Débâcle interessa a alguns e, vingativos
outros que, principalmente falando, aos que se especializam em transmitir reincidente
a tônica natural da especificidade, cujos e, omitidos limites, vaguem tresloucados
por adaptações narrativas a partir do jogo probabilístico e suas conjunções que
afetam uns em detrimento a outros, mas, principalmente quando armadilhas
explcitam-se entre a falta de alternativa e a necessidade expressiva dos que impõem
a si mesmo o rigoroso e ordeiro procedimento ajustado sobre o intermitente viés
probabilístico; vagando ainda ao sabor e continuidade de 2016, Lula e seus 05 inquéritos
admitem significadamente o que consta na economia com a queda surpresa dos
juros, a maior também nos 05 anos antecedentes, portanto, natural e similar que
a representação entenda factível administrar o jurisprudente percurso
presidencial quanto mais vermelho se transforme em MST ou, quando sindicatos
administrem palavras de ordem sistemáticas e esvaziadas neste mesmo significado
permutado entre a banalidade e ambigüidade, além da volatilidade exasperada dos
que transgridem naturalmente as equiparações elementares para viver simulando
entre o chiste o limite o que convém ao prazer do imediatismo, da visão intertextual
e de controle do tempo determinado. Alguns repetem como estratégia da saturação
sob a logística envelhecida e herdada de origens já adulteradas pelas
finalidades probabilísticas e sistemáticas; assim como os histéricos que
deformam a origem para somatizar sucessivamente os afetos e recalques, a perspectiva
significada de cada elemento vem distorcida quando apresenta – em origem – a adaptação
pelo atalho e, principalmente, a inversão programada a partir de uma verdade e
uma simulação. Na histeria, os afetos permitidos a partir do pai e mãe
distorcem pela inversão e prazer a identificação sexualizada e representada das
aparências e similaridades consentidas pelo filtro deste atalho em origem; para
a regularidade contextual, tal distorção representa já precocemente que o jogo probabilístico
sucumbiu e imperou sobre o sujeito, dispondo rigorosamente do discurso
alternado entre negação/aprovação e, principalmente, pela simulação atrelada a estratégias
equânimes a emblemática mistura de prazer e repetição, dentro da narrativa perecível
a progressivas armadilhas, conseqüentes vulnerabilidades ajustadas e
explicitadas como deformação do modelo elementar. Dentro do contexto político-social,
a intencionalidade expressa pela estrutura aqui arquitetada vem corroborar com
a necessidade e dependência midiática que Lula emprega espertamente como estratégia
de sobrevivência, utilizando e denegrindo a condição pela evidencia, viciado em
manchetes e pormenores que mais banalizam e irrelevam que, naturalmente, tendem
a consentir qualquer candidatura, já que, ambígua e relançada freqüentemente acabe
por estabelecer na suficiência a motivação das lutas estruturais sem, contudo,
aferir alguma praticidade eleitoral.
Mas, o que realmente importa
senão dissecar a ingerência significada dos que abusam indiscriminadamente e
indefinidos da adulteração e ambigüidade, considerando somente o significante (informação
psíquica) para múltiplas adaptações e utilidades forjadas e fragmentadas pela
recriação da irrelevância quando admitida por repetidas formulas vaguem
existenciais e acomodadas, apoderando da oscilação significada para administrar
pela facilidade o esforço equânime entre o prazer embutido e o descrédito contextual
típico de quem não se importa em definir elementarmente a correspondência entre
ato e imagem referente; a distorção em origem – assim como a histeria –
demonstra uma saturação precoce e uma omissão do limite para alongamentos
simulados, contidos entre o binômio do irrelevante/drástico a periculosidade
invasiva e ousadia dos vulneráveis. Naturalmente que, a partir da repetição se
tem o sintoma; obvio que repetições sobre o especifico proporcionam um natural
desgaste e, uma inversão do positivo para o negativo toda lógica de alongamento
existencial contido na omissão de parâmetros e gravidade, principalmente quando
a utilidade e consequencialidade imperam sobre o sujeito, decorrência do jogo probabilístico
e da vantagem proporcionada – correspondente ao grau de suficiência -,
demarcando estratificados o discutível valor do detalhe dentro da percepção
significada de cada individuo. A existencialidade – progressiva em relação à
quantidade elementar – se transforma no principal responsável pelo agravamento
do habito, em alguns casos, estrangulados por impedimentos subliminares e por obediências
perversas e discutíveis, progressivamente reduzindo a projeção do sujeito a um
amontoado de informações fragmentadas, tendo naturalmente evidenciadas
armadilhas incompatíveis com o esforço empregado a noção da dificuldade e da
banalidade associada ao mesmo nível de percepção; naturalmente que a distorção
da origem quando associada aos atalhos e simulações indeferem sujeitos e
banalizam personagens como se percebe agora o emblematicamente significado discurso
de Lula em diferentes locais e redutos, aparência de novidade envelhecida e de
desgaste permitido às condutas do vermelho e arbitrariedades proporcionadas
pelo vai e vem midiático, principal combustível do que restou estruturalmente
do PT na armadilha da necessidade/dependência diagnosticada pelo leitmotiv político/eleitoral
de Lula e, principalmente, dos que abastecem do ícone como fonte inesgotável na
explicita saturação elementar do modelo.
Herdar dos modelos limitados a sobrevivência
e, ao mesmo tempo, a atração pelo poder pode tornar ainda mais sintomático a partir
do desequilíbrio significado toda descrença e leviandade que nos mais graves
informativos os sujeitos encontrem no chiste a percepção definitiva de sabor enigmático
e eminência agravada pela cabulação do limite e, principalmente, pela sucessão
invasiva que estas perecíveis estruturas evocam em irresponsabilidade toda
motivação política que se delineia a cada necessidade de recomeço e repetição;
o estado ridículo que resulta dos excessos significados exibe explicitamente a descaracterização do valor e
a invasão do leviano para noções do jogo probabilístico, principalmente quando
detalhado a exaustão distanciem consideravelmente do contexto, naufragando em
especificidades e distorções, suscetíveis e impactadas por menores e
irrelevantes considerações. Existe também uma grande diferença intertextual que
se verifica a partir da noção significada, determinando diferentes esferas
perceptivas e estabelecendo pela realidade natural a projeção da visão
manipulada e alterada pelo pormenor probabilístico: 1 – a intertextualidade
vista sobre o contexto naturalmente evoca a previsão e definição terminante e
contornada pelo tempo e diagnostico que se confirma, em conseqüência; 2 –
quando sujeita ao contexto, a intertextualidade se limita e torna ambígua,
principalmente pela dependência probabilística atrelada a fragmentação
informativa, principal redutor e sujeição sistemática do ambiente provedor,
criando a noção de fraude e de falso por interpretar pela similaridade a dialética
– natural recurso da contradição -, resultando então num acidentado percurso
onde o negativo pode-se tornar positivo e vice-versa e, adaptando a facilidade
e esforço a discutíveis cargas de valor e repercussão contextual, portando, um
similar e um inverso coabitam naturalmente a percepção intertextual, propondo
que se defina o sujeito pelas preferências elementares e afeições por atalhos e
manipulações.
Uma natural virtude de toda resistência
e repetição do modelo elementar seria a retenção informativa ou previsões
antecipadas do tramite contextual a favor ou contrários, estabelecendo então
uma contundência oportuna à vantagem, principalmente se a fragmentação do ciclo
informativo estiver em consonância natural com a probabilidade do jogo e suas
implicações; partindo do pressuposto que a facilidade progressiva atraia a inércia
ou a minimização do esforço, a necessidade decorrente desta mesma resistência em
um lugar definido torna conflituosa e problemática a síntese ou tradução do sujeito
sob esta via de conclusão do personagem, talvez, em Lula se note claramente no
seu discurso o movimento e a imobilidade colidindo sistematicamente como um
atributo da resistência e desconstrução, estabelecendo sob a omissão do limite
informativo a descrição procedimental de um modelo envelhecido, aludindo
espertamente pelas estratégias de curto alcance muito natural nas esferas do
partido dos trabalhadores e, por reflexo, no seu mentor. Esta deformidade
significada atrelada a fragmentação informativa capacita naturalmente a irrelevância
correspondente dos que se justificam reincidentes e unificados, fluindo como
paridades deformadas e manipuláveis ao tratamento da simulação e da inesgotável
vantagem admitida ou forjada; para necessidades e dependências que se
estabelecem a partir do modelo e sua projeção sobre o outro a inversão da
imagem qualifica o atributo intertextual pela implementação utilitária e
viciada, cujos propósitos se encontram na origem adulterada e no reflexo
sistematizado ao limite e saturação decorrente. A distancia em tempo e
probabilidade conduz o sujeito ao equilíbrio entre o personagem e a precedência
individual, estabelecendo então a paridade e a propensão narrativa aos
proveitos e analises de consistência e cabimento informativo; todo este tempo
atrai a preponderância ou submissão ao jogo, tornando então característicos de
tal significado o grau de irrelevância e tradução enquanto projeção do sujeito
sobre o outro, resultando então naquela clássica inversão que torna a vantagem
o eixo intertextual quando produzido pelo sujeito a outrem ou quando estabelecido
especificamente como síntese. Desejar o especifico para receber o intertexto
consta nos confessionários de modelos saturados, principalmente quando movido
por fragmentos absolutos, tornando paradigmas de esforços e resultantes perspectivas
individuais, restritos a existencialidades e motivações constantes em redutos
de similaridade e reivindicativos a ponto de exercitarem ousadias, como também aglutinarem
resistente em seus nichos; para que Lula exercite o seu direito eleitoral para
2018, consta também que correspondente motivação e probabilidade partam de
origem diferente, ou seja, outro nome mais viável que não Lula, ao mesmo tempo,
necessário que se tenha direcional sobre o PT tal influencia probabilística norteada
em te-lo como candidato; dialético ou paradoxal, a formação sintética entre o
desgaste e a reincidência – alem das pesquisas de opinião – firma traduzir o
consorcio político em que se estrutura Lula e o PT e a gravidade de uma irreversível
saturação, avançando inexoravelmente sobre a insistência do mesmo lugar. Tanto
se pareça estratégica, quanto se especifique o desgaste, o nível significado de
tais investidas agora padece redutivamente na militância setorizada e simulada,
vermelhos produzidos pelo valor determinado e pela influencia que abastecem
vertentes e lógicas dos envolvidos em parcialidades e conceitos VOLUVEIS.
Nenhum comentário:
Postar um comentário