Um prognostico hiper-realista, mais, há muito propalado
por este blog, se da conta – pelo FMI – do tamanho da gravidade econômica
arquitetada domesticamente e, seus respingos alongados até 2018. Só mesmo uma
realidade contundente se prevê uma recessão de 3,5% em 2016, crescimento zero
em 2017, para, em 2018 inverter-se pela lógica prognostica e cíclica da
combinação do hiato negativado com a inconseqüência criativa impactada sobre o
tramite legal das expectativas. Naturalmente que, cenários podem se tornar passíveis
de intervenção e até de inversão da expectativa, porem, em se tratando do atual
modelo de poder tal hipótese viceja
como uma longínqua miragem, numa pretensão sobre a expressiva limitação
prognostica aplicada sistematicamente sobre restrições probabilísticas empenhadas
pela simples repetição, primazia dos precipitados e favorecidos atalhos, alem outras
nuances bastantes duvidosas de entender politicamente a economia. Todo excedente relegado em favor da instantaneidade
resolutiva tem como resultado retornar mais contundente e verídico,
aleatoriamente impactando sobre associações permitidas e sugestionáveis em
visão periférica sequelada pela progressiva limitação da expectativa e, uso
indiscriminado da fragmentação
intertextual promovida pela informação conseqüente; tal perda de visão macroeconômica ou sua previsível distorção
evoca uma probabilidade leviana e, de dependência literal da reincidência nos
resultados cada vez mais prementes. Assim, o excedente relegado do ajuste econômico
superficial e limitado pelo tempo
diagnóstico retorna sobre os cortes admitidos, provocando outras necessidades em
conseqüências mais drásticas e autoritárias, forçando todo cenário a pretensão
reativa de acerto daquilo que foi relegado. Um erro acontece nesta tentativa de
retomada do crescimento utilizando
medidas perecíveis e limitadas, criando a tese da premência a qualquer custo e
excedendo noutros diagnósticos para subseqüências de outros tempos e
localidades; se tem então uma recessão em 2016, nulidade prognostica subseqüente
e uma imposição bastante rigorosa e determinada daquela diferença entre o
modelo de poder e o contexto probabilístico. Por estas e por outras que o ciclo econômico quando sujeito a
atalhos e manobras justifica-se pelo tempo regulamentar e linear de
contraposição informativa, alongados ao acerto excedente e relegados pelo
limite do modelo.
Mais que uma possibilidade aleatória,
a probabilidade decorrente da alteração em origem
prognosticada economicamente em 2010, justifica-se tal alteração cíclica ao
excedente sistemático intencionado pelo desleixo estratégico nos acabamentos
duvidosos impressos como conseqüência regulamentar e, suas inconseqüências prognosticas
advindas da restrição elementar do modelo em questão. É bom explicitar que a dependência
por facilidades e saídas criativas
se tornou a marca mais incisiva e prognostica de pensar politicamente e
economicamente o Brasil, sabendo ou
desconhecendo que todo arsenal populista de benefícios sociais voltou como
excesso e aparelhamento sobre caricaturas cada vez mais evidentes de sobrevivências
nuas e cruas. As progressivas recessões informativas, como os ambientes onde
repetições desconhecem diferenças contextuais
de adaptação, fazem do modelo de poder uma suficiência bastante distorcida de
resultado representativo, criando então seu excedente associado por
irresponsabilidades concernentes a limitação resultante desta diminuição
progressiva da probabilidade, para multiplicidades inversivas e intertextuais. Pela lógica, mesmo considerando
a crise política como catalisador destorcido da realidade econômica, a própria seqüência
unilateral exibida no primeiro
mandato numa reincidente adulteração e inconseqüência econômica revela que, o
acerto prognostico para tal realidade cumprirá o mesmo tempo com a mesma lógica
procedimental, conseqüência da origem distorcida e pretensamente propalada em
favor da popularidade pura e simples. Analisando por este ângulo, vale lembrar
que, antes da atual crise política o congresso cumpria fidedigno toda relação regimentar, aprovando sistematicamente todas
as medidas entronizadas neste modelo de coalização, mesmo com os sinais econômicos
atropelados e manipulados por esta mesma transitoriedade imediatista que agora,
reascendidos sobre um contexto bastante diferente, se torna explicitado pela inconseqüência
eleitoral de pretensão. Só mesmo uma previsão externa para impor a leitura
intertextual sobre o desmazelo e premência econômica exercitada até aqui, se
valendo de uma progressiva deterioração que, por aqui, submetem toda relação fragmentada
ao aprofundamento gradual das expectativas e, a restrição progressiva sobre um
vasto excedente imperativo e ruidoso, rondando autoritário sobre as mazelas e
atalhos de facilidade conclusiva. O cenário de expressiva fragmentação político-econômica
aprofunda e irreleva o contexto circundante à medida que a multiplicidade probabilística
encontra uma redução progressiva, tornando transitório e existencial toda
drasticidade empenhada e admitida prognosticamente
Haverá sempre uma diferença entre
o modelo de poder e o contexto em
vulnerabilidade expressiva e continuo desgaste, entre o que permite a vontade autoritária
e fidedigna, da relação dialética proposta pela interpretação contraposta e probabilística
da realidade em movimento. O limite expresso e alongado artificialmente a partir
do segundo mandato vem sinalizar que a inviabilidade assertiva da fragmentação política
associada a rompantes de soberba e inexperiência tática encontrou um hiato
indefinido por onde a reação prognostica naufraga recessiva sobre o tempo
regulamentar. Em hipótese, a resistência do modelo pelo tratamento superficial,
tanto na política, como na economia, fazem do aprofundamento da crise o seu
contraponto realista de rigor e contundência explicita; ou seja, mais uma vez o
irrelevante/drástico do costume
habitual sobre efusivas repetições esvaziadas contextualmente revelam que,
agora, a necessidade reincidente de reaplicação de medidas sazonais ficou maior
que o prognostico estrutural e, como conseqüência, a volta dos créditos e outros
tapa buracos para complementar o ciclo econômico procedimental e rigoroso entendimento
de reação e prognostico. Não esperem que as alternativas implementadas
transitoriamente escondam a gravidade estrutural e necessária ressignificação
do modelo e sua deterioração, mesmo que simulações e artifícios empenhem em
mascarar a realidade, já que sobre o excedente toda negação atribuída ao respectivo
tempo vai cedendo às prerrogativas usuais de alternância contextuais,
provavelmente alongadas desnecessariamente até 2018 e, justificados pelo aprofundamento
da fragmentação político-econômica contida e restrita ao modelo de poder.
Depois da declaração de Rui Falcão sobre o manifesto dos
abastados advogados contra a lava jato, há de se perguntar em silencio existencial qual o
direcionamento proposto às expectativas do PT
como principal fiador do modelo de poder em questão. Que a lava jato incomoda
muita gente já se sabe há muito, porem, entronizadas pelo manifesto
desconcertante pode insuflar, a partir de agora, as conseqüências interativas do
contraponto entre o simulado e o verídico como sustentáculo e, às provas como
realidade probabilística e sistemática. Tal contradição a solidez implementada
pelas delações só demonstra que os
resistentes se tornaram caricaturas ultrapassadas e individualizadas, movidas
pelo lucro fácil e pela alternativa da vontade e autoridade, leitmotiv de quem
exerce a soberba em lugar da informação pura e simples. Este tipo de raciocínio,
alem da limitação e justificativa do jogo pelo jogo ambiciona um valor
inexistente para um contexto suprimido e condicionado às imagens contundentes
da realidade explicita. As estratégias movidas pelo modelo de poder contrapõem-se
a esta entonação verídica de reposição de valores e adaptação de equilíbrios antes
tratados pela alternativa irrelevante e pelo destrato, comuns a quem exerce o
poder restrito sobre discutíveis relevâncias e cenários associados ao mercado especulativo. Fica difícil compreender
o ambiente político em alternativas onde denunciantes e denunciados pululam
aqui e ali, providos de justificativas bastante inverossímeis para um contraste
bastante explicito de valor e justificativa. Em restrições e limites que
expressam a saturação evidente do modelo em questão, a crise político-econômica
reorganiza sobre a catarse sua lógica, senão o redirecionamento total, talvez,
em origem revisitada e adaptação estrutural para outras realidades projetas
muito alem desta degeneração inconfessável e, noutras perspectivas. Iniciadas no
processo de desconstrução do modelo e seu valor progressivo do esforço esfacelado
sob restrições cada vez mais elevadas e expectativas que, muito alem do
impedimento, se mostrem saturadas pelo modus operandi sistemático sobre
alternativas manjadas e obsoletas, seqüenciando invisibilidades perigosas em
todo substrato decorrente da fragmentação, aos intercursos e usos especificados
de tratamento e suficiência. A conseqüência deste desgaste vem da diminuição do
poder ao tratamento irrelevante e caricatural, provavelmente restrito a multiplicidades
direcionais, avançando sobre expectativas menores e intermitentes, aprofundando
e restringindo a suficiencia ao sabor das viabilidades propensas e ao canibalismo grosseiro de interpretar a vantagem
pura e simples. O resultado naturalmente de toda saturação do modelo senão a
imposição do interesse discutível e da autoridade argumentada entre a invasão informativa
e o acinte elevado nesta fase de interpretação, sendo que qualquer poder se
torna testado e reivindicado, portanto, falando sobre fragmentações e alternâncias
entrecortadas sobre viabilidades e inoperâncias resultantes, valendo-se de artifícios
narrativos discordados vivamente e questionados mesmo quando se interpretam
sobre aparente honestidade. O limite ai – expresso pelo FMI – adapta o Brasil na
sua desconstrução mundial e não somente nestas picuinhas domesticas ligadas a
indefinições e urgências de TRATAMENTO.
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