sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Começaram em Viena as discussões sobre o futuro da Síria

Começaram em Viena as discussões sobre o futuro da Síria

DILMA TRATA O PODER PELO CONTRAPONTO REAL

Dentro de certas perspectivas intertextuais da visão do ajuste político-econômico, evidencias bastante claras expressam o que, em drasticidade comparativa, o atual imbróglio se percebeu salientado pelas simulações e adulterações da lógica contextual para e, depois, se deparar com o inverso explicito desta perspectiva. O veneno de todo contraste exposto pelo poder se encontra na diferença expressiva entre o falso e o verdadeiro, fraude e verificação narrativa e seus tratamentos de pobreza criativa, menor que o contexto, em travar a estratégia multiplicada e de suficiência claramente distorcida entre o grau de benesses envolvidas no trato da população, da efervescência do jogo político de possibilidades. Comparativamente a outros ajustes praticados, claramente se percebe o contraste da presunção eleitoral e marqueteira de viabilizar-se no contexto subseqüente, evidenciado por contastações tão impactantes quanto às ficções imaginadas pelas copias pirateadas do modelo de marketing americano. Estas diferenças probabilizam o caráter histérico que na crise emblemática se percebeu expressiva e valorizada, consumidora voraz de historias e respeitabilidades, deteriorando-se comparativamente a esta mesma inconseqüência simulada e extravagante, particularmente díspare em embromação direcional e lógica probabilística. Não adianta agora, reconhecer gradativamente os erros desta saliência expressiva, principalmente depois de gasto todos os cartuchos da eloqüência intencional do poder pelo poder e, suas competições rasteiras de se determinar ao jogo político como evidencia midiática – onde todos se encontram -, agora acintosamente em revelia informativa e desgaste acentuado de se pretender probabilístico. Procure, neste ano de 2015, algum eixo reativo pelo qual o poder poderia se estruturar politicamente com a credibilidade real de fazer valer a sua perspectiva e, não encontre nada de relevante que traduza em contraposição a esta expressiva diferença contextual de proveito. Ainda, provisione 2016 e, certamente este desnível irá determinar a sua linearidade, a não ser um fato impactante e de inversão da credibilidade para reagir a esta diferença expressiva.
Presumir, em instantes de sufoco, que o ambiente natural da crise política só resolva como reação momentânea aos adjetivos da resistência e, limitação de tratamento e resultado sazonal de tentativas ou erros seria tão banal quanto às sucessivas minimizações do esforço correspondente. Nesta simbiose de Lula e Dilma, entre culpas e relevâncias, alem dos sucessivos desgastes e vulnerabilidades, produzam, neste contraste entre o omitido e o verídico, a armadilha preferencial da linguagem utilitária ao conveniente, abusada e desperdiçada como se fosse um acessório e, não um direcionamento ou atenuante deste tratamento de choque presenciado e explicitamente comparado de reagir admitindo erros quando, em verdade, tais admissões perderam-se em validades vencidas pela realidade muito mais determinante do desemprego elevado e, da carestia tocada ao eleitor que comparece promovendo cenas que se afastam tanto da realidade e do universo de intrigas e conluios. Exatamente diferencial e, em lógica errática, o poder submete a esta diferença com a autoridade bastante questionada e sujeita a todo tipo de vantagem, destas dos baixos expedientes e de tratamentos localizados, talvez, parecidas às estratégias de Lula em período eleitoral e suas discutíveis alianças de excesso pragmático e vulgarização do imbróglio. Este nivelamento político, agora invertido nestes cargos infindáveis do segundo e terceiro escalão – não vão durar para sempre -, admite-se a qualquer articulador estruturas sobre esta condição as suas revelias em limite comparativo e, equação prognostica de reação. Note o quanto estes nivelamentos políticos inverteram a lógica estrutural – primeiro a economia, depois a política -, para desaguar pelos atalhos e manobras criativas no seu próprio teste invertido de respectivo ciclo, onde, ao certo em origem primeiro, ao contraste, em saturação prevalente se expôs o poder ao eloqüente para e, depois, direcionar coercitivamente por esta lógica inicial. Tanto que, admitindo erros com tanta retenção diagnostica, provavelmente dilatem a imperícia e pratiquem a adequação somente no jogo de possibilidades. Similares em modelo, Lula e Dilma se encontram num mesmo imbróglio informativo e de reflexo – erro da origem análoga – proferindo suas desavenças ao toque da sobrevivência individual e, do resultado expressivo destes sub-contextos políticos de crescente esforço reparador para resultados cada vez menores e mais impactantes quando se leva em conta a diferença contextual.  
Entre paginas mal acabadas outros ciclos retornam sobre esta diferença, cumprindo a oscilação de reflexo na instabilidade político-econômica, retroagindo ao impedimento (origem invertida) ou, aos ensaios do PMDB no descolamento gradual do governo. Como partido essencial na sustentação política o seu direcionamento agora agrava e reinicia outra vertente bastante difusa de manutenção do poder e sua procura de estabilidade; dilema, também, do PMDB em reagir agora em seu descolamento visando às alianças de 2016 ou correr o risco de continuar sendo um prolongado coadjuvante, suporte do oportunismo e das oscilações da realidade contextual. Certamente as fragilidades de Lula, do PT e de Dilma sinalizam esta expressiva dependência como condição de sobrevivência, agora mais do que nunca, produzindo uma evidencia que nunca se mostra compatível senão esta de permanecer neste modelo de dependência. O PMDB sabe muito bem o jogo midiático de proveito e oportunismo que, apesar da reforma ministerial, tal entendimento não se faça tão natural como se pensa, principalmente em situações de vulnerabilidade quando o utilitário fala sempre mais alto que qualquer seqüência em escala de benesses e cargos. Conte também com a admissão tardia dos erros, propriamente um corte afiado que não se cura com desculpas, mas pelo valor do dinheiro escasso e com agravantes cotidianos e diferenciais entre as astucias do poder e o grau de veracidade envolvida.

Uma síntese desta oscilação estratégica de Lula e do PT em produzir sucessivos “factóidesmidiáticos de imensa probabilidade reativa – como se percebe agora -, tornando-se inacreditáveis contorções e negações da realidade no empenho favorável e individual, tratamento midiático somente, enquanto as articulações e reinícios cada vez mais sistemáticos e limitados, promovidos sobre o próprio desnível enquanto, nos bastidores, articulem em revelia a toda encenação engendrada. Também fica difícil entender o equilíbrio entre a necessidade de um ajuste já alongado e em déficits cada dia mais elevado (talvez nos 110 bilhões) e, as manobras de ataque aos culpados imaginários, numa tese bastante desgastada que ninguém mais acredita, a não ser as utilidades extravagantes que torna o bolsa família uma moeda extorsiva e abusada de uma troca, submetendo a população vulnerabilizada ao medo de uma realidade manipulada e politicamente adequada aos sobreviventes de qualquer custo. Na verdade, para Dilma que utiliza destes expedientes de sobrevivência, não seria ilógico entender o limite da suficiência distorcida e do direito adquirido nivelado ao restrito teste dos sobreviventes, em purismo e simplificação. Estas interpretações sobre uma defasagem tão expressiva entre o poder e o contexto sublocam previsões naufragadas pela fragmentação informativa e, aos proveitos da facilidade que surte cada vez menos efeitos, porem, utilitárias e manipuladas politicamente reinsiram repetitivas e de credibilidade cada vez mais inadequada aos desenvolvimentos cumulativos da população. A política atual sofre deste pragmatismo cada vez mais crônico, expressivo em utilidade e redutivo em tratamento compatibilizado da realidade e o poder pelo poder, preferenciais aos jogos eleitorais e, somente ai, exerçam suas locações imediatistas e de tratamento especifico e reincidente; natural também a propensão das pesquisas de opinião que repetem os mesmos itens, em variáveis massivas e sugestivas (saúde, educação, segurança), retroalimentando viciadamente o ciclo e, limitando enormemente que alguma diferença maior se faça em expectativa e prospecção. Daí que, entre ciclos que não se saturam devido os eternos retornos dos excedentes relegados, a perspectiva de Lula e Dilma neste cenário de dependência/recusa do PMDB se torne a linha divisória para novos estímulos a crise e, ao entendimento do ajuste ao tempo lógico de reação; talvez, o eixo de reação nunca apareça ou, se adéqüe a economia, talvez; melhor entender que nesta banalização econômica de oscilações muito efusivas de previsão se encontre também um limite imaginário de reorganização estrutural, forçada e impositiva, definindo cenários com mais eficácia que estas oscilações estratégicas que Lula e Dilma procuram em permanente evidencia e teste diário de sobrevivência, também, da oposição que se movimenta pelos mesmos expedientes da ineficácia e dos direitos ULTRAJADOS.      

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

O JOGO(285) REAÇÕES VULNERÁVEIS EM LULA E DILMA

Uma hipótese de viabilidade creditavel seria a premissa que diz: “toda omissão informativa encontra sua contrapartida explicita no contexto”, provavelmente, em experimentação de conteúdos se proceda com bastante continuidade pelo universo político pretendido, ao desgaste da contradição pelo abuso da simulação de contraponto midiático tais veracidades prometam reforçadas pela ausência de expectativa e, defasagem do direito adquirido em expressivos volumes informativos. Tanto pode, em relevância que, demonstradas exatamente como armadilhas probabilísticas, adquirem conformidades quando exibidas pelo contraste da linguagem em seu desperdício de exagerada soberba e, o que de valorização produza em conformidade intertextual ou, mesmo em detalhamentos persecutórios que no silencio desta omissão revele-se perturbado e, em ataques de pânico como convém reagir ao que foi dito efusivamente sobre a eminência parda do contexto por esta mesma unidade viciada. Tanto pode ao eloqüente quando exerça o controlado, certamente que, este duplo contraditório do universo político escapa impertinente e ardiloso pelas atribuições do poder em tentativa de regulá-las, como também, se armam em Lula sobre o seu evidente desconstrutivo do personagem, tragando-se pelo mesmo desperdício da linguagem contraditória e dos tratamentos invasivos e também explosivos quando associa ambigüidade estratégica a ausência da propensão, relegando excesso de significados para avaliações multiplicadas da população comum. As armadilhas probabilísticas – sínteses interpretativas - adéquam à probabilidade simulada em conflito descaracterizado do verídico, como se fosse um teste de prevalência ou submissão, tudo dependente da propensão (popularidade) verdadeira catapulta dos erros, ambigüidade que torna o contraste volumoso e impositivo a suscitar juízos de valor com tendências muito expressivas de desconstrução da lógica interpretativa. Lula, em unidade vulnerabilizada e condicionada de seu discurso político, percebe agora o que antes, em entrelinhas, sinalizava seus estrangulamentos informativos, porem, destratados pela autoridade de seu discurso, percebe agora o agravamento interpretativo, num cenário da hipótese progressivamente direcionada ao creditavel, havendo nesta ambigüidade informativa uma historia que desaparece.   
Mais que um prenúncio ou possibilidade, melhor seria interpretar o modelo político de Lula e Dilma sobre estes sucessivos testes de desconstrução, retrocedendo a origem e toda eloqüência de tratamento numa caricatura exagerada de seus personagens frente a este desnível contextual; sabe-se que qualquer analogia (Dilma segue Lula) sofra dos limites e restrições progressivas quando exercitadas por atalhos ou por abusos simulados a esmo, em estratégias imediatistas e altamente probabilizadas a inversões consecutivas. Similares em origem exercem a ambigüidade comportamental como diferença desta lógica, distorcendo e favorecendo o viés interpretativo, considerando o empenho do poder pelo poder e destratando a diferença contextual, evidenciado ai pela facilidade progressiva sobre um vasto excedente que agora aparece reivindicativo. Junte ainda a longevidade da operação lava jato e a relevância da operação zelotes, entre tantos outros que, pela frente cumpram seus acertos negativos ao diferencial expressivo desta ambigüidade contextual. Vulnerabilizados pelo modelo político, Lula e Dilma se notam pela inversão do poder aos destinos de uma realidade saturada e omitida progressivamente. O enfraquecimento de Lula se torna expressivo, já que, sustentado pela popularidade (propensão) agora se percebe minado pela rejeição expressiva de viabilidade eleitoral, não esquecendo que os eleitores preferenciais vão desaparecendo em proporção a avalanche de denuncias: - agora o rolo compressor midiático, tanto verídico, como manipulado, integram um só bloco de inversão, produzindo sobreposições reativas sobre esta fragilidade condicionada do modelo político em questão. Até que readquira a sua função dialética pode ser muito tarde para Lula e Dilma suportar o impacto num contexto detalhado e valorizado como o agora vivenciado. Fala-se de conflitos políticos deflagrados pelas operações lava jato e zelotes - se verídicos - tanto o poder sob Lula e Dilma manifeste-se por esta saturação expressiva e pelo mesmo acinte, agora inverso, no tratamento invasivo decorrente do processo fragmentado e absoluto de tratar o fato. Esta inversão se torna curiosa, justamente quando o excesso de valorização da linguagem pela abusiva simulação trata a população espertamente, percebendo-se agora, a mesma narrativa em lógica contextual de reação, também, das conseqüências adequadas onde antes inconseqüentes preferenciavam
Hoje, premidos pela inversão do poder, antigos expedientes que antes navegavam inconseqüentes pela narrativa marqueteira e direcional, agora, exprimem-se pelo diferencial expressivo, provavelmente numa penitencia muito estendida, já que, agora, em similaridade do poder, limitados e estrangulados em seu próprio discurso se percebe ausência do controle expresso, destituído da eloqüência e presunção informativa. Só lembrando que nestas pedaladas não incluídas no orçamento deficitário outra constatação se percebe na fala contraditória quando Lula, no seu populismo, atribui esta diferença aos projetos assistenciais do poder; em verdade, este exercício fiscal serviu aos empresários, alguns poucos, favorecimento narrativo explicitamente demonstrado num encontro de empresários promovido pela carta capital em 2010(vide acima), quando Lula se gaba de ter favorecido enormemente o empresariado. Estas ambigüidades impressas pelo destrato e ausentes de acabamento natural de conseqüência, repara absorto pelo limite pressuposto o seu excedente, vulnerabilizando a reação, principalmente quando confrontados pela evidencia tal justificativa escorra pelo ralo em inconsistência ou, quantidade simulada pretendida. Este raciocínio de que o poder pode tudo, em tese, seria louvável e inconseqüente pensar desta maneira; provavelmente se esqueça do eleitor, este mal necessário que, em créditos de simulações ou organizações pela linguagem leve um tempo que somente o poder pode probabilizar e irrelevar com tanta freqüência e ambigüidade nos instantes de evasão da credibilidade.  .

Dentro deste cenário extremamente fragmentado que a política se encontra, a dificuldade articulatória e as manobras de bastidores se tornam progressivamente supérfluos e irrelevantes quando confrontados pela relação intertextual de equação e previsão. Imersos politicamente neste cenário, tanto Lula quanto Dilma progressivamente se vão descaracterizando do poder efetivo e integrando o limite probabilístico na sua desconstrução progressiva. Como a política vive de instabilidades e insurreições, existe também, a perspectiva de reorganização de origem em outros tempos mais afinados economicamente e, principalmente, reorganizados politicamente em sustentação e proveito. Porém, sobrevivências encontram o seu eixo ou a sua inversão em perspectiva direta do excedente anterior de probabilidade ou saturação e, isto quer dizer politicamente que prognósticos eleitorais viabilizam-se em quem estiver dentro do limite pretendido de possibilidades; ou seja, visto pela saturação estas alternativas desembocam na impossibilidade, considerando ai os instantâneos políticos, verdadeiros canibais da relevância e confinamento eleitoral. Existindo esta possibilidade de recessão em 2016, alem da retomada gradual do crescimento, em tese, estruturas políticas com avantajados graus de vulnerabilidade tendem sucumbir a esta distancia, principalmente pelo fator de credibilidade e da narrativa repetitiva, carente de ressignificação, também, pelos abalos sucessivos sofridos pela informação destoante estas perspectivas tornem-se minadouros do desgaste e, perda sucessiva do ambiente político em trato e conseqüência. Mais uma vez é bom lembrar que atalhos, manobras e articulações empenhados na narrativa do poder pelo poder, em constancia repetitiva, tornam-se irresponsáveis e autoritários inconseqüentes, sujeitos a mais valia do menor esforço. Esta tentativa de Lula em se preservar individualmente, tentando intervir no ambiente do poder, ao invés de resolver o imbróglio, aprofunda a fragmentação informativa e limita sua historia aos expedientes da baixa política de resultados; talvez o limite de atuação esteja defasado e questionado como liderança política, justamente pelos pormenores relegados e omitidos em longos períodos de uso utilitário da popularidade, ainda, pela soberba da linguagem pragmática e, das estratégias eleitorais, agora, em visão muito acintosa e recessiva de entendimento, sequelados pela população reivindicativa e pelo acinte que se percebe aqui e acolá pelo direito adquirido e suas conseqüências literais de se fazer valer. Nesta visão intertextual, o poder produz a resistência de uma desorganização econômica e uma gravidade que se vai, progressivamente, exibindo sua mascara  movedora em cenários cada vez mais deteriorados e imprevisíveis. Neste modus operandi tão contrastante o valor de qualquer historia em teste tão expressivo da baixa política, talvez não probabilize a máxima do instante e, das fulgurantes linguagens caricaturais e POPULISTAS.

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

UNIDADE BÁSICA E AMBÍGUA EM LULA E DILMA

Dimensionar o contexto quando imperam esforços exacerbados para resultados pífios seria o mesmo que municiar o adversário com sua propensão positivista da facilidade sintética de proveito e interesse. Agora, interpretar dialeticamente o desgaste explicito de seu próprio modelo, em tese, poderia se fartar em oscilação e ambigüidade, porem, diante da limitação probabilística de pressuposto e origem, mais parece um envolvimento kamikaze, decorrente daqueles ultimatos de sobrevivência que, particularmente falando, das estratégias ousadas em táticas de condução partidária. Faz tempo que Lula interpreta-se pela mobilidade dialética, também descrita como ambigüidade discursiva, tática resultante da intertextualidade faltante naquelas seqüelas de oposição sistemática e, do saturado discurso “nós contra eles”, visto por esta perspectiva de travar uma linguagem midiática para, por outro lado, imprimir em estratégias contrastantes e opostas ao direcionamento informativo, cabendo também a Dilma repetir esta contradição quando direciona midiaticamente todo bate boca de oposição simulada com Eduardo Cunha e, em outra instancia, promova exatamente ou taticamente o contrario quando exercita pela base de sustentação a sua cada vez mais improvável manutenção do cargo. Em Lula que, no seu discurso costumeiro promove a distorção da vantagem ao limite reflexivo, articulando, da mesma forma, a permanência de Cunha, blindando informativamente o interesse neste cada vez mais improvável impedimento, visto agora nesta operação de salvamento uma contrapartida explicita dos entremeios desta baixa política imediatista e de vale tudo. Em visão mais direta e menos estratégica Dilma cria nestes factóides” outra ambigüidade muito maior, devido a sua preferencial visibilidade, ousando sobre este recinto de sobrevivência tática sua limitação expressiva em desorganização estratégica – na visão da população -, conturbada e desorganizada pela imensa fragmentação e tratamento extremamente localizado e unificado de fazer valer a sua tentativa. Em Lula, pela mesma evidencia, porem, sem a responsabilidade expressiva, mostra-se influente e oportunista quando trata do individual disposto e, da interpretação autoritária para articulações de duvidosa capacidade tática,porem, não se pode negar, o grau de multiplicidade empregada para resultados bastante discutíveis.  
Possivelmente, entre oscilações e ambigüidades narrativas, expressas pela gradativa aceitação do grau do imbróglio em questão, somente trejeitos articulados e manobras de bastidores não sobreviverão ao contexto paradoxal e descontinuado, impositivo e reivindicativo; não vale muito estes substratos informativos povoados por estratégias menores e invasivas, desacreditando enormemente a população quando individualiza todo discurso pela lógica correspondente de afastar transitoriamente as seqüências catárticas desta crise político-econômica. Tem-se, nestes movimentos de ambigüidade informativa, uma lógica de premência no vale tudo da baixa política, onde o manuseio utilitário do fato serve exatamente ao instante, para e, depois, ao descarte e negação prognostica para sucessivas paginas viradas sem nenhum critério. Por outro lado, estas unidades elementares viciadas na oposição do inimigo imaginário, quando empenham nos sucessivos condicionamentos narrativos esquecem ou omitem esta dicotomia – eixo de interseção -, agora vivamente interpretado por Lula como pressuposição estratégica e invasão progressiva sobre o discurso do poder e, da base de sustentação. Estas manobras de driblar a mídia para imprimir a sua mais crua transgressão, podem até, em muitos casos, se transformar num modus operandi político, como se percebe na oposição em relação a Eduardo Cunha; ou seja, dois discursos difusos entre a expectativa e a reação, provavelmente tentando se preservar de um desgaste: - vá entender a quantas pulverizações estratégicas o discurso político se eterniza em minúcias e relevâncias, provavelmente estruturados pela oscilação e imediatismo muito evidente, enfraquecimento e prevalência, no fundo, vencedores e vencidos, tratamentos de choque ou a queima roupa para pretendentes desta baixa política, instituindo sua vertente mais corriqueira quando absorve estas dicotomias ao sabor da irrealidade contextual de proveito.
Em tese, o discurso de Dilma sobre este movimento de oscilação, em que pese o habito político de provimento, se parece ao próprio meio – devendo-se ai a luta pela sobrevivência -, prevendo-se extorsivo e deslocado quando, em ótica contextual, pretenda interagir em popularidade e sua propensão. A crueza do tratamento político em situações de crise demonstra, com muita evidencia, o esqueleto e repetição destes modelos partidários, provavelmente, demonstrando explicitamente o limite entre a pretensão política e sua capacidade cada vez menor de convencimento, também das manobras de adulteração da realidade contundente quando o relator, de conjuntivite, exibe-se no olho do furacão da CPI da Petrobras o que todos já sabiam, porem, visto pelo  olho distorcido possa ser a punição divina destes manipuladores contumazes. Esqueletos sobrevivem, mas deixam seqüelas muito maiores devido a esta ambigüidade e, a adulteração grosseira da realidade preferencial; no modus operandi político, este canibalismo de evidencia e de pobreza estratégica, move-se sequelando pelas sobras e reagindo negativamente quando expostos pela sua origem, naquela tentativa de prover a memória com instantes cada vez menores e impulsivos. A volta ao Brasil de Henrique Pizzolato mostra, em contundência, como o discurso oscilante do poder em apressadas páginas viradas ainda exibem estas diferenças de outros tempos, associando aos idos de 2006 a expectativa, agora minorada, de rever o mensalão por outra ótica, talvez como pré-condição da Lava Jato ou, como uma lembrança resistente de uma síndrome do pânico a rondar sequelados e falantes por esta analogia do dinheiro, tanto no Brasil, como na Itália, destinos semelhantes, explicitamente associados pelas mãos limpas ou pelo jato refrescante da água, submetidos ao calor escaldante dos países que, segundo pesquisa, se tornam desenvolvidos ou não, dependentes do clima e suas regularidades El niño;   

Uma estratégia em voga utilizada politicamente como discurso de dois lados numa mesma moeda, este duplo que não pretende credibilidade, apenas usufruto de todas as vantagens e interpretações lógicas. Se pensarmos neste direcionamento, o calculo desta interpretação vai contra toda lógica contextual de raciocínio, já que qualquer sujeito que se preze fixa no outro o seu processo de coerência e de adequação contextual, alem dos acertos prognósticos, mesmo que destoantes, mais adaptados ao trato da popularidade sem, necessariamente prover deste populismo de fachada que tanto Lula quanto Dilma se esmeram em repetições e direitos adquiridos tão elementares ao senso comum, como se fossem doações filantrópicas de mais valia eterna e de obrigação e obediência constante. Esta credibilidade perdida pelo inconstante e simulado tratamento narrativo, agora se percebe nestas contradições táticas da ambigüidade narrativa um desvio desfavorável de articulação, por mais que no exercício prevaleça sua valorização, o ambiente joga contra a lógica interpretativa e pela multiplicidade probabilística e difusa de pretender a necessária contundência de reação. Num cenário em que o empenho, tanto de Lula em reagir pela sobrevivência pura e simples, quanto Dilma em se manter em evidencia ate o fim do mandato, transformaram este exercício esquemático numa limitada contenção de imersão neste núcleo de poder, consumidos pela narrativa domestica, ainda, relegando o eleitorado a tratamentos bastante superficiais, talvez, muito caricaturais como manda a cartilha do populismo. Esta ausência de ouvidos para a população torna inútil estes bate boca domésticos, alias, não como estratégias midiáticas se vestem, mas como desorganização e improviso. Demonstrados sempre por seu limite de saturação, tanto esta dicotomia de Lula, Como nesta hipótese narrativa de Dilma, o diferencial do contexto reivindicativo se encontre focado na deterioração econômica, verdadeiro teste de credibilidade, fato que, bastante longe e, talvez, em direção irrecuperável se nota a pretensão do poder na tentativa equacionada de resultados, em evidente contraste com estas manipulações palacianas em resolver toda realidade fiscal pela via mais facilitada e onerosa. Existe um Lula e seu partido que reivindica modificações direcionais na política econômica com a experiência semelhante a estas táticas ambíguas de interseção eleitoral, provavelmente, interpretando o valor e a qualificação, comparativamente ao grau de credibilidade e prevalência competitiva. Alias, o pragmatismo político, tanto do PT, como do PSDB, demonstram o quanto faltam em sua estrutura a capacidade de viver pressupondo qualquer ideologia que não seja a constante e instantânea prevalência interpretativa. Talvez, por isto, o processo político demonstre este grau expressivo de fragmentação, onerando exponencialmente o seu único suporte de viabilidade, senão a economia e os bons e retardados ventos de reação, probabilidade bastante remota quando, em tese, o ambiente narrativo sobra em distúrbio de personalidade e  disfunção BIPOLAR. 

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

O JOGO(284) DILMA SUBMETE ÀS REAÇÕES DO PODER

Um poder de tal magnetismo em atrair a crise onde quer que vá, vive-se continuamente sua penitencia ao recusar culpabilidades, onde quer que compareça visivelmente saturado pelas peripécias e distorções municiadas por narrativas puramente estéticas e, adequadas a lógica procedimental. Entre as políticas domesticas e o hiato das políticas externas, notórios se tornam estes exercícios de eloqüência – verdadeiro bate boca – por onde se vá carregue o discurso do impropério e da falta de lógica procedente, ao combustível da competição continuada e dos processos recessivos que nas palavras cumprem o seu esvaziamento progressivo em oscilar sobre o ambíguo da vantagem distorcida. Visivelmente, esta capacidade do poder em monopolizar todo ambiente negativo onde quer que compareça somente expressa a sua surrada estratégia de confronto continuado sobre progressivas minimizações do esforço correspondente; ou seja, a preocupação do poder sempre foi travar esta política inábil e deficitária com todo esforço narrativo de derrubar subseqüentes barreiras do pragmatismo, limitando o modelo elementar aos critérios correspondentes e, a noção pressuposta do inimigo imaginário e perigosamente a espreita. Em relação à política externa os movimentos empenhados de fixar intertextualidades direcionais se transformaram em arrumações decorrentes da necessidade domestica de impor sobre uma agenda impositiva – critério de dependência – destinada a pincelar pictoriamente um desenho abstrato de negação efusiva do atrativo cenário político local. Estas necessidades, agora impulsionadas em produzir alguma ênfase retórica ao raciocínio boquiaberto da população, tornam-se insuflados pelo magnetismo de uma crise em constante deslocamento, efervescente ao ebulidor da lógica positiva e, do intencional recurso que o poder joga no lixo suas respectivas visões de maioridade política, para penar eloqüente num irresolvido substrato e fragmentado cenário, sucumbido pela visão limitada da informação especifica e sua reação que, agora viciada, percorra todos os cenários mundiais distribuindo seus enfeites eleitorais para platéias sedentas desta baixa política desqualificada e resiliente.   
Mas, o que falta ao poder, senão uma agenda de comunicação esmiuçada e procedimental para evitar a propagação faiscante da crise por onde compareça, sobre o mesmo assunto remeta ao mesmo local de origem – necessidade e descrédito -, resumindo toda vastidão da política externa a trafegar ineficaz sobre a austeridade e vivencia do imbróglio político-econômico, constante dramatização estética no universo reducionista dos expedientes desta baixa política de conseqüências. Embebidos pela lógica continua da oposição, o vale tudo do poder desconhece equiparações informativas, preferindo a tática auto-limpante de fazer valer a qualquer custo qualquer discurso subto; tal costume de reação ao baixo nivelamento atrai a crise aos rincões do especifico e efusivo bate boca – visto agora em políticas externas – transitando em domesticar todos os problemas mundiais em locações e prognósticos específicos de controle e controvérsia. Enquanto descendem previsões econômicas, refletidos no exterior por esta realidade da forçada agenda positiva e os entraves desta necessidade induzida ao combustível da simulação e distorção explicita da linguagem, o poder, limitado em empurrar a crise por onde quer que vá, se torna compelido a embasar e justificar seu discurso fragmentado, destorcendo os critérios da valia e sugestão, empenhando-se em absorver toda manifestação domestica como centro se tornasse o Brasil, funil e destino de todo egocentrismo tresloucado de negação da evidencia real, preferência pela ficção e sujeita a toda oscilação de um mundo que se desenvolve, apesar da crise do Brasil. A distorção entre o externo e o interno, referindo-se ao imbróglio político-econômico, se encontra na defasagem informativa que o discurso fragmentado absorve em necessidade e vicio ao reorganizador específico, substratos mais aprofundados das irrelevâncias e inconseqüências de uma imagem que se esquece de se-la, prognosticado em reagir e reiniciar a todo o momento pelos mesmos procedimentos discursivos. Fica claro a atração do poder em seqüelas cada vez maiores e mais volumosas, limitados por esta inconsciência derivada da limitação do modelo elementar.
Houve, neste blog, uma previsão de déficit orçamentário de 80 bilhões para 2016 quando o governo estimava no seu orçamento algo em torno dos 36 bilhões; pois agora, em 50 bilhões admitidos em outros especulados e previstos 76 bilhões, provavelmente até o fim do ano esteja no parâmetro mencionado à previsão de 2015, ou seja, o que era receita previsível agora se percebe num déficit, provavelmente no ano que vem estes admitidos 36 bilhões se façam inversos em receitas ou, mais provavelmente, sucumbam a outro viés degenerativo, a conta gotas, probabilizado comparativamente pela realidade de visão domestica de limitação, extremamente liquefeita pelo volume de problemas e dos erros estratégicos cada vez mais expressivos, também, contaminados por interferências e probabilidades surgidas sob um teto cada vez mais restritivo e ineficaz. Encontra-se em evidente distorção toda narrativa do poder em tratar a economia com a transitoriedade política que, certamente, seu alongamento se dê em proporção direta a este discurso fragmentado, estimulado pelo especifico e reagindo a conta gotas a este viés recessivo, empenhando todo histórico político no desgaste e, em conseqüência, sua inversão ao cenário negativado do desproposito e da irresponsabilidade. Basta notar o discurso superficial do poder no ambiente externo sua visão de crise localizada no processo de culpa e, no tratamento de choque em suas alternativas representadas e fictícias de vender um Brasil progressivamente visto como um país que não deu certo, vendo-se estimulado por intrigas e proveitos individuais de fundo de quintal, sem nenhuma retórica providencial.

Definitivamente que um cenário de rápida degradação fiscal ainda produzirá seus reflexos em 2016, podendo se estender até inicio de 2017. Quando se pergunta nesta visão limitada do poder ao reagir acintosamente a este destino domestico como se fosse à finalidade relevante de exercício político há de se perguntar se este modus operandi expressivamente procedimental e superficializado irá resistir até 2018, com esta narrativa tão restrita e, em tão evidentes desgastes narrativos; como o caráter intertextual e visionário da política em questão se transformou num objeto inútil, vive-se destes expedientes de tratamento imediato e de visão compatível ao recurso eleitoral. Talvez, por isto, o PMDB mantenha a convenção para novembro na expectativa de descolamento do poder e, pensando nas próximas eleições e seus rearranjos de palanque eleitoral, movimentando outras perspectivas direcionais, já que maior partido de sustentação vive hoje o melhor do externo e interno, concomitantes. Alias, falando de políticas externas e o conflituoso cenário domestico, a contaminação involuntária de toda narrativa se valha destas tensões simuladas, reescritas pelo valor superficial de tratamento e utilidade reivindicativa, também, pelo ambiente resumido de tensão informativa, dependentes de raciocínios e decisões rápidas, praticamente envoltos numa catarse que se torna a proximidade eleitoral. Neste ambiente que o poder assume toda vertente direcional quando se exime de qualquer projeto de longo prazo, omitindo esta narrativa ao sabor das oposições e envolvimentos irrelevantes. Nota-se pela pressa em virar a pagina como o exercício do poder se vincula explicitamente ao intervalo eleitoral e as fusões de palanque nas disputas de visibilidade e detrimento, produzindo este nível baixíssimo do exercício político, refletindo no exterior esta imagem localizada de tratamento contínuo como agora travam o poder e o eleito Eduardo Cunha, municiando vivamente tablóides especulativos a midiática conseqüência e proveito. Não se sabe se estes embates foram organizados pelo ministério da comunicação ou se são feitos espontâneos do modus operandi do modelo tático e, previsivelmente localizado de tratar o universo. Criadas pelas necessidades impositivas desta agenda, bem lá nos rincões do mundo se sabe das pedaladas fiscais e de outros combates informativos tratados aqui com esta irresponsabilidade eleitoreira e os oportunismos costumeiros de quem deleta toa informação adversa para viver loucamente o instante determinado. Possivelmente, neste valor descabido de tratamento externo e interno, a realidade econômica submeta às oscilações políticas e este destino progressivo de domesticação em resumo polarizado e inconsciente, inadmitidos progressivamente e direcionados ao drástico, destino certamente igualitário ao tratamento desleixado das estratégias e ao tratamento de choque empurrado pelas narrativas espontâneas e, as intransigências nada cabíeis a quem caminha num limite tênue de impedimento e sua lógica probabilística de REAÇÃO.   

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

RETROCESSOS VISÍVEIS NA UNIDADE DO PODER

Definitivamente que, respectivos prognósticos, adéqüem à realidade contextual com a explicitude literalizante dos rigores probabilísticos, antes possibilidades, agora armadilhas visíveis e imersas na crueza dos fatos e das especulações exacerbadas, tudo, misturado em descriterios verídicos de convicções oscilantes e indeterminadas pela imersão fragmentada ao substrato da repetição e definição diagnóstica. Assim como intercalam simulações e veracidades em alguns destinos omissos e confinados a evitar seqüelas, em outros exercícios maximizem discursos incipientes para destinar ao blefe informativo a omissão dramática do raciocínio inverso, visando prosperar informativamente sobre discursos inflamados e ufanistas, reagindo ao limite cada vez mais acentuado em evitá-lo. Para o discurso do poder este destino predestinado e omisso de pretender suas parcas manobras desarticuladas e repetitivas demonstra, vivamente, a incapacidade em tais repetições e relevâncias, tornando-se recessivamente limitado à probabilidade dialética e ao apelo de uma insistente definição, agora transitória, estrangulando toda narrativa imposta pelo excesso de fragmentação política, em conseqüência, da informação, criando substratos associativos independentes em premência e urgência prognostica expressa progressivamente pela indefinição e transitoriedade. Melhor dizendo, estamos exatamente no estágio da multiplicidade probabilística para limitações expressivas de resultado pratico, aprofundados por respectivos intertextos imersos pela desigualdade contextual, ainda, cada vez mais distanciados de uma reação estrutural, talvez, por isto, se tornem nos excessos de solvência os limites cada vez mais restritos pela distorcida suficiência e, pelo negativo designativo de sobrevivência surda e, de esforço desproporcional ao resultado previsto. Acreditem ou não, nesta distancia cada vez mais evidente do contexto probabilizador existe a demonstração do grau expressivo de fragmentação político-informativa, criando difusos direcionamentos político-econômicos para improbabilidades cada vez maiores de reagir positivamente sobre este mesmo contexto, agora, relegados espectadores boquiabertos deste visível desnível informativo.
Probabilisticamente falando, avolumam explicitamente as seqüelas político-econômicas do governo Dilma, talvez, para futuras reorganizações de outros governos; este excedente terminantemente e progressivamente relegado em favor da sobrevivência sobre um resumo elementar bastante irresponsável expõe a ambigüidade assertiva conferida pelo limite e repetição nua e crua, de outras expectativas muito diferentes do atual momento. Este precedente estrutural, devidamente vulnerabilizado, exclui toda reação dialética em favor de uma unidade cada vez mais recessiva que, em devida atenção, aspira ao negativo elementar para inversões positivadas de alteração ética, vale tudo mesmo, produzindo transitórios de larga inconsciência e indefinição de outro limite de impedimento, talvez, neste caso, o impedimento sirva de exata noção deste excedente continuamente burlado, em substratos cada vez menores e de inversão ao caótico indulto da solvência especulativa . O que preocupa neste nível de fragmentação e deterioração político-informativa, senão o grau omitido de letalidade no discurso irrelevante/drástico contido nas reorganizações associativas em imersão cada vez mais eminente e imediatista, atraindo construções possibilitadas em armadilhas probabilísticas. Alias, exatamente agora se percebe a armadilha da improbabilidade diagnostica nesta escala direcionada ao negativo, senão este eixo em Eduardo Cunha, representante desta dialética relegada e do grau de desproporção real entre a convicção contextual desta multiplicidade irrelevante e banalizada que, em toda seqüela fragmentada, use e abuse destes limites entre a regra e o poder de burlá-la. No caso explicito de Eduardo Cunha, faz bem lembrar a origem de todo aparato grotesco sobre a narrativa agregada da soberba e do acinte, proposto pelo poder em picuinhas palacianas de trato e intratáveis providenciais. Daí nasceu este personagem que agora freqüenta a lista dos dez mais, turbinados exclusivamente pelo desleixo político e uso ostensivo da tropa de choque, a qualquer custo, talvez ao custo que não valha mais tanta especulação nesta trama empobrecida e de poucos personagens interessantes, vivendo sob o acachapante pragmatismo - o culpado de todo imbróglio -, também do limite institucional que o Brasil vive, entre o desperdício exagerado das estratégias políticas imersas neste universo pouco confiável da utilidade abusiva e, dos expedientes vingativos sobre mortos-vivos que ainda deixam seus rastros por toda esta indefinida modelagem política.  
Enquanto a economia é rebaixada ao nível deste canibalismo e oscilação especulativa, cada vez mais distante fica entender quais destes difusos eixos de tratamento cada vez mais imediatistas irão reagir positivamente em readequação prognostica; torna-se cada vez mais difícil, politicamente falando, já que a retenção exagerada das readequações, ao grau de drasticidade explicita tornou progressivamente dificultoso produzir algo de confiável em tempos tão diluídos e pulverizados. Se, por exemplo, se faz uma reforma ministerial para readaptar toda dissonância da base rebelde, incluindo ai a habilidade de Lula, o desgaste e inutilidade da articulação tornam-se irrelevantes ao tratamento especulativo, já que, agora, o valor do toma lá da cá inflacionou, como na economia, evidenciando esta troca banalizada e surrealista, principalmente pelo apoio a Eduardo Cunha, naturalmente ai se nota o quanto este valor tornou-se amoral e estrategicamente drástico usufruir de momentos tão toscos e irrelevantes. Pense exatamente que, a principal finalidade do governo Dilma seria evitar o impedimento, mas, em oposição e exclusão dialética atraiu toda narrativa para a unidade discursiva do acinte e sobrevivência, finalizando e limitando todo modelo em reagir e valorizar o momento de resistência. Daqui em diante, terá que produzir uma nova origem ou afastar este drástico por todo o tempo de vigência; note, no limite do irrelevante/drástico, como o poder e o próprio Lula aprofundam-se nesta fragmentação de substratos cada vez mais sintéticos e, em narrativas totalizantes e absolutas.

Um prognostico decorrente desta imersão acentuada do negativo em previsão distorcida se verá, em 2016, tanto para a economia quanto para a política; aquele excedente que se avoluma atrás da porta a cada pagina virada pelo poder, alem de se tornar muito maior e mais impactante que o modelo elementar, produzirá o seu acerto probabilístico de reparação do imbróglio a partir deste limite do impedimento e sua inversão em rigor e reação prevalente. Seria a visão fragmentada de um ciclo informativo em espiral reparadora  em direção ao contexto e, ao choque de uma realidade bastante drástica, possivelmente em contraste a este limite de irresponsabilidade e adulteração informativa. Este eixo do impedimento, alem de produzir a catarse política pelo excesso de pulverização informativa, por outro lado, vê nascer um tratamento rigoroso de acerto(nas pedaladas de 2015), cumprindo a sua dialética função de exonerar diferenças e revisar este vasto excedente cumulativo. Melhor não esquecer que no primeiro mandato de Dilma e último de Lula já existia este excedente relegado, principalmente pela predisposição absorvida de inversão e, pelo insuflado populismo que esconde o drástico para viver o irrelevante como se não houvesse amanhã. Nesta conta reparadora, cuja alteração cíclica se percebeu no atalho pressuposto de continuidade do poder, agora cumpre a revelia com a mesma contundência procedimental de quem repetiu efusivamente as mesmas estratégias em detrimentos dos mesmos erros de omissão. A probabilidade não perdoa quem não alitera continuamente o seu prognostico, preferindo repetir acertos anteriores e omitir os mesmos hiatos conseqüentes. Isto vale para modelos políticos, tanto do PT, como PSDB, velhos similares e opostos, disseminando as mesmas táticas por radicalizações expressas sobre um limite articulatório bastante visível; este excedente que Dilma relega para posteridade irá repercutir acentuadamente na economia, não só como recessão, mas em desenvolvimentos pífios, sequelados estruturalmente e vulnerabilizados pela falta de políticas externas da relação intertextual de suporte; o desperdício estratégico até o atual momento vem desta distorção explicita do limite informativo empobrecido e, pela inversão entre a soberba e o vazio prognostico de resultado. Esta saturação interpretativa, associada à constante denuncias, minou mortalmente o poder e suas bases de sustentação, distorcendo a moral vigente ao raciocínio fragmentado do positivo/negativo, equiparado a ausência ética de interpretação e exclusão. A sobrevivência nua e crua do poder sobre estes substratos argumentativos reduzem a visão política ao tratamento catártico e indefinido da orgia eleitoral, principal combustível de toda esta irresponsabilidade e degradação, podendo, em tempos muito precoces produzir direcionamentos tão distorcidos quanto esta de tentar readequar a economia em outros parâmetros e noutras seqüelas depreciadas do tempo RESOLUTIVO. 

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

O JOGO(283) HERANÇA POLITICA SUBTRAI DILMA

Um prognostico antes previsto como futuro verídico se percebe,explicitamente, num tempo precoce e com personagens fatidicamente instáveis, provavelmente absorvidos pelas próprias convicções e expectativas confrontadas pela intensificação simulada, verdadeiras penitencias de pecadores convictos em calvários midiáticos  de resistência e seqüela. Visto como ficção ou como documentário estes embates se transformam em sínteses finais ou testes de sobrevivência dramática aos desfechos, em muitos casos, movidos por imperícias táticas, por outro lado, ardilosamente estruturadas ao desmonte de toda narrativa antecipada, provavelmente sequelada por desperdícios estéticos ou visões conturbadas, naturalmente, óticas amplificadas por inutilidades distorcidas ao extremismo pragmático e, sem a noção devida dos enredos espetaculosos e devedores de uma conseqüência real; na ótica de um competitivo contumaz vive-se, no atual momento político, o contexto neo-realista de entender o porquê de tal embate entre o governo, evitando o impedimento desde a reeleição de 2014 e, o presidente da câmara, algoz predestinado midiaticamente a entronizar suas mazelas oposicionistas, confabulando taticamente as estratégias de desmonte, tudo urdido explicitamente como quem vai ao supermercado comprar os ingredientes de uma receita nova. Poder e perturbação informativa, adicionado a sobrevivências surdas em armadilhas probabilísticas, resolvem-se pela eloqüência sintética de drasticidade executada, situando a sobreposição da vontade àquela pertinência vingativa de pormenores intencionais, detalhados e avessos ao contexto, senão inversamente, em viés e distúrbio pretenda empenhar nesta batalha com os senhores do combate ao alongamento e desfecho previsto. Na armadilha que, por um lado, percebe no governo a sua probabilidade acentuada de inversão, como também num Eduardo Cunha, senão inimigo declarado, talvez, um sobrevivente que espera tratar no seu embate narrativo, invertendo o impedimento em absolvição ou, tratando do desfecho com a visão de um vilão combalido por denuncias e comprovações, aprisionamentos que não escapam ao lúdico interpretar este teatro, onde o pano de fundo mapeia-se pela economia combalida e estressada.  
Mais, agora, o que interessa senão sobreviver, tanto um quanto o outro, vendo-se conturbados e imersos em estratégias, imaginando que ao poder tudo se pode ou prognosticamente avancem os coadjuvantes a turbinar incêndios a sua própria tese de permanência. Impedir, como ato final, não deve ser tão fácil como alguém que, a toda hora, troca de roupa para outros cenários, talvez, negando um final muito previsível e obvio, visto estrategicamente pelas desastradas e desperdiçadas nuances de embromação do poder, subitamente, como num xeque mate, resolver todo antecedente e diagnosticar a previsão de tantos eixos distorcidos e ambientes adulterados pela manipulação informativa, tanto que, deformados e sequelados apressem seu limite. Nesta atuação do irrelevante/drástico, equilibram o governo, o presidente da câmara e o ex-presidente da republica; alias, Lula se esforça para incendiar de vez a alternativa institucional quando passa a atacar a economia, questionando o modelo vigente, direcionando sobremaneira sua argumentação de uma nova matriz turbinada por desenvolvimento e emprego. Somente na ficção tal ambiente particularize, como também, se justifica as pedaladas fiscais como adequações aos programas sociais; ao povo tudo cabe e se ajeita no populismo descarado e de visão particularíssima e peculiar. Enquanto digladiam por sobrevivências e manobras vão-se deteriorando os indicadores econômicos e as previsões para 2016, tanto que, enquanto emergem táticas sobre as armadilhas comuns, os ardilosos especulam vivamente sobre o capital político escorrido pelo ralo, precisamente o PMDB em confortável posição neste cenário, como também um PSDB que joga com a conivência descarada do oportunismo unificado e, nas catarses que o governo administra como reação intempestiva, vivendo a sua fragmentação pelo discurso mais rasteiro e urdido pela tropa de choque sem nenhuma nuance mais admirável senão a tese da força bruta. Eduardo Cunha, ardiloso, move-se pela degradação e simpatia dos opositores do governo, em que pese o aprofundamento moral, esquecido e defesnestrado como um acessório irrelevante e discutível; tanto que, este estimulo exagerado de oposição, nós contra eles, vive seu auge pelo eixo do impedimento, dividindo condutas morais pela ordem subliminar de perceber no outro seu próprio reflexo, abusivamente distorcido em linguagem auto limpante e artifícios direcionais que em tudo escapa, vivendo seu final catártico e transitório.
Houve um tempo em que peripécias estratégicas eram percebidas pelo teor de inventividade lúdica e de trato especifico ao fato em questão; hoje, este confronto sobre o impedimento se perdeu em contundência e finalidade, para sucumbir a esta banalização informativa que só mesmo nos ambientes fragmentados se esmeram luxuosamente pelo artifício do supérfluo ambientado e, pelo gosto bastante drástico de finalizar e propor revelias. Desde a reeleição de 2014, ao auge do atual momento, houve uma deterioração informativa ao precoce sintético, tempo bastante apressado movido em desgaste imperceptível, já que imersos na catarse não conseguem reler intertextualmente o lado fatídico de toda narrativa contextual; talvez, neste curto prazo se percebe o embate no impedimento tratado pelo lado futilizado e competitivo, verdadeira crise política para os cegos estratégicos movidos pela decadência fatal da baixa política e, pelos limites tão evidentes que espantam releituras mais contundentes e providenciais. Imersos nesta realidade manca a política vai aprofundando invisivelmente para outras associações nem tão louváveis, derivados deste expediente finalizador, senão no impedimento se vive um substrato menos louvável para contornos carentes de novidade e pretensão estratégica.

Dilma, revendo sua trajetória ao limite imposto, deve-se prometer a seu teste diário de sobrevivência a mutação probabilística de outra origem, devendo ceder às exigências de Lula quanto a troca do ministro da economia, Joaquim Levy. Se, por acaso, prevalecer na mesma ótica da reforma ministerial, fatalmente se repetirá, em ambigüidade, a tese do orçamento deficitário como estratégia distorcida e copiada pelos governadores como indulto probabilístico; explicando a ambigüidade nestas táticas econômicas, os perigos se avolumam quando manobras de redirecionamento implementam novas origens, principalmente em períodos de transição, probabilizando a fatalidade em evidencias muito explicitas de síntese. Pensando no impedimento como uma metalinguagem, o exercício econômico também sucumbirá ao mesmo registro, transformando o imbróglio político-econômico num funil totalmente improbabilístico para quem pretende ver a luz no fim do túnel a partir de 2017; sem o Joaquim Levy, o culpado, movimenta-se criativos novos impedimentos que não os políticos, por poderes desestruturantes da fragilizada realidade econômica de então. Provavelmente, este limite definido pelo impedimento seja o inicio para outras reorganizações nem tão louváveis e pouco relevantes, pensando nesta radicalização efetiva da tropa de choque e o que, em resumo, tenderá o PMDB daqui em diante. Se a reforma tinha o caráter de barrar o impedimento, talvez, não se mostre tão eficaz neste sentido, uma vez que a prevalência eleitoral a tudo sucumbe pela relação de proveito imediato. Também que no impedimento econômico como deseja eleitoralmente Lula haja, em tese, um irrelevante/drástico pressuposto como alternativa determinada nesta multiplicidade transitória e irrelevante, realmente, prometidos graus de dissentimento econômico, rever o seu eixo, seria como voltar a 2011 em regularização compatível de desenvolvimento, devendo especulativamente um tempo irresolvido e irreparável de probabilidade. No impedimento como síntese se deve exercitar o contundente intertextual para observar a degradação e contaminação associativa que a banalidade política permitiu circunscrever em sua analise uma visão bastante reducionista de proveito, tendo na ótica estratégica a vantagem explicita de realidade e premência e, a articulação supérflua onde somente os proveitos mais pragmáticos revolvem-se permitir em conseqüência e veracidade. Provavelmente que, no impedimento pressuposto ao verídico e real proveito político, exista este cenário de especulações e simulações, em alguns, minorados em credibilidade, para outras bases, exercendo a conveniência impactante do tempo fragmentado e desperdiçado, direcionado a este nada providencial senão reagir a tudo e a todos. Provavelmente, já não existe a comparação do esforço e compensação administrada a quem detém o poder, apenas uma realidade negativada e resistente que alonga este mesmo impedimento como uma ficção grosseira e fatídica, sintetizada em momentos grotescos e de baixa RESOLUÇÃO

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

ULTIMATOS PRODUZEM ACENTUAÇÕES FRAGMENTADAS

Depois das estratégias apressadas e prementes, destinadas ao simples tratamento de choque, algumas seqüelas impedem virar a pagina tão apressadamente, relegando ao excedente deste embate a probabilidade exacerbada de revisitar, a qualquer momento, esta mesma disposição com agravantes desta defasagem e dos absorvidos contrastes que acumulam atrás da porta, esperando resoluções e, não, aumentos especulativos. Dentre outros problemas acumulados pelo poder um, em especifico, preocupa devido o essencial dispositivo da maquina política que se perde sistematicamente nesta visão competitiva e de oposição, praticamente uma guerrilha exposta a toda sorte pela inexperiência tática e, desconhecimento da gravidade real dos acúmulos problemáticos em questão. Passados tempos cada vez mais curtos e inconseqüentes, trave em literalidade braçal o poder, a própria e reformulada base de sustentação e a oposição, concomitantes, produzindo suas perdas especulativas e de estratégias tão inconvenientes quanto desleixadas, simplificando grosseiramente o entendimento político no que possui de mais limitado e recessivo. Em nenhum lugar de fato, no atual e transitório momento, produz algo de realidade política de relevância prognostica, devendo todo excedente relegado a suspensão e desgovernos em suas respectivas táticas de enfrentamento, somente evidenciados pela sistemática pragmática de tantos desperdícios e precipitações, verdadeiros atropelos a procura de uma relevância inexistente e algum cabimento mais explicito que, esta fusão político-econômica e seus descalabros atrativos de expelir diariamente seus resíduos. Em tantas outras avarias contraídas pela excessiva fragmentação política, uma em especifico, decorrente desta reforma ministerial, provavelmente irá atrair entre substratos da baixa política e reações decorrentes deste limite tão visível de administrar o imbróglio, visibilidades digladiadas e eleitoreiras, insaciavelmente aglutinadas pelo vale tudo – real pressuposto do poder -, destinando à sua revelia tática toda sorte do jogo de probabilidades, sucumbindo ao esforço hercúleo para resultados cada vez mais irrelevantes, assim mesmo caminha os substratos políticos resumidos pelo desperdício cada vez mais elevado de relevâncias tolas e irresponsáveis, pelo emaranhado destino de sua própria armadilha.
Previsto ainda que a inutilidade desta reforma ministerial em tão consistentes substratos de fragmentação resolva-se construir respectivos atalhos de sobreposição, principalmente na visão eleitoral de prevalência, individualizando por difusos direcionamentos e pela omissão de um poder que adora travar lutas inócuas pela perspectiva literal da força bruta, impulsivamente absorvido pela crescente necessidade de reagir a qualquer custo sobre esta expressiva diferença contextual, verdadeira parede de contenção das estratégias de curto alcance, impulsionados midiaticamente por um vale tudo diário de  desgaste continuo. Expressivamente diferencial este hiato entre o poder e o contexto, explicitamente demarcado por estas estratégicas cada vez mais tresloucadas ao especifico, agravem e vulnerabilizem politicamente o poder, acostumado a reagir, somente reagir, provavelmente mantenha este ebulidor em constante evidencia para nutrir deste embate do esforço hercúleo e suas pífias demonstrações praticas de proveito. Esta reforma ministerial irá consumir uma expressiva articulação em expressivos toma lá da cá, inflacionados pela perspectiva dos vencedores e perdedores, oscilando a cada atração que o poder nutre ao reagir acintosamente e autoritariamente. Há muito se sabe que na fragmentação política, a distorção expressiva do esforço empregado dá lugar à especulação grosseira do incompatível valor de troca, manuseio que, nestes infinitos cargos do segundo escalão, se transformem até 2018 em moedas cada vez mais desvalorizadas, como o real, complicador que se avoluma quando o poder, fragilizado e vulnerável, percebe nesta extorsão diária o reflexo cada vez mais elevado de sua desarticulação. Por melhores manobras que se desenvolva a partir de agora, o diferencial deste valor expresso pelo combustível governamental, desvaloriza-se pela suficiência distorcida e na inexistente autoridade tática de fazer valer a todo custo este mesmo trato fisiológico.
Entre os tempos retidos em demasia e a velocidade oposta de saturação do modelo de poder, tanto minoram o apelo articulatório, como argumentam exacerbações fragmentadas, acentuados por estas estratégias de curto alcance – progressivamente recessivas -, atuando em oposição a esta retenção do tempo como uma fatalidade bastante expressiva, ainda, pela intempestiva e cada vez mais precipitada orientação tática, praticamente ausente pelo modus operandi da força bruta, tornando recessiva e negativada visão prognostica aos destinos cada vez mais especulados pela baixíssima política, emaranhado dificultoso e difuso, onde o eixo econômico – principal narrativa – encontra-se cada vez mais perdido entre a precocidade do alongamento e o discurso que afasta o ciclo natural com o mesmo empenho em quem defende o impedimento. Cruzamentos que, agora, dificultados pela evidente saturação do poder, associado ao resistente e repetitivo modus operandi, impactando em diferenças cada vez maiores e seus destinos cada vez mais caducos dos argumentos simulados ao descrédito, ambientando toda visão política com raciocínios cada vez mais radicalizados em oposição e, cada vez mais atrativos a armadilhas que esperam a cada canto como uma síntese do prolongamento ou como impedimento calculado e explicito, fatalmente intertextual, sobre os desníveis cada vez mais evidentes das mesmas táticas e raciocínios, expressando agora o seu acinte cada vez mais elevado, justamente pela fragmentação política e informativa dos fatos e o limite expresso pela crescente exigüidade, ausência de intervalo e consideração; ou seja, ao drástico/irrelevante torna-se o destino eloqüente das mazelas do poder.  

Uma narrativa desfavorável a recente reforma ministerial se percebe nesta combinação do limite expresso do modelo de poder (tanto Lula quanto Dilma) e, uma invisível maioria resistente à articulação comum e as manobras de tratamento político de aspectos aglutinatorios, vivendo ai o previsível paradoxo do exercício político inexistente, para uma realidade bastante especulativa em valor explicito de cargos e sobrevivências individuais. Lula erra ao tentar reorganizar articuladamente uma base bastante viciada e oportunista, principalmente nesta ambigüidade explicita do PMDB e sua usura cada vez maior por cargos e ingovernabilidade; tanto que, favorecendo probabilisticamente esta baixa política, mais dificuldades operacionais progridam inversamente ao corriqueiro e detalhado ambiente deste desnível, entre o valor real e o amplamente simulado aos quatro ventos pelo próprio poder em sua pretensão de autoridade convicta e utilitária. Alias, nada mais que a visão do modelo político se torna invertido, como também suas táticas se desgastam a olhos vistos, principalmente pela insistência repetitiva; - mais uma armadilha criada pelo modus operandi senão a unidade resistente e limitada, submetida a insegurança do novo, com a contundência distorcida do mesmo lugar de sempre. A evidencia desestrutural enfrentada agora pelo poder se justifica pelos desperdícios anteriores destes tratos de irrelevância irresponsável, decorrente da exigüidade elementar e o que, drasticamente, reverta como inversão lógica, também, em rigor procedimental aos abusos inconseqüentes. Nada mais leviano que não se importar com rastros cada vez mais evidentes e explícitos, senão pela continuidade obsessiva do jogo de probabilidades e pelo inimigo imaginário que, a cada passo em falso, personifica sua realidade contrastante em realidade convicta, ainda, com a facilidade tática gerada pela oscilação das estratégias de curto alcance e, o esvaziamento diário do discurso em favor de um pragmatismo distorcido e inverossímil ao ambiente dialético. Tanto Lula, quando Dilma, associados a este modelo elementar, sofrem a reversão contextual dos excedentes relegados, provavelmente regularizados pela omissão informativa e excesso de simulação tática, também pelo desperdício abusivo da linguagem usada de maneira inconseqüente, inapropriadamente utilitária, agora, agindo com o rigor quase confessional de outros delírios e distorções. Este emaranhado político, também informativo, propõe na sua crescente dificuldade lógica a propensão exacerbada do viés, valorizando e insistindo no lado superficial de resultados, omitindo a contundência em favor destes substratos crescentes, situados entre a contaminação do rigor articulatório, da sobrevivência e resistência conseqüente. Em tantos eixos perdidos por ai, outros distorcidos pululam e dificultam suas especificações, alongando a reversão econômica e atribuindo todo o desgaste sucessivo e, detalhado informativamente ao percurso equacional deste irrelevante/drástico, sendo o primeiro e segundo mandatos a linguagem totalizante do próprio desequilíbrio e DESGASTE. 

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

O JOGO(282) TSE E TCU PRODUZEM LÓGICAS EM DILMA

Uma constatação bastante pratica seria observar o quanto o poder, na sua unidade elementar repetitiva e procedimental, consegue atrair sucessivos imbróglios a queima roupa e sucessivamente atropelados por estratégias de pouco trato articulatório e ausente de manobras, no mínimo, necessárias ao acabamento resolutivo. Progressivos desenlaces da força bruta e do baixíssimo limite de tratamento evidenciam-se em tais seqüências um provável desenlace fatídico, principalmente, a quem procura revive-lo como alternativa única de alongamento do poder. Suspeita-se que, associando ao tempo sempre premente de exacerbado tratamento impactante, tais resoluções produzam em catarse providencial o tamanho do acinte e, seu pragmatismo automático de se entrever imponente e definitivo, apesar do expressivo limite de atuação e a regressão acentuada das alternativas propicias ao processo de descendência. Numa seqüência de atropelos e alternativas tresloucadas o poder, agora se percebe envolvido pela mesma despretensão de argumentos descaracterizados e, prometidos como um transitório finalizador desta atração obsessiva em se opor a tudo e todos, envolvido pela sublimação transferencial de sobrevivência e proveito individual; tendo certo que num poder em que tudo se propicia, atraia o inverso destes significados em redutos conciliatórios pela expressiva simulação, também, dos argumentos pouco louváveis que acatam prontamente a revelia a cada toque do Midas distorcido e introjetado. Por estas e outras que batem concomitantes, à porta do poder o TCU e o TSE, juntos e reivindicativos, retrocedendo o discurso à origem de 2014, tanto em estrutura econômica sobre o Brasil em questão, também, dos ambientes eleitorais anexados pela operação lava jato, prometendo rever e repercutir distorções pela embromação de quem ataca para se defender ou, argumentar onde não se sabe, ao certo, o tamanho da promiscuidade envolvida nesta reutilização do dinheiro que, entre segui-lo como pertinência, se pretenda faltá-lo onde simulado se parece ou, falso se aloca em argumentos muito prováveis e de tanta evidencia múltipla para um só determinante.  
Melhor seria se este diagnostico indiscutível e guiado pelo dinheiro não exibisse tantos contribuintes espontâneos para tais verificações, principalmente, considerando a linearidade da operação lava jato, e os processos significativos entre delações e omissões, em realidade, também nestas pedaladas fiscais de tratamento verificativo deve-se considerar o tamanho da distorção envolvida para que, imbuídos de tamanha catarse, o poder atraia enfático para o seu ambiente a culpa e a esperteza de atribuir ao outro aquilo que provem lidar incorretamente o seu grau de desleixo e empáfia, tudo junto, turbinados por sucessivos tesoureiros de campanha envolvidos em contundências deste dinheiro obscuro e devedor. Em tais raciocínios de rejeição das contas, tanto o TCU observa as criatividades desconfiadas e de trato limitado, produzindo ambientes artificiais e manipulados pela orgia da gastança desenfreada e dos ilimitados créditos que agora, ao Brasil devem exorbitantes defasagens em empenho e providencia. Junte-se, ainda, um ambiente político já fragmentado e a deriva, produzindo as suas individualidades proveitosas e situacionais, avessos ao desequilíbrio econômico e exercidos pela conveniência canibalesca e imediatista em teste de resistência continua, ao seu exorbitante valor de adulteração e oportunismo. Também, em eixo da operação lava jato com as conveniências políticas de fidelização e sobrevivência, esta fragmentação exibicionista da base de sustentação atraia a conveniência oposta ao poder, podendo evitar aquilo que beneficiaria a economia, mas, como incapacidade e fraqueza o poder tenta, sem sucesso adaptar cada vez mais neste emaranhado do improbabilístico estágio de explicitação absoluta de proveito e conseqüência pratica. Para ambientes desta natureza, associados a tratamentos de choque promovidos pelo poder, certamente, as armadilhas se tornam tão evidentes e certeiras quanto à crescente incapacidade de argumentação e contundência. Nesta e noutras evidencias explicitas transformaram TCU e TSE numa realidade altamente probabilística naquilo que o poder mais evita: o impedimento.
Haverá, neste tempo restante e de progressivo limite do poder, uma crescente dificuldade de exercício, destes costumeiros e habituais, devido as suas tresloucadas estratégias e também, na lógica autoritária da ostensiva utilidade e prepotência, tudo junto, transformando as ações numa espetacularização grosseira e de muito destrato ao acabamento; neste modus operandi, o modelo quanto explicitado pelo lado mais evidente de sua limitação, demonstra a baixa qualidade de raciocínio dialético, talvez, por não utilizá-la no trato normal, unificando o discurso pela síntese mais baixa do artifício político de subsistência, em tantas probabilidades de pouco resultado pratico e de muita invasão e acinte, nesta mesma e desconhecida inversão de consideração tática. Neste limite saturado desde a reeleição de 2014, se produziu, na sua artificial possibilidade, um inverso omitido e relegado, agora proeminente em armadilha e inviabilidade contundente. Tanto que, nas sucessivas reações implementadas como processo de ressignificação da origem, tanto Lula quanto Dilma já não argumentam com a eficácia desejada, certamente, por esta defasagem contextual e pela inversão estratégica sempre maior e mais prevalente em conseqüência e proveito. Por estas e por outras que até especulam por ai que seria certo a demissão de Joaquim Levy, pela discordância direcional da economia (o culpado) e, por outras lógicas desenvolvimentistas defendidas politicamente pelo PT e, ambiguamente, por Lula. Certamente, uma desastrada estratégia se, tal entendimento se tornar verídico na mesma forma em que foi amplamente professado, também, por tentativa de recriar uma nova origem econômica em condições de fragilidade e vulnerabilidade política, tão visíveis seriam, estrategicamente falando, suas armadilhas mais evidentes nesta desorganização. Por outro lado, sabe-se lá, se Joaquim Levy, prevendo tal alternativa esteja também distorcendo experiências, diferentes de sua lógica e exercício, para se reservar desta letalidade probabilística e saturada neste outro irresponsável.

Definitivamente que, instituições independentes e de lógica inversa, como o TCU e o TSE introduzam sua espécie de limite,assim como na operação lava jato, criando esta ambivalência perdida pelo poder em seus artificiais e insuficientes expedientes de especulação e proveito. Estas nuances e relevâncias menores, prontamente relegadas pelo modelo de poder como fato minorado e de desimportancia reativa a autoridade ambiente, agora reinserem pela recessão desta mesma linguagem, para reavaliações e táticas, além dos conceitos destituídos enquanto turbinados pela efusiva popularidade e esperteza, revendo a lógica de reinserção pelas relações excluídas deste processo. O excesso relegado agora sobrevém em destino contextual de reivindicação e lógica, podendo exercer o seu trato rigoroso e persecutório como convêm os fatos inéditos do exercício e sua apressada desagregação, transformando em reféns deste descuido e prepotência toda probabilidade impactada de proveito e, produzindo continuamente o seu descrédito em equivalência comparativa a este excedente relegado. Esta reforma ministerial exibiu o quanto o poder se move pela inexperiência tática e pela dependência elevada da utilidade pura e simples; se o pressuposto se torna sempre menor que a baixa política de favores, certamente, as superficialidades administradas em tais associações se encontram num viés muito explicito de consideração e, num limite muito abaixo das expectativas mais simplificadas destes favorecimentos. Sempre lembrando que o abuso importado pelo marketing político promoveu esta descendência aos limites mais baixos de tratamento competitivo, nas bases fragilizadas e relegadas em favor deste destino artificial; como conseqüência destas simulações abusivas e oscilantes tem-se agora um modelo repercutido por tais estratégias eleitorais, vivenciando as costumeiras inversões, daí que num contexto utilizado como um suporte desta ficção torne-se desgarrado e reivindicativo, transformando todo cenário, antes artificial, neste desequilíbrio e fragilização. Tanto o poder quanto Lula (agora articulando pelo poder) se encontra emblematicamente sujeitos a este hiato reivindicativo, provavelmente, em memória viva e reinserida no direito adquirido. Daí que o TCU e o TSE, submetidos a este formato defasado de modelo de poder, aglomerem todo cenário especulativo, atraídos pela inversão de sua própria tática e, transformando o ambiente político numa continuidade sucessiva de armadilhas e superficialidades sintéticas. Também, prevalecendo esta determinação de resistir ao impedimento, as probabilidades da economia sofram desgastes desnecessários e de alongamento mais extensos que o natural comportamento cíclico de resultados; em prevalência política, turbinada sobre erros anteriores, a projeção defasada do direito adquirido ainda produzirá contornos muito mais imprevisíveis, sobrepondo a estes descuidos exagerados e sobre o desgaste político de evidencia eleitoreiro, daí que contaminado, o poder submeta às conseqüências deste UNIVERSO.

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

RELAÇÕES MINISTERIÁVEIS EM OITO PROPÓSITOS

Depois da redução de 10 ministérios, agora 08, hipótese de limitada abrangência e de exacerbação especulativa sobre defasagens muito impactantes, entre o duplo poder e o que, de reivindicativo, prometeu-se contextualmente suas sobras e conseqüências. Explicitamente adaptados ao jogo de probabilidades, dadas transitoriedades e oscilações estratégicas, vive-se continuamente a dissociação progressiva sobre cálculos e transformações do poder pelo poder em visíveis literalidades probabilísticas, entre o limite pragmático do poder e o que se entende recessivamente ao transformador capacitado para determinar seus eixos reversivos. Muitos impactos diminuídos e sucumbidos a este teste especulativo tornam-se banalizados como o reflexo diminuído e, tratados pelo repetitivo alterado em propósito claro de sobrevivência e capacidade sintética da política em teste de continuidade saturada, aos determinantes discutíveis do ambiente sequelado e inexperiente. Poder continuado e similar (Dilma segue Lula) se percebe sobrepondo em teste providencial, assim como agora, em redução de 08 ministérios, Lula se pretende interferir enfaticamente como agente duplo (oposição e situação), promovendo a sua parcela política para proveitos reivindicativos em teste continuo de descredibilidade e desnível. Somente neste prometido teste de realocação política o universo conflitante que agora trata o poder pela revelia e inversão decorrente da ausência de analise critica, acertado em praticidade utilitária no distúrbio que agora se pretende insurgir até 2018. Hipótese ou verídico, esta especulação ministerial em torno de um corte pífio de receita se encontra travestido pela condescendência limitada do desnível acelerado das políticas procedimentais do poder, também, pela progressiva descaracterização da historia de Lula, prometido sustentáculo de seu partido político, paradoxalmente empregado entre a intromissão necessária na atual vigência, também, impedir a debandada eleitoreira que trata a convicção política ao mesmo toque destoante de um aviso premonitório. O atual ambiente de opção do poder, pouco se progride e, ao máximo, tanto resiste Lula em sua real pretensão política, como em teste persecutório toda previsão se encontre negativamente tratada pela ausência de convicção e, dos imbróglios que avançam em teste diário de determinação e sobreposição, já que na mesma defasagem do poder, os mesmos contaminadores inversos assombrem muito mais que qualquer previsão convicta em realidade político-econômica
Possivelmente, entre os pré-candidatos para 2018, verdades e blefes alternam-se midiaticamente como evidencia do falso proveito e, da lembrança tanto positiva quanto negativa dos discursos manipulados e descaracterizados e, suas necessidades pertinentes a evidencia clara deste jogo de probabilidade preferível a quem enxerga o universo como uma emblemática determinação da catarse ou, da elevação salvadora; sabendo, neste caso, que na oscilação política em teste constante de reorganização, agrava-se o eixo reativo em desnível elevado ao contextual, indeterminando ai o prognostico da diferente sobrevivência conclusiva. Naturalmente, este desnível bastante alterado e distorcido pela fragmentação política, agora mantém em estrutura compatível no seu limite decorrente desta interpretação em tempos inadequados de reação, consumindo toda previsão ao nível desta lógica anterior a esta determinação reguladora. Somente com o prognostico econômico se salva deste exercício de pretensão distorcida, também, pelo jogo político transitório e situacional, avesso a leitura intertextual e naufragado nesta defasagem reparadora. Interferindo tão explicitamente no poder, Lula absorve este tempo faltante, como narrativa individual e produz a analogia determinada na continuidade (Lula segue Dilma), fusionando todos os erros e defasagens estratégicas pelo desgaste da habilidade política dissolvida pelos testes contínuos de resistência e probabilidade. Lembrando sempre que, sem esta economia estrutural, supérfluos se tornam manobras e articulações, pelo menos para o contexto, servindo apenas para contínuos desgastes do histórico providenciado e produzido em condições econômicas mais favoráveis. Agora, na fusão do duplo poder, em verdade, apenas assumindo explicitamente o que antes era apenas conselhos e proveitos situacionais, verta assumidos destinos de previsibilidade, determinando as seqüelas e urgências que canibalizam e comem literalmente a probabilidade de inversão: - pode ser que, inversões negadas no atual momento, renasçam em outras variantes de outros ciclos interpretativos, porem, na lógica atual de indeterminação e armadilha proeminente Lula erra pela necessidade de sobrevivência, principalmente num momento de extrema fragilidade política, também como saturação e desperdício de toda estratégia e linguagem prometida em tratamento.
Entre suportes conclusivos desta reforma ministerial a sobrevivência descarada sobre um vasto excedente relegado se nota no esgotamento do modelo de poder, reação pura e simples aos tratamentos da lógica privada e, das vultosas armadilhas explicitadas a cada esforço reivindicativo de regularização do imbróglio. Tanto pode aos destinos do poder exercitar sobre a corda bamba, desperdiçando táticas pela premência impositiva na ótica interpretativa desta realidade fragmentada; convém notar no ambiente fragmentado em defasagem progressiva deste tempo real o grau de superficialidade apressada em recusa permanente do esforço elevado para pífios resultados práticos. Percebe-se claramente nesta indeterminação do poder em eixo distorcido de reivindicação este destrato exagerado com o tramite comum, principalmente por achá-los menor ou, de irrelevância impactante ao recesso da relevância prognostica, certamente criando problemas intermináveis, principalmente quando impostos como um trabalho braçal de predeterminação resolutiva. Neste aspecto de deterioração do esforço o poder vive a defasagem drástica de desnível, também, pela recusa aos expedientes tidos muito elementares, porem, sobrepondo com ações pragmáticas extremadas em estratégias de curto alcance e, em desleixadas manobras de acabamento resolutivo. Em tais seqüências, Lula interage acumulando todos os problemas do exercício, ainda, somado a outros tantos que pululam por ai, o momento adequado nem exista, tanto em lógica, como resolução.  

Um poder subloca o exercício mantendo a autoridade postiça de seu proveito; em muitos casos, prognosticado pelo esforço incompleto como uma praticidade distorcida, favorecendo enormente estas intrigas capitaneadas pelo PMDB e suas manobras bastante experientes de fisiologismo e benesses. Esta voracidade explicita tem, por um lado, o poder que se estrutura em tal estratégia de manobra, como, visibilizados pelos orçamentos robustos em tratamentos diagnósticos de uma saúde nada saudável para tal prospecção. Se, por um lado, estejam aplicando a mesmíssima tática, alguém vai perder progressivamente pela desqualificação pressuposta do esforço e esperteza, contrariando quem produziu suas gorduras localizadas aos espelhos distorcidos da contagem em força bruta de adaptação e critérios. Mais uma vez se valem da tese da delimitação do adversário pela baixa determinação, já que toda reação decorrente absorve sua negatividade precedente, principalmente nesta retenção designativa, fazendo o pressuposto provar de seu próprio veneno. Também não vale a pena exercitar sobre ambientes muito fragmentados, onde estratégias de baixo escrúpulo povoem absorvendo esforços muito elevados para testes de resistência nem sempre tão adequados, aprisionando e entrincheirando sublevados aos compactos e valorizações excessivas para pífios proveitos de proeminência superficializada. Também não se mostra inteligente determinar com excessiva esperteza sobre qualquer predisposição do adversário, por mais elementar que pareça, nunca esqueça que o lado contaminado de tal presunção pode se encontrar alocado no próprio pressuposto. Neste ambiente movem-se PMDB e PT, intrigas a parte, mas por eloqüência exagerada alguns precipícios se ftornariam indissolúveis em tratamento reparatório e, certamente, na economia, esta severidade reivindicativa ainda proverá outros reajustes de adequação; se compararmos as seqüências da reforma ministerial, a conta gotas, também, na economia tal processo de ajuste impositivo se fará evidente e não discutível, já que o ajuste atual se encontra muito longe do que deveria ser feito. Esta ambigüidade política tornou hesitante, e, ao mesmo tempo, bastante necessária ao aprofundamento do drástico na economia, só que, ainda resistem e especulam sobre armadilhas e imbróglios, também, em crescente desarticulação do que pretende Lula, agora em pré-candidatura para 2018. Previsivelmente, necessidades dos cortes evitados até então se tornarão necessários nesta defasagem explicitada sobre uma falsa superfície estratégica e que, num breve tempo, terá na necessidade evidente o caráter irresponsável e oportunista deste jogo eleitoral de sobrevivência e individualização expressiva. Naturalmente, as apostas políticas em transito ainda vão sucumbir a outras novidades como recusa a este ambiente deteriorado, principalmente numa economia onde o desleixo e a precipitação se encontram engolindo as expectativas e tragando históricos de longa data pela expressiva e limitada visão do imbróglio, terminantemente apegados a pesquisas de opinião e, avesso ao tramite natural do negativo evidente que recoloca o desgaste em outro nível DILACERANTE.