sexta-feira, 30 de outubro de 2015

DILMA TRATA O PODER PELO CONTRAPONTO REAL

Dentro de certas perspectivas intertextuais da visão do ajuste político-econômico, evidencias bastante claras expressam o que, em drasticidade comparativa, o atual imbróglio se percebeu salientado pelas simulações e adulterações da lógica contextual para e, depois, se deparar com o inverso explicito desta perspectiva. O veneno de todo contraste exposto pelo poder se encontra na diferença expressiva entre o falso e o verdadeiro, fraude e verificação narrativa e seus tratamentos de pobreza criativa, menor que o contexto, em travar a estratégia multiplicada e de suficiência claramente distorcida entre o grau de benesses envolvidas no trato da população, da efervescência do jogo político de possibilidades. Comparativamente a outros ajustes praticados, claramente se percebe o contraste da presunção eleitoral e marqueteira de viabilizar-se no contexto subseqüente, evidenciado por contastações tão impactantes quanto às ficções imaginadas pelas copias pirateadas do modelo de marketing americano. Estas diferenças probabilizam o caráter histérico que na crise emblemática se percebeu expressiva e valorizada, consumidora voraz de historias e respeitabilidades, deteriorando-se comparativamente a esta mesma inconseqüência simulada e extravagante, particularmente díspare em embromação direcional e lógica probabilística. Não adianta agora, reconhecer gradativamente os erros desta saliência expressiva, principalmente depois de gasto todos os cartuchos da eloqüência intencional do poder pelo poder e, suas competições rasteiras de se determinar ao jogo político como evidencia midiática – onde todos se encontram -, agora acintosamente em revelia informativa e desgaste acentuado de se pretender probabilístico. Procure, neste ano de 2015, algum eixo reativo pelo qual o poder poderia se estruturar politicamente com a credibilidade real de fazer valer a sua perspectiva e, não encontre nada de relevante que traduza em contraposição a esta expressiva diferença contextual de proveito. Ainda, provisione 2016 e, certamente este desnível irá determinar a sua linearidade, a não ser um fato impactante e de inversão da credibilidade para reagir a esta diferença expressiva.
Presumir, em instantes de sufoco, que o ambiente natural da crise política só resolva como reação momentânea aos adjetivos da resistência e, limitação de tratamento e resultado sazonal de tentativas ou erros seria tão banal quanto às sucessivas minimizações do esforço correspondente. Nesta simbiose de Lula e Dilma, entre culpas e relevâncias, alem dos sucessivos desgastes e vulnerabilidades, produzam, neste contraste entre o omitido e o verídico, a armadilha preferencial da linguagem utilitária ao conveniente, abusada e desperdiçada como se fosse um acessório e, não um direcionamento ou atenuante deste tratamento de choque presenciado e explicitamente comparado de reagir admitindo erros quando, em verdade, tais admissões perderam-se em validades vencidas pela realidade muito mais determinante do desemprego elevado e, da carestia tocada ao eleitor que comparece promovendo cenas que se afastam tanto da realidade e do universo de intrigas e conluios. Exatamente diferencial e, em lógica errática, o poder submete a esta diferença com a autoridade bastante questionada e sujeita a todo tipo de vantagem, destas dos baixos expedientes e de tratamentos localizados, talvez, parecidas às estratégias de Lula em período eleitoral e suas discutíveis alianças de excesso pragmático e vulgarização do imbróglio. Este nivelamento político, agora invertido nestes cargos infindáveis do segundo e terceiro escalão – não vão durar para sempre -, admite-se a qualquer articulador estruturas sobre esta condição as suas revelias em limite comparativo e, equação prognostica de reação. Note o quanto estes nivelamentos políticos inverteram a lógica estrutural – primeiro a economia, depois a política -, para desaguar pelos atalhos e manobras criativas no seu próprio teste invertido de respectivo ciclo, onde, ao certo em origem primeiro, ao contraste, em saturação prevalente se expôs o poder ao eloqüente para e, depois, direcionar coercitivamente por esta lógica inicial. Tanto que, admitindo erros com tanta retenção diagnostica, provavelmente dilatem a imperícia e pratiquem a adequação somente no jogo de possibilidades. Similares em modelo, Lula e Dilma se encontram num mesmo imbróglio informativo e de reflexo – erro da origem análoga – proferindo suas desavenças ao toque da sobrevivência individual e, do resultado expressivo destes sub-contextos políticos de crescente esforço reparador para resultados cada vez menores e mais impactantes quando se leva em conta a diferença contextual.  
Entre paginas mal acabadas outros ciclos retornam sobre esta diferença, cumprindo a oscilação de reflexo na instabilidade político-econômica, retroagindo ao impedimento (origem invertida) ou, aos ensaios do PMDB no descolamento gradual do governo. Como partido essencial na sustentação política o seu direcionamento agora agrava e reinicia outra vertente bastante difusa de manutenção do poder e sua procura de estabilidade; dilema, também, do PMDB em reagir agora em seu descolamento visando às alianças de 2016 ou correr o risco de continuar sendo um prolongado coadjuvante, suporte do oportunismo e das oscilações da realidade contextual. Certamente as fragilidades de Lula, do PT e de Dilma sinalizam esta expressiva dependência como condição de sobrevivência, agora mais do que nunca, produzindo uma evidencia que nunca se mostra compatível senão esta de permanecer neste modelo de dependência. O PMDB sabe muito bem o jogo midiático de proveito e oportunismo que, apesar da reforma ministerial, tal entendimento não se faça tão natural como se pensa, principalmente em situações de vulnerabilidade quando o utilitário fala sempre mais alto que qualquer seqüência em escala de benesses e cargos. Conte também com a admissão tardia dos erros, propriamente um corte afiado que não se cura com desculpas, mas pelo valor do dinheiro escasso e com agravantes cotidianos e diferenciais entre as astucias do poder e o grau de veracidade envolvida.

Uma síntese desta oscilação estratégica de Lula e do PT em produzir sucessivos “factóidesmidiáticos de imensa probabilidade reativa – como se percebe agora -, tornando-se inacreditáveis contorções e negações da realidade no empenho favorável e individual, tratamento midiático somente, enquanto as articulações e reinícios cada vez mais sistemáticos e limitados, promovidos sobre o próprio desnível enquanto, nos bastidores, articulem em revelia a toda encenação engendrada. Também fica difícil entender o equilíbrio entre a necessidade de um ajuste já alongado e em déficits cada dia mais elevado (talvez nos 110 bilhões) e, as manobras de ataque aos culpados imaginários, numa tese bastante desgastada que ninguém mais acredita, a não ser as utilidades extravagantes que torna o bolsa família uma moeda extorsiva e abusada de uma troca, submetendo a população vulnerabilizada ao medo de uma realidade manipulada e politicamente adequada aos sobreviventes de qualquer custo. Na verdade, para Dilma que utiliza destes expedientes de sobrevivência, não seria ilógico entender o limite da suficiência distorcida e do direito adquirido nivelado ao restrito teste dos sobreviventes, em purismo e simplificação. Estas interpretações sobre uma defasagem tão expressiva entre o poder e o contexto sublocam previsões naufragadas pela fragmentação informativa e, aos proveitos da facilidade que surte cada vez menos efeitos, porem, utilitárias e manipuladas politicamente reinsiram repetitivas e de credibilidade cada vez mais inadequada aos desenvolvimentos cumulativos da população. A política atual sofre deste pragmatismo cada vez mais crônico, expressivo em utilidade e redutivo em tratamento compatibilizado da realidade e o poder pelo poder, preferenciais aos jogos eleitorais e, somente ai, exerçam suas locações imediatistas e de tratamento especifico e reincidente; natural também a propensão das pesquisas de opinião que repetem os mesmos itens, em variáveis massivas e sugestivas (saúde, educação, segurança), retroalimentando viciadamente o ciclo e, limitando enormemente que alguma diferença maior se faça em expectativa e prospecção. Daí que, entre ciclos que não se saturam devido os eternos retornos dos excedentes relegados, a perspectiva de Lula e Dilma neste cenário de dependência/recusa do PMDB se torne a linha divisória para novos estímulos a crise e, ao entendimento do ajuste ao tempo lógico de reação; talvez, o eixo de reação nunca apareça ou, se adéqüe a economia, talvez; melhor entender que nesta banalização econômica de oscilações muito efusivas de previsão se encontre também um limite imaginário de reorganização estrutural, forçada e impositiva, definindo cenários com mais eficácia que estas oscilações estratégicas que Lula e Dilma procuram em permanente evidencia e teste diário de sobrevivência, também, da oposição que se movimenta pelos mesmos expedientes da ineficácia e dos direitos ULTRAJADOS.      

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