quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

O JOGO(299)BIFURCAÇÕES ENFATICAS NOS MODELOS ÚNICOS

Uma dúvida interpreta-se sobre a recorrência, criando hipóteses que, antes, mereciam concordâncias insuspeitas ou previstas veracidades representativas; explica-se, portanto que, repetições sistemáticas alimentam suspeitas, acobertadas pelo exercício adaptado de qualquer modelo que se preze, instituído ao enfático sua narrativa e lógica argumentativa. Provavelmente possibilitado nas tantas e repetitivas reuniões entre Lula e Dilma, sempre acontecidas em momentos de muita tensão e desconstrução e percebidas como costume procedimental, praticamente reações a qualquer avanço midiático que, ao discordante e desfavorável, se criou neste ato instituído como uma regra e, também, intenções explicitas de tentar a todo custo reagir a qualquer prognostico desafiante. Foi assim também que se deu no dia 11/02 noutro encontro devidamente propalado midiaticamente, cujo assunto vazado à imprensa permitia associativamente a junção de um expediente publico (reforma da previdência) e um privado (defesa de Lula), praticamente atribuindo ao imbróglio o motivo similar de interpretar o contexto como procedimento e sistemática. Notadas reuniões sínteses que, no momento discutido, revela exatamente posicionamentos subseqüentes e, em tais repetições, manifestos reivindicativos seletivamente vazados, como antes procederam em reivindicações sobre direcionamentos da economia, agora, não seria diferente questionar enfaticamente os mesmos registros em avanço e prevalência sobre a adaptação que, ao governo cedente, as prerrogativas supostamente reativas. Foi assim com o credito subsidiado defedindo exaustivamente por Lula que agora se mostra convincente ao BNDES rever programas extintos, como também a fritura explicita de Joaquim Levy, um estranho ortodoxo às perspectivas instituídas determinadas ao PT em ensaios tipicamente políticos, muitas vezes, simuladamente ideológicos à premissa da conveniência pura e simples, podendo então subtrair das hipóteses e conseqüências a visão estratégica admitida a Lula e Dilma e, o jogo sistemático de imprimir direcionamentos, possivelmente superficializados, dadas reincidências de reuniões e sistemáticas: - ataques costumeiros como prevê o modelo de Lula em progredir sempre, mesmo com pés de barro e inconseqüente desfavorabilidade interpretativa e sintética.
Mas, que fique registrado que, onde existe o procedimento regulando ações e imprimindo reações, também existe um progressivo esvaziamento de conteúdo e uma esquematização das seqüências administradas em conseqüência; fica claro que a cada reunião de Lula e Dilma, claramente demonstrativas destas realidades vazadas a imprensa como narrativas delegadas ao contexto informativo, perceptivos também pelo movimento do jogo de probabilidades rigorosamente disposto em repetição sistemática e num formato que, em associação às intempéries atribuídas a economia e política, se notam no intervencionismo de Lula sobre o governo e sua ambigüidade narrativa em lógica invasiva determinantemente ligada às reações empreendidas e, aos ataques especulativos visando o individual entendimento; ou seja, previsíveis contaminações entre o publico e o privado representado aqui pelas reuniões de um presidente e um ex, seqüenciados por manifestos e questionamentos político-econômicos, transformado em narrativas de síntese da crise, tanto dos erros e acertos, quanto deste esvaziamento do discurso relegado a simples tática comportamental, invadidos sistematicamente sobre o modelo de poder e, transformando apropriativos das expectativas, porem, desconstruindo a lógica progressiva por viver todo retrocesso informativo. Num claro exemplo desta sistemática estratégia frente ao detalhamento invasivo à economia e o governo, a preocupação com o retrocesso social desenhado pela recessão, realidade desconstrutiva dos direitos adquiridos a níveis anteriores as conquistas implementadas. Tanto pode ser o ano de 2011 quando então se previu o declínio econômico devidamente acobertado pela criatividade, quanto da velocidade descaracterizada destas conquistas; porem, no jogo probabilístico tal detalhe significativo aparece como reivindicação e direcionamento ideológico, reação que ao costume formal do PT e Lula credencie questionar e exigir reformas econômicas, também, discutir Nelson Barbosa e a reforma da previdência; entendendo ai a inversão prognosticada aos ataques pessoais sofridos por Lula em tentativas desagregadoras, mas, em resposta o publico aparece como perspectiva partidária e efeitos personalizados de questionar politicamente esta junção interpretativa. A unidade do modelo preexistente e sistemático aplicado como reação acostumou-se ao tratamento superficializado no que, antes, exibia conteúdos reivindicativos pertinentes a historia combativa de Lula e do partido, agora um modus operandi posto em irrelevância e detalhamento. Duvida-se de antemão do prognostico econômico alternativo e usado como reação a todo ataque sofrido como moeda de troca, também, como invasão ao que diz o governo, senão a mesma tentativa assimilada; basta notar na flexibilização da meta fiscal admitida tanto pelo PT como pelo governo, como a redução das taxas de juros, provavelmente a mesma tendência do governo, sinalizada com uma reunião entre Dilma e Alexandre Tombini. Como reivindicação e propósito tanto pode agora discordar de Nelson Barbosa como exigir a troca por outro mais afinado às suas perspectivas.   
Historicamente falando, toda reincidência se gasta entre o crescimento da esperteza e o destrato contextual, perspectiva muito comum ao jogo de probabilidades e ao pragmatismo instituído pela falta de acabamento necessário, também, do excedente relegado; neste ponto encontra-se saturado toda perspectiva inversa encontrada por Lula e o PT em reagir sempre e com o mesmo enfático já que, contrafeitos se tornam vulnerabilizados ao extremo pelo costume unificado de invasão sistematizada que, no caso usa o governo como sua vantagem. Esta tática tem um grave inconveniente, podendo aumentar progressivamente o excedente relegado e, impor uma restrição procedimental devidamente irresponsável pelo limite recessivo da ação interpretativa numa expressiva diferença entre o contexto referente, irrelevando e sistematizado como um artefato menor e inconveniente. Quando Lula viajava pelo Brasil construindo sua dialética política sempre em oposição ao modelo vigente esta temática valia como alternativa e ótica política de redimensionamento contextual; agora, existe um governo concordante para o mesmo governo discordante e, mesmo que estimule pensar alternativamente a economia, toda realidade decorrente se torna análoga ou similar, um dever e não uma moeda detalhada de reação, aos moldes propalados de toda desconstrução narrativa. Fica então este paradoxo no qual Lula e Dilma alternam-se sob baixos nivelamentos e perspectivas, extremos progressivos e devedores que se acostumaram com o poder pelo poder, proveitos sobre modelos esvaziados e interpretações que ao uso da esperteza política acostumaram suas facilidades prometendo a mesma interpretação contextual devidamente ausente deste mesmo cenário.

Definidos então pela reação sistemática e adaptada ao jogo probabilístico uma analise se faz na diferença entre o publico e o privado como formador de ideológicas e opções partidárias do entendimento contaminado, politicamente falando, ao proveito da individualidade questionada em direção a irrelevância representativa. Esta visão ou perspectiva que se faz do uso indiscriminado das estratégias em qualquer alternativa politicamente prevalente possui na sua narrativa prognostica um desvão ou hiato que dissocia automaticamente pelas mesmas ações interpretativas; se não muda o discurso, muda o contexto, daí que uma descaracterização existe também na diminuição da suficiência, tornando onipotentes e defasados criadouros de perspectivas, ajustados pela retração interpretativa e suspenso pela oscilação continua do intervalo de consideração. Quando em tais alternativas pressupostas de oscilação se nota que a opção do poder pelo poder tornou-se sistemática e sistêmica, limitando a reação e vulgarizando toda analise a detalhamentos sucessivos e indeterminados; daí, em decorrência, fragmenta-se informativamente e um fosso se abre em improbabilidade crescente a qualquer reação, já que, mutilados e absolutos não reparem a refração individual da projeção, atribuindo à respectiva analise o proveito desta restrição interpretativa. Fica claro que entre tantas reuniões de Lula e Dilma e o que foi destinado à imprensa existe uma diferença de síntese interpretativa, também, das alternativas diferenciais e homeopáticas de como se baseiam suas reivindicações e perspectivas, pensando ai que toda sobrevivência política admitida nestes critérios diferenciais segue rigorosamente previsibilidades estratégicas para entendimentos cumulativos. Quanto à favorabilidade deste discurso econômico em prognostico alternativo a sua analogia governamental, existe no seu paradoxo a incógnita política pairando como utilização pragmática e bastante estilizada dos recursos disponíveis em munição preventiva e, organização tática do PT e a visão absoluta de Lula; neste cenário, flexibilizar a meta fiscal pode ser o tiro no pé para totalizar o rebaixamento das agencias de risco, provavelmente dificultando a perspectiva de Lula em inversão da economia até junho; para tais perspectivas é possível ler subliminarmente que as metas estipuladas e já preventivamente instituídas como táticas se cria na cumplicidade com o governo e sua adaptação correspondente aos desejos enfáticos de recuperação econômica. Bastante destoante do FMI, quando analisadas sob a perspectiva mundial, onde Brasil contribui para a desconstrução, visão intertextual que se analisada pela ótica domestica deste mesmo prognostico, tal reflexo tenha tonalidades individualistas de tratar publico e o privado, em comum aspecto da sobrevivência destoante do que dita a economia mundial em suas perspectivas diagnosticas, nos entraves e unilateralismos detalhistas, adornados pelo jogo probabilístico e visão bastante simplista, também, pela narrativa de pouca credibilidade interpretativa. Esta desfavorabilidade impacta diretamente sobre estas costumeiras reuniões, cujas analogias discursantes se tornaram representativas da negatividade e crise, simbolicamente adornadas pelo limite probabilístico e pela admissão homeopática e simulada dos erros, trazendo a irrelevância ao discurso da improbabilidade narrativa e, na visão pouco proveitosa de toda REIVINDICAÇÃO.

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