quarta-feira, 7 de outubro de 2015

O JOGO(282) TSE E TCU PRODUZEM LÓGICAS EM DILMA

Uma constatação bastante pratica seria observar o quanto o poder, na sua unidade elementar repetitiva e procedimental, consegue atrair sucessivos imbróglios a queima roupa e sucessivamente atropelados por estratégias de pouco trato articulatório e ausente de manobras, no mínimo, necessárias ao acabamento resolutivo. Progressivos desenlaces da força bruta e do baixíssimo limite de tratamento evidenciam-se em tais seqüências um provável desenlace fatídico, principalmente, a quem procura revive-lo como alternativa única de alongamento do poder. Suspeita-se que, associando ao tempo sempre premente de exacerbado tratamento impactante, tais resoluções produzam em catarse providencial o tamanho do acinte e, seu pragmatismo automático de se entrever imponente e definitivo, apesar do expressivo limite de atuação e a regressão acentuada das alternativas propicias ao processo de descendência. Numa seqüência de atropelos e alternativas tresloucadas o poder, agora se percebe envolvido pela mesma despretensão de argumentos descaracterizados e, prometidos como um transitório finalizador desta atração obsessiva em se opor a tudo e todos, envolvido pela sublimação transferencial de sobrevivência e proveito individual; tendo certo que num poder em que tudo se propicia, atraia o inverso destes significados em redutos conciliatórios pela expressiva simulação, também, dos argumentos pouco louváveis que acatam prontamente a revelia a cada toque do Midas distorcido e introjetado. Por estas e outras que batem concomitantes, à porta do poder o TCU e o TSE, juntos e reivindicativos, retrocedendo o discurso à origem de 2014, tanto em estrutura econômica sobre o Brasil em questão, também, dos ambientes eleitorais anexados pela operação lava jato, prometendo rever e repercutir distorções pela embromação de quem ataca para se defender ou, argumentar onde não se sabe, ao certo, o tamanho da promiscuidade envolvida nesta reutilização do dinheiro que, entre segui-lo como pertinência, se pretenda faltá-lo onde simulado se parece ou, falso se aloca em argumentos muito prováveis e de tanta evidencia múltipla para um só determinante.  
Melhor seria se este diagnostico indiscutível e guiado pelo dinheiro não exibisse tantos contribuintes espontâneos para tais verificações, principalmente, considerando a linearidade da operação lava jato, e os processos significativos entre delações e omissões, em realidade, também nestas pedaladas fiscais de tratamento verificativo deve-se considerar o tamanho da distorção envolvida para que, imbuídos de tamanha catarse, o poder atraia enfático para o seu ambiente a culpa e a esperteza de atribuir ao outro aquilo que provem lidar incorretamente o seu grau de desleixo e empáfia, tudo junto, turbinados por sucessivos tesoureiros de campanha envolvidos em contundências deste dinheiro obscuro e devedor. Em tais raciocínios de rejeição das contas, tanto o TCU observa as criatividades desconfiadas e de trato limitado, produzindo ambientes artificiais e manipulados pela orgia da gastança desenfreada e dos ilimitados créditos que agora, ao Brasil devem exorbitantes defasagens em empenho e providencia. Junte-se, ainda, um ambiente político já fragmentado e a deriva, produzindo as suas individualidades proveitosas e situacionais, avessos ao desequilíbrio econômico e exercidos pela conveniência canibalesca e imediatista em teste de resistência continua, ao seu exorbitante valor de adulteração e oportunismo. Também, em eixo da operação lava jato com as conveniências políticas de fidelização e sobrevivência, esta fragmentação exibicionista da base de sustentação atraia a conveniência oposta ao poder, podendo evitar aquilo que beneficiaria a economia, mas, como incapacidade e fraqueza o poder tenta, sem sucesso adaptar cada vez mais neste emaranhado do improbabilístico estágio de explicitação absoluta de proveito e conseqüência pratica. Para ambientes desta natureza, associados a tratamentos de choque promovidos pelo poder, certamente, as armadilhas se tornam tão evidentes e certeiras quanto à crescente incapacidade de argumentação e contundência. Nesta e noutras evidencias explicitas transformaram TCU e TSE numa realidade altamente probabilística naquilo que o poder mais evita: o impedimento.
Haverá, neste tempo restante e de progressivo limite do poder, uma crescente dificuldade de exercício, destes costumeiros e habituais, devido as suas tresloucadas estratégias e também, na lógica autoritária da ostensiva utilidade e prepotência, tudo junto, transformando as ações numa espetacularização grosseira e de muito destrato ao acabamento; neste modus operandi, o modelo quanto explicitado pelo lado mais evidente de sua limitação, demonstra a baixa qualidade de raciocínio dialético, talvez, por não utilizá-la no trato normal, unificando o discurso pela síntese mais baixa do artifício político de subsistência, em tantas probabilidades de pouco resultado pratico e de muita invasão e acinte, nesta mesma e desconhecida inversão de consideração tática. Neste limite saturado desde a reeleição de 2014, se produziu, na sua artificial possibilidade, um inverso omitido e relegado, agora proeminente em armadilha e inviabilidade contundente. Tanto que, nas sucessivas reações implementadas como processo de ressignificação da origem, tanto Lula quanto Dilma já não argumentam com a eficácia desejada, certamente, por esta defasagem contextual e pela inversão estratégica sempre maior e mais prevalente em conseqüência e proveito. Por estas e por outras que até especulam por ai que seria certo a demissão de Joaquim Levy, pela discordância direcional da economia (o culpado) e, por outras lógicas desenvolvimentistas defendidas politicamente pelo PT e, ambiguamente, por Lula. Certamente, uma desastrada estratégia se, tal entendimento se tornar verídico na mesma forma em que foi amplamente professado, também, por tentativa de recriar uma nova origem econômica em condições de fragilidade e vulnerabilidade política, tão visíveis seriam, estrategicamente falando, suas armadilhas mais evidentes nesta desorganização. Por outro lado, sabe-se lá, se Joaquim Levy, prevendo tal alternativa esteja também distorcendo experiências, diferentes de sua lógica e exercício, para se reservar desta letalidade probabilística e saturada neste outro irresponsável.

Definitivamente que, instituições independentes e de lógica inversa, como o TCU e o TSE introduzam sua espécie de limite,assim como na operação lava jato, criando esta ambivalência perdida pelo poder em seus artificiais e insuficientes expedientes de especulação e proveito. Estas nuances e relevâncias menores, prontamente relegadas pelo modelo de poder como fato minorado e de desimportancia reativa a autoridade ambiente, agora reinserem pela recessão desta mesma linguagem, para reavaliações e táticas, além dos conceitos destituídos enquanto turbinados pela efusiva popularidade e esperteza, revendo a lógica de reinserção pelas relações excluídas deste processo. O excesso relegado agora sobrevém em destino contextual de reivindicação e lógica, podendo exercer o seu trato rigoroso e persecutório como convêm os fatos inéditos do exercício e sua apressada desagregação, transformando em reféns deste descuido e prepotência toda probabilidade impactada de proveito e, produzindo continuamente o seu descrédito em equivalência comparativa a este excedente relegado. Esta reforma ministerial exibiu o quanto o poder se move pela inexperiência tática e pela dependência elevada da utilidade pura e simples; se o pressuposto se torna sempre menor que a baixa política de favores, certamente, as superficialidades administradas em tais associações se encontram num viés muito explicito de consideração e, num limite muito abaixo das expectativas mais simplificadas destes favorecimentos. Sempre lembrando que o abuso importado pelo marketing político promoveu esta descendência aos limites mais baixos de tratamento competitivo, nas bases fragilizadas e relegadas em favor deste destino artificial; como conseqüência destas simulações abusivas e oscilantes tem-se agora um modelo repercutido por tais estratégias eleitorais, vivenciando as costumeiras inversões, daí que num contexto utilizado como um suporte desta ficção torne-se desgarrado e reivindicativo, transformando todo cenário, antes artificial, neste desequilíbrio e fragilização. Tanto o poder quanto Lula (agora articulando pelo poder) se encontra emblematicamente sujeitos a este hiato reivindicativo, provavelmente, em memória viva e reinserida no direito adquirido. Daí que o TCU e o TSE, submetidos a este formato defasado de modelo de poder, aglomerem todo cenário especulativo, atraídos pela inversão de sua própria tática e, transformando o ambiente político numa continuidade sucessiva de armadilhas e superficialidades sintéticas. Também, prevalecendo esta determinação de resistir ao impedimento, as probabilidades da economia sofram desgastes desnecessários e de alongamento mais extensos que o natural comportamento cíclico de resultados; em prevalência política, turbinada sobre erros anteriores, a projeção defasada do direito adquirido ainda produzirá contornos muito mais imprevisíveis, sobrepondo a estes descuidos exagerados e sobre o desgaste político de evidencia eleitoreiro, daí que contaminado, o poder submeta às conseqüências deste UNIVERSO.

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