rearranjo de forças nos critérios do poder em exata pulverização do ambiente; o que, por todo tempo, encontrou na alternativa do referido modelo político de Dilma Rousseff tem-se, a cada dois anos – tanto na câmara como no Brasil – a similaridade lúdica e sintética em que alguns submetem full time e outros utilizam acessoriamente como suporte do poder, em critérios elementares diferenciados – alguns pelo limite, outros como origem – determinando graus seletivos de exercício executivo à promessa e gerenciamento factual como saturação invasiva ou, como permissão e critério justificado. Possivelmente diferenciais, a imagem reflexiva a tão precoce distanciamento cognitivo se faça ajustado pela prevalência do jogo sobre o sujeito ou, do controle natural em que convivem tranquilamente os projetos executivos e a repercussão contextual – tudo junto -, em utópicos, mas não impossíveis conciliados do poder de fato ou de direito, propondo em distancia compatível que ora o sujeito sobressaia ou, em contrario, prevaleça a ordem contextual vigente; tanto o porvir da câmara dos deputados, como a reminiscência de Dilma Rousseff guardam  seus instantâneos exercícios no processo da aleatoriedade omitida probabilisticamente, em traduzidas sínteses de pulverização e ajuste sazonal. 
Histerias a parte, o exercício deste poder interligado e movido eleitoralmente reflete – em muito – o combustível brasileiro ajustado pelo pragmatismo e, com a naturalidade explicita da conveniência e vantagem, provavelmente aprisionada pelo entendimento bipartido que a natural percepção política nem disfarce mais o objetivo proposto como declara perceptivelmente a captação probabilística evidenciada prioritariamente como eixo ou estrutura partidária a luz da evidencia mantenedora dos atributos invasivos em pertinência procedimental e justificados anseios eleitorais: - o movimento eleitoral adaptado como poder e projeção tende naturalmente a distensão e compressão de exercício, principalmente a partir do poder pelo poder – melhor tradução eleitoral purista – contigenciando prognósticos e manobras e, visando o sentido único na formação de palanque como eixo e estrutura de convicção ou de oportunismo declarado; Dilma Rousseff pretendeu prioritariamente gerir pela lógica do laissez faire - não o do livre mercado -, mas da tradução literal que se movimenta probabilisticamente a importância do transitório e da relevância que – distanciada – revela-se um embuste de dimensões draconianas. Partindo do entendimento limitado, o modelo elementar exerceu suas prerrogativas visando naturalmente devolver a Lula a pretendida continuidade e preponderância, atribuindo estrategicamente a dimensão pelo encadeamento eleitoral nos 08 anos preconcebidos pela virtude do poder herdado e estilizado pela falta de experiência; a longa trajetória pretendida não se comportou no poder estabelecido, tornando submetido contextualmente, principalmente pelo formato pragmático e comprimido por reincidências e propensões midiáticas, o que estabeleceu a diferença e determinou-se fragmentado a lógica submetida por intrigas e disputas da melhor tradução de apreço ao butim e, provavelmente, o encastelado tratamento de resistência probabilística em teor e proximidade com o próprio estrangulamento político. Tratamento e combustível da armadilha, o estrangulamento possibilitado tornou-se providente na medida em que – unificado informativamente – atraiu a similaridade em condição banalizada de exercício e, provavelmente, compactou-se num só registro toda diferença contextual.

Determinar então pela aleatoriedade atribuída a eleição da câmara um padrão elementar de poder pode-se tornar redutivo e irrelevante a ponto de transformar em improviso uma qualidade política mantida como aceitável dentro dos prognósticos interpretados de possibilidades e conceitos de respeitabilidade; a inexistência ou omissão do intervalo de consideração transforma a ambigüidade num prognostico aceitável e justificado como tratamento equivalente de manobra tática, precedendo qualquer investida mais concreta a ponto de tornar inimaginável prognosticamente à preferência real das manifestações de acerto de bases parlamentares em estratificados parâmetros muito alem do proveito ideológico ou partidário. Os níveis de compactuação nestes substratos políticos revelam – alem do exagero pragmático – a volatilidade e transitoriedade dos que evidenciam como definitivo a obscuridade prognostica, em favor do tratamento da prevalência sobre a fragmentação e condição absoluta em que se interpretam investidas do poder pelo poder sem a nuance pretendida e, com a materialidade explicita da sobrevivência e da composição de forças. Estas utilidades ou consequencialidades promovem naturalmente uma espécie de poder gerencial brasileiro, identificando-se prioritariamente como favorecimento – composição política – por exercitar todo limite elementar pela similaridade ou contraposição – principio ou origem -, permitindo que sujeitos praticantes produzam em seus recursos ou impedimentos a materialidade que melhor se adéqüe em provocar o ambiente como convicção ou unificação informativa; a capacidade articulada que, por si só se compromete acessoriamente na qualificação política tramita prevalente em modelos pertinentes a unificação e distorção da possibilidade natural, propondo então que, em critério de poder, seja um atributo ao ciclo pertinente, mas, minorado, quando – em intertexto –planeje deixar inscrito seu nome na posteridade. A junção da manobra, a articulação e visão política comungam com condições de utopia e completude, sabendo que a fragmentação atribuída ao universo particular torna vultoso o pormenor, cujos valores agregam-se compatíveis ao tempo de permanência no poder, prometidos a estratégias que – aplicadas como empenho político – sintetizam-se contabilizadas por diletantes proveitos e determinados vagantes, contrários quando se movem alheios ao sentido empregado; considerados assim – tanto no processo eleitoral da câmara – como no jogo aplicado sob Dilma, à mesma face probabilística para o mesmo limite de saturação, tratáveis no curto espaço de dois anos aos quatro, providenciais e satisfatórios combustíveis do limite pretendido, tornando, a partir do segundo mandato – tanto de Dilma Rousseff, como no possível de Rodrigo Maria – sob o excedente discriminatório e, possível desgaste prenunciado. A descaracterização que se torna cabível aos ciclos probabilísticos formula – em explicitude – a possibilidade de reorientação tática, aquela mesma associada à articulação e manobra, provavelmente universos desejosos de poder e respeitabilidade, comungados e pretendidos como uma sublimação histórica, já que, no amiúde o pormenor vagueia no fisiologismo descarado, acelerador descendente de modelos políticos, como também, inversão e xeque-mate probabilístico; tanto em respeitabilidade, como em insuficiência, pretender-se existencialmente sobre a lógica política em tantos valores e ícones degradados torna inverossímil contrapor como relevante, principalmente quando – abaixo um pouco mais – encontre o tratamento de choque e, o prometido e eficaz resolvedor da prioridade política, REATIVAMENTE. 

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

TEORIAS E HIPÓTESES SOBRE MODELOS ELEMENTARES

Dentro de algumas intenções moram verdadeiras contaminações cognitivas atreladas a respectivas sínteses constantes a partir da vulgaridade e irrelevância, prontificados a interpretar em seus devidos consorciados a visão pertinente da causa e efeito, como também, considerados intermédios – verdadeiros redutos significantes – admitidos como variação probabilística dos incautos e dos desprovidos elementares, cujos interesses calculam acelerados entre a inutilidade, a banalidade e a repetição; primeiro, repete-se a repetição porque ai acontece a mágica de qualquer origem que se preze, desde a formação da contundência, tanto quanto a providencial banalização, dependendo, é claro, da variação elementar sujeita a estruturar ou deformar ambientes, intrinsecamente ligados ao já propalado prazer originário ou postiço, como também, do processo cognitivo em condição associativa ou como sujeição ao limite subliminar admitido por conclusões intermediarias e, como sempre, sujeitas a inutilidade e pulverização do irrelevante. Segundo porque, em toda origem que se desenha pela similaridade ou contraposição se torna necessário o combustível informativo em suas variantes probabilísticas e deslocamentos contextuais para – por um lado – propor o controle do automatismo e da indução e – por outro lado -, manter-se equânime e regular ao contexto referente; erra quem determina seu modelo como um lugar definitivo e, elementarmente, provido da repetição porque ai reside – pela similaridade – o resumo ou síntese da insuficiência, como também – pela contraposição – a alegoria da semelhança travestida de banalidade, unindo o positivo e negativo num só elemento e, principalmente, distorcendo o senso critico, verdadeiro suporte de discernimento e dissociação cognitiva. Vale repetir, no entanto, que na alegoria orweliana, o duplipensar significa construir sínteses a partir de pressupostos falsos e inverossímeis o que, por hipótese bastante crível, se dê ao luxo de associar a modelos elementares, cuja deformidade cognitiva imprima uma estranha semelhança – a partir de contrários - vivenciando teorias e estratégias que naturalmente desencadeiam suas paranóias e distorções informativas, tendo simplesmente na insuficiência elementar o prazer pela ousadia e delírio contornados pela irrelevância e eterna especulação. Em segundo lugar existe a apofenia (padronização elementar/informativa) já sistemática ou precedente conclusiva e, também, naturalmente indutiva e composta similaridade  forçada pela síntese deformada e padronizada, tendente a irrelevância e banalização por concluir distorcido uma visão de defasagem critica, movida simplesmente pela deturpação ou desvio cognitivo propenso e vulnerável, semelhante sínteses decorrentes de definições definitivas e facilitadoras do esforço.
A teoria da conspiração que se interpreta comum a informação tecnológica vem sujeita a todas as tendências e induções, forjadas ou admitidas por específicos fragmentos que, em natureza absoluta, criam verdades perecíveis e volúveis, verdadeiras identificações da banalidade e inutilidade: - a inutilidade – inverso da utilidade ou utilitarismo – processa-se pela insuficiência ou pelo caráter irrelevante, tornando assim um produto perecível que – antes – cometeu-se a primazia de ser uma informação de relevância que, sistematizada cognitivamente, sancionou-se pelo inverossímil o  tratamento do des-serviço, principalmente levando em conta o esforço empregado ou a exposição declarada da facilidade. Apofenia gera inutilidade? Pode ser assim presumido ou sintetizado, como também referir ao duplipensar a característica formal para a irrelevância, cognitivos da inutilidade e do tratamento movido pela deturpação da lógica original ou pressentida. Suposições determinam suas naturalidades ou inutilidades pelo suporte ou estrutura elementar factível e entrecruzada, proporcionando probabilisticamente variantes calculadas e bifurcadas entre elementos verídicos e hipóteses derivadas deste ambiente múltiplo e proporcional eixo em raio investigativo; a morte de Teori Zavascki, assim como a propalada prisão de Lula se tornam virais entender – pela informação tecnológica – de como a teoria da conspiração formou-se impregnada pelo especifico elementar em unidades polarizadas pelo bem e o mal por toda lógica que – da dominação ao chiste – transformou em alegoria do insofismável qualquer informação movida pela precocidade e pela lógica do instante e da livre associação cognitiva. Tem-se, naturalmente, a dúvida entre o caráter irrelevante da informação, ao mesmo tempo em que o quantitativo jorra a cada minuto como produção simplista pelo leitmotiv propulsor e automatizado, senão pelo grau de indução, já que, em suporte especifico ou polarizado tem-se naturalmente a alta probabilidade de repetição, origem da indução e da sistemática, principalmente em virtude do grau de assimilação informativa e crença nas superstições que moram nos ambientes e sínteses deformados e igualitários pelo uso indiscriminado da banalização. A propriedade informativa, cuja especificidade, fragmentação e detalhamento aprisionam a condição intertextual do sujeito, propõe pelo grau de inconsciência a formação sobrevalente de outra realidade maior, omitida ou rejeitada, enquanto – no outro – intenciona-se pela interpretação existencial a mesma deturpação entre o ver e o se ver – lógica do pormenor -, interpretando pela equivalência prognostica a distancia entre o processo cognitivo decorrente do ciclo informativo e a relação espacial da síntese provedora e possibilitada neste intertexto.
Toda seqüência que se move pela apofenia pode também simular padrões cognitivos em função das particularizações informativas e combustões espontâneas nas sínteses e resumos do inútil, influenciada pelo volume e semelhança imposta em proveito de origem como resultante naufragada no senso comum, inutilidades intermediarias já que os fins se tornam comuns e igualitários, deformando a percepção e, principalmente, descaracterizando o senso critico pela variação que a indução e automatismo proporcionam como ausência de qualificação a diferença necessária num ambiente movido pela distorção associativa. Mais uma vez – em que pese à teoria da conspiração – se tem determinado em origem o calculo necessário de alongamento ou saturação de qualquer modelo, levando em consideração que atividades informativas ajustadas sobre distorções de origem levam junto o supérfluo como síntese – por mais sofisticada e intelectualizada -, tendo em correspondente conclusão a mesma ineficácia e banalização cognitiva, factível a padronizações e interpretações sobre hiatos e deficiências, propondo então que, conclusivamente, permaneçam reforçando o mesmo ambiente, como também induzindo sistematicamente a alternativa ao exercício indutivo e administrado pelo controle e determinação do sujeito. A conseqüente unificação e padronização cognitiva realça como inutilidade e banalidade o extra-ciclo, impactando progressivamente em direção ao especifico tradutor e intertextual – a parte pelo todo – e, a partir daí, proporcionando pela apofenia a identidade personalizada ao determinar o excedente, por mais que, qualificados ou quantificados informativamente se tornem inúteis pela conclusão induzida o desaparecimento da diferença, o que transforma em resistência a condição da inutilidade (para o ver) e da relevância (para o se ver) em conformidade oportuna e criteriada síntese prometida.

Uma característica decorrente de banalização da teoria da conspiração vem a partir da disseminação informativa e, proporcionalmente, do caráter do ineditismo providencial que o fato exige em tratamento de similaridade o alcance em expressão e sistemática conseqüente; o fato em si, desprezado ou omitido, polarizado e descaracterizado produz, em consonância e aspecto providencial o exercício da adulteração e manipulação, transformando ainda mais o probatório da credibilidade num baluarte entre o honesto e defasado pela mesma distancia contextual de minimização do esforço e facilidade conseqüente. A premissa que se propõe em relação ao modelo e as probabilidades conseqüentes determinam a distancia natural da exigência e satisfação, para a imposição da suficiência descaracterizada e induzida em equivalência prognostica e proporcional ao tempo e disponibilidade em exercício egocêntrico, por sua finalidade sazonal ou permanente em síntese e propriedade cognitiva; para que se entenda o processo em distancia proporcional e equivalente, necessário estabelecer pela diferença não do pormenor ou especifico porque se ajustam a distorções de síntese, mas pela leitura intertextual já determinada pelas respectivas dissonâncias o trato e controle do ambiente pela intenção ajustada à síntese ou origem resultante e, a partir daí, estabelecer ciclicamente seu arsenal estratégico ou projeção contextual. Aquela visão entre a origem e o limite se torna – mais uma vez – primordial para entender ou acreditar nas investidas da informação tecnológica o suporte credenciado ou o aspecto de inutilidade propalado pelo jogo probabilístico: - a intenção do jogo associado à banalização e excedente significado traça – pela normalidade postiça – a visão estrutural admitida especificamente pela interpretação e consequencialidade entre a norma e procedimento, dos critérios e proveitos possibilitados pela vantagem e oportunismo. Tem-se então, entre o modelo elementar e a teoria da conspiração o propósito situante entre a credibilidade pelo jogo que se expressa em entremeio e o caráter da inutilidade natural que todo exercício tratável a partir da simplificação polarizada exiba naturalmente a sua unidade compatível ao senso comum, principalmente em se tratando da facilidade e indução seja natural que o exercício probabilístico exiba o caráter de compatibilidade num ambiente já contaminado estrategicamente: - a estratégia e a teoria da conspiração evocam que se exercite pela diferença contextual o grau de irrelevância ou contundência gerada entre o artifício da simulação e a qualidade verídica associada a níveis de relevância ou submissão ao contexto vigente; o que torna a informação tecnológica comum aos tramites da apofenia ou do duplipensar seria a facilidade e multiplicidade – relevância e distorção – mantidos equânimes e ajustados a probabilidade enquanto minoridade contextual, tornando ai inserido o fragmento informativo – em prevalência reduzida – das dificuldades de se impor intertextualmente. O ajuste ou cruzamento informativo determina que se pretenda sucumbir ou controlar o ambiente envolvido, tendo na visão intertextual a dificuldade e distorção da origem significante, como também o limite determinado pela construção procedimental e organizado dos elementos disponíveis; a complexidade – comum a multiplicidade fragmentada – se torna o fundamento natural das facilidades progressivas, como também do aparecimento da simulação, daí associar teorias conspiratórias com elementos específicos seja a regra natural, porem, simplificar e determinar credibilidade torna-se – em virtude da síntese – a visão do inútil e da banalização o exercício do jogo probabilístico ajustado pela contaminação cognitiva a imprevisibilidade e irrelevância travestida de CONTUNDENCIA.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

O JOGO(343) SIMULAR OU DUPLIPENSAR INFORMAÇÕES

Universos individuais encontram na atribuição do senso comum suas distopias escancaradas, como também suas projeções admitidas pelo encontro do duplipensar (falsidades verídicas em dialética), provocando concepções que, postas em amiúde, captam gradualmente o imprevisível com a naturalidade contextual de variações aceitas pela alternância e oscilação do tempo regulamentar; por se tratar de universo, pense como George Orwell, mesmo que maçante e lugar comum atribuir leituras do big brother aos que – impostos por imagens – se deixam flagrar rotineiramente como transeuntes monitorados pela hiper-realidade assimilada a partir da “normalidade” e, da segurança que o mesmo lugar comum de citar George Orwell seja sempre o seu déjà vu na aliteração da realidade entronizada por conceitos históricos e informações que se adaptam continuamente aos prospectos tecnológicos e desejosos da memória cumulativa. Concebidos empenhos que se encontram imbuídas por imagens delatoras e delatadas à opção do flagrante e do voyeurismo encontra agora – no palácio do planalto – a constatação que – desde 2009 – omitiam-se informações devido à ausência de câmeras de monitoramento tanto quanto – por este hiato de 07 anos – deturparam naturalmente o exercício da bisbilhotagem que tanto atrai o universo do poder, contidas por generalizações de quem não viu – por este tempo – o que acontecia nas particularidades que tanto interessam aos transeuntes, muito mais que captar longas seqüências de asfaltos desertos em noite de chuva; a omissão ou perda informativa cria a necessidade quase orgânica de referencia ao big brother, naturalmente por não existir no lugar devido aquilo que – antes da informação e ausência das imagens – passaria despercebido como se nada acontecesse e que, posto pela premissa de não provocar provas contrarias, se imbuiu naturalmente da retirada das câmeras a partir da lógica do favorável e, também, do discurso natural da contra prova, numa segurança forjada pela ausência e performance do manipulador e do manipulado. Embute-se, conceitualmente que, no universo das imagens, a formação natural do brasileiro afinado pelo visual muito mais que o descritivo, pensando, neste caso, no critério documental do vai e vem do planalto a referencia (por ter sido em 2009), período em que Lula exercia um poder tornado  vigente pelo critério do manipulado e manipulador, como se predissesse em tal período de omissão a validade pela seqüência e proveito do pormenor e do detalhado na visão do controle e da afinação do voyeur pela sedução observada.
Basicamente que todo universo de simulação transgride a interpretação contextual para assegurar na hiper-realidade o tom exato das preferências políticas de George Orwell, defensor dos autonomistas e das idéias de esquerda, da descentralização do poder e da colaboração em rede com os novos modelos sociais, permitidos a atribuição do big brother o reflexo da segunda guerra no já precoce e explicito tempo de 1984 (inversão de 1948) e, no olho que observa e reduz a linguagem de sua ambigüidade para transformá-la numa unidade condicionada e de sentido imposto pelo automatismo; a realidade ocupada por uma novalingua parece tão usual quando relacionamos o contexto midiático, factível em indução e distorção, atribuídas por similaridades informativas repetidas a exaustão, aliteradas e banalizadas como um discurso que desaparece e ireleva sem deixar marcas, pelo simples exercício do lugar comum, aquele associado a George Orwell tenha naturalmente a visão quase falseada dos objetos de referencia, despercebidos de lógica e inúteis como informação. Mas lá em 2009, ha exatos 25 anos de 1984, se entronizam a favor da segurança e controle a ausência de imagens que tanto decupam e comprovam, para uma generalidade contaminada e sem o tramite formal – em 07 anos -, criando então a inversão da regra pelo probatório do esperto a transgressão pelo favorável e a predisposição em omitir claramente uma condição sine qua non, desde que a necessidade de impor como documental sintetize a provação procedimental do voyeurismo, crucial em se tratando do poder, como também do que repercute de tal maneira quando omitido, atribuindo então a esta vacância o aprofundamento da hipótese e da duvida num personagem político que já embute suficiências de tal monta e inversões bastante demonstrativas do ato pela segurança ao avesso. Todo lugar comum, como o de sempre, se constrói pela repetição, muito mais que pelo prazer e satisfação, produzindo sua existencialidade pela lógica e fundamento adquirido pela necessidade ali desenvolvida como crucial; a segurança se torna assim uma determinação construída a partir desta lógica, antecipando o controle e determinando em favor da preservação que se institua tal modus operandi como uma sistemática natural; a imagem – referencia do olho que vê – possibilita gradualmente que documente todo processo investigativo e que se credencie possibilitar e decupar detalhadamente a espionagem natural que todo sujeito permite-se moralmente ou favoravelmente atribuído.
Somente então se associe o volume informativo (big data) com a necessidade impressa na edificação significante da informação, ao mesmo tempo em que, perceptivelmente, se contorna em massificação e automatismo uma seqüência quase equânime de contaminação e indução, pressupondo, segundo George Orwell, que a novilingua se traduza naturalmente pelo funil da distorção ou falsificação o aprisionamento do sentido e saturação da linguagem enquanto probabilidade natural do movimento contextual; a possibilidade que se traduz pelo excesso desta mesma quantidade se propõe informativamente produzir o recesso probabilístico, principalmente quando regulados pela similaridade tenha no esgotamento proporcional o critério da banalização e o reduzido proveito pelo mesmo lugar de aceite. Tendo – no planalto – o hiato em volume proporcional as investidas e espertezas do poder, provavelmente desorganizados e contaminados ambientes criaram possibilidades invasivas e permissivas ao longo do tempo, compatíveis a exercícios de poder movidos por silêncios e manipulações, proporcionais ao olho cego e indecifrável, tateando no escuro a espontaneidade ou aleatório da visão maniqueísta ou deturpada; câmeras de segurança – muito mais que repetitivas – atribuem ao cotidiano sua crescente necessidade a propriedade impositiva do detalhamento e, sendo assim, estrategicamente utilitário quando favoráveis, como também, extremamente inconvenientes quando invertidos. O universo pretenso de informação traga junto na imagem toda construção intertextual que porventura mereça ao contexto transgredir ou induzir, propondo que se discuta visualmente esta necessidade voyeur pela linguagem da observação e da tentativa genérica ou fragmentada, possibilitando na simulação o exercício natural de transgressão, como também de reconstrução utópica a partir dos mesmos parâmetros políticos que, por um lado, estabelecem discordâncias, mas por outro lado, estipulam pela inversão, a associação entre Lula e George Orwell, sendo similares pelo tempo de ausência informativa no palácio do planalto.   

Definir então, pela lógica, a importância que no critério de omissão informativa e a crescente necessidade de decupa-la se construa naturalmente o exercício de deslocamento da linguagem sobre a ausência factual e, o momento de relevância e critério que os personagens destinados ao protagonismo se tornem – em contrario – destinatários das unidades condicionadas e conclusivas por sínteses de extrema precocidade e insatisfação, naturalmente atraídos pela inércia, como também pela facilidade descomunal da importância sob a banalização conclusiva; o que, em repetição, desperte uma necessidade postiça, alem de fabricar também equivalente prazer, massifica e distorce a satisfação a ponto de transmutá-la numa suficiência em adequação a narrativa elementar de cada um e, ao processo degenerativo natural que todo similar envolve no desgaste do igual e na ausência de originalidade. Empenhadas informações que se apresentam desta maneira, alem de originar a massificação, indução e automatismo, dificulta enormemente que se desloque contextualmente ou, talvez, impossibilite tal iniciativa, dada vulnerabilidade expressa pela unificação e presunção existencial do mesmo lugar, propondo então – pela novilingua – um discurso naturalmente autoritário, criteriado pelo sentido único e pela arrogância do desconhecimento do lugar do outro, manipulado como recurso estilizado, contrapondo a evolutiva proporção informativa; novilingua – diga-se de passagem – refere-se à linguagem exercitada pelo big brother no controle informativo, não pela possibilidade natural de recombinação e síntese de novas palavras, mas, pela imposição do sentido único, segundo George Orwell, condição primordial para que se estabeleça o poder de maneira controlada e manipulada. Naturalmente que toda probabilidade vem precedida por uma necessidade, tem-se, hoje, a relevância muito mais evidente que 2009, principalmente pela evolução da informação tecnológica como parâmetro que agora se intensifica em dependência ao fato explicitado ou omitido declaradamente, hiato agora revisto como uma estratégia tática de esperteza, muito mais que a possibilidade alternativa de poder; tendo, em construção política, o que se reserva como modelo elementar de cada postulante em todo tempo lógico ou impresso como simulado a determinação cíclica do poder, também, do limite omitido (assim como as câmeras de segurança) para regulares invasivos que, cumulativos, processam-se em ousadias e proveitos, existencializando e distanciando contextualmente e, propondo que se acumule em inconsciência o grau de diferença presencial para uma exercitada reincidência do esforço significante. Proporcionalmente, todo entendimento que se acumula entre refutar ou permitir informações consta naturalmente no processo cumulativo e cognitivo, permeando e produzindo possibilidades, como também, admitindo reincidir, principalmente a partir do critério de relevância estipulado por exercícios obsessivos e transitórios, pura perda de tempo, critérios que se esvaziam naturalmente pela banalização e irrelevância. O duplipensar, outro conceito orweliano, inverte a verdade numa teia de convicções e oposições, sustentando naturalmente toda lógica do invertido, sendo o falso muito comum na informação tecnológica, como também nas contra informações da segunda guerra, propondo, assim, pelo similar, a reinvenção e lacuna da necessidade e da simulação num só consorcio narrativo, retratados numa imagem decupada e viralizada pelos exercícios de reincidência e BANALIDADE.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

PODER E OS MODELOS POLÍTICOS LIMITADOS

Débâcle interessa a alguns e, vingativos outros que, principalmente falando, aos que se especializam em transmitir reincidente a tônica natural da especificidade, cujos e, omitidos limites, vaguem tresloucados por adaptações narrativas a partir do jogo probabilístico e suas conjunções que afetam uns em detrimento a outros, mas, principalmente quando armadilhas explcitam-se entre a falta de alternativa e a necessidade expressiva dos que impõem a si mesmo o rigoroso e ordeiro procedimento ajustado sobre o intermitente viés probabilístico; vagando ainda ao sabor e continuidade de 2016, Lula e seus 05 inquéritos admitem significadamente o que consta na economia com a queda surpresa dos juros, a maior também nos 05 anos antecedentes, portanto, natural e similar que a representação entenda factível administrar o jurisprudente percurso presidencial quanto mais vermelho se transforme em MST ou, quando sindicatos administrem palavras de ordem sistemáticas e esvaziadas neste mesmo significado permutado entre a banalidade e ambigüidade, além da volatilidade exasperada dos que transgridem naturalmente as equiparações elementares para viver simulando entre o chiste o limite o que convém ao prazer do imediatismo, da visão intertextual e de controle do tempo determinado. Alguns repetem como estratégia da saturação sob a logística envelhecida e herdada de origens já adulteradas pelas finalidades probabilísticas e sistemáticas; assim como os histéricos que deformam a origem para somatizar sucessivamente os afetos e recalques, a perspectiva significada de cada elemento vem distorcida quando apresenta – em origem – a adaptação pelo atalho e, principalmente, a inversão programada a partir de uma verdade e uma simulação. Na histeria, os afetos permitidos a partir do pai e mãe distorcem pela inversão e prazer a identificação sexualizada e representada das aparências e similaridades consentidas pelo filtro deste atalho em origem; para a regularidade contextual, tal distorção representa já precocemente que o jogo probabilístico sucumbiu e imperou sobre o sujeito, dispondo rigorosamente do discurso alternado entre negação/aprovação e, principalmente, pela simulação atrelada a estratégias equânimes a emblemática mistura de prazer e repetição, dentro da narrativa perecível a progressivas armadilhas, conseqüentes vulnerabilidades ajustadas e explicitadas como deformação do modelo elementar. Dentro do contexto político-social, a intencionalidade expressa pela estrutura aqui arquitetada vem corroborar com a necessidade e dependência midiática que Lula emprega espertamente como estratégia de sobrevivência, utilizando e denegrindo a condição pela evidencia, viciado em manchetes e pormenores que mais banalizam e irrelevam que, naturalmente, tendem a consentir qualquer candidatura, já que, ambígua e relançada freqüentemente acabe por estabelecer na suficiência a motivação das lutas estruturais sem, contudo, aferir alguma praticidade eleitoral.
Mas, o que realmente importa senão dissecar a ingerência significada dos que abusam indiscriminadamente e indefinidos da adulteração e ambigüidade, considerando somente o significante (informação psíquica) para múltiplas adaptações e utilidades forjadas e fragmentadas pela recriação da irrelevância quando admitida por repetidas formulas vaguem existenciais e acomodadas, apoderando da oscilação significada para administrar pela facilidade o esforço equânime entre o prazer embutido e o descrédito contextual típico de quem não se importa em definir elementarmente a correspondência entre ato e imagem referente; a distorção em origem – assim como a histeria – demonstra uma saturação precoce e uma omissão do limite para alongamentos simulados, contidos entre o binômio do irrelevante/drástico a periculosidade invasiva e ousadia dos vulneráveis. Naturalmente que, a partir da repetição se tem o sintoma; obvio que repetições sobre o especifico proporcionam um natural desgaste e, uma inversão do positivo para o negativo toda lógica de alongamento existencial contido na omissão de parâmetros e gravidade, principalmente quando a utilidade e consequencialidade imperam sobre o sujeito, decorrência do jogo probabilístico e da vantagem proporcionada – correspondente ao grau de suficiência -, demarcando estratificados o discutível valor do detalhe dentro da percepção significada de cada individuo. A existencialidade – progressiva em relação à quantidade elementar – se transforma no principal responsável pelo agravamento do habito, em alguns casos, estrangulados por impedimentos subliminares e por obediências perversas e discutíveis, progressivamente reduzindo a projeção do sujeito a um amontoado de informações fragmentadas, tendo naturalmente evidenciadas armadilhas incompatíveis com o esforço empregado a noção da dificuldade e da banalidade associada ao mesmo nível de percepção; naturalmente que a distorção da origem quando associada aos atalhos e simulações indeferem sujeitos e banalizam personagens como se percebe agora o emblematicamente significado discurso de Lula em diferentes locais e redutos, aparência de novidade envelhecida e de desgaste permitido às condutas do vermelho e arbitrariedades proporcionadas pelo vai e vem midiático, principal combustível do que restou estruturalmente do PT na armadilha da necessidade/dependência diagnosticada pelo leitmotiv político/eleitoral de Lula e, principalmente, dos que abastecem do ícone como fonte inesgotável na explicita saturação elementar do modelo.  
Herdar dos modelos limitados a sobrevivência e, ao mesmo tempo, a atração pelo poder pode tornar ainda mais sintomático a partir do desequilíbrio significado toda descrença e leviandade que nos mais graves informativos os sujeitos encontrem no chiste a percepção definitiva de sabor enigmático e eminência agravada pela cabulação do limite e, principalmente, pela sucessão invasiva que estas perecíveis estruturas evocam em irresponsabilidade toda motivação política que se delineia a cada necessidade de recomeço e repetição; o estado ridículo que resulta dos excessos significados exibe  explicitamente a descaracterização do valor e a invasão do leviano para noções do jogo probabilístico, principalmente quando detalhado a exaustão distanciem consideravelmente do contexto, naufragando em especificidades e distorções, suscetíveis e impactadas por menores e irrelevantes considerações. Existe também uma grande diferença intertextual que se verifica a partir da noção significada, determinando diferentes esferas perceptivas e estabelecendo pela realidade natural a projeção da visão manipulada e alterada pelo pormenor probabilístico: 1 – a intertextualidade vista sobre o contexto naturalmente evoca a previsão e definição terminante e contornada pelo tempo e diagnostico que se confirma, em conseqüência; 2 – quando sujeita ao contexto, a intertextualidade se limita e torna ambígua, principalmente pela dependência probabilística atrelada a fragmentação informativa, principal redutor e sujeição sistemática do ambiente provedor, criando a noção de fraude e de falso por interpretar pela similaridade a dialética – natural recurso da contradição -, resultando então num acidentado percurso onde o negativo pode-se tornar positivo e vice-versa e, adaptando a facilidade e esforço a discutíveis cargas de valor e repercussão contextual, portando, um similar e um inverso coabitam naturalmente a percepção intertextual, propondo que se defina o sujeito pelas preferências elementares e afeições por atalhos e manipulações.

Uma natural virtude de toda resistência e repetição do modelo elementar seria a retenção informativa ou previsões antecipadas do tramite contextual a favor ou contrários, estabelecendo então uma contundência oportuna à vantagem, principalmente se a fragmentação do ciclo informativo estiver em consonância natural com a probabilidade do jogo e suas implicações; partindo do pressuposto que a facilidade progressiva atraia a inércia ou a minimização do esforço, a necessidade decorrente desta mesma resistência em um lugar definido torna conflituosa e problemática a síntese ou tradução do sujeito sob esta via de conclusão do personagem, talvez, em Lula se note claramente no seu discurso o movimento e a imobilidade colidindo sistematicamente como um atributo da resistência e desconstrução, estabelecendo sob a omissão do limite informativo a descrição procedimental de um modelo envelhecido, aludindo espertamente pelas estratégias de curto alcance muito natural nas esferas do partido dos trabalhadores e, por reflexo, no seu mentor. Esta deformidade significada atrelada a fragmentação informativa capacita naturalmente a irrelevância correspondente dos que se justificam reincidentes e unificados, fluindo como paridades deformadas e manipuláveis ao tratamento da simulação e da inesgotável vantagem admitida ou forjada; para necessidades e dependências que se estabelecem a partir do modelo e sua projeção sobre o outro a inversão da imagem qualifica o atributo intertextual pela implementação utilitária e viciada, cujos propósitos se encontram na origem adulterada e no reflexo sistematizado ao limite e saturação decorrente. A distancia em tempo e probabilidade conduz o sujeito ao equilíbrio entre o personagem e a precedência individual, estabelecendo então a paridade e a propensão narrativa aos proveitos e analises de consistência e cabimento informativo; todo este tempo atrai a preponderância ou submissão ao jogo, tornando então característicos de tal significado o grau de irrelevância e tradução enquanto projeção do sujeito sobre o outro, resultando então naquela clássica inversão que torna a vantagem o eixo intertextual quando produzido pelo sujeito a outrem ou quando estabelecido especificamente como síntese. Desejar o especifico para receber o intertexto consta nos confessionários de modelos saturados, principalmente quando movido por fragmentos absolutos, tornando paradigmas de esforços e resultantes perspectivas individuais, restritos a existencialidades e motivações constantes em redutos de similaridade e reivindicativos a ponto de exercitarem ousadias, como também aglutinarem resistente em seus nichos; para que Lula exercite o seu direito eleitoral para 2018, consta também que correspondente motivação e probabilidade partam de origem diferente, ou seja, outro nome mais viável que não Lula, ao mesmo tempo, necessário que se tenha direcional sobre o PT tal influencia probabilística norteada em te-lo como candidato; dialético ou paradoxal, a formação sintética entre o desgaste e a reincidência – alem das pesquisas de opinião – firma traduzir o consorcio político em que se estrutura Lula e o PT e a gravidade de uma irreversível saturação, avançando inexoravelmente sobre a insistência do mesmo lugar. Tanto se pareça estratégica, quanto se especifique o desgaste, o nível significado de tais investidas agora padece redutivamente na militância setorizada e simulada, vermelhos produzidos pelo valor determinado e pela influencia que abastecem vertentes e lógicas dos envolvidos em parcialidades e conceitos VOLUVEIS.