Uma dúvida interpreta-se sobre a recorrência, criando hipóteses que, antes, mereciam concordâncias
insuspeitas ou previstas veracidades representativas; explica-se, portanto que,
repetições sistemáticas alimentam
suspeitas, acobertadas pelo exercício adaptado de qualquer modelo que se preze,
instituído ao enfático sua narrativa e lógica argumentativa. Provavelmente possibilitado
nas tantas e repetitivas reuniões entre Lula
e Dilma, sempre acontecidas em
momentos de muita tensão e desconstrução
e percebidas como costume procedimental, praticamente reações a qualquer avanço
midiático que, ao discordante e desfavorável, se criou neste ato instituído como
uma regra e, também, intenções explicitas de tentar a todo custo reagir a
qualquer prognostico desafiante. Foi assim também que se deu no dia 11/02
noutro encontro devidamente propalado midiaticamente, cujo assunto vazado à
imprensa permitia associativamente a junção de um expediente publico (reforma da previdência) e um privado (defesa de Lula), praticamente
atribuindo ao imbróglio o motivo similar de interpretar o contexto como
procedimento e sistemática. Notadas reuniões sínteses que, no momento discutido,
revela exatamente posicionamentos subseqüentes e, em tais repetições, manifestos
reivindicativos seletivamente vazados, como antes procederam em reivindicações
sobre direcionamentos da economia, agora, não seria diferente questionar
enfaticamente os mesmos registros em avanço e prevalência sobre a adaptação
que, ao governo cedente, as prerrogativas supostamente reativas. Foi assim com
o credito subsidiado defedindo exaustivamente por Lula que agora se mostra
convincente ao BNDES rever programas
extintos, como também a fritura explicita de Joaquim Levy, um estranho ortodoxo às perspectivas instituídas determinadas
ao PT em ensaios tipicamente políticos,
muitas vezes, simuladamente ideológicos à premissa da conveniência pura e
simples, podendo então subtrair das hipóteses e conseqüências a visão estratégica
admitida a Lula e Dilma e, o jogo sistemático de imprimir direcionamentos,
possivelmente superficializados, dadas reincidências de reuniões e sistemáticas:
- ataques costumeiros como prevê o modelo de Lula em progredir sempre, mesmo
com pés de barro e inconseqüente desfavorabilidade interpretativa e sintética.
Mas, que fique registrado que, onde
existe o procedimento regulando ações e imprimindo reações, também existe um
progressivo esvaziamento de conteúdo e uma esquematização das seqüências
administradas em conseqüência; fica claro que a cada reunião de Lula e Dilma,
claramente demonstrativas destas realidades
vazadas a imprensa como narrativas
delegadas ao contexto informativo, perceptivos também pelo movimento do jogo de
probabilidades rigorosamente disposto em repetição sistemática e num formato
que, em associação às intempéries atribuídas a economia e política, se notam no
intervencionismo de Lula sobre o governo e sua ambigüidade narrativa em lógica invasiva
determinantemente ligada às reações empreendidas e, aos ataques especulativos
visando o individual entendimento; ou seja, previsíveis contaminações entre o
publico e o privado representado aqui pelas reuniões de um presidente e um ex, seqüenciados
por manifestos e questionamentos político-econômicos, transformado em
narrativas de síntese da crise, tanto dos erros e acertos, quanto deste
esvaziamento do discurso relegado a simples tática comportamental, invadidos
sistematicamente sobre o modelo de poder e, transformando apropriativos das
expectativas, porem, desconstruindo a lógica progressiva por viver todo
retrocesso informativo. Num claro exemplo desta sistemática estratégia frente
ao detalhamento invasivo à economia e o governo, a preocupação com o retrocesso
social desenhado pela recessão, realidade desconstrutiva dos direitos
adquiridos a níveis anteriores as conquistas implementadas. Tanto pode ser o ano
de 2011 quando então se previu o declínio
econômico devidamente acobertado pela criatividade, quanto da velocidade
descaracterizada destas conquistas; porem, no jogo probabilístico tal detalhe
significativo aparece como reivindicação e direcionamento ideológico, reação que ao costume formal do PT e Lula credencie
questionar e exigir reformas econômicas, também, discutir Nelson Barbosa e a reforma da previdência; entendendo ai a inversão
prognosticada aos ataques pessoais sofridos por Lula em tentativas
desagregadoras, mas, em resposta o publico aparece como perspectiva partidária e
efeitos personalizados de questionar politicamente esta junção interpretativa.
A unidade do modelo preexistente e sistemático aplicado como reação
acostumou-se ao tratamento superficializado no que, antes, exibia conteúdos reivindicativos
pertinentes a historia combativa de Lula e do partido, agora um modus operandi
posto em irrelevância e detalhamento. Duvida-se de antemão do prognostico econômico
alternativo e usado como reação a todo ataque sofrido como moeda de troca, também, como invasão ao que diz o governo, senão a
mesma tentativa assimilada; basta notar na flexibilização da meta fiscal
admitida tanto pelo PT como pelo governo, como a redução das taxas de juros,
provavelmente a mesma tendência do governo, sinalizada com uma reunião entre
Dilma e Alexandre Tombini. Como
reivindicação e propósito tanto pode agora discordar de Nelson Barbosa como
exigir a troca por outro mais afinado às suas perspectivas.
Historicamente falando, toda reincidência
se gasta entre o crescimento da esperteza e o destrato contextual, perspectiva
muito comum ao jogo de probabilidades e ao pragmatismo instituído pela falta de
acabamento necessário, também, do excedente relegado; neste ponto encontra-se
saturado toda perspectiva inversa encontrada por Lula e o PT em reagir sempre e
com o mesmo enfático já que, contrafeitos se tornam vulnerabilizados ao extremo
pelo costume unificado de invasão sistematizada que, no caso usa o governo como
sua vantagem. Esta tática tem um grave inconveniente, podendo aumentar
progressivamente o excedente relegado e, impor uma restrição procedimental
devidamente irresponsável pelo limite recessivo da ação interpretativa numa
expressiva diferença entre o contexto referente, irrelevando e sistematizado
como um artefato menor e inconveniente. Quando Lula viajava pelo Brasil construindo sua dialética política
sempre em oposição ao modelo vigente esta temática valia como alternativa e ótica
política de redimensionamento contextual; agora, existe um governo concordante
para o mesmo governo discordante e, mesmo que estimule pensar alternativamente
a economia, toda realidade decorrente se torna análoga ou similar, um dever e
não uma moeda detalhada de reação, aos moldes propalados de toda desconstrução
narrativa. Fica então este paradoxo no qual Lula e Dilma alternam-se sob baixos
nivelamentos e perspectivas, extremos progressivos e devedores que se
acostumaram com o poder pelo poder, proveitos sobre modelos esvaziados e
interpretações que ao uso da esperteza política acostumaram suas facilidades
prometendo a mesma interpretação contextual devidamente ausente deste mesmo
cenário.
Definidos então pela reação sistemática
e adaptada ao jogo probabilístico uma analise se faz na diferença entre o
publico e o privado como formador de ideológicas e opções partidárias do
entendimento contaminado, politicamente falando, ao proveito da individualidade
questionada em direção a irrelevância representativa. Esta visão ou perspectiva
que se faz do uso indiscriminado das estratégias em qualquer alternativa politicamente
prevalente possui na sua narrativa prognostica um desvão ou hiato que dissocia automaticamente
pelas mesmas ações interpretativas; se não muda o discurso, muda o contexto, daí
que uma descaracterização existe também na diminuição da suficiência, tornando
onipotentes e defasados criadouros de perspectivas, ajustados pela retração
interpretativa e suspenso pela oscilação continua do intervalo de consideração.
Quando em tais alternativas pressupostas de oscilação se nota que a opção do
poder pelo poder tornou-se sistemática e sistêmica, limitando a reação e
vulgarizando toda analise a detalhamentos sucessivos e indeterminados; daí, em decorrência,
fragmenta-se informativamente e um fosso se abre em improbabilidade crescente a
qualquer reação, já que, mutilados e absolutos não reparem a refração
individual da projeção, atribuindo à respectiva analise o proveito desta restrição
interpretativa. Fica claro que entre tantas reuniões de Lula e Dilma e o que
foi destinado à imprensa existe uma
diferença de síntese interpretativa, também, das alternativas diferenciais e homeopáticas de como se baseiam suas
reivindicações e perspectivas, pensando ai que toda sobrevivência política admitida
nestes critérios diferenciais segue rigorosamente previsibilidades estratégicas
para entendimentos cumulativos. Quanto à favorabilidade deste discurso econômico
em prognostico alternativo a sua analogia governamental, existe no seu paradoxo
a incógnita política pairando como utilização pragmática e bastante estilizada
dos recursos disponíveis em munição preventiva e, organização tática do PT e a
visão absoluta de Lula; neste cenário, flexibilizar a meta fiscal pode ser o
tiro no pé para totalizar o rebaixamento das agencias de risco, provavelmente
dificultando a perspectiva de Lula em inversão da economia até junho; para tais
perspectivas é possível ler subliminarmente que as metas estipuladas e já
preventivamente instituídas como táticas se cria na cumplicidade com o governo
e sua adaptação correspondente aos desejos enfáticos de recuperação econômica.
Bastante destoante do FMI, quando
analisadas sob a perspectiva mundial, onde Brasil contribui para a
desconstrução, visão intertextual que se analisada pela ótica domestica deste
mesmo prognostico, tal reflexo tenha tonalidades individualistas de tratar publico
e o privado, em comum aspecto da sobrevivência destoante do que dita a economia
mundial em suas perspectivas diagnosticas, nos entraves e unilateralismos
detalhistas, adornados pelo jogo probabilístico e visão bastante simplista, também,
pela narrativa de pouca credibilidade interpretativa. Esta desfavorabilidade
impacta diretamente sobre estas costumeiras reuniões, cujas analogias
discursantes se tornaram representativas da negatividade e crise,
simbolicamente adornadas pelo limite probabilístico e pela admissão homeopática
e simulada dos erros, trazendo a irrelevância ao discurso da improbabilidade
narrativa e, na visão pouco proveitosa de toda REIVINDICAÇÃO.
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