sexta-feira, 30 de outubro de 2015
DILMA TRATA O PODER PELO CONTRAPONTO REAL
Dentro de certas perspectivas intertextuais da visão do
ajuste político-econômico, evidencias bastante claras expressam o que, em drasticidade comparativa, o atual imbróglio
se percebeu salientado pelas simulações
e adulterações da lógica contextual para e, depois, se deparar com o inverso
explicito desta perspectiva. O veneno de
todo contraste exposto pelo poder se encontra na diferença expressiva entre o
falso e o verdadeiro, fraude e
verificação narrativa e seus tratamentos de pobreza criativa, menor que o
contexto, em travar a estratégia multiplicada e de suficiência claramente
distorcida entre o grau de benesses envolvidas no trato da população, da efervescência
do jogo político de possibilidades. Comparativamente a outros ajustes
praticados, claramente se percebe o contraste da presunção eleitoral e
marqueteira de viabilizar-se no contexto subseqüente, evidenciado por contastações
tão impactantes quanto às ficções imaginadas pelas copias pirateadas do modelo
de marketing americano. Estas
diferenças probabilizam o caráter histérico
que na crise emblemática se percebeu expressiva e valorizada, consumidora voraz
de historias e respeitabilidades, deteriorando-se comparativamente a esta mesma
inconseqüência simulada e extravagante, particularmente díspare em embromação
direcional e lógica probabilística. Não adianta agora, reconhecer
gradativamente os erros desta saliência expressiva, principalmente depois de
gasto todos os cartuchos da eloqüência intencional do poder pelo poder e, suas
competições rasteiras de se determinar ao jogo político como evidencia midiática
– onde todos se encontram -, agora acintosamente em revelia informativa e
desgaste acentuado de se pretender probabilístico. Procure, neste ano de 2015,
algum eixo reativo pelo qual o poder poderia se estruturar politicamente com a
credibilidade real de fazer valer a sua perspectiva e, não encontre nada de
relevante que traduza em contraposição a esta expressiva diferença contextual
de proveito. Ainda, provisione 2016 e, certamente este desnível irá determinar
a sua linearidade, a não ser um fato impactante
e de inversão da credibilidade para reagir a esta diferença expressiva.
Presumir, em instantes de sufoco,
que o ambiente natural da crise política só resolva como reação momentânea aos
adjetivos da resistência e, limitação de tratamento e resultado sazonal de
tentativas ou erros seria tão banal quanto às sucessivas minimizações do
esforço correspondente. Nesta simbiose de Lula
e Dilma, entre culpas e relevâncias, alem dos sucessivos desgastes e
vulnerabilidades, produzam, neste contraste entre o omitido e o verídico, a armadilha preferencial da linguagem utilitária ao conveniente, abusada e
desperdiçada como se fosse um acessório e, não um direcionamento ou atenuante
deste tratamento de choque presenciado e explicitamente comparado de reagir
admitindo erros quando, em verdade, tais admissões perderam-se em validades
vencidas pela realidade muito mais determinante do desemprego elevado e, da carestia
tocada ao eleitor que comparece promovendo cenas que se afastam tanto da
realidade e do universo de intrigas e conluios. Exatamente diferencial e, em lógica
errática, o poder submete a esta diferença com a autoridade bastante questionada
e sujeita a todo tipo de vantagem, destas dos baixos expedientes e de
tratamentos localizados, talvez, parecidas às estratégias de Lula em período eleitoral
e suas discutíveis alianças de excesso pragmático e vulgarização do imbróglio.
Este nivelamento político, agora invertido nestes cargos infindáveis do segundo
e terceiro escalão – não vão durar para sempre -, admite-se a qualquer
articulador estruturas sobre esta condição as suas revelias em limite
comparativo e, equação prognostica de reação. Note o quanto estes nivelamentos políticos
inverteram a lógica estrutural – primeiro a economia, depois a política -, para
desaguar pelos atalhos e manobras criativas no seu próprio teste invertido de
respectivo ciclo, onde, ao certo em origem primeiro, ao contraste, em saturação
prevalente se expôs o poder ao eloqüente para e, depois, direcionar
coercitivamente por esta lógica inicial. Tanto que, admitindo erros com tanta
retenção diagnostica, provavelmente dilatem a imperícia e pratiquem a adequação
somente no jogo de possibilidades. Similares em modelo, Lula e Dilma se
encontram num mesmo imbróglio informativo e de reflexo – erro da origem análoga
– proferindo suas desavenças ao toque da sobrevivência individual e, do
resultado expressivo destes sub-contextos políticos de crescente esforço
reparador para resultados cada vez menores e mais impactantes quando se leva em
conta a diferença contextual.
Entre paginas mal acabadas outros
ciclos retornam sobre esta diferença, cumprindo a oscilação de reflexo na
instabilidade político-econômica, retroagindo ao impedimento (origem invertida)
ou, aos ensaios do PMDB no
descolamento gradual do governo. Como partido essencial na sustentação política
o seu direcionamento agora agrava e reinicia outra vertente bastante difusa de
manutenção do poder e sua procura de estabilidade; dilema, também, do PMDB em
reagir agora em seu descolamento visando às alianças de 2016 ou correr o risco
de continuar sendo um prolongado coadjuvante, suporte do oportunismo e das
oscilações da realidade contextual. Certamente as fragilidades de Lula, do PT e de Dilma sinalizam esta expressiva
dependência como condição de sobrevivência, agora mais do que nunca, produzindo
uma evidencia que nunca se mostra compatível senão esta de permanecer neste
modelo de dependência. O PMDB sabe muito bem o jogo midiático de proveito e
oportunismo que, apesar da reforma ministerial, tal entendimento não se faça
tão natural como se pensa, principalmente em situações de vulnerabilidade quando
o utilitário fala sempre mais alto que qualquer seqüência em escala de benesses
e cargos. Conte também com a admissão tardia dos erros, propriamente um corte
afiado que não se cura com desculpas, mas pelo valor do dinheiro escasso e com
agravantes cotidianos e diferenciais entre as astucias do poder e o grau de
veracidade envolvida.
Uma síntese desta oscilação estratégica
de Lula e do PT em produzir sucessivos “factóides”
midiáticos de imensa probabilidade reativa – como se percebe agora -,
tornando-se inacreditáveis contorções e negações da realidade no empenho favorável
e individual, tratamento midiático somente, enquanto as articulações e reinícios
cada vez mais sistemáticos e limitados, promovidos sobre o próprio desnível enquanto,
nos bastidores, articulem em revelia a toda encenação engendrada. Também fica difícil
entender o equilíbrio entre a necessidade de um ajuste já alongado e em déficits
cada dia mais elevado (talvez nos 110
bilhões) e, as manobras de ataque aos culpados imaginários, numa tese
bastante desgastada que ninguém mais acredita, a não ser as utilidades
extravagantes que torna o bolsa família
uma moeda extorsiva e abusada de uma troca, submetendo a população vulnerabilizada
ao medo de uma realidade manipulada e politicamente adequada aos sobreviventes de
qualquer custo. Na verdade, para Dilma que utiliza destes expedientes de sobrevivência,
não seria ilógico entender o limite da suficiência distorcida e do direito
adquirido nivelado ao restrito teste dos sobreviventes, em purismo e simplificação.
Estas interpretações sobre uma defasagem tão expressiva entre o poder e o
contexto sublocam previsões naufragadas pela fragmentação informativa e, aos
proveitos da facilidade que surte cada vez menos efeitos, porem, utilitárias e
manipuladas politicamente reinsiram repetitivas e de credibilidade cada vez
mais inadequada aos desenvolvimentos cumulativos da população. A política atual
sofre deste pragmatismo cada vez mais crônico, expressivo em utilidade e
redutivo em tratamento compatibilizado da realidade e o poder pelo poder, preferenciais
aos jogos eleitorais e, somente ai, exerçam suas locações imediatistas e de
tratamento especifico e reincidente; natural também a propensão das pesquisas de opinião que repetem os
mesmos itens, em variáveis massivas e sugestivas (saúde, educação, segurança),
retroalimentando viciadamente o ciclo e, limitando enormemente que alguma
diferença maior se faça em expectativa e prospecção. Daí que, entre ciclos que
não se saturam devido os eternos retornos dos excedentes relegados, a
perspectiva de Lula e Dilma neste cenário de dependência/recusa do PMDB se torne
a linha divisória para novos estímulos a crise e, ao entendimento do ajuste ao
tempo lógico de reação; talvez, o eixo de reação nunca apareça ou, se adéqüe a economia,
talvez; melhor entender que nesta banalização econômica de oscilações muito
efusivas de previsão se encontre também um limite imaginário de reorganização
estrutural, forçada e impositiva, definindo cenários com mais eficácia que
estas oscilações estratégicas que Lula e Dilma procuram em permanente evidencia
e teste diário de sobrevivência, também, da oposição que se movimenta pelos
mesmos expedientes da ineficácia e dos direitos ULTRAJADOS.
quarta-feira, 28 de outubro de 2015
O JOGO(285) REAÇÕES VULNERÁVEIS EM LULA E DILMA
Uma hipótese de viabilidade creditavel seria a premissa que diz: “toda
omissão informativa encontra sua contrapartida explicita no contexto”,
provavelmente, em experimentação de conteúdos se proceda com bastante
continuidade pelo universo político pretendido,
ao desgaste da contradição pelo abuso da simulação de contraponto midiático tais
veracidades prometam reforçadas pela ausência de expectativa e, defasagem do
direito adquirido em expressivos volumes informativos. Tanto pode, em relevância
que, demonstradas exatamente como armadilhas probabilísticas, adquirem
conformidades quando exibidas pelo contraste da linguagem em seu desperdício de
exagerada soberba e, o que de valorização produza em conformidade
intertextual ou, mesmo em detalhamentos persecutórios que no silencio desta
omissão revele-se perturbado e, em ataques de pânico como convém reagir ao que foi dito efusivamente sobre a eminência
parda do contexto por esta mesma unidade viciada. Tanto pode ao eloqüente quando
exerça o controlado, certamente que, este duplo contraditório do universo político
escapa impertinente e ardiloso pelas atribuições do poder em tentativa de regulá-las,
como também, se armam em Lula sobre
o seu evidente desconstrutivo do personagem, tragando-se pelo mesmo desperdício
da linguagem contraditória e dos tratamentos invasivos e também explosivos
quando associa ambigüidade estratégica a ausência da propensão, relegando
excesso de significados para avaliações multiplicadas da população comum. As
armadilhas probabilísticas – sínteses interpretativas - adéquam à probabilidade
simulada em conflito descaracterizado do verídico, como se fosse um teste de prevalência
ou submissão, tudo dependente da propensão (popularidade)
verdadeira catapulta dos erros, ambigüidade que torna o contraste volumoso e
impositivo a suscitar juízos de valor com tendências muito expressivas de
desconstrução da lógica interpretativa. Lula, em unidade vulnerabilizada e
condicionada de seu discurso político, percebe agora o que antes, em
entrelinhas, sinalizava seus estrangulamentos informativos, porem, destratados
pela autoridade de seu discurso, percebe agora o agravamento interpretativo,
num cenário da hipótese progressivamente direcionada ao creditavel, havendo
nesta ambigüidade informativa uma historia que desaparece.
Mais que um prenúncio ou
possibilidade, melhor seria interpretar o modelo político de Lula e Dilma sobre estes sucessivos testes de
desconstrução, retrocedendo a origem e toda eloqüência de tratamento numa caricatura
exagerada de seus personagens frente a este desnível contextual; sabe-se que
qualquer analogia (Dilma segue Lula) sofra dos limites e restrições progressivas
quando exercitadas por atalhos ou por abusos simulados a esmo, em estratégias imediatistas
e altamente probabilizadas a inversões consecutivas. Similares em origem
exercem a ambigüidade comportamental como diferença desta lógica, distorcendo e
favorecendo o viés interpretativo, considerando o empenho do poder pelo poder e
destratando a diferença contextual, evidenciado ai pela facilidade progressiva
sobre um vasto excedente que agora aparece reivindicativo. Junte ainda a
longevidade da operação lava jato e
a relevância da operação zelotes,
entre tantos outros que, pela frente cumpram seus acertos negativos ao
diferencial expressivo desta ambigüidade contextual. Vulnerabilizados pelo
modelo político, Lula e Dilma se notam pela inversão do poder aos destinos de
uma realidade saturada e omitida progressivamente. O enfraquecimento de Lula se
torna expressivo, já que, sustentado pela popularidade (propensão) agora se
percebe minado pela rejeição expressiva de viabilidade eleitoral, não
esquecendo que os eleitores preferenciais vão desaparecendo em proporção a
avalanche de denuncias: - agora o rolo compressor midiático, tanto verídico,
como manipulado, integram um só bloco de inversão, produzindo sobreposições
reativas sobre esta fragilidade condicionada do modelo político em questão. Até
que readquira a sua função dialética pode ser muito tarde para Lula e Dilma
suportar o impacto num contexto detalhado e valorizado como o agora vivenciado.
Fala-se de conflitos políticos deflagrados pelas operações lava jato e zelotes -
se verídicos - tanto o poder sob Lula e Dilma manifeste-se por esta saturação
expressiva e pelo mesmo acinte, agora inverso, no tratamento invasivo
decorrente do processo fragmentado e absoluto de tratar o fato. Esta inversão
se torna curiosa, justamente quando o excesso de valorização da linguagem pela
abusiva simulação trata a população espertamente, percebendo-se agora, a mesma
narrativa em lógica contextual de reação,
também, das conseqüências adequadas onde antes inconseqüentes preferenciavam
Hoje, premidos pela inversão do
poder, antigos expedientes que antes navegavam inconseqüentes pela narrativa marqueteira e direcional, agora,
exprimem-se pelo diferencial expressivo, provavelmente numa penitencia muito
estendida, já que, agora, em similaridade do poder, limitados e estrangulados
em seu próprio discurso se percebe ausência do controle expresso, destituído da
eloqüência e presunção informativa. Só lembrando que nestas pedaladas não incluídas
no orçamento deficitário outra constatação se percebe na fala contraditória
quando Lula, no seu populismo, atribui esta diferença aos projetos
assistenciais do poder; em verdade, este exercício fiscal serviu aos
empresários, alguns poucos, favorecimento narrativo explicitamente demonstrado
num encontro de empresários promovido pela carta
capital em 2010(vide acima), quando Lula se gaba de ter favorecido enormemente
o empresariado. Estas ambigüidades impressas pelo destrato e ausentes de
acabamento natural de conseqüência, repara absorto pelo limite pressuposto o
seu excedente, vulnerabilizando a reação, principalmente quando confrontados
pela evidencia tal justificativa escorra pelo ralo em inconsistência ou,
quantidade simulada pretendida. Este raciocínio de que o poder pode tudo, em
tese, seria louvável e inconseqüente pensar desta maneira; provavelmente se esqueça
do eleitor, este mal necessário que, em créditos de simulações ou organizações
pela linguagem leve um tempo que somente o poder pode probabilizar e irrelevar
com tanta freqüência e ambigüidade nos instantes de evasão da credibilidade. .
Dentro deste cenário extremamente
fragmentado que a política se encontra, a dificuldade articulatória e as
manobras de bastidores se tornam progressivamente supérfluos e irrelevantes
quando confrontados pela relação intertextual
de equação e previsão. Imersos politicamente neste cenário, tanto Lula quanto
Dilma progressivamente se vão descaracterizando do poder efetivo e integrando o
limite probabilístico na sua desconstrução progressiva. Como a política vive de
instabilidades e insurreições, existe também, a perspectiva de reorganização de
origem em outros tempos mais afinados economicamente e, principalmente,
reorganizados politicamente em sustentação e proveito. Porém, sobrevivências encontram
o seu eixo ou a sua inversão em perspectiva direta do excedente anterior de
probabilidade ou saturação e, isto quer dizer politicamente que prognósticos eleitorais
viabilizam-se em quem estiver dentro do limite pretendido de possibilidades; ou
seja, visto pela saturação estas alternativas desembocam na impossibilidade,
considerando ai os instantâneos políticos, verdadeiros canibais da relevância e
confinamento eleitoral. Existindo esta possibilidade de recessão em 2016, alem da
retomada gradual do crescimento, em tese, estruturas políticas com avantajados
graus de vulnerabilidade tendem sucumbir a esta distancia, principalmente pelo
fator de credibilidade e da narrativa repetitiva, carente de ressignificação, também,
pelos abalos sucessivos sofridos pela informação destoante estas perspectivas
tornem-se minadouros do desgaste e, perda sucessiva do ambiente político em
trato e conseqüência. Mais uma vez é bom lembrar que atalhos, manobras e
articulações empenhados na narrativa do poder pelo poder, em constancia repetitiva,
tornam-se irresponsáveis e autoritários inconseqüentes, sujeitos a mais valia
do menor esforço. Esta tentativa de Lula em se preservar individualmente, tentando
intervir no ambiente do poder, ao invés de resolver o imbróglio, aprofunda a
fragmentação informativa e limita sua historia aos expedientes da baixa política
de resultados; talvez o limite de atuação esteja defasado e questionado como liderança
política, justamente pelos pormenores relegados e omitidos em longos períodos de
uso utilitário da popularidade, ainda, pela soberba da linguagem pragmática e,
das estratégias eleitorais, agora, em visão muito acintosa e recessiva de
entendimento, sequelados pela população reivindicativa e pelo acinte que se
percebe aqui e acolá pelo direito adquirido e suas conseqüências literais de se
fazer valer. Nesta visão intertextual, o poder produz a resistência de uma
desorganização econômica e uma
gravidade que se vai, progressivamente, exibindo sua mascara movedora em cenários cada vez mais
deteriorados e imprevisíveis. Neste modus operandi tão contrastante o valor de
qualquer historia em teste tão expressivo da baixa política, talvez não
probabilize a máxima do instante e, das fulgurantes linguagens caricaturais e POPULISTAS.
sexta-feira, 23 de outubro de 2015
UNIDADE BÁSICA E AMBÍGUA EM LULA E DILMA
Dimensionar o contexto quando
imperam esforços exacerbados para resultados pífios seria o mesmo que municiar
o adversário com sua propensão positivista
da facilidade sintética de proveito e interesse. Agora, interpretar dialeticamente o desgaste explicito de
seu próprio modelo, em tese, poderia se fartar em oscilação e ambigüidade, porem, diante da limitação
probabilística de pressuposto e origem, mais parece um envolvimento kamikaze, decorrente daqueles ultimatos
de sobrevivência que, particularmente falando, das estratégias ousadas em táticas
de condução partidária. Faz tempo que Lula
interpreta-se pela mobilidade dialética, também descrita como ambigüidade discursiva,
tática resultante da intertextualidade faltante naquelas seqüelas de oposição sistemática e, do saturado discurso “nós contra eles”, visto
por esta perspectiva de travar uma linguagem midiática para, por outro lado,
imprimir em estratégias contrastantes e opostas ao direcionamento informativo,
cabendo também a Dilma repetir esta
contradição quando direciona midiaticamente todo bate boca de oposição simulada
com Eduardo Cunha e, em outra
instancia, promova exatamente ou taticamente o contrario quando exercita pela
base de sustentação a sua cada vez mais improvável manutenção do cargo. Em Lula
que, no seu discurso costumeiro promove a distorção da vantagem ao limite
reflexivo, articulando, da mesma forma, a permanência de Cunha, blindando
informativamente o interesse neste cada vez mais improvável impedimento, visto
agora nesta operação de salvamento uma contrapartida explicita dos entremeios
desta baixa política imediatista e de vale tudo. Em visão mais direta e menos estratégica
Dilma cria nestes “factóides” outra ambigüidade
muito maior, devido a sua preferencial visibilidade, ousando sobre este recinto
de sobrevivência tática sua limitação expressiva em desorganização estratégica –
na visão da população -, conturbada e desorganizada pela imensa fragmentação e
tratamento extremamente localizado e unificado de fazer valer a sua tentativa.
Em Lula, pela mesma evidencia, porem, sem a responsabilidade expressiva,
mostra-se influente e oportunista quando trata do individual disposto e, da
interpretação autoritária para articulações de duvidosa capacidade tática,porem,
não se pode negar, o grau de multiplicidade empregada para resultados bastante discutíveis.
Possivelmente, entre oscilações e
ambigüidades narrativas, expressas pela gradativa
aceitação do grau do imbróglio em questão, somente trejeitos articulados e
manobras de bastidores não sobreviverão ao contexto paradoxal e descontinuado,
impositivo e reivindicativo; não vale muito estes substratos informativos
povoados por estratégias menores e invasivas, desacreditando enormemente a população
quando individualiza todo discurso pela lógica correspondente de afastar
transitoriamente as seqüências catárticas desta crise político-econômica.
Tem-se, nestes movimentos de ambigüidade informativa, uma lógica de premência no
vale tudo da baixa política, onde o manuseio utilitário do fato serve
exatamente ao instante, para e, depois, ao descarte e negação prognostica para
sucessivas paginas viradas sem nenhum critério. Por outro lado, estas unidades elementares viciadas na
oposição do inimigo imaginário, quando empenham nos sucessivos condicionamentos
narrativos esquecem ou omitem esta dicotomia
– eixo de interseção -, agora vivamente interpretado por Lula como
pressuposição estratégica e invasão progressiva sobre o discurso do poder e, da
base de sustentação. Estas manobras de driblar a mídia para imprimir a sua mais
crua transgressão, podem até, em muitos casos, se transformar num modus
operandi político, como se percebe na oposição em relação a Eduardo Cunha; ou
seja, dois discursos difusos entre a expectativa e a reação, provavelmente
tentando se preservar de um desgaste: - vá entender a quantas pulverizações estratégicas
o discurso político se eterniza em minúcias e relevâncias, provavelmente
estruturados pela oscilação e imediatismo muito evidente, enfraquecimento e prevalência,
no fundo, vencedores e vencidos,
tratamentos de choque ou a queima roupa para pretendentes desta baixa política,
instituindo sua vertente mais corriqueira quando absorve estas dicotomias ao
sabor da irrealidade contextual de proveito.
Em tese, o discurso de Dilma
sobre este movimento de oscilação, em que pese o habito político de provimento,
se parece ao próprio meio – devendo-se ai a luta pela sobrevivência -, prevendo-se
extorsivo e deslocado quando, em ótica contextual, pretenda interagir em
popularidade e sua propensão. A crueza do tratamento político em situações de
crise demonstra, com muita evidencia, o esqueleto e repetição destes modelos partidários,
provavelmente, demonstrando explicitamente o limite entre a pretensão política e
sua capacidade cada vez menor de convencimento, também das manobras de
adulteração da realidade contundente quando o relator, de conjuntivite,
exibe-se no olho do furacão da CPI da
Petrobras o que todos já sabiam, porem, visto pelo olho distorcido possa ser a punição divina
destes manipuladores contumazes. Esqueletos sobrevivem, mas deixam seqüelas muito
maiores devido a esta ambigüidade e, a adulteração grosseira da realidade
preferencial; no modus operandi político, este canibalismo de evidencia e de pobreza
estratégica, move-se sequelando pelas sobras e reagindo negativamente quando
expostos pela sua origem, naquela tentativa de prover a memória com instantes
cada vez menores e impulsivos. A volta ao Brasil
de Henrique Pizzolato mostra, em contundência,
como o discurso oscilante do poder em apressadas páginas viradas ainda exibem
estas diferenças de outros tempos, associando aos idos de 2006 a expectativa,
agora minorada, de rever o mensalão por outra ótica, talvez como pré-condição
da Lava Jato ou, como uma lembrança
resistente de uma síndrome do pânico a rondar sequelados e falantes por esta
analogia do dinheiro, tanto no Brasil, como na Itália, destinos semelhantes, explicitamente associados pelas mãos
limpas ou pelo jato refrescante da água, submetidos ao calor escaldante dos países
que, segundo pesquisa, se tornam desenvolvidos ou não, dependentes do clima e
suas regularidades El niño;
Uma estratégia em voga utilizada
politicamente como discurso de dois lados numa mesma moeda, este duplo que não
pretende credibilidade, apenas usufruto de todas as vantagens e interpretações lógicas.
Se pensarmos neste direcionamento, o calculo desta interpretação vai contra
toda lógica contextual de raciocínio, já que qualquer sujeito que se preze fixa
no outro o seu processo de coerência e de adequação contextual, alem dos
acertos prognósticos, mesmo que destoantes, mais adaptados ao trato da
popularidade sem, necessariamente prover deste populismo de fachada que tanto
Lula quanto Dilma se esmeram em repetições e direitos adquiridos tão elementares
ao senso comum, como se fossem doações filantrópicas de mais valia eterna e de
obrigação e obediência constante. Esta credibilidade perdida pelo inconstante e
simulado tratamento narrativo, agora se percebe nestas contradições táticas da ambigüidade
narrativa um desvio desfavorável de articulação, por mais que no exercício prevaleça
sua valorização, o ambiente joga contra a lógica interpretativa e pela
multiplicidade probabilística e difusa de pretender a necessária contundência de
reação. Num cenário em que o empenho, tanto de Lula em reagir pela sobrevivência
pura e simples, quanto Dilma em se manter em evidencia ate o fim do mandato,
transformaram este exercício esquemático numa limitada contenção de imersão
neste núcleo de poder, consumidos pela narrativa domestica, ainda, relegando o
eleitorado a tratamentos bastante superficiais, talvez, muito caricaturais como
manda a cartilha do populismo. Esta ausência de ouvidos para a população torna inútil
estes bate boca domésticos, alias, não como estratégias midiáticas se vestem,
mas como desorganização e improviso. Demonstrados sempre por seu limite de
saturação, tanto esta dicotomia de Lula, Como nesta hipótese narrativa de Dilma,
o diferencial do contexto reivindicativo se encontre focado na deterioração econômica,
verdadeiro teste de credibilidade, fato que, bastante longe e, talvez, em
direção irrecuperável se nota a pretensão do poder na tentativa equacionada de
resultados, em evidente contraste com estas manipulações palacianas em resolver
toda realidade fiscal pela via mais facilitada e onerosa. Existe um Lula e seu
partido que reivindica modificações direcionais na política econômica com a experiência
semelhante a estas táticas ambíguas de interseção eleitoral, provavelmente,
interpretando o valor e a qualificação, comparativamente ao grau de
credibilidade e prevalência competitiva. Alias, o pragmatismo político, tanto
do PT, como do PSDB, demonstram o quanto faltam em sua estrutura a capacidade de
viver pressupondo qualquer ideologia que não seja a constante e instantânea prevalência
interpretativa. Talvez, por isto, o processo político demonstre este grau
expressivo de fragmentação, onerando exponencialmente o seu único suporte de viabilidade,
senão a economia e os bons e retardados ventos de reação, probabilidade
bastante remota quando, em tese, o ambiente narrativo sobra em distúrbio de
personalidade e disfunção BIPOLAR.
quarta-feira, 21 de outubro de 2015
O JOGO(284) DILMA SUBMETE ÀS REAÇÕES DO PODER
Um poder de tal magnetismo em
atrair a crise onde quer que vá, vive-se continuamente sua penitencia ao
recusar culpabilidades, onde quer que compareça visivelmente saturado pelas peripécias
e distorções municiadas por narrativas puramente estéticas e, adequadas a lógica
procedimental. Entre as políticas domesticas
e o hiato das políticas externas,
notórios se tornam estes exercícios de eloqüência – verdadeiro bate boca – por onde
se vá carregue o discurso do impropério e da falta de lógica procedente, ao combustível
da competição continuada e dos processos recessivos que nas palavras cumprem o
seu esvaziamento progressivo em oscilar sobre o ambíguo da vantagem distorcida.
Visivelmente, esta capacidade do
poder em monopolizar todo ambiente negativo onde quer que compareça somente
expressa a sua surrada estratégia de confronto continuado sobre progressivas
minimizações do esforço correspondente; ou seja, a preocupação do poder sempre
foi travar esta política inábil e deficitária com todo esforço narrativo de
derrubar subseqüentes barreiras do
pragmatismo, limitando o modelo elementar aos critérios correspondentes e, a
noção pressuposta do inimigo imaginário e perigosamente a espreita. Em relação à
política externa os movimentos empenhados de fixar intertextualidades
direcionais se transformaram em arrumações decorrentes da necessidade domestica
de impor sobre uma agenda impositiva – critério de dependência – destinada a
pincelar pictoriamente um desenho abstrato de negação efusiva do atrativo cenário
político local. Estas necessidades, agora impulsionadas em produzir alguma
ênfase retórica ao raciocínio boquiaberto da população, tornam-se insuflados
pelo magnetismo de uma crise em constante deslocamento,
efervescente ao ebulidor da lógica positiva e, do intencional recurso que o
poder joga no lixo suas respectivas visões de maioridade política, para penar eloqüente
num irresolvido substrato e fragmentado cenário, sucumbido pela visão limitada
da informação especifica e sua reação que, agora viciada, percorra todos os cenários
mundiais distribuindo seus enfeites eleitorais para platéias sedentas desta
baixa política desqualificada e resiliente.
Mas, o que falta ao poder, senão
uma agenda de comunicação esmiuçada e procedimental para evitar a propagação
faiscante da crise por onde compareça, sobre o mesmo assunto remeta ao mesmo
local de origem – necessidade e descrédito -, resumindo toda vastidão da política
externa a trafegar ineficaz sobre a austeridade e vivencia do imbróglio político-econômico,
constante dramatização estética no universo
reducionista dos expedientes desta baixa política de conseqüências. Embebidos
pela lógica continua da oposição, o vale tudo do poder desconhece equiparações
informativas, preferindo a tática auto-limpante de fazer valer a qualquer custo
qualquer discurso subto; tal costume de reação ao baixo nivelamento atrai a
crise aos rincões do especifico e efusivo bate boca – visto agora em políticas externas
– transitando em domesticar todos os problemas mundiais em locações e prognósticos
específicos de controle e controvérsia. Enquanto descendem previsões econômicas,
refletidos no exterior por esta realidade da forçada agenda positiva e os entraves
desta necessidade induzida ao combustível da simulação e distorção explicita da
linguagem, o poder, limitado em empurrar a crise por onde quer que vá, se torna
compelido a embasar e justificar seu discurso fragmentado, destorcendo os critérios
da valia e sugestão, empenhando-se em absorver toda manifestação domestica como
centro se tornasse o Brasil, funil e
destino de todo egocentrismo tresloucado de negação da evidencia real, preferência
pela ficção e sujeita a toda oscilação de um mundo que se desenvolve, apesar da
crise do Brasil. A distorção entre o externo e o interno, referindo-se ao imbróglio
político-econômico, se encontra na defasagem informativa que o discurso fragmentado absorve em necessidade e vicio
ao reorganizador específico, substratos mais aprofundados das irrelevâncias e inconseqüências
de uma imagem que se esquece de se-la, prognosticado em reagir e reiniciar a
todo o momento pelos mesmos procedimentos discursivos. Fica claro a atração do
poder em seqüelas cada vez maiores e mais volumosas, limitados por esta inconsciência
derivada da limitação do modelo elementar.
Houve, neste blog, uma previsão
de déficit orçamentário de 80 bilhões
para 2016 quando o governo estimava no seu orçamento algo em torno dos 36 bilhões; pois agora, em 50 bilhões admitidos em outros
especulados e previstos 76 bilhões,
provavelmente até o fim do ano esteja no parâmetro mencionado à previsão de
2015, ou seja, o que era receita previsível agora se percebe num déficit,
provavelmente no ano que vem estes admitidos 36 bilhões se façam inversos em
receitas ou, mais provavelmente, sucumbam a outro viés degenerativo, a conta
gotas, probabilizado comparativamente pela realidade de visão domestica de
limitação, extremamente liquefeita pelo volume de problemas e dos erros estratégicos
cada vez mais expressivos, também, contaminados por interferências e probabilidades
surgidas sob um teto cada vez mais restritivo e ineficaz. Encontra-se em
evidente distorção toda narrativa do poder em tratar a economia com a
transitoriedade política que, certamente, seu alongamento se dê em proporção
direta a este discurso fragmentado, estimulado pelo especifico e reagindo a
conta gotas a este viés recessivo, empenhando todo histórico político no
desgaste e, em conseqüência, sua inversão ao cenário negativado do desproposito
e da irresponsabilidade. Basta notar o discurso superficial do poder no
ambiente externo sua visão de crise localizada no processo de culpa e, no
tratamento de choque em suas alternativas representadas e fictícias de vender
um Brasil progressivamente visto como um país que não deu certo, vendo-se
estimulado por intrigas e proveitos individuais de fundo de quintal, sem
nenhuma retórica providencial.
Definitivamente que um cenário de
rápida degradação fiscal ainda produzirá seus reflexos em 2016, podendo se
estender até inicio de 2017. Quando se pergunta nesta visão limitada do poder
ao reagir acintosamente a este destino domestico como se fosse à finalidade
relevante de exercício político há de se perguntar se este modus operandi
expressivamente procedimental e superficializado irá resistir até 2018, com
esta narrativa tão restrita e, em tão evidentes desgastes narrativos; como o caráter
intertextual e visionário da política em questão se transformou num objeto inútil,
vive-se destes expedientes de tratamento imediato e de visão compatível ao
recurso eleitoral. Talvez, por isto, o PMDB
mantenha a convenção para novembro na expectativa de descolamento do poder e, pensando
nas próximas eleições e seus rearranjos de palanque eleitoral, movimentando
outras perspectivas direcionais, já que maior partido de sustentação vive hoje
o melhor do externo e interno, concomitantes. Alias, falando de políticas externas
e o conflituoso cenário domestico, a contaminação involuntária de toda
narrativa se valha destas tensões simuladas, reescritas pelo valor superficial
de tratamento e utilidade reivindicativa, também, pelo ambiente resumido de
tensão informativa, dependentes de raciocínios e decisões rápidas, praticamente
envoltos numa catarse que se torna a proximidade eleitoral. Neste ambiente que
o poder assume toda vertente direcional quando se exime de qualquer projeto de
longo prazo, omitindo esta narrativa ao sabor das oposições e envolvimentos
irrelevantes. Nota-se pela pressa em virar a pagina como o exercício do poder
se vincula explicitamente ao intervalo eleitoral e as fusões de palanque nas
disputas de visibilidade e detrimento, produzindo este nível baixíssimo do exercício
político, refletindo no exterior esta imagem localizada de tratamento contínuo
como agora travam o poder e o eleito Eduardo Cunha, municiando vivamente tablóides
especulativos a midiática conseqüência e proveito. Não se sabe se estes embates
foram organizados pelo ministério da comunicação ou se são feitos espontâneos do
modus operandi do modelo tático e, previsivelmente localizado de tratar o
universo. Criadas pelas necessidades impositivas desta agenda, bem lá nos rincões
do mundo se sabe das pedaladas fiscais e de outros combates informativos
tratados aqui com esta irresponsabilidade eleitoreira e os oportunismos
costumeiros de quem deleta toa informação adversa para viver loucamente o
instante determinado. Possivelmente, neste valor descabido de tratamento
externo e interno, a realidade econômica submeta às oscilações políticas e este
destino progressivo de domesticação em resumo polarizado e inconsciente, inadmitidos
progressivamente e direcionados ao drástico, destino certamente igualitário ao
tratamento desleixado das estratégias e ao tratamento de choque empurrado pelas
narrativas espontâneas e, as intransigências nada cabíeis a quem caminha num
limite tênue de impedimento e sua lógica probabilística de REAÇÃO.
sexta-feira, 16 de outubro de 2015
RETROCESSOS VISÍVEIS NA UNIDADE DO PODER
Definitivamente que, respectivos prognósticos,
adéqüem à realidade contextual com a explicitude literalizante dos rigores probabilísticos, antes possibilidades,
agora armadilhas visíveis e imersas
na crueza dos fatos e das especulações exacerbadas, tudo, misturado em
descriterios verídicos de convicções oscilantes e indeterminadas pela imersão fragmentada ao substrato da repetição e
definição diagnóstica. Assim como intercalam simulações e veracidades em alguns destinos omissos e confinados a
evitar seqüelas, em outros exercícios maximizem discursos incipientes para
destinar ao blefe informativo a
omissão dramática do raciocínio inverso, visando prosperar informativamente
sobre discursos inflamados e ufanistas,
reagindo ao limite cada vez mais acentuado em evitá-lo. Para o discurso do
poder este destino predestinado e omisso de pretender suas parcas manobras
desarticuladas e repetitivas demonstra, vivamente, a incapacidade em tais repetições
e relevâncias, tornando-se recessivamente limitado à probabilidade dialética e ao apelo de uma insistente
definição, agora transitória, estrangulando toda narrativa imposta pelo excesso
de fragmentação política, em conseqüência, da informação, criando substratos
associativos independentes em premência e urgência prognostica expressa
progressivamente pela indefinição e transitoriedade. Melhor dizendo, estamos exatamente
no estágio da multiplicidade probabilística para limitações expressivas de
resultado pratico, aprofundados por respectivos intertextos imersos pela
desigualdade contextual, ainda, cada vez mais distanciados de uma reação estrutural,
talvez, por isto, se tornem nos excessos de solvência os limites cada vez mais
restritos pela distorcida suficiência e, pelo negativo designativo de sobrevivência
surda e, de esforço desproporcional ao resultado previsto. Acreditem ou não, nesta
distancia cada vez mais evidente do contexto probabilizador existe a demonstração do grau expressivo de
fragmentação político-informativa, criando difusos direcionamentos político-econômicos
para improbabilidades cada vez maiores de reagir positivamente sobre este mesmo
contexto, agora, relegados espectadores boquiabertos deste visível desnível
informativo.
Probabilisticamente falando,
avolumam explicitamente as seqüelas político-econômicas do governo Dilma, talvez, para futuras reorganizações
de outros governos; este excedente terminantemente e progressivamente relegado
em favor da sobrevivência sobre um resumo elementar bastante irresponsável
expõe a ambigüidade assertiva conferida pelo limite e repetição nua e crua, de
outras expectativas muito diferentes do atual momento. Este precedente
estrutural, devidamente vulnerabilizado, exclui toda reação dialética em favor de
uma unidade cada vez mais recessiva que, em devida atenção, aspira ao negativo
elementar para inversões positivadas de alteração ética, vale tudo mesmo,
produzindo transitórios de larga inconsciência e indefinição de outro limite de
impedimento, talvez, neste caso, o impedimento
sirva de exata noção deste excedente continuamente burlado, em substratos cada
vez menores e de inversão ao caótico indulto da solvência especulativa . O que
preocupa neste nível de fragmentação e deterioração político-informativa, senão
o grau omitido de letalidade no discurso irrelevante/drástico contido nas
reorganizações associativas em imersão cada vez mais eminente e imediatista,
atraindo construções possibilitadas em armadilhas probabilísticas. Alias,
exatamente agora se percebe a armadilha da improbabilidade diagnostica nesta
escala direcionada ao negativo, senão este eixo em Eduardo Cunha, representante desta dialética relegada e do grau de
desproporção real entre a convicção contextual desta multiplicidade irrelevante
e banalizada que, em toda seqüela fragmentada, use e abuse destes limites entre
a regra e o poder de burlá-la. No caso explicito de Eduardo Cunha, faz bem
lembrar a origem de todo aparato grotesco sobre a narrativa agregada da soberba
e do acinte, proposto pelo poder em picuinhas palacianas de trato e intratáveis
providenciais. Daí nasceu este personagem que agora freqüenta a lista dos dez
mais, turbinados exclusivamente pelo desleixo político e uso ostensivo da tropa
de choque, a qualquer custo, talvez ao custo que não valha mais tanta
especulação nesta trama empobrecida e de poucos personagens interessantes,
vivendo sob o acachapante pragmatismo - o culpado de todo imbróglio -, também do
limite institucional que o Brasil
vive, entre o desperdício exagerado das estratégias políticas imersas neste
universo pouco confiável da utilidade abusiva e, dos expedientes vingativos
sobre mortos-vivos que ainda deixam seus rastros por toda esta indefinida
modelagem política.
Enquanto a economia é rebaixada
ao nível deste canibalismo e oscilação especulativa, cada vez mais distante
fica entender quais destes difusos eixos de tratamento cada vez mais
imediatistas irão reagir positivamente em readequação prognostica; torna-se
cada vez mais difícil, politicamente falando, já que a retenção exagerada das
readequações, ao grau de drasticidade explicita tornou progressivamente
dificultoso produzir algo de confiável em tempos tão diluídos e pulverizados.
Se, por exemplo, se faz uma reforma ministerial para readaptar toda dissonância
da base rebelde, incluindo ai a habilidade de Lula, o desgaste e inutilidade da articulação tornam-se irrelevantes
ao tratamento especulativo, já que, agora, o valor do toma lá da cá inflacionou,
como na economia, evidenciando esta troca banalizada e surrealista, principalmente pelo apoio a Eduardo Cunha, naturalmente
ai se nota o quanto este valor tornou-se amoral e estrategicamente drástico usufruir
de momentos tão toscos e irrelevantes. Pense exatamente que, a principal
finalidade do governo Dilma seria evitar o impedimento, mas, em oposição e
exclusão dialética atraiu toda narrativa para a unidade discursiva do acinte e sobrevivência,
finalizando e limitando todo modelo em reagir e valorizar o momento de resistência.
Daqui em diante, terá que produzir uma nova origem ou afastar este drástico por
todo o tempo de vigência; note, no limite do irrelevante/drástico, como o poder
e o próprio Lula aprofundam-se nesta fragmentação de substratos cada vez mais sintéticos
e, em narrativas totalizantes e absolutas.
Um prognostico decorrente desta
imersão acentuada do negativo em previsão distorcida se verá, em 2016, tanto
para a economia quanto para a política; aquele excedente que se avoluma atrás da
porta a cada pagina virada pelo poder, alem de se tornar muito maior e mais
impactante que o modelo elementar, produzirá o seu acerto probabilístico de
reparação do imbróglio a partir deste limite do impedimento e sua inversão em
rigor e reação prevalente. Seria a visão fragmentada de um ciclo informativo em
espiral reparadora em direção ao
contexto e, ao choque de uma realidade bastante drástica, possivelmente em
contraste a este limite de irresponsabilidade e adulteração informativa. Este
eixo do impedimento, alem de produzir a catarse política pelo excesso de pulverização
informativa, por outro lado, vê nascer um tratamento rigoroso de acerto(nas
pedaladas de 2015), cumprindo a sua dialética função de exonerar diferenças e
revisar este vasto excedente cumulativo. Melhor não esquecer que no primeiro
mandato de Dilma e último de Lula já existia este excedente relegado, principalmente
pela predisposição absorvida de inversão e, pelo insuflado populismo que
esconde o drástico para viver o irrelevante como se não houvesse amanhã. Nesta
conta reparadora, cuja alteração cíclica se percebeu no atalho pressuposto de
continuidade do poder, agora cumpre a revelia com a mesma contundência procedimental
de quem repetiu efusivamente as mesmas estratégias em detrimentos dos mesmos
erros de omissão. A probabilidade não perdoa quem não alitera continuamente o
seu prognostico, preferindo repetir acertos anteriores e omitir os mesmos
hiatos conseqüentes. Isto vale para modelos políticos, tanto do PT, como PSDB, velhos similares e opostos, disseminando as mesmas táticas por
radicalizações expressas sobre um limite articulatório bastante visível; este
excedente que Dilma relega para posteridade irá repercutir acentuadamente na
economia, não só como recessão, mas em desenvolvimentos pífios, sequelados
estruturalmente e vulnerabilizados pela falta de políticas externas da relação
intertextual de suporte; o desperdício estratégico até o atual momento vem
desta distorção explicita do limite informativo empobrecido e, pela inversão
entre a soberba e o vazio prognostico de resultado. Esta saturação
interpretativa, associada à constante denuncias, minou mortalmente o poder e
suas bases de sustentação, distorcendo a moral vigente ao raciocínio fragmentado
do positivo/negativo, equiparado a ausência ética de interpretação e exclusão.
A sobrevivência nua e crua do poder sobre estes substratos argumentativos
reduzem a visão política ao tratamento catártico e indefinido da orgia eleitoral, principal combustível de
toda esta irresponsabilidade e degradação, podendo, em tempos muito precoces
produzir direcionamentos tão distorcidos quanto esta de tentar readequar a
economia em outros parâmetros e noutras seqüelas depreciadas do tempo RESOLUTIVO.
quarta-feira, 14 de outubro de 2015
O JOGO(283) HERANÇA POLITICA SUBTRAI DILMA
Um prognostico antes previsto
como futuro verídico se
percebe,explicitamente, num tempo precoce e com personagens fatidicamente instáveis, provavelmente absorvidos pelas
próprias convicções e expectativas confrontadas pela intensificação simulada,
verdadeiras penitencias de pecadores convictos em calvários midiáticos de resistência e seqüela. Visto como ficção ou como documentário
estes embates se transformam em sínteses finais ou testes de sobrevivência dramática
aos desfechos, em muitos casos, movidos por imperícias táticas, por outro lado,
ardilosamente estruturadas ao desmonte de toda narrativa antecipada, provavelmente
sequelada por desperdícios estéticos ou visões conturbadas, naturalmente, óticas amplificadas por
inutilidades distorcidas ao extremismo pragmático e, sem a noção devida dos
enredos espetaculosos e devedores de uma conseqüência real; na ótica de um
competitivo contumaz vive-se, no atual momento político, o contexto neo-realista de entender o porquê de
tal embate entre o governo, evitando o impedimento desde a reeleição de 2014 e,
o presidente da câmara, algoz predestinado midiaticamente a entronizar suas
mazelas oposicionistas, confabulando taticamente as estratégias de desmonte,
tudo urdido explicitamente como quem vai ao supermercado comprar os
ingredientes de uma receita nova. Poder e perturbação informativa, adicionado a
sobrevivências surdas em armadilhas probabilísticas, resolvem-se pela eloqüência
sintética de drasticidade executada, situando a sobreposição da vontade àquela pertinência
vingativa de pormenores intencionais, detalhados e avessos ao contexto, senão
inversamente, em viés e distúrbio pretenda empenhar nesta batalha com os
senhores do combate ao alongamento e desfecho previsto. Na armadilha que, por
um lado, percebe no governo a sua probabilidade acentuada de inversão, como também
num Eduardo Cunha, senão inimigo declarado,
talvez, um sobrevivente que espera tratar no seu embate narrativo, invertendo o
impedimento em absolvição ou, tratando do desfecho com a visão de um vilão
combalido por denuncias e comprovações, aprisionamentos que não escapam ao lúdico
interpretar este teatro, onde o pano de fundo mapeia-se pela economia combalida
e estressada.
Mais, agora, o que interessa
senão sobreviver, tanto um quanto o outro, vendo-se conturbados e imersos em estratégias,
imaginando que ao poder tudo se pode ou prognosticamente avancem os
coadjuvantes a turbinar incêndios a sua própria tese de permanência. Impedir,
como ato final, não deve ser tão fácil como alguém que, a toda hora, troca de
roupa para outros cenários, talvez, negando um final muito previsível e obvio,
visto estrategicamente pelas desastradas e desperdiçadas nuances de embromação
do poder, subitamente, como num xeque
mate, resolver todo antecedente e
diagnosticar a previsão de tantos eixos distorcidos e ambientes adulterados
pela manipulação informativa, tanto que, deformados e sequelados apressem seu
limite. Nesta atuação do irrelevante/drástico, equilibram o governo, o
presidente da câmara e o ex-presidente da republica; alias, Lula se esforça para incendiar de vez a
alternativa institucional quando passa a atacar a economia, questionando o
modelo vigente, direcionando sobremaneira sua argumentação de uma nova matriz
turbinada por desenvolvimento e emprego. Somente na ficção tal ambiente
particularize, como também, se justifica as pedaladas fiscais como adequações
aos programas sociais; ao povo tudo cabe e se ajeita no populismo descarado e
de visão particularíssima e peculiar. Enquanto digladiam por sobrevivências e manobras
vão-se deteriorando os indicadores econômicos e as previsões para 2016, tanto
que, enquanto emergem táticas sobre as armadilhas comuns, os ardilosos
especulam vivamente sobre o capital político escorrido pelo ralo, precisamente o
PMDB em confortável posição neste
cenário, como também um PSDB que
joga com a conivência descarada do oportunismo unificado e, nas catarses que o
governo administra como reação intempestiva, vivendo a sua fragmentação pelo
discurso mais rasteiro e urdido pela tropa de choque sem nenhuma nuance mais admirável
senão a tese da força bruta. Eduardo Cunha, ardiloso, move-se pela degradação e
simpatia dos opositores do governo, em que pese o aprofundamento moral,
esquecido e defesnestrado como um acessório irrelevante e discutível; tanto
que, este estimulo exagerado de oposição, nós contra eles, vive seu auge pelo
eixo do impedimento, dividindo
condutas morais pela ordem subliminar de perceber no outro seu próprio reflexo,
abusivamente distorcido em linguagem auto limpante e artifícios direcionais que
em tudo escapa, vivendo seu final catártico e transitório.
Houve um tempo em que peripécias estratégicas
eram percebidas pelo teor de inventividade lúdica e de trato especifico ao fato
em questão; hoje, este confronto sobre o impedimento se perdeu em contundência e
finalidade, para sucumbir a esta banalização informativa que só mesmo nos
ambientes fragmentados se esmeram luxuosamente pelo artifício do supérfluo ambientado
e, pelo gosto bastante drástico de finalizar e propor revelias. Desde a
reeleição de 2014, ao auge do atual momento, houve uma deterioração informativa
ao precoce sintético, tempo bastante apressado movido em desgaste imperceptível,
já que imersos na catarse não conseguem reler intertextualmente o lado fatídico
de toda narrativa contextual; talvez, neste curto prazo se percebe o embate no
impedimento tratado pelo lado futilizado e competitivo, verdadeira crise política
para os cegos estratégicos movidos pela decadência fatal da baixa política e,
pelos limites tão evidentes que espantam releituras mais contundentes e
providenciais. Imersos nesta realidade manca a política vai aprofundando
invisivelmente para outras associações nem tão louváveis, derivados deste
expediente finalizador, senão no impedimento se vive um substrato menos louvável
para contornos carentes de novidade e pretensão estratégica.
Dilma, revendo sua trajetória ao limite imposto, deve-se prometer a
seu teste diário de sobrevivência a mutação probabilística de outra origem,
devendo ceder às exigências de Lula quanto a troca do ministro da economia, Joaquim Levy. Se, por acaso, prevalecer
na mesma ótica da reforma ministerial, fatalmente se repetirá, em ambigüidade,
a tese do orçamento deficitário como estratégia distorcida e copiada pelos
governadores como indulto probabilístico; explicando a ambigüidade nestas táticas
econômicas, os perigos se avolumam quando manobras de redirecionamento
implementam novas origens, principalmente em períodos de transição,
probabilizando a fatalidade em evidencias muito explicitas de síntese. Pensando
no impedimento como uma metalinguagem, o exercício econômico também sucumbirá
ao mesmo registro, transformando o imbróglio político-econômico num funil
totalmente improbabilístico para quem pretende ver a luz no fim do túnel a
partir de 2017; sem o Joaquim Levy, o culpado, movimenta-se criativos novos
impedimentos que não os políticos, por poderes desestruturantes da fragilizada
realidade econômica de então. Provavelmente, este limite definido pelo
impedimento seja o inicio para outras reorganizações nem tão louváveis e pouco
relevantes, pensando nesta radicalização efetiva da tropa de choque e o que, em
resumo, tenderá o PMDB daqui em diante. Se a reforma tinha o caráter de barrar
o impedimento, talvez, não se mostre tão eficaz neste sentido, uma vez que a prevalência
eleitoral a tudo sucumbe pela relação de proveito imediato. Também que no impedimento
econômico como deseja eleitoralmente Lula haja, em tese, um irrelevante/drástico
pressuposto como alternativa determinada nesta multiplicidade transitória e irrelevante,
realmente, prometidos graus de dissentimento econômico, rever o seu eixo, seria
como voltar a 2011 em regularização compatível de desenvolvimento, devendo
especulativamente um tempo irresolvido e irreparável de probabilidade. No
impedimento como síntese se deve exercitar o contundente intertextual para
observar a degradação e contaminação associativa que a banalidade política permitiu
circunscrever em sua analise uma visão bastante reducionista de proveito, tendo
na ótica estratégica a vantagem explicita de realidade e premência e, a
articulação supérflua onde somente os proveitos mais pragmáticos revolvem-se
permitir em conseqüência e veracidade. Provavelmente que, no impedimento
pressuposto ao verídico e real proveito político, exista este cenário de
especulações e simulações, em alguns, minorados em credibilidade, para outras
bases, exercendo a conveniência impactante do tempo fragmentado e desperdiçado,
direcionado a este nada providencial senão reagir a tudo e a todos. Provavelmente,
já não existe a comparação do esforço e compensação administrada a quem detém o
poder, apenas uma realidade negativada e resistente que alonga este mesmo
impedimento como uma ficção grosseira e fatídica, sintetizada em momentos
grotescos e de baixa RESOLUÇÃO.
sexta-feira, 9 de outubro de 2015
ULTIMATOS PRODUZEM ACENTUAÇÕES FRAGMENTADAS
Depois das estratégias apressadas
e prementes, destinadas ao simples tratamento de choque, algumas seqüelas impedem
virar a pagina tão apressadamente, relegando ao excedente deste embate a
probabilidade exacerbada de revisitar, a qualquer momento, esta mesma
disposição com agravantes desta defasagem e dos absorvidos contrastes que
acumulam atrás da porta, esperando resoluções e, não, aumentos especulativos.
Dentre outros problemas acumulados pelo poder um, em especifico, preocupa
devido o essencial dispositivo da maquina política que se perde
sistematicamente nesta visão competitiva e de oposição, praticamente uma
guerrilha exposta a toda sorte pela inexperiência tática e, desconhecimento da
gravidade real dos acúmulos problemáticos em questão. Passados tempos cada vez
mais curtos e inconseqüentes, trave em literalidade braçal o poder, a própria e
reformulada base de sustentação e a oposição, concomitantes, produzindo suas
perdas especulativas e de estratégias tão inconvenientes quanto desleixadas, simplificando grosseiramente o
entendimento político no que possui de mais limitado e recessivo. Em nenhum
lugar de fato, no atual e transitório momento, produz algo de realidade política
de relevância prognostica, devendo todo excedente relegado a suspensão e desgovernos
em suas respectivas táticas de enfrentamento, somente evidenciados pela sistemática
pragmática de tantos desperdícios e precipitações, verdadeiros atropelos a
procura de uma relevância inexistente e algum cabimento mais explicito que,
esta fusão político-econômica e seus descalabros atrativos de expelir
diariamente seus resíduos. Em tantas outras avarias contraídas pela excessiva
fragmentação política, uma em especifico, decorrente desta reforma ministerial,
provavelmente irá atrair entre substratos da baixa política e reações decorrentes deste limite tão visível de
administrar o imbróglio, visibilidades digladiadas
e eleitoreiras, insaciavelmente aglutinadas pelo vale tudo – real pressuposto
do poder -, destinando à sua revelia tática toda sorte do jogo de probabilidades,
sucumbindo ao esforço hercúleo para
resultados cada vez mais irrelevantes, assim mesmo caminha os substratos políticos
resumidos pelo desperdício cada vez mais elevado de relevâncias tolas e irresponsáveis,
pelo emaranhado destino de sua própria armadilha.
Previsto ainda que a inutilidade
desta reforma ministerial em tão consistentes substratos de fragmentação resolva-se construir
respectivos atalhos de sobreposição, principalmente na visão eleitoral de prevalência,
individualizando por difusos direcionamentos e pela omissão de um poder que
adora travar lutas inócuas pela perspectiva literal da força bruta,
impulsivamente absorvido pela crescente necessidade de reagir a qualquer custo
sobre esta expressiva diferença contextual, verdadeira parede de contenção das estratégias
de curto alcance, impulsionados
midiaticamente por um vale tudo diário de desgaste continuo. Expressivamente diferencial
este hiato entre o poder e o
contexto, explicitamente demarcado por estas estratégicas cada vez mais
tresloucadas ao especifico, agravem e vulnerabilizem politicamente o poder,
acostumado a reagir, somente reagir, provavelmente mantenha este ebulidor em constante evidencia para
nutrir deste embate do esforço hercúleo
e suas pífias demonstrações praticas de proveito. Esta reforma ministerial irá
consumir uma expressiva articulação em expressivos toma lá da cá, inflacionados
pela perspectiva dos vencedores e perdedores, oscilando a cada atração que o poder
nutre ao reagir acintosamente e autoritariamente. Há muito se sabe que na
fragmentação política, a distorção expressiva do esforço empregado dá lugar à
especulação grosseira do incompatível valor de troca, manuseio que, nestes infinitos
cargos do segundo escalão, se transformem até 2018 em moedas cada vez mais
desvalorizadas, como o real, complicador que se avoluma quando o poder, fragilizado
e vulnerável, percebe nesta extorsão diária o reflexo cada vez mais elevado de
sua desarticulação. Por melhores manobras que se desenvolva a partir de agora,
o diferencial deste valor expresso pelo combustível governamental,
desvaloriza-se pela suficiência distorcida e na inexistente autoridade tática de
fazer valer a todo custo este mesmo trato fisiológico.
Entre os tempos retidos em
demasia e a velocidade oposta de saturação do modelo de poder, tanto minoram o
apelo articulatório, como argumentam exacerbações fragmentadas, acentuados por
estas estratégias de curto alcance – progressivamente recessivas -, atuando em
oposição a esta retenção do tempo como uma fatalidade bastante expressiva, ainda,
pela intempestiva e cada vez mais precipitada orientação tática, praticamente
ausente pelo modus operandi da força bruta, tornando recessiva e negativada visão prognostica aos
destinos cada vez mais especulados pela baixíssima política, emaranhado
dificultoso e difuso, onde o eixo econômico – principal narrativa – encontra-se
cada vez mais perdido entre a precocidade do alongamento e o discurso que
afasta o ciclo natural com o mesmo empenho em quem defende o impedimento. Cruzamentos que, agora, dificultados
pela evidente saturação do poder, associado ao resistente e repetitivo modus
operandi, impactando em diferenças cada vez maiores e seus destinos cada vez
mais caducos dos argumentos simulados ao descrédito, ambientando toda visão política
com raciocínios cada vez mais radicalizados em oposição e, cada vez mais
atrativos a armadilhas que esperam a cada canto como uma síntese do prolongamento
ou como impedimento calculado e explicito, fatalmente intertextual, sobre os desníveis
cada vez mais evidentes das mesmas táticas e raciocínios, expressando agora o
seu acinte cada vez mais elevado, justamente pela fragmentação política e
informativa dos fatos e o limite expresso pela crescente exigüidade, ausência de
intervalo e consideração; ou seja, ao drástico/irrelevante torna-se o destino eloqüente
das mazelas do poder.
Uma narrativa desfavorável a recente reforma ministerial se percebe
nesta combinação do limite expresso do modelo de poder (tanto Lula quanto Dilma) e, uma invisível maioria resistente à articulação comum e as
manobras de tratamento político de aspectos aglutinatorios, vivendo ai o previsível
paradoxo do exercício político inexistente, para uma realidade bastante
especulativa em valor explicito de cargos e sobrevivências individuais. Lula
erra ao tentar reorganizar articuladamente uma base bastante viciada e
oportunista, principalmente nesta ambigüidade explicita do PMDB e sua usura cada vez maior por cargos e ingovernabilidade;
tanto que, favorecendo probabilisticamente esta baixa política, mais
dificuldades operacionais progridam inversamente ao corriqueiro e detalhado
ambiente deste desnível, entre o valor real e o amplamente simulado aos quatro
ventos pelo próprio poder em sua pretensão de autoridade convicta e utilitária.
Alias, nada mais que a visão do modelo político se torna invertido, como também
suas táticas se desgastam a olhos vistos, principalmente pela insistência repetitiva;
- mais uma armadilha criada pelo
modus operandi senão a unidade resistente e limitada, submetida a insegurança
do novo, com a contundência distorcida do mesmo lugar de sempre. A evidencia desestrutural
enfrentada agora pelo poder se justifica pelos desperdícios anteriores destes tratos
de irrelevância irresponsável, decorrente da exigüidade elementar e o que,
drasticamente, reverta como inversão lógica, também, em rigor procedimental aos
abusos inconseqüentes. Nada mais leviano que não se importar com rastros cada
vez mais evidentes e explícitos, senão pela continuidade obsessiva do jogo de
probabilidades e pelo inimigo imaginário que, a cada passo em falso,
personifica sua realidade contrastante em realidade convicta, ainda, com a
facilidade tática gerada pela oscilação das estratégias de curto alcance e, o
esvaziamento diário do discurso em favor de um pragmatismo distorcido e inverossímil
ao ambiente dialético. Tanto Lula, quando Dilma, associados a este modelo
elementar, sofrem a reversão contextual dos excedentes relegados, provavelmente
regularizados pela omissão informativa e excesso de simulação tática, também pelo
desperdício abusivo da linguagem usada de maneira inconseqüente,
inapropriadamente utilitária, agora, agindo com o rigor quase confessional de
outros delírios e distorções. Este emaranhado político, também informativo, propõe
na sua crescente dificuldade lógica a propensão exacerbada do viés, valorizando
e insistindo no lado superficial de resultados, omitindo a contundência em
favor destes substratos crescentes, situados entre a contaminação do rigor
articulatório, da sobrevivência e resistência conseqüente. Em tantos eixos
perdidos por ai, outros distorcidos pululam e dificultam suas especificações,
alongando a reversão econômica e atribuindo todo o desgaste sucessivo e,
detalhado informativamente ao percurso equacional deste irrelevante/drástico,
sendo o primeiro e segundo mandatos a linguagem totalizante do próprio desequilíbrio
e DESGASTE.
quarta-feira, 7 de outubro de 2015
O JOGO(282) TSE E TCU PRODUZEM LÓGICAS EM DILMA
Uma constatação bastante pratica
seria observar o quanto o poder, na sua unidade elementar repetitiva e
procedimental, consegue atrair sucessivos imbróglios a queima roupa e sucessivamente atropelados por estratégias de pouco
trato articulatório e ausente de manobras, no mínimo, necessárias ao acabamento
resolutivo. Progressivos desenlaces da força bruta e do baixíssimo limite de
tratamento evidenciam-se em tais seqüências um provável desenlace fatídico,
principalmente, a quem procura revive-lo como alternativa única de alongamento
do poder. Suspeita-se que, associando ao tempo sempre premente de exacerbado
tratamento impactante, tais resoluções produzam em catarse providencial o
tamanho do acinte e, seu pragmatismo automático de se entrever imponente e definitivo,
apesar do expressivo limite de atuação e a regressão acentuada das alternativas propicias ao processo de descendência. Numa seqüência
de atropelos e alternativas tresloucadas o poder, agora se percebe envolvido
pela mesma despretensão de argumentos descaracterizados e, prometidos como um transitório
finalizador desta atração obsessiva em se opor a tudo e todos, envolvido pela
sublimação transferencial de sobrevivência e proveito individual; tendo certo
que num poder em que tudo se propicia, atraia o inverso destes significados em
redutos conciliatórios pela expressiva simulação, também, dos argumentos pouco louváveis
que acatam prontamente a revelia a cada toque do Midas distorcido e introjetado. Por estas e outras que batem
concomitantes, à porta do poder o TCU e
o TSE, juntos e reivindicativos,
retrocedendo o discurso à origem de 2014,
tanto em estrutura econômica sobre o Brasil em questão, também, dos ambientes
eleitorais anexados pela operação lava jato, prometendo rever e repercutir
distorções pela embromação de quem ataca para se defender ou, argumentar onde
não se sabe, ao certo, o tamanho da promiscuidade envolvida nesta reutilização
do dinheiro que, entre segui-lo como
pertinência, se pretenda faltá-lo onde simulado se parece ou, falso se aloca em
argumentos muito prováveis e de tanta evidencia múltipla para um só
determinante.
Melhor seria se este diagnostico indiscutível
e guiado pelo dinheiro não exibisse tantos contribuintes espontâneos para tais
verificações, principalmente, considerando a linearidade da operação lava jato, e os processos significativos entre delações e
omissões, em realidade, também nestas pedaladas fiscais de tratamento
verificativo deve-se considerar o tamanho da distorção envolvida para que, imbuídos
de tamanha catarse, o poder atraia enfático para o seu ambiente a culpa e a
esperteza de atribuir ao outro aquilo que provem lidar incorretamente o seu
grau de desleixo e empáfia, tudo junto, turbinados por sucessivos tesoureiros de campanha envolvidos em contundências
deste dinheiro obscuro e devedor. Em tais raciocínios de rejeição das contas,
tanto o TCU observa as criatividades desconfiadas e de trato limitado,
produzindo ambientes artificiais e manipulados pela orgia da gastança
desenfreada e dos ilimitados créditos que agora, ao Brasil devem exorbitantes defasagens em empenho e providencia. Junte-se,
ainda, um ambiente político já fragmentado e a deriva, produzindo as suas
individualidades proveitosas e situacionais, avessos ao desequilíbrio econômico
e exercidos pela conveniência canibalesca e imediatista em teste de resistência
continua, ao seu exorbitante valor de adulteração e oportunismo. Também, em eixo
da operação lava jato com as conveniências políticas de fidelização e sobrevivência, esta fragmentação exibicionista da
base de sustentação atraia a conveniência oposta ao poder, podendo evitar
aquilo que beneficiaria a economia, mas, como incapacidade e fraqueza o poder
tenta, sem sucesso adaptar cada vez mais neste emaranhado do improbabilístico estágio
de explicitação absoluta de proveito e conseqüência pratica. Para ambientes
desta natureza, associados a tratamentos de choque promovidos pelo poder,
certamente, as armadilhas se tornam tão evidentes e certeiras quanto à
crescente incapacidade de argumentação e contundência. Nesta e noutras
evidencias explicitas transformaram TCU e TSE numa realidade altamente probabilística
naquilo que o poder mais evita: o impedimento.
Haverá, neste tempo restante e de
progressivo limite do poder, uma crescente dificuldade de exercício, destes
costumeiros e habituais, devido as suas tresloucadas estratégias e também, na lógica
autoritária da ostensiva utilidade e prepotência, tudo junto, transformando as
ações numa espetacularização grosseira e de muito destrato ao acabamento; neste
modus operandi, o modelo quanto explicitado pelo lado mais evidente de sua
limitação, demonstra a baixa qualidade de raciocínio dialético, talvez, por não
utilizá-la no trato normal, unificando o discurso pela síntese mais baixa do artifício
político de subsistência, em tantas probabilidades de pouco resultado pratico e
de muita invasão e acinte, nesta mesma e desconhecida inversão de consideração tática.
Neste limite saturado desde a reeleição de 2014, se produziu, na sua artificial
possibilidade, um inverso omitido e relegado, agora proeminente em armadilha e
inviabilidade contundente. Tanto que, nas sucessivas reações implementadas como
processo de ressignificação da origem, tanto Lula quanto Dilma já não
argumentam com a eficácia desejada, certamente, por esta defasagem contextual e
pela inversão estratégica sempre maior e mais prevalente em conseqüência e
proveito. Por estas e por outras que até especulam por ai que seria certo a
demissão de Joaquim Levy, pela discordância
direcional da economia (o culpado) e, por outras lógicas desenvolvimentistas
defendidas politicamente pelo PT e,
ambiguamente, por Lula. Certamente, uma desastrada estratégia se, tal
entendimento se tornar verídico na mesma forma em que foi amplamente professado,
também, por tentativa de recriar uma nova origem econômica em condições de
fragilidade e vulnerabilidade política, tão visíveis seriam, estrategicamente
falando, suas armadilhas mais evidentes nesta desorganização. Por outro lado,
sabe-se lá, se Joaquim Levy, prevendo tal alternativa esteja também distorcendo
experiências, diferentes de sua lógica e exercício, para se reservar desta
letalidade probabilística e saturada neste outro irresponsável.
Definitivamente que, instituições
independentes e de lógica inversa, como o TCU e o TSE introduzam sua espécie de
limite,assim como na operação lava jato, criando esta ambivalência perdida pelo
poder em seus artificiais e insuficientes expedientes de especulação e proveito.
Estas nuances e relevâncias menores, prontamente relegadas pelo modelo de poder
como fato minorado e de desimportancia reativa a autoridade ambiente, agora
reinserem pela recessão desta mesma linguagem, para reavaliações e táticas, além
dos conceitos destituídos enquanto turbinados pela efusiva popularidade e
esperteza, revendo a lógica de reinserção pelas relações excluídas deste
processo. O excesso relegado agora sobrevém em destino contextual de
reivindicação e lógica, podendo exercer o seu trato rigoroso e persecutório como
convêm os fatos inéditos do exercício e sua apressada desagregação, transformando
em reféns deste descuido e prepotência toda probabilidade impactada de proveito
e, produzindo continuamente o seu descrédito em equivalência comparativa a este
excedente relegado. Esta reforma ministerial exibiu o quanto o poder se move
pela inexperiência tática e pela dependência elevada da utilidade pura e
simples; se o pressuposto se torna sempre menor que a baixa política de
favores, certamente, as superficialidades administradas em tais associações se
encontram num viés muito explicito de consideração e, num limite muito abaixo
das expectativas mais simplificadas destes favorecimentos. Sempre lembrando que
o abuso importado pelo marketing político
promoveu esta descendência aos limites mais baixos de tratamento competitivo, nas
bases fragilizadas e relegadas em favor deste destino artificial; como conseqüência
destas simulações abusivas e oscilantes tem-se agora um modelo repercutido por
tais estratégias eleitorais, vivenciando as costumeiras inversões, daí que num
contexto utilizado como um suporte desta ficção torne-se desgarrado e reivindicativo,
transformando todo cenário, antes artificial, neste desequilíbrio e
fragilização. Tanto o poder quanto Lula (agora articulando pelo poder) se encontra
emblematicamente sujeitos a este hiato reivindicativo, provavelmente, em memória
viva e reinserida no direito adquirido. Daí que o TCU e o TSE, submetidos a
este formato defasado de modelo de poder, aglomerem todo cenário especulativo, atraídos
pela inversão de sua própria tática e, transformando o ambiente político numa
continuidade sucessiva de armadilhas e superficialidades sintéticas. Também,
prevalecendo esta determinação de resistir ao impedimento, as probabilidades da
economia sofram desgastes desnecessários e de alongamento mais extensos que o
natural comportamento cíclico de resultados; em prevalência política, turbinada
sobre erros anteriores, a projeção defasada do direito adquirido ainda produzirá
contornos muito mais imprevisíveis, sobrepondo a estes descuidos exagerados e
sobre o desgaste político de evidencia eleitoreiro, daí que contaminado, o
poder submeta às conseqüências deste UNIVERSO.
sexta-feira, 2 de outubro de 2015
RELAÇÕES MINISTERIÁVEIS EM OITO PROPÓSITOS
Depois da redução de 10 ministérios,
agora 08, hipótese de limitada abrangência e de exacerbação especulativa sobre
defasagens muito impactantes, entre o duplo poder e o que, de reivindicativo,
prometeu-se contextualmente suas sobras e conseqüências. Explicitamente
adaptados ao jogo de probabilidades, dadas transitoriedades e oscilações
estratégicas, vive-se continuamente a dissociação progressiva sobre cálculos e
transformações do poder pelo poder em visíveis literalidades probabilísticas,
entre o limite pragmático do poder e o que se entende recessivamente ao
transformador capacitado para determinar seus eixos reversivos. Muitos impactos
diminuídos e sucumbidos a este teste especulativo tornam-se banalizados como o
reflexo diminuído e, tratados pelo repetitivo alterado em propósito claro de sobrevivência
e capacidade sintética da política em teste de continuidade saturada, aos
determinantes discutíveis do ambiente sequelado e inexperiente. Poder
continuado e similar (Dilma segue Lula)
se percebe sobrepondo em teste providencial, assim como agora, em redução de 08 ministérios, Lula se pretende
interferir enfaticamente como agente duplo (oposição e situação), promovendo a
sua parcela política para proveitos reivindicativos em teste continuo de
descredibilidade e desnível. Somente neste prometido teste de realocação política
o universo conflitante que agora trata o poder pela revelia e inversão
decorrente da ausência de analise critica, acertado em praticidade utilitária no
distúrbio que agora se pretende insurgir até 2018. Hipótese ou verídico, esta
especulação ministerial em torno de um corte pífio de receita se encontra
travestido pela condescendência limitada do desnível acelerado das políticas procedimentais
do poder, também, pela progressiva descaracterização da historia de Lula,
prometido sustentáculo de seu partido político, paradoxalmente empregado entre
a intromissão necessária na atual vigência, também, impedir a debandada
eleitoreira que trata a convicção política ao mesmo toque destoante de um aviso
premonitório. O atual ambiente de opção do poder, pouco se progride e, ao máximo,
tanto resiste Lula em sua real pretensão política, como em teste persecutório toda
previsão se encontre negativamente tratada pela ausência de convicção e, dos imbróglios
que avançam em teste diário de determinação e sobreposição, já que na mesma
defasagem do poder, os mesmos contaminadores inversos assombrem muito mais que
qualquer previsão convicta em realidade político-econômica
Possivelmente, entre os
pré-candidatos para 2018, verdades e blefes alternam-se midiaticamente como
evidencia do falso proveito e, da lembrança tanto positiva quanto negativa dos
discursos manipulados e descaracterizados e, suas necessidades pertinentes a evidencia
clara deste jogo de probabilidade preferível a quem enxerga o universo como uma
emblemática determinação da catarse ou, da elevação salvadora; sabendo, neste
caso, que na oscilação política em teste constante de reorganização, agrava-se o
eixo reativo em desnível elevado ao contextual, indeterminando ai o prognostico
da diferente sobrevivência conclusiva. Naturalmente, este desnível bastante
alterado e distorcido pela fragmentação política, agora mantém em estrutura compatível
no seu limite decorrente desta interpretação em tempos inadequados de reação,
consumindo toda previsão ao nível desta lógica anterior a esta determinação
reguladora. Somente com o prognostico econômico se salva deste exercício de
pretensão distorcida, também, pelo jogo político transitório e situacional,
avesso a leitura intertextual e naufragado nesta defasagem reparadora.
Interferindo tão explicitamente no poder, Lula absorve este tempo faltante,
como narrativa individual e produz a analogia determinada na continuidade (Lula segue Dilma), fusionando todos os
erros e defasagens estratégicas pelo desgaste da habilidade política dissolvida
pelos testes contínuos de resistência e probabilidade. Lembrando sempre que,
sem esta economia estrutural, supérfluos se tornam manobras e articulações,
pelo menos para o contexto, servindo apenas para contínuos desgastes do histórico
providenciado e produzido em condições econômicas mais favoráveis. Agora, na
fusão do duplo poder, em verdade, apenas assumindo explicitamente o que antes
era apenas conselhos e proveitos situacionais, verta assumidos destinos de
previsibilidade, determinando as seqüelas e urgências que canibalizam e comem
literalmente a probabilidade de inversão: - pode ser que, inversões negadas no
atual momento, renasçam em outras variantes de outros ciclos interpretativos,
porem, na lógica atual de indeterminação e armadilha proeminente Lula erra pela
necessidade de sobrevivência, principalmente num momento de extrema fragilidade
política, também como saturação e desperdício de toda estratégia e linguagem
prometida em tratamento.
Entre suportes conclusivos desta
reforma ministerial a sobrevivência descarada sobre um vasto excedente relegado
se nota no esgotamento do modelo de poder, reação pura e simples aos tratamentos
da lógica privada e, das vultosas armadilhas explicitadas a cada esforço
reivindicativo de regularização do imbróglio. Tanto pode aos destinos do poder
exercitar sobre a corda bamba, desperdiçando táticas pela premência impositiva
na ótica interpretativa desta realidade fragmentada; convém notar no ambiente
fragmentado em defasagem progressiva deste tempo real o grau de
superficialidade apressada em recusa permanente do esforço elevado para pífios resultados
práticos. Percebe-se claramente nesta indeterminação do poder em eixo
distorcido de reivindicação este destrato exagerado com o tramite comum,
principalmente por achá-los menor ou, de irrelevância impactante ao recesso da relevância
prognostica, certamente criando problemas intermináveis, principalmente quando
impostos como um trabalho braçal de predeterminação resolutiva. Neste aspecto
de deterioração do esforço o poder vive a defasagem drástica de desnível, também,
pela recusa aos expedientes tidos muito elementares, porem, sobrepondo com
ações pragmáticas extremadas em estratégias de curto alcance e, em desleixadas
manobras de acabamento resolutivo. Em tais seqüências, Lula interage acumulando
todos os problemas do exercício, ainda, somado a outros tantos que pululam por
ai, o momento adequado nem exista, tanto em lógica, como resolução.
Um poder subloca o exercício mantendo
a autoridade postiça de seu proveito; em muitos casos, prognosticado pelo
esforço incompleto como uma praticidade distorcida, favorecendo enormente estas
intrigas capitaneadas pelo PMDB e suas manobras bastante experientes de
fisiologismo e benesses. Esta voracidade explicita tem, por um lado, o poder
que se estrutura em tal estratégia de manobra, como, visibilizados pelos
orçamentos robustos em tratamentos diagnósticos de uma saúde nada saudável para
tal prospecção. Se, por um lado, estejam aplicando a mesmíssima tática, alguém vai
perder progressivamente pela desqualificação pressuposta do esforço e
esperteza, contrariando quem produziu suas gorduras localizadas aos espelhos distorcidos
da contagem em força bruta de adaptação e critérios. Mais uma vez se valem da
tese da delimitação do adversário pela baixa determinação, já que toda reação
decorrente absorve sua negatividade precedente, principalmente nesta retenção
designativa, fazendo o pressuposto provar de seu próprio veneno. Também não
vale a pena exercitar sobre ambientes muito fragmentados, onde estratégias de
baixo escrúpulo povoem absorvendo esforços muito elevados para testes de resistência
nem sempre tão adequados, aprisionando e entrincheirando sublevados aos
compactos e valorizações excessivas para pífios proveitos de proeminência superficializada.
Também não se mostra inteligente determinar com excessiva esperteza sobre
qualquer predisposição do adversário, por mais elementar que pareça, nunca
esqueça que o lado contaminado de tal presunção pode se encontrar alocado no próprio
pressuposto. Neste ambiente movem-se PMDB e PT, intrigas a parte, mas por eloqüência
exagerada alguns precipícios se ftornariam indissolúveis em tratamento reparatório
e, certamente, na economia, esta severidade reivindicativa ainda proverá outros
reajustes de adequação; se compararmos as seqüências da reforma ministerial, a
conta gotas, também, na economia tal processo de ajuste impositivo se fará evidente
e não discutível, já que o ajuste atual se encontra muito longe do que deveria
ser feito. Esta ambigüidade política tornou hesitante, e, ao mesmo tempo,
bastante necessária ao aprofundamento do drástico na economia, só que, ainda
resistem e especulam sobre armadilhas e imbróglios, também, em crescente desarticulação
do que pretende Lula, agora em pré-candidatura para 2018. Previsivelmente,
necessidades dos cortes evitados até então se tornarão necessários nesta
defasagem explicitada sobre uma falsa superfície estratégica e que, num breve
tempo, terá na necessidade evidente o caráter irresponsável e oportunista deste
jogo eleitoral de sobrevivência e individualização expressiva. Naturalmente, as
apostas políticas em transito ainda vão sucumbir a outras novidades como recusa
a este ambiente deteriorado, principalmente numa economia onde o desleixo e a
precipitação se encontram engolindo as expectativas e tragando históricos de
longa data pela expressiva e limitada visão do imbróglio, terminantemente
apegados a pesquisas de opinião e, avesso ao tramite natural do negativo
evidente que recoloca o desgaste em outro nível DILACERANTE.
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