Uma constatação bastante pratica
seria observar o quanto o poder, na sua unidade elementar repetitiva e
procedimental, consegue atrair sucessivos imbróglios a queima roupa e sucessivamente atropelados por estratégias de pouco
trato articulatório e ausente de manobras, no mínimo, necessárias ao acabamento
resolutivo. Progressivos desenlaces da força bruta e do baixíssimo limite de
tratamento evidenciam-se em tais seqüências um provável desenlace fatídico,
principalmente, a quem procura revive-lo como alternativa única de alongamento
do poder. Suspeita-se que, associando ao tempo sempre premente de exacerbado
tratamento impactante, tais resoluções produzam em catarse providencial o
tamanho do acinte e, seu pragmatismo automático de se entrever imponente e definitivo,
apesar do expressivo limite de atuação e a regressão acentuada das alternativas propicias ao processo de descendência. Numa seqüência
de atropelos e alternativas tresloucadas o poder, agora se percebe envolvido
pela mesma despretensão de argumentos descaracterizados e, prometidos como um transitório
finalizador desta atração obsessiva em se opor a tudo e todos, envolvido pela
sublimação transferencial de sobrevivência e proveito individual; tendo certo
que num poder em que tudo se propicia, atraia o inverso destes significados em
redutos conciliatórios pela expressiva simulação, também, dos argumentos pouco louváveis
que acatam prontamente a revelia a cada toque do Midas distorcido e introjetado. Por estas e outras que batem
concomitantes, à porta do poder o TCU e
o TSE, juntos e reivindicativos,
retrocedendo o discurso à origem de 2014,
tanto em estrutura econômica sobre o Brasil em questão, também, dos ambientes
eleitorais anexados pela operação lava jato, prometendo rever e repercutir
distorções pela embromação de quem ataca para se defender ou, argumentar onde
não se sabe, ao certo, o tamanho da promiscuidade envolvida nesta reutilização
do dinheiro que, entre segui-lo como
pertinência, se pretenda faltá-lo onde simulado se parece ou, falso se aloca em
argumentos muito prováveis e de tanta evidencia múltipla para um só
determinante.
Melhor seria se este diagnostico indiscutível
e guiado pelo dinheiro não exibisse tantos contribuintes espontâneos para tais
verificações, principalmente, considerando a linearidade da operação lava jato, e os processos significativos entre delações e
omissões, em realidade, também nestas pedaladas fiscais de tratamento
verificativo deve-se considerar o tamanho da distorção envolvida para que, imbuídos
de tamanha catarse, o poder atraia enfático para o seu ambiente a culpa e a
esperteza de atribuir ao outro aquilo que provem lidar incorretamente o seu
grau de desleixo e empáfia, tudo junto, turbinados por sucessivos tesoureiros de campanha envolvidos em contundências
deste dinheiro obscuro e devedor. Em tais raciocínios de rejeição das contas,
tanto o TCU observa as criatividades desconfiadas e de trato limitado,
produzindo ambientes artificiais e manipulados pela orgia da gastança
desenfreada e dos ilimitados créditos que agora, ao Brasil devem exorbitantes defasagens em empenho e providencia. Junte-se,
ainda, um ambiente político já fragmentado e a deriva, produzindo as suas
individualidades proveitosas e situacionais, avessos ao desequilíbrio econômico
e exercidos pela conveniência canibalesca e imediatista em teste de resistência
continua, ao seu exorbitante valor de adulteração e oportunismo. Também, em eixo
da operação lava jato com as conveniências políticas de fidelização e sobrevivência, esta fragmentação exibicionista da
base de sustentação atraia a conveniência oposta ao poder, podendo evitar
aquilo que beneficiaria a economia, mas, como incapacidade e fraqueza o poder
tenta, sem sucesso adaptar cada vez mais neste emaranhado do improbabilístico estágio
de explicitação absoluta de proveito e conseqüência pratica. Para ambientes
desta natureza, associados a tratamentos de choque promovidos pelo poder,
certamente, as armadilhas se tornam tão evidentes e certeiras quanto à
crescente incapacidade de argumentação e contundência. Nesta e noutras
evidencias explicitas transformaram TCU e TSE numa realidade altamente probabilística
naquilo que o poder mais evita: o impedimento.
Haverá, neste tempo restante e de
progressivo limite do poder, uma crescente dificuldade de exercício, destes
costumeiros e habituais, devido as suas tresloucadas estratégias e também, na lógica
autoritária da ostensiva utilidade e prepotência, tudo junto, transformando as
ações numa espetacularização grosseira e de muito destrato ao acabamento; neste
modus operandi, o modelo quanto explicitado pelo lado mais evidente de sua
limitação, demonstra a baixa qualidade de raciocínio dialético, talvez, por não
utilizá-la no trato normal, unificando o discurso pela síntese mais baixa do artifício
político de subsistência, em tantas probabilidades de pouco resultado pratico e
de muita invasão e acinte, nesta mesma e desconhecida inversão de consideração tática.
Neste limite saturado desde a reeleição de 2014, se produziu, na sua artificial
possibilidade, um inverso omitido e relegado, agora proeminente em armadilha e
inviabilidade contundente. Tanto que, nas sucessivas reações implementadas como
processo de ressignificação da origem, tanto Lula quanto Dilma já não
argumentam com a eficácia desejada, certamente, por esta defasagem contextual e
pela inversão estratégica sempre maior e mais prevalente em conseqüência e
proveito. Por estas e por outras que até especulam por ai que seria certo a
demissão de Joaquim Levy, pela discordância
direcional da economia (o culpado) e, por outras lógicas desenvolvimentistas
defendidas politicamente pelo PT e,
ambiguamente, por Lula. Certamente, uma desastrada estratégia se, tal
entendimento se tornar verídico na mesma forma em que foi amplamente professado,
também, por tentativa de recriar uma nova origem econômica em condições de
fragilidade e vulnerabilidade política, tão visíveis seriam, estrategicamente
falando, suas armadilhas mais evidentes nesta desorganização. Por outro lado,
sabe-se lá, se Joaquim Levy, prevendo tal alternativa esteja também distorcendo
experiências, diferentes de sua lógica e exercício, para se reservar desta
letalidade probabilística e saturada neste outro irresponsável.
Definitivamente que, instituições
independentes e de lógica inversa, como o TCU e o TSE introduzam sua espécie de
limite,assim como na operação lava jato, criando esta ambivalência perdida pelo
poder em seus artificiais e insuficientes expedientes de especulação e proveito.
Estas nuances e relevâncias menores, prontamente relegadas pelo modelo de poder
como fato minorado e de desimportancia reativa a autoridade ambiente, agora
reinserem pela recessão desta mesma linguagem, para reavaliações e táticas, além
dos conceitos destituídos enquanto turbinados pela efusiva popularidade e
esperteza, revendo a lógica de reinserção pelas relações excluídas deste
processo. O excesso relegado agora sobrevém em destino contextual de
reivindicação e lógica, podendo exercer o seu trato rigoroso e persecutório como
convêm os fatos inéditos do exercício e sua apressada desagregação, transformando
em reféns deste descuido e prepotência toda probabilidade impactada de proveito
e, produzindo continuamente o seu descrédito em equivalência comparativa a este
excedente relegado. Esta reforma ministerial exibiu o quanto o poder se move
pela inexperiência tática e pela dependência elevada da utilidade pura e
simples; se o pressuposto se torna sempre menor que a baixa política de
favores, certamente, as superficialidades administradas em tais associações se
encontram num viés muito explicito de consideração e, num limite muito abaixo
das expectativas mais simplificadas destes favorecimentos. Sempre lembrando que
o abuso importado pelo marketing político
promoveu esta descendência aos limites mais baixos de tratamento competitivo, nas
bases fragilizadas e relegadas em favor deste destino artificial; como conseqüência
destas simulações abusivas e oscilantes tem-se agora um modelo repercutido por
tais estratégias eleitorais, vivenciando as costumeiras inversões, daí que num
contexto utilizado como um suporte desta ficção torne-se desgarrado e reivindicativo,
transformando todo cenário, antes artificial, neste desequilíbrio e
fragilização. Tanto o poder quanto Lula (agora articulando pelo poder) se encontra
emblematicamente sujeitos a este hiato reivindicativo, provavelmente, em memória
viva e reinserida no direito adquirido. Daí que o TCU e o TSE, submetidos a
este formato defasado de modelo de poder, aglomerem todo cenário especulativo, atraídos
pela inversão de sua própria tática e, transformando o ambiente político numa
continuidade sucessiva de armadilhas e superficialidades sintéticas. Também,
prevalecendo esta determinação de resistir ao impedimento, as probabilidades da
economia sofram desgastes desnecessários e de alongamento mais extensos que o
natural comportamento cíclico de resultados; em prevalência política, turbinada
sobre erros anteriores, a projeção defasada do direito adquirido ainda produzirá
contornos muito mais imprevisíveis, sobrepondo a estes descuidos exagerados e
sobre o desgaste político de evidencia eleitoreiro, daí que contaminado, o
poder submeta às conseqüências deste UNIVERSO.
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