Dentro de algumas intenções moram
verdadeiras contaminações cognitivas atreladas a respectivas sínteses constantes
a partir da vulgaridade e irrelevância, prontificados a interpretar em seus
devidos consorciados a visão pertinente da causa e efeito, como também,
considerados intermédios – verdadeiros redutos significantes – admitidos como
variação probabilística dos incautos e dos desprovidos elementares, cujos
interesses calculam acelerados entre a inutilidade, a banalidade e a repetição;
primeiro, repete-se a repetição porque ai acontece a mágica de qualquer origem
que se preze, desde a formação da contundência, tanto quanto a providencial
banalização, dependendo, é claro, da variação elementar sujeita a estruturar ou
deformar ambientes, intrinsecamente ligados ao já propalado prazer originário ou
postiço, como também, do processo cognitivo em condição associativa ou como
sujeição ao limite subliminar admitido por conclusões intermediarias e, como
sempre, sujeitas a inutilidade e pulverização do irrelevante. Segundo porque,
em toda origem que se desenha pela similaridade ou contraposição se torna
necessário o combustível informativo em suas variantes probabilísticas e
deslocamentos contextuais para – por um lado – propor o controle do automatismo
e da indução e – por outro lado -, manter-se equânime e regular ao contexto
referente; erra quem determina seu modelo como um lugar definitivo e,
elementarmente, provido da repetição porque ai reside – pela similaridade – o resumo
ou síntese da insuficiência, como também – pela contraposição – a alegoria da
semelhança travestida de banalidade, unindo o positivo e negativo num só elemento
e, principalmente, distorcendo o senso critico, verdadeiro suporte de
discernimento e dissociação cognitiva. Vale repetir, no entanto, que na
alegoria orweliana, o duplipensar significa construir sínteses a partir de
pressupostos falsos e inverossímeis o que, por hipótese bastante crível, se dê
ao luxo de associar a modelos elementares, cuja deformidade cognitiva imprima
uma estranha semelhança – a partir de contrários - vivenciando teorias e estratégias
que naturalmente desencadeiam suas paranóias e distorções informativas, tendo
simplesmente na insuficiência elementar o prazer pela ousadia e delírio contornados
pela irrelevância e eterna especulação. Em segundo lugar existe a apofenia (padronização
elementar/informativa) já sistemática ou precedente conclusiva e, também,
naturalmente indutiva e composta similaridade forçada pela síntese deformada e padronizada,
tendente a irrelevância e banalização por concluir distorcido uma visão de
defasagem critica, movida simplesmente pela deturpação ou desvio cognitivo
propenso e vulnerável, semelhante sínteses decorrentes de definições
definitivas e facilitadoras do esforço.
A teoria da conspiração que se interpreta
comum a informação tecnológica vem sujeita a todas as tendências e induções,
forjadas ou admitidas por específicos fragmentos que, em natureza absoluta,
criam verdades perecíveis e volúveis, verdadeiras identificações da banalidade
e inutilidade: - a inutilidade – inverso da utilidade ou utilitarismo –
processa-se pela insuficiência ou pelo caráter irrelevante, tornando assim um
produto perecível que – antes – cometeu-se a primazia de ser uma informação de relevância
que, sistematizada cognitivamente, sancionou-se pelo inverossímil o tratamento do des-serviço, principalmente
levando em conta o esforço empregado ou a exposição declarada da facilidade.
Apofenia gera inutilidade? Pode ser assim presumido ou sintetizado, como também
referir ao duplipensar a característica formal para a irrelevância, cognitivos
da inutilidade e do tratamento movido pela deturpação da lógica original ou
pressentida. Suposições determinam suas naturalidades ou inutilidades pelo suporte
ou estrutura elementar factível e entrecruzada, proporcionando probabilisticamente
variantes calculadas e bifurcadas entre elementos verídicos e hipóteses derivadas
deste ambiente múltiplo e proporcional eixo em raio investigativo; a morte de
Teori Zavascki, assim como a propalada prisão de Lula se tornam virais entender
– pela informação tecnológica – de como a teoria da conspiração formou-se
impregnada pelo especifico elementar em unidades polarizadas pelo bem e o mal por
toda lógica que – da dominação ao chiste – transformou em alegoria do insofismável
qualquer informação movida pela precocidade e pela lógica do instante e da
livre associação cognitiva. Tem-se, naturalmente, a dúvida entre o caráter irrelevante
da informação, ao mesmo tempo em que o quantitativo jorra a cada minuto como
produção simplista pelo leitmotiv propulsor e automatizado, senão pelo grau de
indução, já que, em suporte especifico ou polarizado tem-se naturalmente a alta
probabilidade de repetição, origem da indução e da sistemática, principalmente
em virtude do grau de assimilação informativa e crença nas superstições que moram
nos ambientes e sínteses deformados e igualitários pelo uso indiscriminado da
banalização. A propriedade informativa, cuja especificidade, fragmentação e
detalhamento aprisionam a condição intertextual do sujeito, propõe pelo grau de
inconsciência a formação sobrevalente de outra realidade maior, omitida ou
rejeitada, enquanto – no outro – intenciona-se pela interpretação existencial a
mesma deturpação entre o ver e o se ver – lógica do pormenor -, interpretando pela
equivalência prognostica a distancia entre o processo cognitivo decorrente do
ciclo informativo e a relação espacial da síntese provedora e possibilitada
neste intertexto.
Toda seqüência que se move pela
apofenia pode também simular padrões cognitivos em função das particularizações
informativas e combustões espontâneas nas sínteses e resumos do inútil, influenciada
pelo volume e semelhança imposta em proveito de origem como resultante
naufragada no senso comum, inutilidades intermediarias já que os fins se tornam
comuns e igualitários, deformando a percepção e, principalmente,
descaracterizando o senso critico pela variação que a indução e automatismo proporcionam
como ausência de qualificação a diferença necessária num ambiente movido pela
distorção associativa. Mais uma vez – em que pese à teoria da conspiração – se tem
determinado em origem o calculo necessário de alongamento ou saturação de
qualquer modelo, levando em consideração que atividades informativas ajustadas
sobre distorções de origem levam junto o supérfluo como síntese – por mais
sofisticada e intelectualizada -, tendo em correspondente conclusão a mesma ineficácia
e banalização cognitiva, factível a padronizações e interpretações sobre hiatos
e deficiências, propondo então que, conclusivamente, permaneçam reforçando o
mesmo ambiente, como também induzindo sistematicamente a alternativa ao exercício
indutivo e administrado pelo controle e determinação do sujeito. A conseqüente unificação
e padronização cognitiva realça como inutilidade e banalidade o extra-ciclo, impactando
progressivamente em direção ao especifico tradutor e intertextual – a parte
pelo todo – e, a partir daí, proporcionando pela apofenia a identidade
personalizada ao determinar o excedente, por mais que, qualificados ou quantificados
informativamente se tornem inúteis pela conclusão induzida o desaparecimento da
diferença, o que transforma em resistência a condição da inutilidade (para o
ver) e da relevância (para o se ver) em conformidade oportuna e criteriada síntese
prometida.
Uma característica decorrente de
banalização da teoria da conspiração vem a partir da disseminação informativa
e, proporcionalmente, do caráter do ineditismo providencial que o fato exige em
tratamento de similaridade o alcance em expressão e sistemática conseqüente; o
fato em si, desprezado ou omitido, polarizado e descaracterizado produz, em consonância
e aspecto providencial o exercício da adulteração e manipulação, transformando
ainda mais o probatório da credibilidade num baluarte entre o honesto e
defasado pela mesma distancia contextual de minimização do esforço e facilidade
conseqüente. A premissa que se propõe em relação ao modelo e as probabilidades conseqüentes
determinam a distancia natural da exigência e satisfação, para a imposição da suficiência
descaracterizada e induzida em equivalência prognostica e proporcional ao tempo
e disponibilidade em exercício egocêntrico, por sua finalidade sazonal ou
permanente em síntese e propriedade cognitiva; para que se entenda o processo
em distancia proporcional e equivalente, necessário estabelecer pela diferença
não do pormenor ou especifico porque se ajustam a distorções de síntese, mas
pela leitura intertextual já determinada pelas respectivas dissonâncias o trato
e controle do ambiente pela intenção ajustada à síntese ou origem resultante e,
a partir daí, estabelecer ciclicamente seu arsenal estratégico ou projeção
contextual. Aquela visão entre a origem e o limite se torna – mais uma vez –
primordial para entender ou acreditar nas investidas da informação tecnológica o
suporte credenciado ou o aspecto de inutilidade propalado pelo jogo probabilístico:
- a intenção do jogo associado à banalização e excedente significado traça –
pela normalidade postiça – a visão estrutural admitida especificamente pela
interpretação e consequencialidade entre a norma e procedimento, dos critérios e
proveitos possibilitados pela vantagem e oportunismo. Tem-se então, entre o
modelo elementar e a teoria da conspiração o propósito situante entre a
credibilidade pelo jogo que se expressa em entremeio e o caráter da inutilidade
natural que todo exercício tratável a partir da simplificação polarizada exiba naturalmente
a sua unidade compatível ao senso comum, principalmente em se tratando da
facilidade e indução seja natural que o exercício probabilístico exiba o caráter
de compatibilidade num ambiente já contaminado estrategicamente: - a estratégia
e a teoria da conspiração evocam que se exercite pela diferença contextual o
grau de irrelevância ou contundência gerada entre o artifício da simulação e a
qualidade verídica associada a níveis de relevância ou submissão ao contexto
vigente; o que torna a informação tecnológica comum aos tramites da apofenia ou
do duplipensar seria a facilidade e multiplicidade – relevância e distorção –
mantidos equânimes e ajustados a probabilidade enquanto minoridade contextual,
tornando ai inserido o fragmento informativo – em prevalência reduzida – das dificuldades
de se impor intertextualmente. O ajuste ou cruzamento informativo determina que
se pretenda sucumbir ou controlar o ambiente envolvido, tendo na visão
intertextual a dificuldade e distorção da origem significante, como também o
limite determinado pela construção procedimental e organizado dos elementos disponíveis;
a complexidade – comum a multiplicidade fragmentada – se torna o fundamento
natural das facilidades progressivas, como também do aparecimento da simulação,
daí associar teorias conspiratórias com elementos específicos seja a regra
natural, porem, simplificar e determinar credibilidade torna-se – em virtude da
síntese – a visão do inútil e da banalização o exercício do jogo probabilístico
ajustado pela contaminação cognitiva a imprevisibilidade e irrelevância travestida
de CONTUNDENCIA.
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