Um prognostico antes previsto
como futuro verídico se
percebe,explicitamente, num tempo precoce e com personagens fatidicamente instáveis, provavelmente absorvidos pelas
próprias convicções e expectativas confrontadas pela intensificação simulada,
verdadeiras penitencias de pecadores convictos em calvários midiáticos de resistência e seqüela. Visto como ficção ou como documentário
estes embates se transformam em sínteses finais ou testes de sobrevivência dramática
aos desfechos, em muitos casos, movidos por imperícias táticas, por outro lado,
ardilosamente estruturadas ao desmonte de toda narrativa antecipada, provavelmente
sequelada por desperdícios estéticos ou visões conturbadas, naturalmente, óticas amplificadas por
inutilidades distorcidas ao extremismo pragmático e, sem a noção devida dos
enredos espetaculosos e devedores de uma conseqüência real; na ótica de um
competitivo contumaz vive-se, no atual momento político, o contexto neo-realista de entender o porquê de
tal embate entre o governo, evitando o impedimento desde a reeleição de 2014 e,
o presidente da câmara, algoz predestinado midiaticamente a entronizar suas
mazelas oposicionistas, confabulando taticamente as estratégias de desmonte,
tudo urdido explicitamente como quem vai ao supermercado comprar os
ingredientes de uma receita nova. Poder e perturbação informativa, adicionado a
sobrevivências surdas em armadilhas probabilísticas, resolvem-se pela eloqüência
sintética de drasticidade executada, situando a sobreposição da vontade àquela pertinência
vingativa de pormenores intencionais, detalhados e avessos ao contexto, senão
inversamente, em viés e distúrbio pretenda empenhar nesta batalha com os
senhores do combate ao alongamento e desfecho previsto. Na armadilha que, por
um lado, percebe no governo a sua probabilidade acentuada de inversão, como também
num Eduardo Cunha, senão inimigo declarado,
talvez, um sobrevivente que espera tratar no seu embate narrativo, invertendo o
impedimento em absolvição ou, tratando do desfecho com a visão de um vilão
combalido por denuncias e comprovações, aprisionamentos que não escapam ao lúdico
interpretar este teatro, onde o pano de fundo mapeia-se pela economia combalida
e estressada.
Mais, agora, o que interessa
senão sobreviver, tanto um quanto o outro, vendo-se conturbados e imersos em estratégias,
imaginando que ao poder tudo se pode ou prognosticamente avancem os
coadjuvantes a turbinar incêndios a sua própria tese de permanência. Impedir,
como ato final, não deve ser tão fácil como alguém que, a toda hora, troca de
roupa para outros cenários, talvez, negando um final muito previsível e obvio,
visto estrategicamente pelas desastradas e desperdiçadas nuances de embromação
do poder, subitamente, como num xeque
mate, resolver todo antecedente e
diagnosticar a previsão de tantos eixos distorcidos e ambientes adulterados
pela manipulação informativa, tanto que, deformados e sequelados apressem seu
limite. Nesta atuação do irrelevante/drástico, equilibram o governo, o
presidente da câmara e o ex-presidente da republica; alias, Lula se esforça para incendiar de vez a
alternativa institucional quando passa a atacar a economia, questionando o
modelo vigente, direcionando sobremaneira sua argumentação de uma nova matriz
turbinada por desenvolvimento e emprego. Somente na ficção tal ambiente
particularize, como também, se justifica as pedaladas fiscais como adequações
aos programas sociais; ao povo tudo cabe e se ajeita no populismo descarado e
de visão particularíssima e peculiar. Enquanto digladiam por sobrevivências e manobras
vão-se deteriorando os indicadores econômicos e as previsões para 2016, tanto
que, enquanto emergem táticas sobre as armadilhas comuns, os ardilosos
especulam vivamente sobre o capital político escorrido pelo ralo, precisamente o
PMDB em confortável posição neste
cenário, como também um PSDB que
joga com a conivência descarada do oportunismo unificado e, nas catarses que o
governo administra como reação intempestiva, vivendo a sua fragmentação pelo
discurso mais rasteiro e urdido pela tropa de choque sem nenhuma nuance mais admirável
senão a tese da força bruta. Eduardo Cunha, ardiloso, move-se pela degradação e
simpatia dos opositores do governo, em que pese o aprofundamento moral,
esquecido e defesnestrado como um acessório irrelevante e discutível; tanto
que, este estimulo exagerado de oposição, nós contra eles, vive seu auge pelo
eixo do impedimento, dividindo
condutas morais pela ordem subliminar de perceber no outro seu próprio reflexo,
abusivamente distorcido em linguagem auto limpante e artifícios direcionais que
em tudo escapa, vivendo seu final catártico e transitório.
Houve um tempo em que peripécias estratégicas
eram percebidas pelo teor de inventividade lúdica e de trato especifico ao fato
em questão; hoje, este confronto sobre o impedimento se perdeu em contundência e
finalidade, para sucumbir a esta banalização informativa que só mesmo nos
ambientes fragmentados se esmeram luxuosamente pelo artifício do supérfluo ambientado
e, pelo gosto bastante drástico de finalizar e propor revelias. Desde a
reeleição de 2014, ao auge do atual momento, houve uma deterioração informativa
ao precoce sintético, tempo bastante apressado movido em desgaste imperceptível,
já que imersos na catarse não conseguem reler intertextualmente o lado fatídico
de toda narrativa contextual; talvez, neste curto prazo se percebe o embate no
impedimento tratado pelo lado futilizado e competitivo, verdadeira crise política
para os cegos estratégicos movidos pela decadência fatal da baixa política e,
pelos limites tão evidentes que espantam releituras mais contundentes e
providenciais. Imersos nesta realidade manca a política vai aprofundando
invisivelmente para outras associações nem tão louváveis, derivados deste
expediente finalizador, senão no impedimento se vive um substrato menos louvável
para contornos carentes de novidade e pretensão estratégica.
Dilma, revendo sua trajetória ao limite imposto, deve-se prometer a
seu teste diário de sobrevivência a mutação probabilística de outra origem,
devendo ceder às exigências de Lula quanto a troca do ministro da economia, Joaquim Levy. Se, por acaso, prevalecer
na mesma ótica da reforma ministerial, fatalmente se repetirá, em ambigüidade,
a tese do orçamento deficitário como estratégia distorcida e copiada pelos
governadores como indulto probabilístico; explicando a ambigüidade nestas táticas
econômicas, os perigos se avolumam quando manobras de redirecionamento
implementam novas origens, principalmente em períodos de transição,
probabilizando a fatalidade em evidencias muito explicitas de síntese. Pensando
no impedimento como uma metalinguagem, o exercício econômico também sucumbirá
ao mesmo registro, transformando o imbróglio político-econômico num funil
totalmente improbabilístico para quem pretende ver a luz no fim do túnel a
partir de 2017; sem o Joaquim Levy, o culpado, movimenta-se criativos novos
impedimentos que não os políticos, por poderes desestruturantes da fragilizada
realidade econômica de então. Provavelmente, este limite definido pelo
impedimento seja o inicio para outras reorganizações nem tão louváveis e pouco
relevantes, pensando nesta radicalização efetiva da tropa de choque e o que, em
resumo, tenderá o PMDB daqui em diante. Se a reforma tinha o caráter de barrar
o impedimento, talvez, não se mostre tão eficaz neste sentido, uma vez que a prevalência
eleitoral a tudo sucumbe pela relação de proveito imediato. Também que no impedimento
econômico como deseja eleitoralmente Lula haja, em tese, um irrelevante/drástico
pressuposto como alternativa determinada nesta multiplicidade transitória e irrelevante,
realmente, prometidos graus de dissentimento econômico, rever o seu eixo, seria
como voltar a 2011 em regularização compatível de desenvolvimento, devendo
especulativamente um tempo irresolvido e irreparável de probabilidade. No
impedimento como síntese se deve exercitar o contundente intertextual para
observar a degradação e contaminação associativa que a banalidade política permitiu
circunscrever em sua analise uma visão bastante reducionista de proveito, tendo
na ótica estratégica a vantagem explicita de realidade e premência e, a
articulação supérflua onde somente os proveitos mais pragmáticos revolvem-se
permitir em conseqüência e veracidade. Provavelmente que, no impedimento
pressuposto ao verídico e real proveito político, exista este cenário de
especulações e simulações, em alguns, minorados em credibilidade, para outras
bases, exercendo a conveniência impactante do tempo fragmentado e desperdiçado,
direcionado a este nada providencial senão reagir a tudo e a todos. Provavelmente,
já não existe a comparação do esforço e compensação administrada a quem detém o
poder, apenas uma realidade negativada e resistente que alonga este mesmo
impedimento como uma ficção grosseira e fatídica, sintetizada em momentos
grotescos e de baixa RESOLUÇÃO.
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