Dependências procedimentais ligadas ao jogo probabilístico normalmente
acatam uma distancia prognostica relativa ao objeto referente impresso, estrategicamente, a sua lógica especifica
referente às multiplicidades minoradas da expectativa reescrita pelo cenário
dimensionado. Possivelmente, na atual circunstancia, a visão política do poder continua sobrepondo enfaticamente a economia e o que – antes – explicitava tal
conduta, agora, pela necessidade contaminada e determinada pelo jogo político suas
relações de ambigüidade narrativa vicejam
associações similares em conseqüência das estratégias de curto alcance –
defeito probabilístico do modelo -, impactados sobre suficiências restritivas
ao modo operacional de prover respectivos resultados.
Em decorrência do imperativo político sobre a economia, invertidos preceitos
estruturais se tornaram comuns ao artificialismo declarado das medidas instituídas
sobre conseqüente recessão orçamentária, possivelmente pensada sobre sínteses
afetadas por limitações muito evidentes, principalmente nas estratégias
funcionais, como, por exemplo, o “mais
médicos” e o apelo associativo de marketing político assimilado pelas vantagens administradas em conjunção
financeira de resultados localizados à estrutura descabida da saúde em geral e, como resposta às
manifestações de 2013. Esta maneira política de entender estratégias congrega
alternativas do jogo de probabilidades, determinando a sua analogia centrada em tratar tudo pelo mesmo artifício restrito, também,
na economia sua repetição demonstra claramente que tal direcionamento exacerbe
o lado político, tanto pela interpretação que se faz do modelo, como da adaptação
que se pretende no uso cíclico da
informação em proveito e vantagens distorcidas das variantes especificas de
tratamento reincidente. De antemão, o destino da “nova matriz econômica” sinalizada pelo governo no primeiro mandato instituído
pelo “Triplo C” (consumo, credito
classe) como adaptação à vitrine política implementada a cabo do tratamento
estrutural de aproveitamento, para alongar ou delimitar a sua expectativa econômica
de resultados; tais medidas se fizeram superficiais, justamente pelo tratamento
cosmético de delimitar muito baixo a
renda da classe C, determinando um
avanço que na pratica serviu a especulação desenfreada para distorções do
credito situado entre o avanço do consumo e a precocidade da saturação.
Provavelmente que esta reação
estimulada do consumo não se repita, principalmente, depois das seqüelas administradas
pela saturação do credito e sua reincidência, agora, revista sob expectativa
recessiva e, sobre hesitações inversas a este estimulo incensado pela criativa
combinação de subsídios com as limitações exacerbadas da renda do trabalhador
comum. Ou seja, o mesmo tratamento, subsidiado ou não, encontra uma
deterioração avançada da expectativa para estímulos que agora não encontram eco suficiente para tais prognósticos redirecionais.
O fato de injeção de credito na
economia, agora revisitado em diferentes parâmetros, passa do determinismo a
duvida e hesitação, principalmente
em virtude do cenário nebuloso e indeterminado sobre este mesmo limite político
instituído por estratégias facilitadoras e imediatas. A própria distorção
prognostica da política sobre a economia impõe ao modelo de poder uma lógica perversa de direcionamento, já que
unilateralmente visto como um estado de benesses sofra incontundencias quando
ajusta a facilidade populista aos tramites da realidade cotidiana. Por outro
lado, a limitação de renda determinada à classe C serviu a senhores distintos de
um mesmo perfil empresarial, principalmente pela descoberta do consumo em meio
a facilidades e valorizações, tudo permeado pela especulação deslavada tanto em
proeminências governamentais como em todos os segmentos que usufruíram deste
estimulo e propensão. Fugaz como uma estratégia de marketing, a reorganização
do consumo agora resiste às tentações da auto-ajuda,
forçados a quitar seqüelas desta ficção, realidade demonstrada bruscamente pela
rápida deterioração da economia e, principalmente, pela credibilidade minada
por expectativas inconclusivas e comprometimentos excedentes a este determinado
limite de renda. Com as atuais exigências para créditos, principalmente dos
bancos que mais lucram com a atual crise, mesmo tentando atender a expectativa
do governo de quebrar o ciclo recessivo, tais dificuldades aumentadas arrefeçam
precipitados a este novo cenário. Politicamente pensando a economia, o estimulo
proposto vai de encontro a uma imensa defasagem contrafeita do contexto
reivindicativo, principalmente em questões onde o abuso simulado das
estratégias do marketing político cobre suas faturas no quesito principal,
senão a falta de credibilidade na narrativa do poder. Tal falha se encontra na
limitação do modelo em adaptar ao oscilante discurso sazonal, indeterminado
pela ausência de um projeto político-econômico e, principalmente, pela irrelevância
exagerada contida no modus operandi.
Em resposta a esta limitação
opta-se pela reincidência, agravados pela adaptação do ajuste às novas
perspectivas, provavelmente facilitados à distorção e ao desequilíbrio propiciado
pela imposição do negativo agravado em realinhamento contextual de inversão. Provavelmente,
uma diferença informativa, também financeira, já que a política em sobreposição
contamina discursos direcionais em lógicas agregadas a vantagens especulativas.
Mais o que impede ou se cria em duvida a este pacote de reativação econômica
senão a deficiência lógica do modelo de poder centralizador e recessivo,
ancorado por verdades absolutas e que, neste momento, coabita com as sucessivas
fragmentações de analise e resultados cada vez mais restritos a sua capacidade suficiente
de inversão. Principalmente se levarmos em conta que a restrição exposta e
conferida a toda hora pela população comum, tenha no prognostico recessivo da impopularidade a visão discordante
sobre a pretensão econômica de reversão pelas sucessivas perdas informativas
associadas ao destrato abusivo da simulação, principalmente distorcidas pelo essencial
tratamento interativo da facilidade e recessão explicita da favorabilidade
resultante. Sucessivas perdas informativas acumulam uma visão de descrédito,
principalmente estimuladas pelo contraponto do irrelevante/drástico, resumo análogo e distorcido de um vasto
excedente reivindicativo e mordaz, contraponto que, por um lado, facilita
enormemente o exercício do poder, por outro lado, seqüela pela valorização
expressiva do irrelevante, principalmente se for acompanhado de “ousadias” sobre insustentações previsíveis.
A reativação economica agora tentada, no maximo, pode diminuir o resultado
negativo justificado pelo FMI para 2016,
porem, dependentes do mercado externo e dos preços das comodites desvalorizadas e sujeitas a desacelerações exportadas e
outras intempéries direcionais.
Unidades cíclicas viciadas no
mesmo modus operandi sinalizam-se arrefecidas aos subseqüentes impactos e
tentativas de inversão; tendo este mote como premissa se cria hipóteses decorrentes
em minimização expectativa, também, do aumento contrafeito em reivindicação a
realidade prognostica. O governo necessita deste mesmo trabalhador que antes
consumia e que, agora, provavelmente se encontra desempregado ou com dividas a
quitar – justificativa negativada -, adornados pela desconfiança no modelo de
poder e, em tentativa cabulada de se tornar inserido nesta mesma hipótese de
tratamento superficial e, determinado ao tempo de aproveitamento. Analisando também
que os créditos das “despedaladas”
quitadas em 2015 alimentem novamente este estimulo, sabe-se de antemão que as
reservas do tesouro se tornaram diminuídas em função de uma desorganização orçamentária
vivida dentro do tempo lógico da credibilidade e de sua inversão, produzindo
outro ciclo alimentado pelo viés negativo do desperdício informativo e econômico,
tudo em função do jogo político e suas pretensões literais do poder pelo poder.
A defasagem na quitação das pedaladas transformadas novamente em credito
possibilita então associar o primeiro mandato a esta perspectiva de 2016,
alimentando então um possível desequilíbrio neste contraponto de regularidade
procedimental disposto aos ciclos viciados de reinserção informativa e analise
comparativa. Se, por acaso, usarem o desequilíbrio especulativo das pedaladas para reinvestimentos, tal
aproveitamento sinaliza que um imbróglio sobre esta vertente negativada e
invertida produzirá seu desequilíbrio sobre o hiato no qual a economia situa a
pretensão reorganizadora, do contexto e seu rigor procedimental e sistemático de
analise. Por esta vertente, considerada em virtude da limitação do modelo em
reagir intertextualmente, possivelmente pela restrição abusiva das estratégias políticas
e, também, o desconhecimento ou desconsideração do deslocamento ou movimento
feito pelo contexto. Assim, entre lógicas e probabilidades esta tentativa de retomada
vem contaminada pelo jogo probabilístico e, pela continuidade alternativa do
primeiro mandato; se a pretensão estendida a favorabilidade deste trabalhador
que perdeu o emprego, existe uma contradição muito evidente, já que bancos e empresários,
aos quais estas alternativas do credito favoreçam, mesmo com juros menores e,
se subsidiado ou não, se tem agora um imbróglio muito maior para uma repetição
ainda menos subsidiada que no primeiro mandato. Os critérios admitidos em volume
financeiro diluíram-se sobre impedimentos contextuais, independentes do
estimulo ao consumo se faça como alternativa a ser considerada, principalmente
pelo aspecto restritivo que o próprio credito instituiu, também, como uma
alternativa pouco atrativa do modelo viciado ciclicamente no ‘Triplo C “
de reativação, associando possíveis atalhos e manobras ao costume simulado de redimensionamento.
Consideradas hipóteses, tais investidas diluídas num prognostico anual de
inversão conta também com urgências pontuais dependentes do congresso, outro
impedimento que afasta a perspectiva de inversão ao desequilíbrio e
deterioração costumeira, impulsionados pela inflação e outros entraves SAZONAIS..
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