quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

O JOGO(344) TROCA ENTRE ORIGEM E LIMITE POLITICO

Ungidos pela respeitabilidade intencionada e pelo simplismo elementar aplicado como conveniência e lógica de favorecimento individual, as aplicações do poder político a brasileira urgem em intempestivas lembranças e esquecimentos sujeitos a futilização perigosa do ambiente propicio, administrando toda nuance de rejeição ao fragmento e compreensão do outro e, principalmente, mergulhando num funil probabilístico de causa e efeito, pressentidos como midiatização a procura do interesse opinativo e, da visão conveniente e unificada como um personagem burlesco, decupado como distorções as possibilidades inventadas pela pós-verdade; o luxo e a tragédia sentenciam melhores convicções e dramatizações que, pretender ao explicito encontrar nas justificativas do poder de fato ou de direito a virtual facilidade do imediatismo progressivo em transformação do instante a síntese que melhor prouver as significações desencadeadas. Tanto como reminiscência de Dilma Rousseff e sua lucidez distorcida pelo jogo probabilístico a invenção impositiva e absoluta do menor artifício de conduta, cuja expressiva banalização e limite prognóstico definharam explicitamente a capacidade gerencial a ponto de atribuir elementos inexistentes no poder e intuir a resistência do jogo aos critérios pessoais e egocêntricos, principalmente no sintoma da designação retida indefinidamente, explicitamente concentrada na informação bipartida ou nos critérios do persecutório e visão do estratificado  pragmático, universo de significantes movidos pelo instante – o mesmo viés eleitoral – transitoriamente interligados por sucessivos afazeres executivos, tendo, em defasagem informativa, o modus operandi do impulso e  estratégia limitada a previsão do sentido único; lembranças se tornam releituras da memória a ponto de discuti-la em virtude do universo condicionado, compactado e setorizado como reflexo ao encadeamento cognitivo, catarse que intensifica estes mesmos fragmentos informativos pela reflexão probabilística e seus agrupamentos simpáticos ao motor significado. Esta mesma contaminação significada retida e revista pela memória fazem da histeria a noção exata – assim como o poder – de como o aprisionamento significante em motor e combustível de pragmatismo investe-se pelo tramite da descarga significada e deslocada todo excesso relegado ou omitido, forjado cognitivamente e manipulado pelo invasivo da compensação individual como liberdade ou libertinagem da reivindicação e direito adquirido; memórias se esquecem repentinamente seus precedentes midiáticos de não evidencia do fato, como também, pela saturação e descarte a propriedade do linchamento e da absolvição – intrínsecos – prometidos relevantes sustentados por contaminações opinativas e propensões sem o discernimento natural da capacidade de clareza e senso critico.
Mas, em se tratando do poder e suas similaridades – por mais dispares -, nota-se, portanto que, tanto a banalização cognitiva quanto o critério de interferência política comungam – em tese – com o universo estratégico que cada sujeito admite para si como vantagem subliminar e justificativa natural para pretender-se em exercício e apoderamento, como na imposição, forjando o seu instante de catarse na lucidez do jogo ou na submissão contextual em todo parâmetro que se segue explicitamente demarcado pelo controle ou distensão informativa; esquecer ou não Dilma Rousseff vale pelo processo de absorção factual, como pelo universo probabilístico interligado ao exercício do poder a enfática natural de mante-la sob judice ou, associá-la aos termos da vilania estratégica ou da comunhão em graus elevados com a marquetagem e improducentes exercícios econômicos. Vale também associar – pelo poder e o exercício do jogo – que os mesmos critérios de aplicação elementar valham para a eleição da câmara, desejosos instantâneos que se entrecruzam em probabilidades a nulidade ou evidencia de Rodrigo Maia, tanto quanto em Rogério Rosso e outros que ainda ajustam ao instante pretendido o rearranjo de forças nos critérios do poder em exata pulverização do ambiente; o que, por todo tempo, encontrou na alternativa do referido modelo político de Dilma Rousseff tem-se, a cada dois anos – tanto na câmara como no Brasil – a similaridade lúdica e sintética em que alguns submetem full time e outros utilizam acessoriamente como suporte do poder, em critérios elementares diferenciados – alguns pelo limite, outros como origem – determinando graus seletivos de exercício executivo à promessa e gerenciamento factual como saturação invasiva ou, como permissão e critério justificado. Possivelmente diferenciais, a imagem reflexiva a tão precoce distanciamento cognitivo se faça ajustado pela prevalência do jogo sobre o sujeito ou, do controle natural em que convivem tranquilamente os projetos executivos e a repercussão contextual – tudo junto -, em utópicos, mas não impossíveis conciliados do poder de fato ou de direito, propondo em distancia compatível que ora o sujeito sobressaia ou, em contrario, prevaleça a ordem contextual vigente; tanto o porvir da câmara dos deputados, como a reminiscência de Dilma Rousseff guardam  seus instantâneos exercícios no processo da aleatoriedade omitida probabilisticamente, em traduzidas sínteses de pulverização e ajuste sazonal. 
Histerias a parte, o exercício deste poder interligado e movido eleitoralmente reflete – em muito – o combustível brasileiro ajustado pelo pragmatismo e, com a naturalidade explicita da conveniência e vantagem, provavelmente aprisionada pelo entendimento bipartido que a natural percepção política nem disfarce mais o objetivo proposto como declara perceptivelmente a captação probabilística evidenciada prioritariamente como eixo ou estrutura partidária a luz da evidencia mantenedora dos atributos invasivos em pertinência procedimental e justificados anseios eleitorais: - o movimento eleitoral adaptado como poder e projeção tende naturalmente a distensão e compressão de exercício, principalmente a partir do poder pelo poder – melhor tradução eleitoral purista – contigenciando prognósticos e manobras e, visando o sentido único na formação de palanque como eixo e estrutura de convicção ou de oportunismo declarado; Dilma Rousseff pretendeu prioritariamente gerir pela lógica do laissez faire - não o do livre mercado -, mas da tradução literal que se movimenta probabilisticamente a importância do transitório e da relevância que – distanciada – revela-se um embuste de dimensões draconianas. Partindo do entendimento limitado, o modelo elementar exerceu suas prerrogativas visando naturalmente devolver a Lula a pretendida continuidade e preponderância, atribuindo estrategicamente a dimensão pelo encadeamento eleitoral nos 08 anos preconcebidos pela virtude do poder herdado e estilizado pela falta de experiência; a longa trajetória pretendida não se comportou no poder estabelecido, tornando submetido contextualmente, principalmente pelo formato pragmático e comprimido por reincidências e propensões midiáticas, o que estabeleceu a diferença e determinou-se fragmentado a lógica submetida por intrigas e disputas da melhor tradução de apreço ao butim e, provavelmente, o encastelado tratamento de resistência probabilística em teor e proximidade com o próprio estrangulamento político. Tratamento e combustível da armadilha, o estrangulamento possibilitado tornou-se providente na medida em que – unificado informativamente – atraiu a similaridade em condição banalizada de exercício e, provavelmente, compactou-se num só registro toda diferença contextual.

Determinar então pela aleatoriedade atribuída a eleição da câmara um padrão elementar de poder pode-se tornar redutivo e irrelevante a ponto de transformar em improviso uma qualidade política mantida como aceitável dentro dos prognósticos interpretados de possibilidades e conceitos de respeitabilidade; a inexistência ou omissão do intervalo de consideração transforma a ambigüidade num prognostico aceitável e justificado como tratamento equivalente de manobra tática, precedendo qualquer investida mais concreta a ponto de tornar inimaginável prognosticamente à preferência real das manifestações de acerto de bases parlamentares em estratificados parâmetros muito alem do proveito ideológico ou partidário. Os níveis de compactuação nestes substratos políticos revelam – alem do exagero pragmático – a volatilidade e transitoriedade dos que evidenciam como definitivo a obscuridade prognostica, em favor do tratamento da prevalência sobre a fragmentação e condição absoluta em que se interpretam investidas do poder pelo poder sem a nuance pretendida e, com a materialidade explicita da sobrevivência e da composição de forças. Estas utilidades ou consequencialidades promovem naturalmente uma espécie de poder gerencial brasileiro, identificando-se prioritariamente como favorecimento – composição política – por exercitar todo limite elementar pela similaridade ou contraposição – principio ou origem -, permitindo que sujeitos praticantes produzam em seus recursos ou impedimentos a materialidade que melhor se adéqüe em provocar o ambiente como convicção ou unificação informativa; a capacidade articulada que, por si só se compromete acessoriamente na qualificação política tramita prevalente em modelos pertinentes a unificação e distorção da possibilidade natural, propondo então que, em critério de poder, seja um atributo ao ciclo pertinente, mas, minorado, quando – em intertexto –planeje deixar inscrito seu nome na posteridade. A junção da manobra, a articulação e visão política comungam com condições de utopia e completude, sabendo que a fragmentação atribuída ao universo particular torna vultoso o pormenor, cujos valores agregam-se compatíveis ao tempo de permanência no poder, prometidos a estratégias que – aplicadas como empenho político – sintetizam-se contabilizadas por diletantes proveitos e determinados vagantes, contrários quando se movem alheios ao sentido empregado; considerados assim – tanto no processo eleitoral da câmara – como no jogo aplicado sob Dilma, à mesma face probabilística para o mesmo limite de saturação, tratáveis no curto espaço de dois anos aos quatro, providenciais e satisfatórios combustíveis do limite pretendido, tornando, a partir do segundo mandato – tanto de Dilma Rousseff, como no possível de Rodrigo Maria – sob o excedente discriminatório e, possível desgaste prenunciado. A descaracterização que se torna cabível aos ciclos probabilísticos formula – em explicitude – a possibilidade de reorientação tática, aquela mesma associada à articulação e manobra, provavelmente universos desejosos de poder e respeitabilidade, comungados e pretendidos como uma sublimação histórica, já que, no amiúde o pormenor vagueia no fisiologismo descarado, acelerador descendente de modelos políticos, como também, inversão e xeque-mate probabilístico; tanto em respeitabilidade, como em insuficiência, pretender-se existencialmente sobre a lógica política em tantos valores e ícones degradados torna inverossímil contrapor como relevante, principalmente quando – abaixo um pouco mais – encontre o tratamento de choque e, o prometido e eficaz resolvedor da prioridade política, REATIVAMENTE. 

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