Depois da redução de 10 ministérios,
agora 08, hipótese de limitada abrangência e de exacerbação especulativa sobre
defasagens muito impactantes, entre o duplo poder e o que, de reivindicativo,
prometeu-se contextualmente suas sobras e conseqüências. Explicitamente
adaptados ao jogo de probabilidades, dadas transitoriedades e oscilações
estratégicas, vive-se continuamente a dissociação progressiva sobre cálculos e
transformações do poder pelo poder em visíveis literalidades probabilísticas,
entre o limite pragmático do poder e o que se entende recessivamente ao
transformador capacitado para determinar seus eixos reversivos. Muitos impactos
diminuídos e sucumbidos a este teste especulativo tornam-se banalizados como o
reflexo diminuído e, tratados pelo repetitivo alterado em propósito claro de sobrevivência
e capacidade sintética da política em teste de continuidade saturada, aos
determinantes discutíveis do ambiente sequelado e inexperiente. Poder
continuado e similar (Dilma segue Lula)
se percebe sobrepondo em teste providencial, assim como agora, em redução de 08 ministérios, Lula se pretende
interferir enfaticamente como agente duplo (oposição e situação), promovendo a
sua parcela política para proveitos reivindicativos em teste continuo de
descredibilidade e desnível. Somente neste prometido teste de realocação política
o universo conflitante que agora trata o poder pela revelia e inversão
decorrente da ausência de analise critica, acertado em praticidade utilitária no
distúrbio que agora se pretende insurgir até 2018. Hipótese ou verídico, esta
especulação ministerial em torno de um corte pífio de receita se encontra
travestido pela condescendência limitada do desnível acelerado das políticas procedimentais
do poder, também, pela progressiva descaracterização da historia de Lula,
prometido sustentáculo de seu partido político, paradoxalmente empregado entre
a intromissão necessária na atual vigência, também, impedir a debandada
eleitoreira que trata a convicção política ao mesmo toque destoante de um aviso
premonitório. O atual ambiente de opção do poder, pouco se progride e, ao máximo,
tanto resiste Lula em sua real pretensão política, como em teste persecutório toda
previsão se encontre negativamente tratada pela ausência de convicção e, dos imbróglios
que avançam em teste diário de determinação e sobreposição, já que na mesma
defasagem do poder, os mesmos contaminadores inversos assombrem muito mais que
qualquer previsão convicta em realidade político-econômica
Possivelmente, entre os
pré-candidatos para 2018, verdades e blefes alternam-se midiaticamente como
evidencia do falso proveito e, da lembrança tanto positiva quanto negativa dos
discursos manipulados e descaracterizados e, suas necessidades pertinentes a evidencia
clara deste jogo de probabilidade preferível a quem enxerga o universo como uma
emblemática determinação da catarse ou, da elevação salvadora; sabendo, neste
caso, que na oscilação política em teste constante de reorganização, agrava-se o
eixo reativo em desnível elevado ao contextual, indeterminando ai o prognostico
da diferente sobrevivência conclusiva. Naturalmente, este desnível bastante
alterado e distorcido pela fragmentação política, agora mantém em estrutura compatível
no seu limite decorrente desta interpretação em tempos inadequados de reação,
consumindo toda previsão ao nível desta lógica anterior a esta determinação
reguladora. Somente com o prognostico econômico se salva deste exercício de
pretensão distorcida, também, pelo jogo político transitório e situacional,
avesso a leitura intertextual e naufragado nesta defasagem reparadora.
Interferindo tão explicitamente no poder, Lula absorve este tempo faltante,
como narrativa individual e produz a analogia determinada na continuidade (Lula segue Dilma), fusionando todos os
erros e defasagens estratégicas pelo desgaste da habilidade política dissolvida
pelos testes contínuos de resistência e probabilidade. Lembrando sempre que,
sem esta economia estrutural, supérfluos se tornam manobras e articulações,
pelo menos para o contexto, servindo apenas para contínuos desgastes do histórico
providenciado e produzido em condições econômicas mais favoráveis. Agora, na
fusão do duplo poder, em verdade, apenas assumindo explicitamente o que antes
era apenas conselhos e proveitos situacionais, verta assumidos destinos de
previsibilidade, determinando as seqüelas e urgências que canibalizam e comem
literalmente a probabilidade de inversão: - pode ser que, inversões negadas no
atual momento, renasçam em outras variantes de outros ciclos interpretativos,
porem, na lógica atual de indeterminação e armadilha proeminente Lula erra pela
necessidade de sobrevivência, principalmente num momento de extrema fragilidade
política, também como saturação e desperdício de toda estratégia e linguagem
prometida em tratamento.
Entre suportes conclusivos desta
reforma ministerial a sobrevivência descarada sobre um vasto excedente relegado
se nota no esgotamento do modelo de poder, reação pura e simples aos tratamentos
da lógica privada e, das vultosas armadilhas explicitadas a cada esforço
reivindicativo de regularização do imbróglio. Tanto pode aos destinos do poder
exercitar sobre a corda bamba, desperdiçando táticas pela premência impositiva
na ótica interpretativa desta realidade fragmentada; convém notar no ambiente
fragmentado em defasagem progressiva deste tempo real o grau de
superficialidade apressada em recusa permanente do esforço elevado para pífios resultados
práticos. Percebe-se claramente nesta indeterminação do poder em eixo
distorcido de reivindicação este destrato exagerado com o tramite comum,
principalmente por achá-los menor ou, de irrelevância impactante ao recesso da relevância
prognostica, certamente criando problemas intermináveis, principalmente quando
impostos como um trabalho braçal de predeterminação resolutiva. Neste aspecto
de deterioração do esforço o poder vive a defasagem drástica de desnível, também,
pela recusa aos expedientes tidos muito elementares, porem, sobrepondo com
ações pragmáticas extremadas em estratégias de curto alcance e, em desleixadas
manobras de acabamento resolutivo. Em tais seqüências, Lula interage acumulando
todos os problemas do exercício, ainda, somado a outros tantos que pululam por
ai, o momento adequado nem exista, tanto em lógica, como resolução.
Um poder subloca o exercício mantendo
a autoridade postiça de seu proveito; em muitos casos, prognosticado pelo
esforço incompleto como uma praticidade distorcida, favorecendo enormente estas
intrigas capitaneadas pelo PMDB e suas manobras bastante experientes de
fisiologismo e benesses. Esta voracidade explicita tem, por um lado, o poder
que se estrutura em tal estratégia de manobra, como, visibilizados pelos
orçamentos robustos em tratamentos diagnósticos de uma saúde nada saudável para
tal prospecção. Se, por um lado, estejam aplicando a mesmíssima tática, alguém vai
perder progressivamente pela desqualificação pressuposta do esforço e
esperteza, contrariando quem produziu suas gorduras localizadas aos espelhos distorcidos
da contagem em força bruta de adaptação e critérios. Mais uma vez se valem da
tese da delimitação do adversário pela baixa determinação, já que toda reação
decorrente absorve sua negatividade precedente, principalmente nesta retenção
designativa, fazendo o pressuposto provar de seu próprio veneno. Também não
vale a pena exercitar sobre ambientes muito fragmentados, onde estratégias de
baixo escrúpulo povoem absorvendo esforços muito elevados para testes de resistência
nem sempre tão adequados, aprisionando e entrincheirando sublevados aos
compactos e valorizações excessivas para pífios proveitos de proeminência superficializada.
Também não se mostra inteligente determinar com excessiva esperteza sobre
qualquer predisposição do adversário, por mais elementar que pareça, nunca
esqueça que o lado contaminado de tal presunção pode se encontrar alocado no próprio
pressuposto. Neste ambiente movem-se PMDB e PT, intrigas a parte, mas por eloqüência
exagerada alguns precipícios se ftornariam indissolúveis em tratamento reparatório
e, certamente, na economia, esta severidade reivindicativa ainda proverá outros
reajustes de adequação; se compararmos as seqüências da reforma ministerial, a
conta gotas, também, na economia tal processo de ajuste impositivo se fará evidente
e não discutível, já que o ajuste atual se encontra muito longe do que deveria
ser feito. Esta ambigüidade política tornou hesitante, e, ao mesmo tempo,
bastante necessária ao aprofundamento do drástico na economia, só que, ainda
resistem e especulam sobre armadilhas e imbróglios, também, em crescente desarticulação
do que pretende Lula, agora em pré-candidatura para 2018. Previsivelmente,
necessidades dos cortes evitados até então se tornarão necessários nesta
defasagem explicitada sobre uma falsa superfície estratégica e que, num breve
tempo, terá na necessidade evidente o caráter irresponsável e oportunista deste
jogo eleitoral de sobrevivência e individualização expressiva. Naturalmente, as
apostas políticas em transito ainda vão sucumbir a outras novidades como recusa
a este ambiente deteriorado, principalmente numa economia onde o desleixo e a
precipitação se encontram engolindo as expectativas e tragando históricos de
longa data pela expressiva e limitada visão do imbróglio, terminantemente
apegados a pesquisas de opinião e, avesso ao tramite natural do negativo
evidente que recoloca o desgaste em outro nível DILACERANTE.
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