
Tornar prevalente não significa estabelecer um consenso. Acatar acordos também não. Podem até sugerir que melhores alternativas possam se traduzir em antenadas maneiras de estabelecer esta projeção. E de mensurar-se pelo consenso.
Mas, uma dúvida continua existindo e é o de designar ao consenso formas alternadas de poder medi-lo, levando em consideração o grau de disponibilidade de cada um. Isto não quer dizer que vamos estabelecê-los mediante a burocracia de seus acessos ou a rigidez de sua composição; vamos destiná-lo considerando as nossas falhas em classificá-los dentro de uma alternativa padrão. Se não formos rígidos, não poderemos destinar um ponto comum que não seja da mesma forma, resultado desta flexibilidade. Se formos rígidos não poderemos engessar nosso ponto de vista antes de torná-lo uma proposta coerente. São os ajustes prováveis para fazer aglutinadas nossas divergentes opiniões.
Medir o consenso pela sua disponibilidade pode torná-lo um sem número de situações, muito em função de ter em mente somente esta alternativa. Há infinitas maneiras de tornar disponível, principalmente quando concluídas pelo tempo ou quando adicionadas ao grau de exigência de cada um. E também de estabelecer parâmetros para que consensos possam resultar em posições desfrutáveis.
Ora, se não existe um consenso padrão também não se faz necessário defini-lo como um conceito pronto e acabado. Porque então deixaríamos de levar em consideração nossas verdadeiras propostas para cair nos tramites que empregam a burocracia empreende-lo. E, burocraticamente falando, nada se comporta de maneira tão automática quando içados nesta aparente armadilha. Também não fica coerente promover um consenso, levando somente este item em consideração. Uma situação leva a outra.
Há, entretanto, algumas ou muitas contradições que resultam em algum tipo de consenso, porque visto basicamente pela maneira em excluí-las. São frutos de interesses maiores compactuar por esta alternativa conciliatória mantendo registros em posições realmente distintas. E não são prevalentes e sim pela prevalência. Resultados desta contradição.
Mas, parâmetros envelhecem na mesma velocidade em que atualizam seus conceitos. Valores continuam existindo, mas nem sempre necessitam afirmá-los dentro do que se tornou um parâmetro suscitá-lo. E, necessariamente, não precisam se envolver para criar consensos consistentes ou alternativas mais sensatas em promovê-los. O sensato provem de naturais alternativas ou resultados de inúmeras contradições.
Normalmente, alguns buscam o consenso somente quando conflitos instauram, procurando naturais deslocamentos de posições consideradas superficiais porque não foram contestadas. E, quando revistos como posições, nota-se que elas mantiveram estacionadas em padrões originários, sustentados por excessos de burocracia que passaram a torná-las naturalmente destinadas a se manterem congeladas. Ou, por se tornarem em algum benefício alimentado por outras maneiras mais primitivas de promovê-lo. Por isto que progressivamente vamos atualizando a sua noção dentro do que tornou imaginá-lo como um perfil determinado.
Isto pode até justificar-se pelo grau de disponibilidade de cada um, promover aquilo que normalmente evolui na mesma proporção em que acessos são vislumbrados como um item esquecido que – em algum momento – deixou de pertencer aquele tipo de realidade. Modifica também a realidade complementá-la com os mesmos elementos provenientes aos que existiam – em algum momento – e passaram de um direito adquirido a uma projeção daqueles mesmos direitos. E o consenso reflete a síntese deste tipo de realidade porque normalmente são diferentes perfis que estão se atualizando. E, como existem realidades diferentemente construídas, existe também diferenciados consensos projetando-se em diferentes escalas de percepção.
Mas, uma dúvida continua existindo e é o de designar ao consenso formas alternadas de poder medi-lo, levando em consideração o grau de disponibilidade de cada um. Isto não quer dizer que vamos estabelecê-los mediante a burocracia de seus acessos ou a rigidez de sua composição; vamos destiná-lo considerando as nossas falhas em classificá-los dentro de uma alternativa padrão. Se não formos rígidos, não poderemos destinar um ponto comum que não seja da mesma forma, resultado desta flexibilidade. Se formos rígidos não poderemos engessar nosso ponto de vista antes de torná-lo uma proposta coerente. São os ajustes prováveis para fazer aglutinadas nossas divergentes opiniões.
Medir o consenso pela sua disponibilidade pode torná-lo um sem número de situações, muito em função de ter em mente somente esta alternativa. Há infinitas maneiras de tornar disponível, principalmente quando concluídas pelo tempo ou quando adicionadas ao grau de exigência de cada um. E também de estabelecer parâmetros para que consensos possam resultar em posições desfrutáveis.
Ora, se não existe um consenso padrão também não se faz necessário defini-lo como um conceito pronto e acabado. Porque então deixaríamos de levar em consideração nossas verdadeiras propostas para cair nos tramites que empregam a burocracia empreende-lo. E, burocraticamente falando, nada se comporta de maneira tão automática quando içados nesta aparente armadilha. Também não fica coerente promover um consenso, levando somente este item em consideração. Uma situação leva a outra.
Há, entretanto, algumas ou muitas contradições que resultam em algum tipo de consenso, porque visto basicamente pela maneira em excluí-las. São frutos de interesses maiores compactuar por esta alternativa conciliatória mantendo registros em posições realmente distintas. E não são prevalentes e sim pela prevalência. Resultados desta contradição.
Mas, parâmetros envelhecem na mesma velocidade em que atualizam seus conceitos. Valores continuam existindo, mas nem sempre necessitam afirmá-los dentro do que se tornou um parâmetro suscitá-lo. E, necessariamente, não precisam se envolver para criar consensos consistentes ou alternativas mais sensatas em promovê-los. O sensato provem de naturais alternativas ou resultados de inúmeras contradições.
Normalmente, alguns buscam o consenso somente quando conflitos instauram, procurando naturais deslocamentos de posições consideradas superficiais porque não foram contestadas. E, quando revistos como posições, nota-se que elas mantiveram estacionadas em padrões originários, sustentados por excessos de burocracia que passaram a torná-las naturalmente destinadas a se manterem congeladas. Ou, por se tornarem em algum benefício alimentado por outras maneiras mais primitivas de promovê-lo. Por isto que progressivamente vamos atualizando a sua noção dentro do que tornou imaginá-lo como um perfil determinado.
Isto pode até justificar-se pelo grau de disponibilidade de cada um, promover aquilo que normalmente evolui na mesma proporção em que acessos são vislumbrados como um item esquecido que – em algum momento – deixou de pertencer aquele tipo de realidade. Modifica também a realidade complementá-la com os mesmos elementos provenientes aos que existiam – em algum momento – e passaram de um direito adquirido a uma projeção daqueles mesmos direitos. E o consenso reflete a síntese deste tipo de realidade porque normalmente são diferentes perfis que estão se atualizando. E, como existem realidades diferentemente construídas, existe também diferenciados consensos projetando-se em diferentes escalas de percepção.
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