sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

OUTRAS ESTÓRIAS DE OPINIÕES FORMADAS

Não ficou muito distante aquele tipo de raciocínio onde tentamos estabelecer pontos fixos em terminologias que se acabam no limite da nossa concepção. Aquelas e já testadas, ou – pelo menos – satisfeitas avaliações que terminaram designando um tipo pronto e acabado de alguma opinião formada. Isto pode até acontecer quando outras e talvez mais importantes convicções, tornam aquela opinião segregada, na mesma proporção de outras descobertas. Sobrepostas de maneira a não designar nenhum acréscimo àquilo que tornou – por isto – em retratos prontos e acabados.
Não dizendo entretanto que, tornando estacionado, não estariam no revestimento pontual entre o certo e o errado e – por isto – tornariam um marco ou uma demarcação de outras e prováveis avaliações, além de mostrar evidentes limites do que excedeu em promover outras e talvez, mais atrativas progressões. Promove, com isto, retornos que façam algum tipo de associação ou rejeições controladas, por achar aquilo um tipo estacionário que promoveu o limite no tempo determinado de sua atuação. Depende, é claro, de lembrar-se de onde e até que ponto aquela opinião influiu e até onde se limitou em tornar uma avaliação superada por outras expectativas.
Os problemas que tornam em surpresas, quaisquer tipos de constatações, se encontram naquilo que ficou promulgado na exata medida, daquilo que se mostrou evolutivo em sua relação. Simplesmente voltamos àquele determinado ponto achar que inércias encontram-se em pura evidencia. E, por isto, configurou-se achá-las estacionárias.
Neste caso, não se mede uma relação da maneira que possa determinar aquilo que simplesmente concluiu-se pela forma evoluída, e não em acréscimos menores e menos qualificados de tornar superada aquela noção anterior. Ou aquilo que ficou estacionado em algum ponto não promoveu também seus ajustes considerados necessários a qualquer tipo de adaptação.
O problema encontra-se naquela atitude de buscar aquilo que esperava encontrar e – com isto – transformar em uma grata surpresa ou simplesmente um suporte, onde recorre-se toda vez que se faça duvidosa a sua aparente convicção. Fica ou torna-se um tipo de referencia porque não acumula possíveis progressões ou, se acumula, não se torna uma forma que desfaça a nossa sensação de reorganização.
Aliás, podem normalmente prover daquelas mesmas conseqüências que acabem reforçando e demarcando aquela mesma opinião, na sensação de poder rejeitá-la na mesma medida em que provocou a sua aproximação. Ou se tornar um ponto seguro que reforce e se evolua sem deixar de estar compactuado com aquilo que – apesar de aparentemente finalizado – esteja de certa forma influindo em seus reflexos consistentes. Consistência, aliás, é o que nos promove medir nossos mais evidentes deslocamentos. E deslocamento reveste-se de várias formas de concepção.
Tornar-se deslocado pelos fatos podem resultar numa maneira realmente importante; por seus feitos geralmente se tornam formas particulares influídas pelo contexto; por seus consumos tornam-se relacionados ao contexto e sua influência; pelo seu conhecimento promete o reflexo entre o contexto e o modo de absorvê-lo.
De qualquer forma tudo promove certo tipo de satisfação quando passamos a te-los pelos limites de qualquer opinião formada ou propulsões que desejem descolá-las neste tipo de deslocamento. Quanto as nossas referencias, sejam pelas maneiras úteis, sejam por nossos modelos progredidos, torna-se importante não encará-las como propostas finalizadas porque excluem-se ai suas possíveis humanizações e conseqüentes adaptações que se promovem na mesma proporção da nossa concepção de referencia.

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