Depois das estratégias apressadas
e prementes, destinadas ao simples tratamento de choque, algumas seqüelas impedem
virar a pagina tão apressadamente, relegando ao excedente deste embate a
probabilidade exacerbada de revisitar, a qualquer momento, esta mesma
disposição com agravantes desta defasagem e dos absorvidos contrastes que
acumulam atrás da porta, esperando resoluções e, não, aumentos especulativos.
Dentre outros problemas acumulados pelo poder um, em especifico, preocupa
devido o essencial dispositivo da maquina política que se perde
sistematicamente nesta visão competitiva e de oposição, praticamente uma
guerrilha exposta a toda sorte pela inexperiência tática e, desconhecimento da
gravidade real dos acúmulos problemáticos em questão. Passados tempos cada vez
mais curtos e inconseqüentes, trave em literalidade braçal o poder, a própria e
reformulada base de sustentação e a oposição, concomitantes, produzindo suas
perdas especulativas e de estratégias tão inconvenientes quanto desleixadas, simplificando grosseiramente o
entendimento político no que possui de mais limitado e recessivo. Em nenhum
lugar de fato, no atual e transitório momento, produz algo de realidade política
de relevância prognostica, devendo todo excedente relegado a suspensão e desgovernos
em suas respectivas táticas de enfrentamento, somente evidenciados pela sistemática
pragmática de tantos desperdícios e precipitações, verdadeiros atropelos a
procura de uma relevância inexistente e algum cabimento mais explicito que,
esta fusão político-econômica e seus descalabros atrativos de expelir
diariamente seus resíduos. Em tantas outras avarias contraídas pela excessiva
fragmentação política, uma em especifico, decorrente desta reforma ministerial,
provavelmente irá atrair entre substratos da baixa política e reações decorrentes deste limite tão visível de
administrar o imbróglio, visibilidades digladiadas
e eleitoreiras, insaciavelmente aglutinadas pelo vale tudo – real pressuposto
do poder -, destinando à sua revelia tática toda sorte do jogo de probabilidades,
sucumbindo ao esforço hercúleo para
resultados cada vez mais irrelevantes, assim mesmo caminha os substratos políticos
resumidos pelo desperdício cada vez mais elevado de relevâncias tolas e irresponsáveis,
pelo emaranhado destino de sua própria armadilha.
Previsto ainda que a inutilidade
desta reforma ministerial em tão consistentes substratos de fragmentação resolva-se construir
respectivos atalhos de sobreposição, principalmente na visão eleitoral de prevalência,
individualizando por difusos direcionamentos e pela omissão de um poder que
adora travar lutas inócuas pela perspectiva literal da força bruta,
impulsivamente absorvido pela crescente necessidade de reagir a qualquer custo
sobre esta expressiva diferença contextual, verdadeira parede de contenção das estratégias
de curto alcance, impulsionados
midiaticamente por um vale tudo diário de desgaste continuo. Expressivamente diferencial
este hiato entre o poder e o
contexto, explicitamente demarcado por estas estratégicas cada vez mais
tresloucadas ao especifico, agravem e vulnerabilizem politicamente o poder,
acostumado a reagir, somente reagir, provavelmente mantenha este ebulidor em constante evidencia para
nutrir deste embate do esforço hercúleo
e suas pífias demonstrações praticas de proveito. Esta reforma ministerial irá
consumir uma expressiva articulação em expressivos toma lá da cá, inflacionados
pela perspectiva dos vencedores e perdedores, oscilando a cada atração que o poder
nutre ao reagir acintosamente e autoritariamente. Há muito se sabe que na
fragmentação política, a distorção expressiva do esforço empregado dá lugar à
especulação grosseira do incompatível valor de troca, manuseio que, nestes infinitos
cargos do segundo escalão, se transformem até 2018 em moedas cada vez mais
desvalorizadas, como o real, complicador que se avoluma quando o poder, fragilizado
e vulnerável, percebe nesta extorsão diária o reflexo cada vez mais elevado de
sua desarticulação. Por melhores manobras que se desenvolva a partir de agora,
o diferencial deste valor expresso pelo combustível governamental,
desvaloriza-se pela suficiência distorcida e na inexistente autoridade tática de
fazer valer a todo custo este mesmo trato fisiológico.
Entre os tempos retidos em
demasia e a velocidade oposta de saturação do modelo de poder, tanto minoram o
apelo articulatório, como argumentam exacerbações fragmentadas, acentuados por
estas estratégias de curto alcance – progressivamente recessivas -, atuando em
oposição a esta retenção do tempo como uma fatalidade bastante expressiva, ainda,
pela intempestiva e cada vez mais precipitada orientação tática, praticamente
ausente pelo modus operandi da força bruta, tornando recessiva e negativada visão prognostica aos
destinos cada vez mais especulados pela baixíssima política, emaranhado
dificultoso e difuso, onde o eixo econômico – principal narrativa – encontra-se
cada vez mais perdido entre a precocidade do alongamento e o discurso que
afasta o ciclo natural com o mesmo empenho em quem defende o impedimento. Cruzamentos que, agora, dificultados
pela evidente saturação do poder, associado ao resistente e repetitivo modus
operandi, impactando em diferenças cada vez maiores e seus destinos cada vez
mais caducos dos argumentos simulados ao descrédito, ambientando toda visão política
com raciocínios cada vez mais radicalizados em oposição e, cada vez mais
atrativos a armadilhas que esperam a cada canto como uma síntese do prolongamento
ou como impedimento calculado e explicito, fatalmente intertextual, sobre os desníveis
cada vez mais evidentes das mesmas táticas e raciocínios, expressando agora o
seu acinte cada vez mais elevado, justamente pela fragmentação política e
informativa dos fatos e o limite expresso pela crescente exigüidade, ausência de
intervalo e consideração; ou seja, ao drástico/irrelevante torna-se o destino eloqüente
das mazelas do poder.
Uma narrativa desfavorável a recente reforma ministerial se percebe
nesta combinação do limite expresso do modelo de poder (tanto Lula quanto Dilma) e, uma invisível maioria resistente à articulação comum e as
manobras de tratamento político de aspectos aglutinatorios, vivendo ai o previsível
paradoxo do exercício político inexistente, para uma realidade bastante
especulativa em valor explicito de cargos e sobrevivências individuais. Lula
erra ao tentar reorganizar articuladamente uma base bastante viciada e
oportunista, principalmente nesta ambigüidade explicita do PMDB e sua usura cada vez maior por cargos e ingovernabilidade;
tanto que, favorecendo probabilisticamente esta baixa política, mais
dificuldades operacionais progridam inversamente ao corriqueiro e detalhado
ambiente deste desnível, entre o valor real e o amplamente simulado aos quatro
ventos pelo próprio poder em sua pretensão de autoridade convicta e utilitária.
Alias, nada mais que a visão do modelo político se torna invertido, como também
suas táticas se desgastam a olhos vistos, principalmente pela insistência repetitiva;
- mais uma armadilha criada pelo
modus operandi senão a unidade resistente e limitada, submetida a insegurança
do novo, com a contundência distorcida do mesmo lugar de sempre. A evidencia desestrutural
enfrentada agora pelo poder se justifica pelos desperdícios anteriores destes tratos
de irrelevância irresponsável, decorrente da exigüidade elementar e o que,
drasticamente, reverta como inversão lógica, também, em rigor procedimental aos
abusos inconseqüentes. Nada mais leviano que não se importar com rastros cada
vez mais evidentes e explícitos, senão pela continuidade obsessiva do jogo de
probabilidades e pelo inimigo imaginário que, a cada passo em falso,
personifica sua realidade contrastante em realidade convicta, ainda, com a
facilidade tática gerada pela oscilação das estratégias de curto alcance e, o
esvaziamento diário do discurso em favor de um pragmatismo distorcido e inverossímil
ao ambiente dialético. Tanto Lula, quando Dilma, associados a este modelo
elementar, sofrem a reversão contextual dos excedentes relegados, provavelmente
regularizados pela omissão informativa e excesso de simulação tática, também pelo
desperdício abusivo da linguagem usada de maneira inconseqüente,
inapropriadamente utilitária, agora, agindo com o rigor quase confessional de
outros delírios e distorções. Este emaranhado político, também informativo, propõe
na sua crescente dificuldade lógica a propensão exacerbada do viés, valorizando
e insistindo no lado superficial de resultados, omitindo a contundência em
favor destes substratos crescentes, situados entre a contaminação do rigor
articulatório, da sobrevivência e resistência conseqüente. Em tantos eixos
perdidos por ai, outros distorcidos pululam e dificultam suas especificações,
alongando a reversão econômica e atribuindo todo o desgaste sucessivo e,
detalhado informativamente ao percurso equacional deste irrelevante/drástico,
sendo o primeiro e segundo mandatos a linguagem totalizante do próprio desequilíbrio
e DESGASTE.
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