Dentro de certas perspectivas intertextuais da visão do
ajuste político-econômico, evidencias bastante claras expressam o que, em drasticidade comparativa, o atual imbróglio
se percebeu salientado pelas simulações
e adulterações da lógica contextual para e, depois, se deparar com o inverso
explicito desta perspectiva. O veneno de
todo contraste exposto pelo poder se encontra na diferença expressiva entre o
falso e o verdadeiro, fraude e
verificação narrativa e seus tratamentos de pobreza criativa, menor que o
contexto, em travar a estratégia multiplicada e de suficiência claramente
distorcida entre o grau de benesses envolvidas no trato da população, da efervescência
do jogo político de possibilidades. Comparativamente a outros ajustes
praticados, claramente se percebe o contraste da presunção eleitoral e
marqueteira de viabilizar-se no contexto subseqüente, evidenciado por contastações
tão impactantes quanto às ficções imaginadas pelas copias pirateadas do modelo
de marketing americano. Estas
diferenças probabilizam o caráter histérico
que na crise emblemática se percebeu expressiva e valorizada, consumidora voraz
de historias e respeitabilidades, deteriorando-se comparativamente a esta mesma
inconseqüência simulada e extravagante, particularmente díspare em embromação
direcional e lógica probabilística. Não adianta agora, reconhecer
gradativamente os erros desta saliência expressiva, principalmente depois de
gasto todos os cartuchos da eloqüência intencional do poder pelo poder e, suas
competições rasteiras de se determinar ao jogo político como evidencia midiática
– onde todos se encontram -, agora acintosamente em revelia informativa e
desgaste acentuado de se pretender probabilístico. Procure, neste ano de 2015,
algum eixo reativo pelo qual o poder poderia se estruturar politicamente com a
credibilidade real de fazer valer a sua perspectiva e, não encontre nada de
relevante que traduza em contraposição a esta expressiva diferença contextual
de proveito. Ainda, provisione 2016 e, certamente este desnível irá determinar
a sua linearidade, a não ser um fato impactante
e de inversão da credibilidade para reagir a esta diferença expressiva.
Presumir, em instantes de sufoco,
que o ambiente natural da crise política só resolva como reação momentânea aos
adjetivos da resistência e, limitação de tratamento e resultado sazonal de
tentativas ou erros seria tão banal quanto às sucessivas minimizações do
esforço correspondente. Nesta simbiose de Lula
e Dilma, entre culpas e relevâncias, alem dos sucessivos desgastes e
vulnerabilidades, produzam, neste contraste entre o omitido e o verídico, a armadilha preferencial da linguagem utilitária ao conveniente, abusada e
desperdiçada como se fosse um acessório e, não um direcionamento ou atenuante
deste tratamento de choque presenciado e explicitamente comparado de reagir
admitindo erros quando, em verdade, tais admissões perderam-se em validades
vencidas pela realidade muito mais determinante do desemprego elevado e, da carestia
tocada ao eleitor que comparece promovendo cenas que se afastam tanto da
realidade e do universo de intrigas e conluios. Exatamente diferencial e, em lógica
errática, o poder submete a esta diferença com a autoridade bastante questionada
e sujeita a todo tipo de vantagem, destas dos baixos expedientes e de
tratamentos localizados, talvez, parecidas às estratégias de Lula em período eleitoral
e suas discutíveis alianças de excesso pragmático e vulgarização do imbróglio.
Este nivelamento político, agora invertido nestes cargos infindáveis do segundo
e terceiro escalão – não vão durar para sempre -, admite-se a qualquer
articulador estruturas sobre esta condição as suas revelias em limite
comparativo e, equação prognostica de reação. Note o quanto estes nivelamentos políticos
inverteram a lógica estrutural – primeiro a economia, depois a política -, para
desaguar pelos atalhos e manobras criativas no seu próprio teste invertido de
respectivo ciclo, onde, ao certo em origem primeiro, ao contraste, em saturação
prevalente se expôs o poder ao eloqüente para e, depois, direcionar
coercitivamente por esta lógica inicial. Tanto que, admitindo erros com tanta
retenção diagnostica, provavelmente dilatem a imperícia e pratiquem a adequação
somente no jogo de possibilidades. Similares em modelo, Lula e Dilma se
encontram num mesmo imbróglio informativo e de reflexo – erro da origem análoga
– proferindo suas desavenças ao toque da sobrevivência individual e, do
resultado expressivo destes sub-contextos políticos de crescente esforço
reparador para resultados cada vez menores e mais impactantes quando se leva em
conta a diferença contextual.
Entre paginas mal acabadas outros
ciclos retornam sobre esta diferença, cumprindo a oscilação de reflexo na
instabilidade político-econômica, retroagindo ao impedimento (origem invertida)
ou, aos ensaios do PMDB no
descolamento gradual do governo. Como partido essencial na sustentação política
o seu direcionamento agora agrava e reinicia outra vertente bastante difusa de
manutenção do poder e sua procura de estabilidade; dilema, também, do PMDB em
reagir agora em seu descolamento visando às alianças de 2016 ou correr o risco
de continuar sendo um prolongado coadjuvante, suporte do oportunismo e das
oscilações da realidade contextual. Certamente as fragilidades de Lula, do PT e de Dilma sinalizam esta expressiva
dependência como condição de sobrevivência, agora mais do que nunca, produzindo
uma evidencia que nunca se mostra compatível senão esta de permanecer neste
modelo de dependência. O PMDB sabe muito bem o jogo midiático de proveito e
oportunismo que, apesar da reforma ministerial, tal entendimento não se faça
tão natural como se pensa, principalmente em situações de vulnerabilidade quando
o utilitário fala sempre mais alto que qualquer seqüência em escala de benesses
e cargos. Conte também com a admissão tardia dos erros, propriamente um corte
afiado que não se cura com desculpas, mas pelo valor do dinheiro escasso e com
agravantes cotidianos e diferenciais entre as astucias do poder e o grau de
veracidade envolvida.
Uma síntese desta oscilação estratégica
de Lula e do PT em produzir sucessivos “factóides”
midiáticos de imensa probabilidade reativa – como se percebe agora -,
tornando-se inacreditáveis contorções e negações da realidade no empenho favorável
e individual, tratamento midiático somente, enquanto as articulações e reinícios
cada vez mais sistemáticos e limitados, promovidos sobre o próprio desnível enquanto,
nos bastidores, articulem em revelia a toda encenação engendrada. Também fica difícil
entender o equilíbrio entre a necessidade de um ajuste já alongado e em déficits
cada dia mais elevado (talvez nos 110
bilhões) e, as manobras de ataque aos culpados imaginários, numa tese
bastante desgastada que ninguém mais acredita, a não ser as utilidades
extravagantes que torna o bolsa família
uma moeda extorsiva e abusada de uma troca, submetendo a população vulnerabilizada
ao medo de uma realidade manipulada e politicamente adequada aos sobreviventes de
qualquer custo. Na verdade, para Dilma que utiliza destes expedientes de sobrevivência,
não seria ilógico entender o limite da suficiência distorcida e do direito
adquirido nivelado ao restrito teste dos sobreviventes, em purismo e simplificação.
Estas interpretações sobre uma defasagem tão expressiva entre o poder e o
contexto sublocam previsões naufragadas pela fragmentação informativa e, aos
proveitos da facilidade que surte cada vez menos efeitos, porem, utilitárias e
manipuladas politicamente reinsiram repetitivas e de credibilidade cada vez
mais inadequada aos desenvolvimentos cumulativos da população. A política atual
sofre deste pragmatismo cada vez mais crônico, expressivo em utilidade e
redutivo em tratamento compatibilizado da realidade e o poder pelo poder, preferenciais
aos jogos eleitorais e, somente ai, exerçam suas locações imediatistas e de
tratamento especifico e reincidente; natural também a propensão das pesquisas de opinião que repetem os
mesmos itens, em variáveis massivas e sugestivas (saúde, educação, segurança),
retroalimentando viciadamente o ciclo e, limitando enormemente que alguma
diferença maior se faça em expectativa e prospecção. Daí que, entre ciclos que
não se saturam devido os eternos retornos dos excedentes relegados, a
perspectiva de Lula e Dilma neste cenário de dependência/recusa do PMDB se torne
a linha divisória para novos estímulos a crise e, ao entendimento do ajuste ao
tempo lógico de reação; talvez, o eixo de reação nunca apareça ou, se adéqüe a economia,
talvez; melhor entender que nesta banalização econômica de oscilações muito
efusivas de previsão se encontre também um limite imaginário de reorganização
estrutural, forçada e impositiva, definindo cenários com mais eficácia que
estas oscilações estratégicas que Lula e Dilma procuram em permanente evidencia
e teste diário de sobrevivência, também, da oposição que se movimenta pelos
mesmos expedientes da ineficácia e dos direitos ULTRAJADOS.
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