sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

PODER E OS MODELOS POLÍTICOS LIMITADOS

Débâcle interessa a alguns e, vingativos outros que, principalmente falando, aos que se especializam em transmitir reincidente a tônica natural da especificidade, cujos e, omitidos limites, vaguem tresloucados por adaptações narrativas a partir do jogo probabilístico e suas conjunções que afetam uns em detrimento a outros, mas, principalmente quando armadilhas explcitam-se entre a falta de alternativa e a necessidade expressiva dos que impõem a si mesmo o rigoroso e ordeiro procedimento ajustado sobre o intermitente viés probabilístico; vagando ainda ao sabor e continuidade de 2016, Lula e seus 05 inquéritos admitem significadamente o que consta na economia com a queda surpresa dos juros, a maior também nos 05 anos antecedentes, portanto, natural e similar que a representação entenda factível administrar o jurisprudente percurso presidencial quanto mais vermelho se transforme em MST ou, quando sindicatos administrem palavras de ordem sistemáticas e esvaziadas neste mesmo significado permutado entre a banalidade e ambigüidade, além da volatilidade exasperada dos que transgridem naturalmente as equiparações elementares para viver simulando entre o chiste o limite o que convém ao prazer do imediatismo, da visão intertextual e de controle do tempo determinado. Alguns repetem como estratégia da saturação sob a logística envelhecida e herdada de origens já adulteradas pelas finalidades probabilísticas e sistemáticas; assim como os histéricos que deformam a origem para somatizar sucessivamente os afetos e recalques, a perspectiva significada de cada elemento vem distorcida quando apresenta – em origem – a adaptação pelo atalho e, principalmente, a inversão programada a partir de uma verdade e uma simulação. Na histeria, os afetos permitidos a partir do pai e mãe distorcem pela inversão e prazer a identificação sexualizada e representada das aparências e similaridades consentidas pelo filtro deste atalho em origem; para a regularidade contextual, tal distorção representa já precocemente que o jogo probabilístico sucumbiu e imperou sobre o sujeito, dispondo rigorosamente do discurso alternado entre negação/aprovação e, principalmente, pela simulação atrelada a estratégias equânimes a emblemática mistura de prazer e repetição, dentro da narrativa perecível a progressivas armadilhas, conseqüentes vulnerabilidades ajustadas e explicitadas como deformação do modelo elementar. Dentro do contexto político-social, a intencionalidade expressa pela estrutura aqui arquitetada vem corroborar com a necessidade e dependência midiática que Lula emprega espertamente como estratégia de sobrevivência, utilizando e denegrindo a condição pela evidencia, viciado em manchetes e pormenores que mais banalizam e irrelevam que, naturalmente, tendem a consentir qualquer candidatura, já que, ambígua e relançada freqüentemente acabe por estabelecer na suficiência a motivação das lutas estruturais sem, contudo, aferir alguma praticidade eleitoral.
Mas, o que realmente importa senão dissecar a ingerência significada dos que abusam indiscriminadamente e indefinidos da adulteração e ambigüidade, considerando somente o significante (informação psíquica) para múltiplas adaptações e utilidades forjadas e fragmentadas pela recriação da irrelevância quando admitida por repetidas formulas vaguem existenciais e acomodadas, apoderando da oscilação significada para administrar pela facilidade o esforço equânime entre o prazer embutido e o descrédito contextual típico de quem não se importa em definir elementarmente a correspondência entre ato e imagem referente; a distorção em origem – assim como a histeria – demonstra uma saturação precoce e uma omissão do limite para alongamentos simulados, contidos entre o binômio do irrelevante/drástico a periculosidade invasiva e ousadia dos vulneráveis. Naturalmente que, a partir da repetição se tem o sintoma; obvio que repetições sobre o especifico proporcionam um natural desgaste e, uma inversão do positivo para o negativo toda lógica de alongamento existencial contido na omissão de parâmetros e gravidade, principalmente quando a utilidade e consequencialidade imperam sobre o sujeito, decorrência do jogo probabilístico e da vantagem proporcionada – correspondente ao grau de suficiência -, demarcando estratificados o discutível valor do detalhe dentro da percepção significada de cada individuo. A existencialidade – progressiva em relação à quantidade elementar – se transforma no principal responsável pelo agravamento do habito, em alguns casos, estrangulados por impedimentos subliminares e por obediências perversas e discutíveis, progressivamente reduzindo a projeção do sujeito a um amontoado de informações fragmentadas, tendo naturalmente evidenciadas armadilhas incompatíveis com o esforço empregado a noção da dificuldade e da banalidade associada ao mesmo nível de percepção; naturalmente que a distorção da origem quando associada aos atalhos e simulações indeferem sujeitos e banalizam personagens como se percebe agora o emblematicamente significado discurso de Lula em diferentes locais e redutos, aparência de novidade envelhecida e de desgaste permitido às condutas do vermelho e arbitrariedades proporcionadas pelo vai e vem midiático, principal combustível do que restou estruturalmente do PT na armadilha da necessidade/dependência diagnosticada pelo leitmotiv político/eleitoral de Lula e, principalmente, dos que abastecem do ícone como fonte inesgotável na explicita saturação elementar do modelo.  
Herdar dos modelos limitados a sobrevivência e, ao mesmo tempo, a atração pelo poder pode tornar ainda mais sintomático a partir do desequilíbrio significado toda descrença e leviandade que nos mais graves informativos os sujeitos encontrem no chiste a percepção definitiva de sabor enigmático e eminência agravada pela cabulação do limite e, principalmente, pela sucessão invasiva que estas perecíveis estruturas evocam em irresponsabilidade toda motivação política que se delineia a cada necessidade de recomeço e repetição; o estado ridículo que resulta dos excessos significados exibe  explicitamente a descaracterização do valor e a invasão do leviano para noções do jogo probabilístico, principalmente quando detalhado a exaustão distanciem consideravelmente do contexto, naufragando em especificidades e distorções, suscetíveis e impactadas por menores e irrelevantes considerações. Existe também uma grande diferença intertextual que se verifica a partir da noção significada, determinando diferentes esferas perceptivas e estabelecendo pela realidade natural a projeção da visão manipulada e alterada pelo pormenor probabilístico: 1 – a intertextualidade vista sobre o contexto naturalmente evoca a previsão e definição terminante e contornada pelo tempo e diagnostico que se confirma, em conseqüência; 2 – quando sujeita ao contexto, a intertextualidade se limita e torna ambígua, principalmente pela dependência probabilística atrelada a fragmentação informativa, principal redutor e sujeição sistemática do ambiente provedor, criando a noção de fraude e de falso por interpretar pela similaridade a dialética – natural recurso da contradição -, resultando então num acidentado percurso onde o negativo pode-se tornar positivo e vice-versa e, adaptando a facilidade e esforço a discutíveis cargas de valor e repercussão contextual, portando, um similar e um inverso coabitam naturalmente a percepção intertextual, propondo que se defina o sujeito pelas preferências elementares e afeições por atalhos e manipulações.

Uma natural virtude de toda resistência e repetição do modelo elementar seria a retenção informativa ou previsões antecipadas do tramite contextual a favor ou contrários, estabelecendo então uma contundência oportuna à vantagem, principalmente se a fragmentação do ciclo informativo estiver em consonância natural com a probabilidade do jogo e suas implicações; partindo do pressuposto que a facilidade progressiva atraia a inércia ou a minimização do esforço, a necessidade decorrente desta mesma resistência em um lugar definido torna conflituosa e problemática a síntese ou tradução do sujeito sob esta via de conclusão do personagem, talvez, em Lula se note claramente no seu discurso o movimento e a imobilidade colidindo sistematicamente como um atributo da resistência e desconstrução, estabelecendo sob a omissão do limite informativo a descrição procedimental de um modelo envelhecido, aludindo espertamente pelas estratégias de curto alcance muito natural nas esferas do partido dos trabalhadores e, por reflexo, no seu mentor. Esta deformidade significada atrelada a fragmentação informativa capacita naturalmente a irrelevância correspondente dos que se justificam reincidentes e unificados, fluindo como paridades deformadas e manipuláveis ao tratamento da simulação e da inesgotável vantagem admitida ou forjada; para necessidades e dependências que se estabelecem a partir do modelo e sua projeção sobre o outro a inversão da imagem qualifica o atributo intertextual pela implementação utilitária e viciada, cujos propósitos se encontram na origem adulterada e no reflexo sistematizado ao limite e saturação decorrente. A distancia em tempo e probabilidade conduz o sujeito ao equilíbrio entre o personagem e a precedência individual, estabelecendo então a paridade e a propensão narrativa aos proveitos e analises de consistência e cabimento informativo; todo este tempo atrai a preponderância ou submissão ao jogo, tornando então característicos de tal significado o grau de irrelevância e tradução enquanto projeção do sujeito sobre o outro, resultando então naquela clássica inversão que torna a vantagem o eixo intertextual quando produzido pelo sujeito a outrem ou quando estabelecido especificamente como síntese. Desejar o especifico para receber o intertexto consta nos confessionários de modelos saturados, principalmente quando movido por fragmentos absolutos, tornando paradigmas de esforços e resultantes perspectivas individuais, restritos a existencialidades e motivações constantes em redutos de similaridade e reivindicativos a ponto de exercitarem ousadias, como também aglutinarem resistente em seus nichos; para que Lula exercite o seu direito eleitoral para 2018, consta também que correspondente motivação e probabilidade partam de origem diferente, ou seja, outro nome mais viável que não Lula, ao mesmo tempo, necessário que se tenha direcional sobre o PT tal influencia probabilística norteada em te-lo como candidato; dialético ou paradoxal, a formação sintética entre o desgaste e a reincidência – alem das pesquisas de opinião – firma traduzir o consorcio político em que se estrutura Lula e o PT e a gravidade de uma irreversível saturação, avançando inexoravelmente sobre a insistência do mesmo lugar. Tanto se pareça estratégica, quanto se especifique o desgaste, o nível significado de tais investidas agora padece redutivamente na militância setorizada e simulada, vermelhos produzidos pelo valor determinado e pela influencia que abastecem vertentes e lógicas dos envolvidos em parcialidades e conceitos VOLUVEIS.

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