Universos individuais encontram
na atribuição do senso comum suas distopias escancaradas, como também suas
projeções admitidas pelo encontro do duplipensar (falsidades verídicas em dialética),
provocando concepções que, postas em amiúde, captam gradualmente o imprevisível
com a naturalidade contextual de variações aceitas pela alternância e oscilação
do tempo regulamentar; por se tratar de universo, pense como George Orwell,
mesmo que maçante e lugar comum atribuir leituras do big brother aos que –
impostos por imagens – se deixam flagrar rotineiramente como transeuntes monitorados
pela hiper-realidade assimilada a partir da “normalidade” e, da segurança que o
mesmo lugar comum de citar George Orwell seja sempre o seu déjà vu na
aliteração da realidade entronizada por conceitos históricos e informações que
se adaptam continuamente aos prospectos tecnológicos e desejosos da memória cumulativa.
Concebidos empenhos que se encontram imbuídas por imagens delatoras e delatadas
à opção do flagrante e do voyeurismo encontra agora – no palácio do planalto –
a constatação que – desde 2009 – omitiam-se informações devido à ausência de câmeras
de monitoramento tanto quanto – por este hiato de 07 anos – deturparam naturalmente
o exercício da bisbilhotagem que tanto atrai o universo do poder, contidas por
generalizações de quem não viu – por este tempo – o que acontecia nas particularidades
que tanto interessam aos transeuntes, muito mais que captar longas seqüências
de asfaltos desertos em noite de chuva; a omissão ou perda informativa cria a
necessidade quase orgânica de referencia ao big brother, naturalmente por não
existir no lugar devido aquilo que – antes da informação e ausência das imagens
– passaria despercebido como se nada acontecesse e que, posto pela premissa de
não provocar provas contrarias, se imbuiu naturalmente da retirada das câmeras a
partir da lógica do favorável e, também, do discurso natural da contra prova,
numa segurança forjada pela ausência e performance do manipulador e do
manipulado. Embute-se, conceitualmente que, no universo das imagens, a formação
natural do brasileiro afinado pelo visual muito mais que o descritivo,
pensando, neste caso, no critério documental do vai e vem do planalto a referencia
(por ter sido em 2009), período em que Lula exercia um poder tornado vigente pelo critério do manipulado e
manipulador, como se predissesse em tal período de omissão a validade pela seqüência
e proveito do pormenor e do detalhado na visão do controle e da afinação do voyeur
pela sedução observada.
Basicamente que todo universo de
simulação transgride a interpretação contextual para assegurar na
hiper-realidade o tom exato das preferências políticas de George Orwell,
defensor dos autonomistas e das idéias de esquerda, da descentralização do
poder e da colaboração em rede com os novos modelos sociais, permitidos a
atribuição do big brother o reflexo da segunda guerra no já precoce e explicito
tempo de 1984 (inversão de 1948) e, no olho que observa e reduz a linguagem de
sua ambigüidade para transformá-la numa unidade condicionada e de sentido
imposto pelo automatismo; a realidade ocupada por uma novalingua parece tão
usual quando relacionamos o contexto midiático, factível em indução e
distorção, atribuídas por similaridades informativas repetidas a exaustão,
aliteradas e banalizadas como um discurso que desaparece e ireleva sem deixar
marcas, pelo simples exercício do lugar comum, aquele associado a George Orwell
tenha naturalmente a visão quase falseada dos objetos de referencia,
despercebidos de lógica e inúteis como informação. Mas lá em 2009, ha exatos 25
anos de 1984, se entronizam a favor da segurança e controle a ausência de
imagens que tanto decupam e comprovam, para uma generalidade contaminada e sem
o tramite formal – em 07 anos -, criando então a inversão da regra pelo probatório
do esperto a transgressão pelo favorável e a predisposição em omitir claramente
uma condição sine qua non, desde que a necessidade de impor como documental sintetize
a provação procedimental do voyeurismo, crucial em se tratando do poder, como também
do que repercute de tal maneira quando omitido, atribuindo então a esta vacância
o aprofundamento da hipótese e da duvida num personagem político que já embute suficiências
de tal monta e inversões bastante demonstrativas do ato pela segurança ao
avesso. Todo lugar comum, como o de sempre, se constrói pela repetição, muito mais
que pelo prazer e satisfação, produzindo sua existencialidade pela lógica e
fundamento adquirido pela necessidade ali desenvolvida como crucial; a
segurança se torna assim uma determinação construída a partir desta lógica,
antecipando o controle e determinando em favor da preservação que se institua
tal modus operandi como uma sistemática natural; a imagem – referencia do olho
que vê – possibilita gradualmente que documente todo processo investigativo e
que se credencie possibilitar e decupar detalhadamente a espionagem natural que
todo sujeito permite-se moralmente ou favoravelmente atribuído.
Somente então se associe o volume
informativo (big data) com a necessidade impressa na edificação significante da
informação, ao mesmo tempo em que, perceptivelmente, se contorna em
massificação e automatismo uma seqüência quase equânime de contaminação e
indução, pressupondo, segundo George Orwell, que a novilingua se traduza
naturalmente pelo funil da distorção ou falsificação o aprisionamento do
sentido e saturação da linguagem enquanto probabilidade natural do movimento
contextual; a possibilidade que se traduz pelo excesso desta mesma quantidade
se propõe informativamente produzir o recesso probabilístico, principalmente
quando regulados pela similaridade tenha no esgotamento proporcional o critério
da banalização e o reduzido proveito pelo mesmo lugar de aceite. Tendo – no planalto
– o hiato em volume proporcional as investidas e espertezas do poder,
provavelmente desorganizados e contaminados ambientes criaram possibilidades
invasivas e permissivas ao longo do tempo, compatíveis a exercícios de poder
movidos por silêncios e manipulações, proporcionais ao olho cego e indecifrável,
tateando no escuro a espontaneidade ou aleatório da visão maniqueísta ou
deturpada; câmeras de segurança – muito mais que repetitivas – atribuem ao
cotidiano sua crescente necessidade a propriedade impositiva do detalhamento e,
sendo assim, estrategicamente utilitário quando favoráveis, como também,
extremamente inconvenientes quando invertidos. O universo pretenso de
informação traga junto na imagem toda construção intertextual que porventura
mereça ao contexto transgredir ou induzir, propondo que se discuta visualmente
esta necessidade voyeur pela linguagem da observação e da tentativa genérica ou
fragmentada, possibilitando na simulação o exercício natural de transgressão,
como também de reconstrução utópica a partir dos mesmos parâmetros políticos que,
por um lado, estabelecem discordâncias, mas por outro lado, estipulam pela
inversão, a associação entre Lula e George Orwell, sendo similares pelo tempo de
ausência informativa no palácio do planalto.
Definir então, pela lógica, a importância
que no critério de omissão informativa e a crescente necessidade de decupa-la
se construa naturalmente o exercício de deslocamento da linguagem sobre a ausência
factual e, o momento de relevância e critério que os personagens destinados ao
protagonismo se tornem – em contrario – destinatários das unidades
condicionadas e conclusivas por sínteses de extrema precocidade e insatisfação,
naturalmente atraídos pela inércia, como também pela facilidade descomunal da importância
sob a banalização conclusiva; o que, em repetição, desperte uma necessidade
postiça, alem de fabricar também equivalente prazer, massifica e distorce a
satisfação a ponto de transmutá-la numa suficiência em adequação a narrativa
elementar de cada um e, ao processo degenerativo natural que todo similar
envolve no desgaste do igual e na ausência de originalidade. Empenhadas
informações que se apresentam desta maneira, alem de originar a massificação,
indução e automatismo, dificulta enormemente que se desloque contextualmente
ou, talvez, impossibilite tal iniciativa, dada vulnerabilidade expressa pela unificação
e presunção existencial do mesmo lugar, propondo então – pela novilingua – um discurso
naturalmente autoritário, criteriado pelo sentido único e pela arrogância do
desconhecimento do lugar do outro, manipulado como recurso estilizado,
contrapondo a evolutiva proporção informativa; novilingua – diga-se de passagem
– refere-se à linguagem exercitada pelo big brother no controle informativo,
não pela possibilidade natural de recombinação e síntese de novas palavras,
mas, pela imposição do sentido único, segundo George Orwell, condição
primordial para que se estabeleça o poder de maneira controlada e manipulada.
Naturalmente que toda probabilidade vem precedida por uma necessidade, tem-se, hoje,
a relevância muito mais evidente que 2009, principalmente pela evolução da
informação tecnológica como parâmetro que agora se intensifica em dependência ao
fato explicitado ou omitido declaradamente, hiato agora revisto como uma estratégia
tática de esperteza, muito mais que a possibilidade alternativa de poder;
tendo, em construção política, o que se reserva como modelo elementar de cada
postulante em todo tempo lógico ou impresso como simulado a determinação cíclica
do poder, também, do limite omitido (assim como as câmeras de segurança) para
regulares invasivos que, cumulativos, processam-se em ousadias e proveitos,
existencializando e distanciando contextualmente e, propondo que se acumule em inconsciência
o grau de diferença presencial para uma exercitada reincidência do esforço
significante. Proporcionalmente, todo entendimento que se acumula entre refutar
ou permitir informações consta naturalmente no processo cumulativo e cognitivo,
permeando e produzindo possibilidades, como também, admitindo reincidir,
principalmente a partir do critério de relevância estipulado por exercícios obsessivos
e transitórios, pura perda de tempo, critérios que se esvaziam naturalmente pela
banalização e irrelevância. O duplipensar, outro conceito orweliano, inverte a
verdade numa teia de convicções e oposições, sustentando naturalmente toda lógica
do invertido, sendo o falso muito comum na informação tecnológica, como também nas
contra informações da segunda guerra, propondo, assim, pelo similar, a
reinvenção e lacuna da necessidade e da simulação num só consorcio narrativo,
retratados numa imagem decupada e viralizada pelos exercícios de reincidência e
BANALIDADE.
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