quarta-feira, 28 de outubro de 2015

O JOGO(285) REAÇÕES VULNERÁVEIS EM LULA E DILMA

Uma hipótese de viabilidade creditavel seria a premissa que diz: “toda omissão informativa encontra sua contrapartida explicita no contexto”, provavelmente, em experimentação de conteúdos se proceda com bastante continuidade pelo universo político pretendido, ao desgaste da contradição pelo abuso da simulação de contraponto midiático tais veracidades prometam reforçadas pela ausência de expectativa e, defasagem do direito adquirido em expressivos volumes informativos. Tanto pode, em relevância que, demonstradas exatamente como armadilhas probabilísticas, adquirem conformidades quando exibidas pelo contraste da linguagem em seu desperdício de exagerada soberba e, o que de valorização produza em conformidade intertextual ou, mesmo em detalhamentos persecutórios que no silencio desta omissão revele-se perturbado e, em ataques de pânico como convém reagir ao que foi dito efusivamente sobre a eminência parda do contexto por esta mesma unidade viciada. Tanto pode ao eloqüente quando exerça o controlado, certamente que, este duplo contraditório do universo político escapa impertinente e ardiloso pelas atribuições do poder em tentativa de regulá-las, como também, se armam em Lula sobre o seu evidente desconstrutivo do personagem, tragando-se pelo mesmo desperdício da linguagem contraditória e dos tratamentos invasivos e também explosivos quando associa ambigüidade estratégica a ausência da propensão, relegando excesso de significados para avaliações multiplicadas da população comum. As armadilhas probabilísticas – sínteses interpretativas - adéquam à probabilidade simulada em conflito descaracterizado do verídico, como se fosse um teste de prevalência ou submissão, tudo dependente da propensão (popularidade) verdadeira catapulta dos erros, ambigüidade que torna o contraste volumoso e impositivo a suscitar juízos de valor com tendências muito expressivas de desconstrução da lógica interpretativa. Lula, em unidade vulnerabilizada e condicionada de seu discurso político, percebe agora o que antes, em entrelinhas, sinalizava seus estrangulamentos informativos, porem, destratados pela autoridade de seu discurso, percebe agora o agravamento interpretativo, num cenário da hipótese progressivamente direcionada ao creditavel, havendo nesta ambigüidade informativa uma historia que desaparece.   
Mais que um prenúncio ou possibilidade, melhor seria interpretar o modelo político de Lula e Dilma sobre estes sucessivos testes de desconstrução, retrocedendo a origem e toda eloqüência de tratamento numa caricatura exagerada de seus personagens frente a este desnível contextual; sabe-se que qualquer analogia (Dilma segue Lula) sofra dos limites e restrições progressivas quando exercitadas por atalhos ou por abusos simulados a esmo, em estratégias imediatistas e altamente probabilizadas a inversões consecutivas. Similares em origem exercem a ambigüidade comportamental como diferença desta lógica, distorcendo e favorecendo o viés interpretativo, considerando o empenho do poder pelo poder e destratando a diferença contextual, evidenciado ai pela facilidade progressiva sobre um vasto excedente que agora aparece reivindicativo. Junte ainda a longevidade da operação lava jato e a relevância da operação zelotes, entre tantos outros que, pela frente cumpram seus acertos negativos ao diferencial expressivo desta ambigüidade contextual. Vulnerabilizados pelo modelo político, Lula e Dilma se notam pela inversão do poder aos destinos de uma realidade saturada e omitida progressivamente. O enfraquecimento de Lula se torna expressivo, já que, sustentado pela popularidade (propensão) agora se percebe minado pela rejeição expressiva de viabilidade eleitoral, não esquecendo que os eleitores preferenciais vão desaparecendo em proporção a avalanche de denuncias: - agora o rolo compressor midiático, tanto verídico, como manipulado, integram um só bloco de inversão, produzindo sobreposições reativas sobre esta fragilidade condicionada do modelo político em questão. Até que readquira a sua função dialética pode ser muito tarde para Lula e Dilma suportar o impacto num contexto detalhado e valorizado como o agora vivenciado. Fala-se de conflitos políticos deflagrados pelas operações lava jato e zelotes - se verídicos - tanto o poder sob Lula e Dilma manifeste-se por esta saturação expressiva e pelo mesmo acinte, agora inverso, no tratamento invasivo decorrente do processo fragmentado e absoluto de tratar o fato. Esta inversão se torna curiosa, justamente quando o excesso de valorização da linguagem pela abusiva simulação trata a população espertamente, percebendo-se agora, a mesma narrativa em lógica contextual de reação, também, das conseqüências adequadas onde antes inconseqüentes preferenciavam
Hoje, premidos pela inversão do poder, antigos expedientes que antes navegavam inconseqüentes pela narrativa marqueteira e direcional, agora, exprimem-se pelo diferencial expressivo, provavelmente numa penitencia muito estendida, já que, agora, em similaridade do poder, limitados e estrangulados em seu próprio discurso se percebe ausência do controle expresso, destituído da eloqüência e presunção informativa. Só lembrando que nestas pedaladas não incluídas no orçamento deficitário outra constatação se percebe na fala contraditória quando Lula, no seu populismo, atribui esta diferença aos projetos assistenciais do poder; em verdade, este exercício fiscal serviu aos empresários, alguns poucos, favorecimento narrativo explicitamente demonstrado num encontro de empresários promovido pela carta capital em 2010(vide acima), quando Lula se gaba de ter favorecido enormemente o empresariado. Estas ambigüidades impressas pelo destrato e ausentes de acabamento natural de conseqüência, repara absorto pelo limite pressuposto o seu excedente, vulnerabilizando a reação, principalmente quando confrontados pela evidencia tal justificativa escorra pelo ralo em inconsistência ou, quantidade simulada pretendida. Este raciocínio de que o poder pode tudo, em tese, seria louvável e inconseqüente pensar desta maneira; provavelmente se esqueça do eleitor, este mal necessário que, em créditos de simulações ou organizações pela linguagem leve um tempo que somente o poder pode probabilizar e irrelevar com tanta freqüência e ambigüidade nos instantes de evasão da credibilidade.  .

Dentro deste cenário extremamente fragmentado que a política se encontra, a dificuldade articulatória e as manobras de bastidores se tornam progressivamente supérfluos e irrelevantes quando confrontados pela relação intertextual de equação e previsão. Imersos politicamente neste cenário, tanto Lula quanto Dilma progressivamente se vão descaracterizando do poder efetivo e integrando o limite probabilístico na sua desconstrução progressiva. Como a política vive de instabilidades e insurreições, existe também, a perspectiva de reorganização de origem em outros tempos mais afinados economicamente e, principalmente, reorganizados politicamente em sustentação e proveito. Porém, sobrevivências encontram o seu eixo ou a sua inversão em perspectiva direta do excedente anterior de probabilidade ou saturação e, isto quer dizer politicamente que prognósticos eleitorais viabilizam-se em quem estiver dentro do limite pretendido de possibilidades; ou seja, visto pela saturação estas alternativas desembocam na impossibilidade, considerando ai os instantâneos políticos, verdadeiros canibais da relevância e confinamento eleitoral. Existindo esta possibilidade de recessão em 2016, alem da retomada gradual do crescimento, em tese, estruturas políticas com avantajados graus de vulnerabilidade tendem sucumbir a esta distancia, principalmente pelo fator de credibilidade e da narrativa repetitiva, carente de ressignificação, também, pelos abalos sucessivos sofridos pela informação destoante estas perspectivas tornem-se minadouros do desgaste e, perda sucessiva do ambiente político em trato e conseqüência. Mais uma vez é bom lembrar que atalhos, manobras e articulações empenhados na narrativa do poder pelo poder, em constancia repetitiva, tornam-se irresponsáveis e autoritários inconseqüentes, sujeitos a mais valia do menor esforço. Esta tentativa de Lula em se preservar individualmente, tentando intervir no ambiente do poder, ao invés de resolver o imbróglio, aprofunda a fragmentação informativa e limita sua historia aos expedientes da baixa política de resultados; talvez o limite de atuação esteja defasado e questionado como liderança política, justamente pelos pormenores relegados e omitidos em longos períodos de uso utilitário da popularidade, ainda, pela soberba da linguagem pragmática e, das estratégias eleitorais, agora, em visão muito acintosa e recessiva de entendimento, sequelados pela população reivindicativa e pelo acinte que se percebe aqui e acolá pelo direito adquirido e suas conseqüências literais de se fazer valer. Nesta visão intertextual, o poder produz a resistência de uma desorganização econômica e uma gravidade que se vai, progressivamente, exibindo sua mascara  movedora em cenários cada vez mais deteriorados e imprevisíveis. Neste modus operandi tão contrastante o valor de qualquer historia em teste tão expressivo da baixa política, talvez não probabilize a máxima do instante e, das fulgurantes linguagens caricaturais e POPULISTAS.

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