Uma hipótese de viabilidade creditavel seria a premissa que diz: “toda
omissão informativa encontra sua contrapartida explicita no contexto”,
provavelmente, em experimentação de conteúdos se proceda com bastante
continuidade pelo universo político pretendido,
ao desgaste da contradição pelo abuso da simulação de contraponto midiático tais
veracidades prometam reforçadas pela ausência de expectativa e, defasagem do
direito adquirido em expressivos volumes informativos. Tanto pode, em relevância
que, demonstradas exatamente como armadilhas probabilísticas, adquirem
conformidades quando exibidas pelo contraste da linguagem em seu desperdício de
exagerada soberba e, o que de valorização produza em conformidade
intertextual ou, mesmo em detalhamentos persecutórios que no silencio desta
omissão revele-se perturbado e, em ataques de pânico como convém reagir ao que foi dito efusivamente sobre a eminência
parda do contexto por esta mesma unidade viciada. Tanto pode ao eloqüente quando
exerça o controlado, certamente que, este duplo contraditório do universo político
escapa impertinente e ardiloso pelas atribuições do poder em tentativa de regulá-las,
como também, se armam em Lula sobre
o seu evidente desconstrutivo do personagem, tragando-se pelo mesmo desperdício
da linguagem contraditória e dos tratamentos invasivos e também explosivos
quando associa ambigüidade estratégica a ausência da propensão, relegando
excesso de significados para avaliações multiplicadas da população comum. As
armadilhas probabilísticas – sínteses interpretativas - adéquam à probabilidade
simulada em conflito descaracterizado do verídico, como se fosse um teste de prevalência
ou submissão, tudo dependente da propensão (popularidade)
verdadeira catapulta dos erros, ambigüidade que torna o contraste volumoso e
impositivo a suscitar juízos de valor com tendências muito expressivas de
desconstrução da lógica interpretativa. Lula, em unidade vulnerabilizada e
condicionada de seu discurso político, percebe agora o que antes, em
entrelinhas, sinalizava seus estrangulamentos informativos, porem, destratados
pela autoridade de seu discurso, percebe agora o agravamento interpretativo,
num cenário da hipótese progressivamente direcionada ao creditavel, havendo
nesta ambigüidade informativa uma historia que desaparece.
Mais que um prenúncio ou
possibilidade, melhor seria interpretar o modelo político de Lula e Dilma sobre estes sucessivos testes de
desconstrução, retrocedendo a origem e toda eloqüência de tratamento numa caricatura
exagerada de seus personagens frente a este desnível contextual; sabe-se que
qualquer analogia (Dilma segue Lula) sofra dos limites e restrições progressivas
quando exercitadas por atalhos ou por abusos simulados a esmo, em estratégias imediatistas
e altamente probabilizadas a inversões consecutivas. Similares em origem
exercem a ambigüidade comportamental como diferença desta lógica, distorcendo e
favorecendo o viés interpretativo, considerando o empenho do poder pelo poder e
destratando a diferença contextual, evidenciado ai pela facilidade progressiva
sobre um vasto excedente que agora aparece reivindicativo. Junte ainda a
longevidade da operação lava jato e
a relevância da operação zelotes,
entre tantos outros que, pela frente cumpram seus acertos negativos ao
diferencial expressivo desta ambigüidade contextual. Vulnerabilizados pelo
modelo político, Lula e Dilma se notam pela inversão do poder aos destinos de
uma realidade saturada e omitida progressivamente. O enfraquecimento de Lula se
torna expressivo, já que, sustentado pela popularidade (propensão) agora se
percebe minado pela rejeição expressiva de viabilidade eleitoral, não
esquecendo que os eleitores preferenciais vão desaparecendo em proporção a
avalanche de denuncias: - agora o rolo compressor midiático, tanto verídico,
como manipulado, integram um só bloco de inversão, produzindo sobreposições
reativas sobre esta fragilidade condicionada do modelo político em questão. Até
que readquira a sua função dialética pode ser muito tarde para Lula e Dilma
suportar o impacto num contexto detalhado e valorizado como o agora vivenciado.
Fala-se de conflitos políticos deflagrados pelas operações lava jato e zelotes -
se verídicos - tanto o poder sob Lula e Dilma manifeste-se por esta saturação
expressiva e pelo mesmo acinte, agora inverso, no tratamento invasivo
decorrente do processo fragmentado e absoluto de tratar o fato. Esta inversão
se torna curiosa, justamente quando o excesso de valorização da linguagem pela
abusiva simulação trata a população espertamente, percebendo-se agora, a mesma
narrativa em lógica contextual de reação,
também, das conseqüências adequadas onde antes inconseqüentes preferenciavam
Hoje, premidos pela inversão do
poder, antigos expedientes que antes navegavam inconseqüentes pela narrativa marqueteira e direcional, agora,
exprimem-se pelo diferencial expressivo, provavelmente numa penitencia muito
estendida, já que, agora, em similaridade do poder, limitados e estrangulados
em seu próprio discurso se percebe ausência do controle expresso, destituído da
eloqüência e presunção informativa. Só lembrando que nestas pedaladas não incluídas
no orçamento deficitário outra constatação se percebe na fala contraditória
quando Lula, no seu populismo, atribui esta diferença aos projetos
assistenciais do poder; em verdade, este exercício fiscal serviu aos
empresários, alguns poucos, favorecimento narrativo explicitamente demonstrado
num encontro de empresários promovido pela carta
capital em 2010(vide acima), quando Lula se gaba de ter favorecido enormemente
o empresariado. Estas ambigüidades impressas pelo destrato e ausentes de
acabamento natural de conseqüência, repara absorto pelo limite pressuposto o
seu excedente, vulnerabilizando a reação, principalmente quando confrontados
pela evidencia tal justificativa escorra pelo ralo em inconsistência ou,
quantidade simulada pretendida. Este raciocínio de que o poder pode tudo, em
tese, seria louvável e inconseqüente pensar desta maneira; provavelmente se esqueça
do eleitor, este mal necessário que, em créditos de simulações ou organizações
pela linguagem leve um tempo que somente o poder pode probabilizar e irrelevar
com tanta freqüência e ambigüidade nos instantes de evasão da credibilidade. .
Dentro deste cenário extremamente
fragmentado que a política se encontra, a dificuldade articulatória e as
manobras de bastidores se tornam progressivamente supérfluos e irrelevantes
quando confrontados pela relação intertextual
de equação e previsão. Imersos politicamente neste cenário, tanto Lula quanto
Dilma progressivamente se vão descaracterizando do poder efetivo e integrando o
limite probabilístico na sua desconstrução progressiva. Como a política vive de
instabilidades e insurreições, existe também, a perspectiva de reorganização de
origem em outros tempos mais afinados economicamente e, principalmente,
reorganizados politicamente em sustentação e proveito. Porém, sobrevivências encontram
o seu eixo ou a sua inversão em perspectiva direta do excedente anterior de
probabilidade ou saturação e, isto quer dizer politicamente que prognósticos eleitorais
viabilizam-se em quem estiver dentro do limite pretendido de possibilidades; ou
seja, visto pela saturação estas alternativas desembocam na impossibilidade,
considerando ai os instantâneos políticos, verdadeiros canibais da relevância e
confinamento eleitoral. Existindo esta possibilidade de recessão em 2016, alem da
retomada gradual do crescimento, em tese, estruturas políticas com avantajados
graus de vulnerabilidade tendem sucumbir a esta distancia, principalmente pelo
fator de credibilidade e da narrativa repetitiva, carente de ressignificação, também,
pelos abalos sucessivos sofridos pela informação destoante estas perspectivas
tornem-se minadouros do desgaste e, perda sucessiva do ambiente político em
trato e conseqüência. Mais uma vez é bom lembrar que atalhos, manobras e
articulações empenhados na narrativa do poder pelo poder, em constancia repetitiva,
tornam-se irresponsáveis e autoritários inconseqüentes, sujeitos a mais valia
do menor esforço. Esta tentativa de Lula em se preservar individualmente, tentando
intervir no ambiente do poder, ao invés de resolver o imbróglio, aprofunda a
fragmentação informativa e limita sua historia aos expedientes da baixa política
de resultados; talvez o limite de atuação esteja defasado e questionado como liderança
política, justamente pelos pormenores relegados e omitidos em longos períodos de
uso utilitário da popularidade, ainda, pela soberba da linguagem pragmática e,
das estratégias eleitorais, agora, em visão muito acintosa e recessiva de
entendimento, sequelados pela população reivindicativa e pelo acinte que se
percebe aqui e acolá pelo direito adquirido e suas conseqüências literais de se
fazer valer. Nesta visão intertextual, o poder produz a resistência de uma
desorganização econômica e uma
gravidade que se vai, progressivamente, exibindo sua mascara movedora em cenários cada vez mais
deteriorados e imprevisíveis. Neste modus operandi tão contrastante o valor de
qualquer historia em teste tão expressivo da baixa política, talvez não
probabilize a máxima do instante e, das fulgurantes linguagens caricaturais e POPULISTAS.
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