sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

GARANTIAS TÁTICAS DA HIPOTESE E DA DÚVIDA

Dependências procedimentais ligadas ao jogo probabilístico normalmente acatam uma distancia prognostica relativa ao objeto referente impresso, estrategicamente, a sua lógica especifica referente às multiplicidades minoradas da expectativa reescrita pelo cenário dimensionado. Possivelmente, na atual circunstancia, a visão política do poder continua sobrepondo enfaticamente a economia e o que – antes – explicitava tal conduta, agora, pela necessidade contaminada e determinada pelo jogo político suas relações de ambigüidade narrativa vicejam associações similares em conseqüência das estratégias de curto alcance – defeito probabilístico do modelo -, impactados sobre suficiências restritivas ao modo operacional de prover respectivos resultados. Em decorrência do imperativo político sobre a economia, invertidos preceitos estruturais se tornaram comuns ao artificialismo declarado das medidas instituídas sobre conseqüente recessão orçamentária, possivelmente pensada sobre sínteses afetadas por limitações muito evidentes, principalmente nas estratégias funcionais, como, por exemplo, o “mais médicos” e o apelo associativo de marketing político assimilado pelas vantagens administradas em conjunção financeira de resultados localizados à estrutura descabida da saúde em geral e, como resposta às manifestações de 2013. Esta maneira política de entender estratégias congrega alternativas do jogo de probabilidades, determinando a sua analogia centrada em tratar tudo pelo mesmo artifício restrito, também, na economia sua repetição demonstra claramente que tal direcionamento exacerbe o lado político, tanto pela interpretação que se faz do modelo, como da adaptação que se pretende no uso cíclico da informação em proveito e vantagens distorcidas das variantes especificas de tratamento reincidente. De antemão, o destino da “nova matriz econômica” sinalizada pelo governo no primeiro mandato instituído pelo “Triplo C” (consumo, credito classe) como adaptação à vitrine política implementada a cabo do tratamento estrutural de aproveitamento, para alongar ou delimitar a sua expectativa econômica de resultados; tais medidas se fizeram superficiais, justamente pelo tratamento cosmético de delimitar muito baixo a renda da classe C, determinando um avanço que na pratica serviu a especulação desenfreada para distorções do credito situado entre o avanço do consumo e a precocidade da saturação.
Provavelmente que esta reação estimulada do consumo não se repita, principalmente, depois das seqüelas administradas pela saturação do credito e sua reincidência, agora, revista sob expectativa recessiva e, sobre hesitações inversas a este estimulo incensado pela criativa combinação de subsídios com as limitações exacerbadas da renda do trabalhador comum. Ou seja, o mesmo tratamento, subsidiado ou não, encontra uma deterioração avançada da expectativa para estímulos que agora não encontram eco suficiente para tais prognósticos redirecionais. O fato de injeção de credito na economia, agora revisitado em diferentes parâmetros, passa do determinismo a duvida e hesitação, principalmente em virtude do cenário nebuloso e indeterminado sobre este mesmo limite político instituído por estratégias facilitadoras e imediatas. A própria distorção prognostica da política sobre a economia impõe ao modelo de poder uma lógica perversa de direcionamento, já que unilateralmente visto como um estado de benesses sofra incontundencias quando ajusta a facilidade populista aos tramites da realidade cotidiana. Por outro lado, a limitação de renda determinada à classe C serviu a senhores distintos de um mesmo perfil empresarial, principalmente pela descoberta do consumo em meio a facilidades e valorizações, tudo permeado pela especulação deslavada tanto em proeminências governamentais como em todos os segmentos que usufruíram deste estimulo e propensão. Fugaz como uma estratégia de marketing, a reorganização do consumo agora resiste às tentações da auto-ajuda, forçados a quitar seqüelas desta ficção, realidade demonstrada bruscamente pela rápida deterioração da economia e, principalmente, pela credibilidade minada por expectativas inconclusivas e comprometimentos excedentes a este determinado limite de renda. Com as atuais exigências para créditos, principalmente dos bancos que mais lucram com a atual crise, mesmo tentando atender a expectativa do governo de quebrar o ciclo recessivo, tais dificuldades aumentadas arrefeçam precipitados a este novo cenário. Politicamente pensando a economia, o estimulo proposto vai de encontro a uma imensa defasagem contrafeita do contexto reivindicativo, principalmente em questões onde o abuso simulado das estratégias do marketing político cobre suas faturas no quesito principal, senão a falta de credibilidade na narrativa do poder. Tal falha se encontra na limitação do modelo em adaptar ao oscilante discurso sazonal, indeterminado pela ausência de um projeto político-econômico e, principalmente, pela irrelevância exagerada contida no modus operandi.
Em resposta a esta limitação opta-se pela reincidência, agravados pela adaptação do ajuste às novas perspectivas, provavelmente facilitados à distorção e ao desequilíbrio propiciado pela imposição do negativo agravado em realinhamento contextual de inversão. Provavelmente, uma diferença informativa, também financeira, já que a política em sobreposição contamina discursos direcionais em lógicas agregadas a vantagens especulativas. Mais o que impede ou se cria em duvida a este pacote de reativação econômica senão a deficiência lógica do modelo de poder centralizador e recessivo, ancorado por verdades absolutas e que, neste momento, coabita com as sucessivas fragmentações de analise e resultados cada vez mais restritos a sua capacidade suficiente de inversão. Principalmente se levarmos em conta que a restrição exposta e conferida a toda hora pela população comum, tenha no prognostico recessivo da impopularidade a visão discordante sobre a pretensão econômica de reversão pelas sucessivas perdas informativas associadas ao destrato abusivo da simulação, principalmente distorcidas pelo essencial tratamento interativo da facilidade e recessão explicita da favorabilidade resultante. Sucessivas perdas informativas acumulam uma visão de descrédito, principalmente estimuladas pelo contraponto do irrelevante/drástico, resumo análogo e distorcido de um vasto excedente reivindicativo e mordaz, contraponto que, por um lado, facilita enormemente o exercício do poder, por outro lado, seqüela pela valorização expressiva do irrelevante, principalmente se for acompanhado de “ousadias” sobre insustentações previsíveis. A reativação economica agora tentada, no maximo, pode diminuir o resultado negativo justificado pelo FMI para 2016, porem, dependentes do mercado externo e dos preços das comodites desvalorizadas e sujeitas a desacelerações exportadas e outras intempéries direcionais.

Unidades cíclicas viciadas no mesmo modus operandi sinalizam-se arrefecidas aos subseqüentes impactos e tentativas de inversão; tendo este mote como premissa se cria hipóteses decorrentes em minimização expectativa, também, do aumento contrafeito em reivindicação a realidade prognostica. O governo necessita deste mesmo trabalhador que antes consumia e que, agora, provavelmente se encontra desempregado ou com dividas a quitar – justificativa negativada -, adornados pela desconfiança no modelo de poder e, em tentativa cabulada de se tornar inserido nesta mesma hipótese de tratamento superficial e, determinado ao tempo de aproveitamento. Analisando também que os créditos das “despedaladas” quitadas em 2015 alimentem novamente este estimulo, sabe-se de antemão que as reservas do tesouro se tornaram diminuídas em função de uma desorganização orçamentária vivida dentro do tempo lógico da credibilidade e de sua inversão, produzindo outro ciclo alimentado pelo viés negativo do desperdício informativo e econômico, tudo em função do jogo político e suas pretensões literais do poder pelo poder. A defasagem na quitação das pedaladas transformadas novamente em credito possibilita então associar o primeiro mandato a esta perspectiva de 2016, alimentando então um possível desequilíbrio neste contraponto de regularidade procedimental disposto aos ciclos viciados de reinserção informativa e analise comparativa. Se, por acaso, usarem o desequilíbrio especulativo das pedaladas para reinvestimentos, tal aproveitamento sinaliza que um imbróglio sobre esta vertente negativada e invertida produzirá seu desequilíbrio sobre o hiato no qual a economia situa a pretensão reorganizadora, do contexto e seu rigor procedimental e sistemático de analise. Por esta vertente, considerada em virtude da limitação do modelo em reagir intertextualmente, possivelmente pela restrição abusiva das estratégias políticas e, também, o desconhecimento ou desconsideração do deslocamento ou movimento feito pelo contexto. Assim, entre lógicas e probabilidades esta tentativa de retomada vem contaminada pelo jogo probabilístico e, pela continuidade alternativa do primeiro mandato; se a pretensão estendida a favorabilidade deste trabalhador que perdeu o emprego, existe uma contradição muito evidente, já que bancos e empresários, aos quais estas alternativas do credito favoreçam, mesmo com juros menores e, se subsidiado ou não, se tem agora um imbróglio muito maior para uma repetição ainda menos subsidiada que no primeiro mandato. Os critérios admitidos em volume financeiro diluíram-se sobre impedimentos contextuais, independentes do estimulo ao consumo se faça como alternativa a ser considerada, principalmente pelo aspecto restritivo que o próprio credito instituiu, também, como uma alternativa pouco atrativa do modelo viciado ciclicamente no ‘Triplo C          “ de reativação, associando possíveis atalhos e manobras ao costume simulado de redimensionamento. Consideradas hipóteses, tais investidas diluídas num prognostico anual de inversão conta também com urgências pontuais dependentes do congresso, outro impedimento que afasta a perspectiva de inversão ao desequilíbrio e deterioração costumeira, impulsionados pela inflação e outros entraves SAZONAIS.. 

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