quarta-feira, 25 de maio de 2016

O JOGO(313) MOVIMENTOS POLITICO-ECONÔMICOS.

Uma visão critica sobre lógicas informativas pertinentes ao curto espaço de tempo do conflituoso entendimento vazado e descolado da iminência comprometedora do poder em discussão, para visões que, em relação às delações, percebam-se quantificadas pela ambigüidade narrativa, tendo no propalado “golpe” a estreita relação com a fragmentação informativa, caracterizados pelo vai e vem da coerência e convicção, admissão e recusa aos moldes turbinados da polaridade discursiva em visões possivelmente flutuantes ao espaço de consideração; se, por um lado, pendem-se as alianças eleitorais do PT e PMDB sobre a contradição do “golpe”, encontram-se dicotômicos elementos de constatação a incoerência visível da simulação de tramas e bastidores, tendo, juntos, a visão pragmática que tudo aceita em tratamento e lógica: se, por outro lado, constate no vazamento participativo de Romero Jucá a arquitetura comum do impedimento da Lava Jato associado respectivamente ao impedimento de Dilma, tal reflexo investigativo promova sobre a compreensão dialética um elemento de força (o “golpe”), retroalimentado pelas circunstancias e visto intertextualmente, em alguns casos, na argumentação discursiva de quem agora se percebe na oposição, também, em contraste refletido a construção e coerência do proveito. Este destino no ambíguo da informação se torna o ponto crucial de reflexão à reforma política necessária, eminente contraponto às ressignificações econômicas que, em tempo de teto a despesas publicas, criteria-se pensar da mesma forma para interpretar possíveis saídas para a crise aglutinada; em hipótese, a partir da premissa embutida no referido “golpe” se percebe interligado uma saída comparativa ao evitante à propagação da informação inconsistente e irrelevante, para realidades e modelos políticos que refletem-se construtivamente sobre a intenção ambígua a reavaliação política pertinente a vulgarização das delações e o uso indiscriminado da ótica unilateral à perspectiva reorientadora. Basta rever, em decorrência, a delação de Delcídio do Amaral a arquitetura resiliente do impedimento da Lava jato, para, de novo, jogar por terra a convicção do “golpe” dentro do raciocínio fragmentado e, de como a oscilação atrelada a denuncias e investigações venham contrapor com o direcionamento e linearidade dos fatos as perspectivas dicotômicas, em tese, simuladas ao “golpe” em discussão; para Romero Jucá, em semelhante raciocínio a Lula e aos entendimentos seletivos de Dilma, dimensionam-se sobre a relação do “golpe” a bifurcação na ótica favorável e do imbróglio do personagem atuante na teoria da conspiração, referente à ambigüidade narrativa procedente ao probabilístico que se faz no momento do ineditismo informativo.  Vertentes postas a partir do pensamento da reforma política induzem concluir que uma origem agora demonstrativa pela reavaliação econômica tenha também realidades probabilizadas no jogo elementar a política de reconstrução interpretativa – ou seja -, a saturação exibida até aqui pela expressiva fragmentação informativa serve de mote para reformular conceitos e instituir diretrizes que compreendam intertextualmente, senão ressignificar tal entendimento em outro nível.
Mais que uma construção da reflexão ou da sobreposição avaliativa sobre um hiato que se apresenta expressivo e multidirecional, a perspectiva intermitente das delações originarias ou não da Lava Jato, ganham na identificação política um poder influente da transitoriedade, muito semelhante ao intervalo de consideração e a visão existencial prometida sob sucessivos midiáticos e estridentes repercussões irrelevantes, tornando o combustível do tempo lógico nas conflitantes e múltiplas opiniões alternativas, funcionando sobrepostas sob um limite probabilístico de modelos partidários que funcionam dependentes de respectivos motivos, sem a revisão estrutural necessária, empurrados, como agora, sobre uma dialética intertextual do referido “golpe”, simulado/verídico, verídico/simulado, investido conceitualmente como uma finalidade quando, em tese, deveria interpretar-se pela origem ressignificada – daí o entendimento da reformulação – posto sobre uma lógica que expressa sobreposta esta necessidade, senão no propalado “golpe” a pecha mais adequada e a justificativa reformuladora a partir daí.Romero Jucá promoveu esta perspectiva quando concluiu pela mudança de governo o apressamento procedimental do saturado, principalmente quando referiu-se a Michel Temer e seu governo de consenso, havendo ai uma projeção de um modelo estrutural, apressado ou conveniente, sobre o entendimento bastante restrito ao uso político do poder pelo poder; 1 – porque não se pretende ao consenso um governo interino se, antes, bifurcou-se polarizado a perspectiva da pretensão que não existe na realidade senão no vicio probabilístico empenhado sobre o discurso repetitivo e previsível, possivelmente muito comum aos bastidores do congresso o uso de tais táticas,também, das escutas convenientes a delatores; 2 – porque, a seqüência prevista sobre um modelo de poder saturado(Dilma) e projetado sobre uma polaridade interpretativa bastante arraigada, podendo-se entender num consenso como síntese, mas, o mais provável é que aprofunde o dissenso, principalmente pela ausência ou dificuldade de legitimar-se. Estas “formulas” políticas já se esgotaram no governo Dilma, devido ao uso obstinado e explicito do jogo político sobre o entendimento contextual,agora, revisitadas pelo governo interino com os mesmos “vícios” pertinentes à continuidade de um mesmo modelo – necessários a reformulação – para rediscussões decorrentes e não repetições efusivas, como a armadilha ambulante do Líder do Governo na Câmara, outro ambiente que refaz Romero Juca em mais um previsível escândalo a vista.
Hipóteses como fusões partidárias pode ser o começo, porem, o mais necessário numa reforma senão o entendimento político e a limitação ao abuso de manobras e articulações particularizadas, numa guerra bastante evidente de poder do jogo político sobre a realidade contextual de referencia; o referido “golpe” concluiu por esta dialética de entendimento a síntese deste consenso, não o referido por Romero Jucá, mas a seqüência do saturado e da visão da crise político-econômica nos seus defasados valores e nas entonações narrativas e simuladas, distorcidas ao proveito individual adequado, fusão ressignificada na visão dicotômica do “golpe” e o uso político que agora o PT capte em sintonia com a repercussão midiática internacional, em revelia aos organismos institucionais que já não mais creditam a tal entendimento. O “golpe” vende jornais e isto alimenta midiaticamente a atração externa e as tramas rocambolescas que uma política da teoria da conspiração aceite com facilidade tal perspectiva, retroalimentando a polaridade e produzindo personagens complexos, mantidos em visões e opiniões que pululam pela informação tecnológica, reforçando o caráter ambivalente e as vertentes propensas a analises absurdas ou pragmatismos bastante discutíveis. Tudo isto reforça o caráter múltiplo e alimenta midiaticamente a visão reivindicativa de parcela da população que não se sente representada ou, por algum motivo, reivindica a volta de um governo que desorganizou todo entendimento econômico, alem do exibicionismo pragmático feito às claras e convenientemente sustentado pelo expressivo fisiologismo; daí que, como síntese, a reforma política imprima narrativamente a reflexão sobre o congestionamento do modelo limitado e a perspectiva de mudança, apesar dos “vícios” probabilísticos que em Michel Temer dure o tempo dos escândalos e das exonerações. Nos corredores do congresso, o jogo político a todo vapor dificulta rever noções mais edificantes e estruturais, possivelmente pela adaptação ao modus operandi e as benesses que cada um absorve pelas manobras a escuta e vantagens da correlação de forças, postos partidariamente e aparelhados aos respectivos funcionamentos de maneira autônoma e descolada do contexto referente. Estas dificuldades jogam por terra qualquer reforma política mais consistente e reavaliadora dos modelos partidários, já que a maioria consiste na bifurcação informativa, com exceção de alguns que se alimentam efusivamente da oscilação do intervalo político de consideração.

Definir prioridades pode ser uma boa saída econômica, portanto, a visão adequada às despesas pode ser o contraponto de interpretação cíclica do negativo para o virtuoso” entendimento de credibilidade; focar primeiro nas despesas pode significar inverte-las à lógica reinante dos gastos e, definir pelo impedimento a adequação significada para tais relações equalizadoras. Para reinterpretações informativas os significados aproveitam-se direcionais quando, por si só, argumentam pela construção os cenários bipartidos ou fragmentados, para intertextualidades correspondentes, mesmo que apareçam sobre impossibilidades e perspectivas contraditórias para o vazamento informativo, tanto o de Romero Jucá, quanto o de Delcídio do Amaral, atentem-se para o provocador situacional do poder de fato sobre a delação seletiva ou não, frente ao redirecionamento midiático do que se deseja. Algumas teorias da conspiração precisam ser levadas em conta devido a consistências admitidas a complexidade dos personagens e, a individualização exacerbada e conveniente da manipulação informativa – postos principalmente pela fragmentação -, principalmente em espaços limitados às perspectivas do poder e a vasta informação “viciada” a que tem direito toda probabilidade restrita e reincidente. Em discussão, decorrentes utilitários que exorbitam pela lógica do manipulado e do manipulador como um exercício pertinente e automatizado de evolução conclusiva, limitados pela decupação sistemática e pela ressignificação sobre bases muito estratificadas de analise e consideração. Usar o referido “golpe” como síntese da reforma política poder ser um conveniente critério construtivo de detonar armadilhas perigosas e bifurcações maldosas de analise e desconstrução de personagens admitidos pela conveniência e facilidade argumentativa. Significativamente o que seria um “golpe” senão um nocaute ou trama de bastidores, referindo-se certamente a manobra ou tática empregada para tal objetivo; uma reconstrução sobre o negativo, assim como no principio econômico, seria uma origem a ser considerada, provavelmente se derivada do calor do manipulado ou do manipulador tal síntese reconstrutiva arrefeça ânimos e direcione melhor os expedientes táticos acostumados às mesmíssimas relações polarizadas. A função da intertextualidade sobre a fragmentação política se faz pelo aspecto aglutinador – proposta procedimental de Romero Jucá -, porem, tratado sob a lógica contextual – e só assim configure -, provocando o ânimo positivo e relevante proposto por Michel Temer, mas que, na verdade situa-se sobre condições muito perecíveis de analise e sobre contrapontos que certamente não farão ai um consenso estrutural; provavelmente o consenso se encontre na reforma política para evitar o aumento exacerbado da simulação e, provavelmente admitido sobre o entendimento “virtuoso” do referido e propalado GOLPE”.

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