Uma visão critica sobre lógicas informativas
pertinentes ao curto espaço de tempo do conflituoso entendimento vazado e
descolado da iminência comprometedora do poder em discussão, para visões que,
em relação às delações, percebam-se quantificadas pela ambigüidade narrativa,
tendo no propalado “golpe” a estreita relação com a fragmentação informativa,
caracterizados pelo vai e vem da coerência e convicção, admissão e recusa aos
moldes turbinados da polaridade discursiva em visões possivelmente flutuantes
ao espaço de consideração; se, por um lado, pendem-se as alianças eleitorais do
PT e PMDB sobre a contradição do “golpe”, encontram-se dicotômicos elementos de
constatação a incoerência visível da simulação de tramas e bastidores, tendo,
juntos, a visão pragmática que tudo aceita em tratamento e lógica: se, por
outro lado, constate no vazamento participativo de Romero Jucá a arquitetura
comum do impedimento da Lava Jato associado respectivamente ao impedimento de
Dilma, tal reflexo investigativo promova sobre a compreensão dialética um elemento
de força (o “golpe”), retroalimentado pelas circunstancias e visto
intertextualmente, em alguns casos, na argumentação discursiva de quem agora se
percebe na oposição, também, em contraste refletido a construção e coerência do
proveito. Este destino no ambíguo da informação se torna o ponto crucial de
reflexão à reforma política necessária, eminente contraponto às
ressignificações econômicas que, em tempo de teto a despesas publicas,
criteria-se pensar da mesma forma para interpretar possíveis saídas para a
crise aglutinada; em hipótese, a partir da premissa embutida no referido “golpe”
se percebe interligado uma saída comparativa ao evitante à propagação da
informação inconsistente e irrelevante, para realidades e modelos políticos que
refletem-se construtivamente sobre a intenção ambígua a reavaliação política pertinente
a vulgarização das delações e o uso indiscriminado da ótica unilateral à
perspectiva reorientadora. Basta rever, em decorrência, a delação de Delcídio
do Amaral a arquitetura resiliente do impedimento da Lava jato, para, de novo, jogar
por terra a convicção do “golpe” dentro do raciocínio fragmentado e, de como a
oscilação atrelada a denuncias e investigações venham contrapor com o
direcionamento e linearidade dos fatos as perspectivas dicotômicas, em tese,
simuladas ao “golpe” em discussão; para Romero Jucá, em semelhante raciocínio a
Lula e aos entendimentos seletivos de Dilma, dimensionam-se sobre a relação do “golpe”
a bifurcação na ótica favorável e do imbróglio do personagem atuante na teoria
da conspiração, referente à ambigüidade narrativa procedente ao probabilístico que
se faz no momento do ineditismo informativo. Vertentes postas a partir do pensamento da
reforma política induzem concluir que uma origem agora demonstrativa pela
reavaliação econômica tenha também realidades probabilizadas no jogo elementar
a política de reconstrução interpretativa – ou seja -, a saturação exibida até
aqui pela expressiva fragmentação informativa serve de mote para reformular
conceitos e instituir diretrizes que compreendam intertextualmente, senão
ressignificar tal entendimento em outro nível.
Mais que uma construção da
reflexão ou da sobreposição avaliativa sobre um hiato que se apresenta
expressivo e multidirecional, a perspectiva intermitente das delações
originarias ou não da Lava Jato, ganham na identificação política um poder influente
da transitoriedade, muito semelhante ao intervalo de consideração e a visão
existencial prometida sob sucessivos midiáticos e estridentes repercussões
irrelevantes, tornando o combustível do tempo lógico nas conflitantes e múltiplas
opiniões alternativas, funcionando sobrepostas sob um limite probabilístico de
modelos partidários que funcionam dependentes de respectivos motivos, sem a
revisão estrutural necessária, empurrados, como agora, sobre uma dialética intertextual
do referido “golpe”, simulado/verídico, verídico/simulado, investido
conceitualmente como uma finalidade quando, em tese, deveria interpretar-se
pela origem ressignificada – daí o entendimento da reformulação – posto sobre
uma lógica que expressa sobreposta esta necessidade, senão no propalado “golpe”
a pecha mais adequada e a justificativa reformuladora a partir daí.Romero Jucá
promoveu esta perspectiva quando concluiu pela mudança de governo o
apressamento procedimental do saturado, principalmente quando referiu-se a
Michel Temer e seu governo de consenso, havendo ai uma projeção de um modelo
estrutural, apressado ou conveniente, sobre o entendimento bastante restrito ao
uso político do poder pelo poder; 1 – porque não se pretende ao consenso um
governo interino se, antes, bifurcou-se polarizado a perspectiva da pretensão
que não existe na realidade senão no “vicio”
probabilístico empenhado sobre o discurso repetitivo e previsível,
possivelmente muito comum aos bastidores do congresso o uso de tais táticas,também,
das escutas convenientes a delatores; 2 – porque, a seqüência prevista sobre um
modelo de poder saturado(Dilma) e projetado sobre uma polaridade interpretativa
bastante arraigada, podendo-se entender num consenso como síntese, mas, o mais provável
é que aprofunde o dissenso, principalmente pela ausência ou dificuldade de
legitimar-se. Estas “formulas” políticas já se esgotaram no governo Dilma,
devido ao uso obstinado e explicito do jogo político sobre o entendimento
contextual,agora, revisitadas pelo governo interino com os mesmos “vícios”
pertinentes à continuidade de um mesmo modelo – necessários a reformulação –
para rediscussões decorrentes e não repetições efusivas, como a armadilha
ambulante do Líder do Governo na Câmara, outro ambiente que refaz Romero Juca
em mais um previsível escândalo a vista.
Hipóteses como fusões partidárias
pode ser o começo, porem, o mais necessário numa reforma senão o entendimento político
e a limitação ao abuso de manobras e articulações particularizadas, numa guerra
bastante evidente de poder do jogo político sobre a realidade contextual de
referencia; o referido “golpe” concluiu por esta dialética de entendimento a síntese
deste consenso, não o referido por Romero Jucá, mas a seqüência do saturado e
da visão da crise político-econômica nos seus defasados valores e nas
entonações narrativas e simuladas, distorcidas ao proveito individual adequado,
fusão ressignificada na visão dicotômica do “golpe” e o uso político que agora
o PT capte em sintonia com a repercussão midiática internacional, em revelia
aos organismos institucionais que já não mais creditam a tal entendimento. O “golpe”
vende jornais e isto alimenta midiaticamente a atração externa e as tramas
rocambolescas que uma política da teoria da conspiração aceite com facilidade
tal perspectiva, retroalimentando a polaridade e produzindo personagens
complexos, mantidos em visões e opiniões que pululam pela informação tecnológica,
reforçando o caráter ambivalente e as vertentes propensas a analises absurdas
ou pragmatismos bastante discutíveis. Tudo isto reforça o caráter múltiplo e alimenta
midiaticamente a visão reivindicativa de parcela da população que não se sente
representada ou, por algum motivo, reivindica a volta de um governo que
desorganizou todo entendimento econômico, alem do exibicionismo pragmático feito
às claras e convenientemente sustentado pelo expressivo fisiologismo; daí que,
como síntese, a reforma política imprima narrativamente a reflexão sobre o
congestionamento do modelo limitado e a perspectiva de mudança, apesar dos “vícios”
probabilísticos que em Michel Temer dure o tempo dos escândalos e das
exonerações. Nos corredores do congresso, o jogo político a todo vapor
dificulta rever noções mais edificantes e estruturais, possivelmente pela adaptação
ao modus operandi e as benesses que cada um absorve pelas manobras a escuta e
vantagens da correlação de forças, postos partidariamente e aparelhados aos
respectivos funcionamentos de maneira autônoma e descolada do contexto
referente. Estas dificuldades jogam por terra qualquer reforma política mais
consistente e reavaliadora dos modelos partidários, já que a maioria consiste
na bifurcação informativa, com exceção de alguns que se alimentam efusivamente
da oscilação do intervalo político de consideração.
Definir prioridades pode ser uma
boa saída econômica, portanto, a visão adequada às despesas pode ser o
contraponto de interpretação cíclica do negativo para o “virtuoso” entendimento de credibilidade; focar primeiro nas
despesas pode significar inverte-las à lógica reinante dos gastos e, definir
pelo impedimento a adequação significada para tais relações equalizadoras. Para
reinterpretações informativas os significados aproveitam-se direcionais quando,
por si só, argumentam pela construção os cenários bipartidos ou fragmentados,
para intertextualidades correspondentes, mesmo que apareçam sobre
impossibilidades e perspectivas contraditórias para o vazamento informativo,
tanto o de Romero Jucá, quanto o de Delcídio do Amaral, atentem-se para o
provocador situacional do poder de fato sobre a delação seletiva ou não, frente
ao redirecionamento midiático do que se deseja. Algumas teorias da conspiração
precisam ser levadas em conta devido a consistências admitidas a complexidade
dos personagens e, a individualização exacerbada e conveniente da manipulação
informativa – postos principalmente pela fragmentação -, principalmente em
espaços limitados às perspectivas do poder e a vasta informação “viciada” a que
tem direito toda probabilidade restrita e reincidente. Em discussão, decorrentes
utilitários que exorbitam pela lógica do manipulado e do manipulador como um exercício
pertinente e automatizado de evolução conclusiva, limitados pela decupação sistemática
e pela ressignificação sobre bases muito estratificadas de analise e
consideração. Usar o referido “golpe” como síntese da reforma política poder
ser um conveniente critério construtivo de detonar armadilhas perigosas e bifurcações
maldosas de analise e desconstrução de personagens admitidos pela conveniência
e facilidade argumentativa. Significativamente o que seria um “golpe” senão um
nocaute ou trama de bastidores, referindo-se certamente a manobra ou tática empregada
para tal objetivo; uma reconstrução sobre o negativo, assim como no principio econômico,
seria uma origem a ser considerada, provavelmente se derivada do calor do
manipulado ou do manipulador tal síntese reconstrutiva arrefeça ânimos e
direcione melhor os expedientes táticos acostumados às mesmíssimas relações
polarizadas. A função da intertextualidade sobre a fragmentação política se faz
pelo aspecto aglutinador – proposta procedimental de Romero Jucá -, porem,
tratado sob a lógica contextual – e só assim configure -, provocando o ânimo
positivo e relevante proposto por Michel Temer, mas que, na verdade situa-se sobre
condições muito perecíveis de analise e sobre contrapontos que certamente não
farão ai um consenso estrutural; provavelmente o consenso se encontre na
reforma política para evitar o aumento exacerbado da simulação e, provavelmente
admitido sobre o entendimento “virtuoso” do referido e propalado “GOLPE”.
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