sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

TEORIAS E HIPÓTESES SOBRE MODELOS ELEMENTARES

Dentro de algumas intenções moram verdadeiras contaminações cognitivas atreladas a respectivas sínteses constantes a partir da vulgaridade e irrelevância, prontificados a interpretar em seus devidos consorciados a visão pertinente da causa e efeito, como também, considerados intermédios – verdadeiros redutos significantes – admitidos como variação probabilística dos incautos e dos desprovidos elementares, cujos interesses calculam acelerados entre a inutilidade, a banalidade e a repetição; primeiro, repete-se a repetição porque ai acontece a mágica de qualquer origem que se preze, desde a formação da contundência, tanto quanto a providencial banalização, dependendo, é claro, da variação elementar sujeita a estruturar ou deformar ambientes, intrinsecamente ligados ao já propalado prazer originário ou postiço, como também, do processo cognitivo em condição associativa ou como sujeição ao limite subliminar admitido por conclusões intermediarias e, como sempre, sujeitas a inutilidade e pulverização do irrelevante. Segundo porque, em toda origem que se desenha pela similaridade ou contraposição se torna necessário o combustível informativo em suas variantes probabilísticas e deslocamentos contextuais para – por um lado – propor o controle do automatismo e da indução e – por outro lado -, manter-se equânime e regular ao contexto referente; erra quem determina seu modelo como um lugar definitivo e, elementarmente, provido da repetição porque ai reside – pela similaridade – o resumo ou síntese da insuficiência, como também – pela contraposição – a alegoria da semelhança travestida de banalidade, unindo o positivo e negativo num só elemento e, principalmente, distorcendo o senso critico, verdadeiro suporte de discernimento e dissociação cognitiva. Vale repetir, no entanto, que na alegoria orweliana, o duplipensar significa construir sínteses a partir de pressupostos falsos e inverossímeis o que, por hipótese bastante crível, se dê ao luxo de associar a modelos elementares, cuja deformidade cognitiva imprima uma estranha semelhança – a partir de contrários - vivenciando teorias e estratégias que naturalmente desencadeiam suas paranóias e distorções informativas, tendo simplesmente na insuficiência elementar o prazer pela ousadia e delírio contornados pela irrelevância e eterna especulação. Em segundo lugar existe a apofenia (padronização elementar/informativa) já sistemática ou precedente conclusiva e, também, naturalmente indutiva e composta similaridade  forçada pela síntese deformada e padronizada, tendente a irrelevância e banalização por concluir distorcido uma visão de defasagem critica, movida simplesmente pela deturpação ou desvio cognitivo propenso e vulnerável, semelhante sínteses decorrentes de definições definitivas e facilitadoras do esforço.
A teoria da conspiração que se interpreta comum a informação tecnológica vem sujeita a todas as tendências e induções, forjadas ou admitidas por específicos fragmentos que, em natureza absoluta, criam verdades perecíveis e volúveis, verdadeiras identificações da banalidade e inutilidade: - a inutilidade – inverso da utilidade ou utilitarismo – processa-se pela insuficiência ou pelo caráter irrelevante, tornando assim um produto perecível que – antes – cometeu-se a primazia de ser uma informação de relevância que, sistematizada cognitivamente, sancionou-se pelo inverossímil o  tratamento do des-serviço, principalmente levando em conta o esforço empregado ou a exposição declarada da facilidade. Apofenia gera inutilidade? Pode ser assim presumido ou sintetizado, como também referir ao duplipensar a característica formal para a irrelevância, cognitivos da inutilidade e do tratamento movido pela deturpação da lógica original ou pressentida. Suposições determinam suas naturalidades ou inutilidades pelo suporte ou estrutura elementar factível e entrecruzada, proporcionando probabilisticamente variantes calculadas e bifurcadas entre elementos verídicos e hipóteses derivadas deste ambiente múltiplo e proporcional eixo em raio investigativo; a morte de Teori Zavascki, assim como a propalada prisão de Lula se tornam virais entender – pela informação tecnológica – de como a teoria da conspiração formou-se impregnada pelo especifico elementar em unidades polarizadas pelo bem e o mal por toda lógica que – da dominação ao chiste – transformou em alegoria do insofismável qualquer informação movida pela precocidade e pela lógica do instante e da livre associação cognitiva. Tem-se, naturalmente, a dúvida entre o caráter irrelevante da informação, ao mesmo tempo em que o quantitativo jorra a cada minuto como produção simplista pelo leitmotiv propulsor e automatizado, senão pelo grau de indução, já que, em suporte especifico ou polarizado tem-se naturalmente a alta probabilidade de repetição, origem da indução e da sistemática, principalmente em virtude do grau de assimilação informativa e crença nas superstições que moram nos ambientes e sínteses deformados e igualitários pelo uso indiscriminado da banalização. A propriedade informativa, cuja especificidade, fragmentação e detalhamento aprisionam a condição intertextual do sujeito, propõe pelo grau de inconsciência a formação sobrevalente de outra realidade maior, omitida ou rejeitada, enquanto – no outro – intenciona-se pela interpretação existencial a mesma deturpação entre o ver e o se ver – lógica do pormenor -, interpretando pela equivalência prognostica a distancia entre o processo cognitivo decorrente do ciclo informativo e a relação espacial da síntese provedora e possibilitada neste intertexto.
Toda seqüência que se move pela apofenia pode também simular padrões cognitivos em função das particularizações informativas e combustões espontâneas nas sínteses e resumos do inútil, influenciada pelo volume e semelhança imposta em proveito de origem como resultante naufragada no senso comum, inutilidades intermediarias já que os fins se tornam comuns e igualitários, deformando a percepção e, principalmente, descaracterizando o senso critico pela variação que a indução e automatismo proporcionam como ausência de qualificação a diferença necessária num ambiente movido pela distorção associativa. Mais uma vez – em que pese à teoria da conspiração – se tem determinado em origem o calculo necessário de alongamento ou saturação de qualquer modelo, levando em consideração que atividades informativas ajustadas sobre distorções de origem levam junto o supérfluo como síntese – por mais sofisticada e intelectualizada -, tendo em correspondente conclusão a mesma ineficácia e banalização cognitiva, factível a padronizações e interpretações sobre hiatos e deficiências, propondo então que, conclusivamente, permaneçam reforçando o mesmo ambiente, como também induzindo sistematicamente a alternativa ao exercício indutivo e administrado pelo controle e determinação do sujeito. A conseqüente unificação e padronização cognitiva realça como inutilidade e banalidade o extra-ciclo, impactando progressivamente em direção ao especifico tradutor e intertextual – a parte pelo todo – e, a partir daí, proporcionando pela apofenia a identidade personalizada ao determinar o excedente, por mais que, qualificados ou quantificados informativamente se tornem inúteis pela conclusão induzida o desaparecimento da diferença, o que transforma em resistência a condição da inutilidade (para o ver) e da relevância (para o se ver) em conformidade oportuna e criteriada síntese prometida.

Uma característica decorrente de banalização da teoria da conspiração vem a partir da disseminação informativa e, proporcionalmente, do caráter do ineditismo providencial que o fato exige em tratamento de similaridade o alcance em expressão e sistemática conseqüente; o fato em si, desprezado ou omitido, polarizado e descaracterizado produz, em consonância e aspecto providencial o exercício da adulteração e manipulação, transformando ainda mais o probatório da credibilidade num baluarte entre o honesto e defasado pela mesma distancia contextual de minimização do esforço e facilidade conseqüente. A premissa que se propõe em relação ao modelo e as probabilidades conseqüentes determinam a distancia natural da exigência e satisfação, para a imposição da suficiência descaracterizada e induzida em equivalência prognostica e proporcional ao tempo e disponibilidade em exercício egocêntrico, por sua finalidade sazonal ou permanente em síntese e propriedade cognitiva; para que se entenda o processo em distancia proporcional e equivalente, necessário estabelecer pela diferença não do pormenor ou especifico porque se ajustam a distorções de síntese, mas pela leitura intertextual já determinada pelas respectivas dissonâncias o trato e controle do ambiente pela intenção ajustada à síntese ou origem resultante e, a partir daí, estabelecer ciclicamente seu arsenal estratégico ou projeção contextual. Aquela visão entre a origem e o limite se torna – mais uma vez – primordial para entender ou acreditar nas investidas da informação tecnológica o suporte credenciado ou o aspecto de inutilidade propalado pelo jogo probabilístico: - a intenção do jogo associado à banalização e excedente significado traça – pela normalidade postiça – a visão estrutural admitida especificamente pela interpretação e consequencialidade entre a norma e procedimento, dos critérios e proveitos possibilitados pela vantagem e oportunismo. Tem-se então, entre o modelo elementar e a teoria da conspiração o propósito situante entre a credibilidade pelo jogo que se expressa em entremeio e o caráter da inutilidade natural que todo exercício tratável a partir da simplificação polarizada exiba naturalmente a sua unidade compatível ao senso comum, principalmente em se tratando da facilidade e indução seja natural que o exercício probabilístico exiba o caráter de compatibilidade num ambiente já contaminado estrategicamente: - a estratégia e a teoria da conspiração evocam que se exercite pela diferença contextual o grau de irrelevância ou contundência gerada entre o artifício da simulação e a qualidade verídica associada a níveis de relevância ou submissão ao contexto vigente; o que torna a informação tecnológica comum aos tramites da apofenia ou do duplipensar seria a facilidade e multiplicidade – relevância e distorção – mantidos equânimes e ajustados a probabilidade enquanto minoridade contextual, tornando ai inserido o fragmento informativo – em prevalência reduzida – das dificuldades de se impor intertextualmente. O ajuste ou cruzamento informativo determina que se pretenda sucumbir ou controlar o ambiente envolvido, tendo na visão intertextual a dificuldade e distorção da origem significante, como também o limite determinado pela construção procedimental e organizado dos elementos disponíveis; a complexidade – comum a multiplicidade fragmentada – se torna o fundamento natural das facilidades progressivas, como também do aparecimento da simulação, daí associar teorias conspiratórias com elementos específicos seja a regra natural, porem, simplificar e determinar credibilidade torna-se – em virtude da síntese – a visão do inútil e da banalização o exercício do jogo probabilístico ajustado pela contaminação cognitiva a imprevisibilidade e irrelevância travestida de CONTUNDENCIA.

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