quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

O JOGO(295) LITERALIDADES DÍSPARES DO PODER

Um prognostico hiper-realista, mais, há muito propalado por este blog, se da conta – pelo FMI – do tamanho da gravidade econômica arquitetada domesticamente e, seus respingos alongados até 2018. Só mesmo uma realidade contundente se prevê uma recessão de 3,5% em 2016, crescimento zero em 2017, para, em 2018 inverter-se pela lógica prognostica e cíclica da combinação do hiato negativado com a inconseqüência criativa impactada sobre o tramite legal das expectativas. Naturalmente que, cenários podem se tornar passíveis de intervenção e até de inversão da expectativa, porem, em se tratando do atual modelo de poder tal hipótese viceja como uma longínqua miragem, numa pretensão sobre a expressiva limitação prognostica aplicada sistematicamente sobre restrições probabilísticas empenhadas pela simples repetição, primazia dos precipitados e favorecidos atalhos, alem outras nuances bastantes duvidosas de entender politicamente a economia. Todo excedente relegado em favor da instantaneidade resolutiva tem como resultado retornar mais contundente e verídico, aleatoriamente impactando sobre associações permitidas e sugestionáveis em visão periférica sequelada pela progressiva limitação da expectativa e, uso indiscriminado da fragmentação intertextual promovida pela informação conseqüente; tal perda de visão macroeconômica ou sua previsível distorção evoca uma probabilidade leviana e, de dependência literal da reincidência nos resultados cada vez mais prementes. Assim, o excedente relegado do ajuste econômico superficial e limitado pelo tempo diagnóstico retorna sobre os cortes admitidos, provocando outras necessidades em conseqüências mais drásticas e autoritárias, forçando todo cenário a pretensão reativa de acerto daquilo que foi relegado. Um erro acontece nesta tentativa de retomada do crescimento utilizando medidas perecíveis e limitadas, criando a tese da premência a qualquer custo e excedendo noutros diagnósticos para subseqüências de outros tempos e localidades; se tem então uma recessão em 2016, nulidade prognostica subseqüente e uma imposição bastante rigorosa e determinada daquela diferença entre o modelo de poder e o contexto probabilístico. Por estas e por outras que o ciclo econômico quando sujeito a atalhos e manobras justifica-se pelo tempo regulamentar e linear de contraposição informativa, alongados ao acerto excedente e relegados pelo limite do modelo.   
Mais que uma possibilidade aleatória, a probabilidade decorrente da alteração em origem prognosticada economicamente em 2010, justifica-se tal alteração cíclica ao excedente sistemático intencionado pelo desleixo estratégico nos acabamentos duvidosos impressos como conseqüência regulamentar e, suas inconseqüências prognosticas advindas da restrição elementar do modelo em questão. É bom explicitar que a dependência por facilidades e saídas criativas se tornou a marca mais incisiva e prognostica de pensar politicamente e economicamente o Brasil, sabendo ou desconhecendo que todo arsenal populista de benefícios sociais voltou como excesso e aparelhamento sobre caricaturas cada vez mais evidentes de sobrevivências nuas e cruas. As progressivas recessões informativas, como os ambientes onde repetições desconhecem diferenças contextuais de adaptação, fazem do modelo de poder uma suficiência bastante distorcida de resultado representativo, criando então seu excedente associado por irresponsabilidades concernentes a limitação resultante desta diminuição progressiva da probabilidade, para multiplicidades inversivas e intertextuais. Pela lógica, mesmo considerando a crise política como catalisador destorcido da realidade econômica, a própria seqüência unilateral exibida no primeiro mandato numa reincidente adulteração e inconseqüência econômica revela que, o acerto prognostico para tal realidade cumprirá o mesmo tempo com a mesma lógica procedimental, conseqüência da origem distorcida e pretensamente propalada em favor da popularidade pura e simples. Analisando por este ângulo, vale lembrar que, antes da atual crise política o congresso cumpria fidedigno toda relação regimentar, aprovando sistematicamente todas as medidas entronizadas neste modelo de coalização, mesmo com os sinais econômicos atropelados e manipulados por esta mesma transitoriedade imediatista que agora, reascendidos sobre um contexto bastante diferente, se torna explicitado pela inconseqüência eleitoral de pretensão. Só mesmo uma previsão externa para impor a leitura intertextual sobre o desmazelo e premência econômica exercitada até aqui, se valendo de uma progressiva deterioração que, por aqui, submetem toda relação fragmentada ao aprofundamento gradual das expectativas e, a restrição progressiva sobre um vasto excedente imperativo e ruidoso, rondando autoritário sobre as mazelas e atalhos de facilidade conclusiva. O cenário de expressiva fragmentação político-econômica aprofunda e irreleva o contexto circundante à medida que a multiplicidade probabilística encontra uma redução progressiva, tornando transitório e existencial toda drasticidade empenhada e admitida prognosticamente
Haverá sempre uma diferença entre o modelo de poder e o contexto em vulnerabilidade expressiva e continuo desgaste, entre o que permite a vontade autoritária e fidedigna, da relação dialética proposta pela interpretação contraposta e probabilística da realidade em movimento. O limite expresso e alongado artificialmente a partir do segundo mandato vem sinalizar que a inviabilidade assertiva da fragmentação política associada a rompantes de soberba e inexperiência tática encontrou um hiato indefinido por onde a reação prognostica naufraga recessiva sobre o tempo regulamentar. Em hipótese, a resistência do modelo pelo tratamento superficial, tanto na política, como na economia, fazem do aprofundamento da crise o seu contraponto realista de rigor e contundência explicita; ou seja, mais uma vez o irrelevante/drástico do costume habitual sobre efusivas repetições esvaziadas contextualmente revelam que, agora, a necessidade reincidente de reaplicação de medidas sazonais ficou maior que o prognostico estrutural e, como conseqüência, a volta dos créditos e outros tapa buracos para complementar o ciclo econômico procedimental e rigoroso entendimento de reação e prognostico. Não esperem que as alternativas implementadas transitoriamente escondam a gravidade estrutural e necessária ressignificação do modelo e sua deterioração, mesmo que simulações e artifícios empenhem em mascarar a realidade, já que sobre o excedente toda negação atribuída ao respectivo tempo vai cedendo às prerrogativas usuais de alternância contextuais, provavelmente alongadas desnecessariamente até 2018 e, justificados pelo aprofundamento da fragmentação político-econômica contida e restrita ao modelo de poder.

Depois da declaração de Rui Falcão sobre o manifesto dos abastados advogados contra a lava jato, há de se perguntar em silencio existencial qual o direcionamento proposto às expectativas do PT como principal fiador do modelo de poder em questão. Que a lava jato incomoda muita gente já se sabe há muito, porem, entronizadas pelo manifesto desconcertante pode insuflar, a partir de agora, as conseqüências interativas do contraponto entre o simulado e o verídico como sustentáculo e, às provas como realidade probabilística e sistemática. Tal contradição a solidez implementada pelas delações só demonstra que os resistentes se tornaram caricaturas ultrapassadas e individualizadas, movidas pelo lucro fácil e pela alternativa da vontade e autoridade, leitmotiv de quem exerce a soberba em lugar da informação pura e simples. Este tipo de raciocínio, alem da limitação e justificativa do jogo pelo jogo ambiciona um valor inexistente para um contexto suprimido e condicionado às imagens contundentes da realidade explicita. As estratégias movidas pelo modelo de poder contrapõem-se a esta entonação verídica de reposição de valores e adaptação de equilíbrios antes tratados pela alternativa irrelevante e pelo destrato, comuns a quem exerce o poder restrito sobre discutíveis relevâncias e cenários associados ao mercado especulativo. Fica difícil compreender o ambiente político em alternativas onde denunciantes e denunciados pululam aqui e ali, providos de justificativas bastante inverossímeis para um contraste bastante explicito de valor e justificativa. Em restrições e limites que expressam a saturação evidente do modelo em questão, a crise político-econômica reorganiza sobre a catarse sua lógica, senão o redirecionamento total, talvez, em origem revisitada e adaptação estrutural para outras realidades projetas muito alem desta degeneração inconfessável e, noutras perspectivas. Iniciadas no processo de desconstrução do modelo e seu valor progressivo do esforço esfacelado sob restrições cada vez mais elevadas e expectativas que, muito alem do impedimento, se mostrem saturadas pelo modus operandi sistemático sobre alternativas manjadas e obsoletas, seqüenciando invisibilidades perigosas em todo substrato decorrente da fragmentação, aos intercursos e usos especificados de tratamento e suficiência. A conseqüência deste desgaste vem da diminuição do poder ao tratamento irrelevante e caricatural, provavelmente restrito a multiplicidades direcionais, avançando sobre expectativas menores e intermitentes, aprofundando e restringindo a suficiencia ao sabor das viabilidades propensas e ao canibalismo grosseiro de interpretar a vantagem pura e simples. O resultado naturalmente de toda saturação do modelo senão a imposição do interesse discutível e da autoridade argumentada entre a invasão informativa e o acinte elevado nesta fase de interpretação, sendo que qualquer poder se torna testado e reivindicado, portanto, falando sobre fragmentações e alternâncias entrecortadas sobre viabilidades e inoperâncias resultantes, valendo-se de artifícios narrativos discordados vivamente e questionados mesmo quando se interpretam sobre aparente honestidade. O limite ai – expresso pelo FMI – adapta o Brasil na sua desconstrução mundial e não somente nestas picuinhas domesticas ligadas a indefinições e urgências de TRATAMENTO.    

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