Uma delação reserva aos tramites políticos munição suficiente para
travar governabilidades ou instituir desconstruções no limite cíclico informativamente,
proveitosamente impactados sob detalhes reveladores e outras vivificações na movimentada estória
dramatizada ao espetáculo midiático, como também das movimentações decorrentes
desta trama suspeitíssima e
reveladora. Praticamente que o ideário da fragmentação política agora em contornos
clássicos e perspectivas similares a qualquer ficção produza seus ciclos
informativos em cenários absolutos e independentes, reduzidas conclusões
exibidas e sugestionadas pelos labirintos múltiplos da probabilidade irrelevante
toda especulação disposta em transitar incendiariamente seu diagnostico fatalista. Naturalmente, especulações e
contundências reativas aglomeram-se sob disfarces da lógica imediatista,
concluindo abertamente a situação do governo a níveis periclitantes de
sustentação e em buracos alvejados pelas sucessivas delações, algumas de grande
impacto como a de Delcídio do Amaral,
agora, oficialmente instituída como documento para seqüências derivadas e
investigações. Outras fatalmente pontuarão esta trama de envolvimentos
palacianos e, também, em Lula toda
reserva especulativa produzirá mais seqüelas que as atuais denuncias
apresentadas, adicionadas aos superpoderes do pretendido ministério envolvido
em salvamentos literais e desfechos que, ao crédito de tanta incumbência, padeçam
a cada denuncia o diferencial provocado a outros delatados como Aécio e, as justificativas entre o caos
e o desgoverno empurrar sistematicamente toda agonia do impedimento sob sínteses
cada vez mais pontuais da ingovernabilidade total. Naturalmente, entre a resistência
de Dilma e a capacidade de governar
existe um fosso informativo e aleatório, dando sucessivos fins à exacerbada
especulação decorrente deste cenário fragmentado e de visão irresponsável,
afeito ao vale tudo grotesco dos ultimatos sucessivos e dos esgotamentos
alongados artificialmente; entre a
dita resistência de Dilma e o tempo restante do governo, certamente muitos fins
cíclicos apareçam instituídos pela tragédia do instante determinado, fazendo então
das multiplicidades probabilísticas o erro e a tentativa sobre o hiato governamental.
Mais que desfechos imprevisíveis ou,
em melhor hipótese, devidamente diagnosticados, a continuidade do modelo de
poder agora promete sua analogia
explicita na realocação intermediaria quando associa Lula a Dilma, oficialmente
interligados pela visão negativa,
reorientados pelo transito de adequação do poder pelo poder e a limitação
progressiva destas mesmas probabilidades múltiplas e irrelevantes. Associados por
declaradas similaridades cumprem estágios advindos da eleição de 2010 quando
optaram pela continuidade do modelo e a omissão clara dos defeitos
apresentados; da alternância elementar a justaposição de Dilma sobre Lula e
vice versa se tem agora a negação cíclica
da informação saturada, desgaste previsto em todo comportamental adulterado e
aos provisionados efeitos até 2018. Ou seja, o alongamento artificial do modelo
de poder a partir de 2015 expôs toda adulteração ostensiva decorrente de
sucessivos atalhos e outras manobras
agora vistas invertidamente sob o impacto das delações, artifício que cumpre
acertos informativos em visão nada favorável de ressignificação do imbróglio.
Talvez, em perspectiva do que ainda desponta, Lula e Dilma ressintam
explicitamente destas manobras usadas e abusadas nestes 13 anos de governo
petista, acumulando então uma experiência invertida e probatória,
persecutoriamente exibidos nestes envolvimentos admitidos pela delação de Delcídio.
O que seria o poder senão estes atalhos sob os quais reservam energias sobre
regras e o modo de burlá-las, vistas agora pela tentativa de Lula em impedir a
delação de Nestor Cervero sob a
orientação de Delcídio. Se comprovadas dinâmicas tal ministério agora visto
pelo aspecto salvador do governo se tornaria uma saída bastante individual de
fazer valer o alongamento artificial do modelo de poder, tendo no processo de
impedimento seu teste mais evidente de qualificação ou destituição terminal;
talvez, por isto, as saídas se tornam também armadilhas cujas interpretações
expressam em ambigüidade o destino probabilístico que se pretenda a partir do
ponto diagnostico. Na atual circunstancia simbiótica
Lula e Dilma admitem-se sobre tentativas e erros e, esta concomitância transforma
a imobilidade ou inércia governamental a única síntese onde a vulnerabilidade perceba-se
descredenciada; em qualquer maneira diferencial as perdas informativas colocam em
xeque toda visão empenhada do poder
e, os resultados cujos desperdidicos reativos demonstram a distorção em eixo.
Haverá sempre, entre as delações,
o combustível necessário que, alem do impacto midiático transforme em folha
corrida toda informação levantada até aqui, inviabilizando o governo na sua
totalidade cíclica e o impedimento estruturalmente sua movimentação. Tanto para
Lula quanto para Dilma estas manifestações
do ultimo dia 13 formalizaram atestados muito explícitos entre a relação do
poder de fato, do exercício do poder pelo poder; este atestado de impedimento
do exercício, mesmo sendo o mais pragmático informativamente coloca o governo
numa situação extremamente desfavorável, eleitoralmente desgastado em
pretensões futuras e expressamente naufragado sob o tempo presente. Diretamente
transformado em alvos, Lula e Dilma usam de expedientes cada vez mais ousados e
impopulares, pensando no individualismo e nas simulações de alongamento de toda
leitura que se faça do atual momento. De fora, percebe-se o quando Lula e o
governo encontram-se desgastados e
dependentes do modelo saturado, com alternativas cada vez menores e sob
impactos que escapam ao controle do governo tais pretensões diagnosticas;
submetidos a esta catarse, toda trama engendrada nos bastidores floresce como
estrutura de governo, tendo na gravidade da situação um comparativo entre a
escuta feita pelo Cerveró a Delcídio e a de Delcídio a Aloísio Mercadante. O planalto já não escapa mais dos respingos
destas delações, encurralados entre safar a qualquer custo e entrever uma hipótese
que convença cada vez menos espectadores. Sem falar que, em seqüência, a delação
de Pedro Correia também a mulher de João Santana, Monica Moura, envolva
campanhas e utilidades com a exclusividade de outras alternativas, tanto em
Lula quanto a Dilma todo arsenal discutido detalhadamente venha a encurtar
definitivamente os exercícios do poder e pretensões eleitorais de 2018.
Depois da convenção do PMDB no ultimo dia 12, há de se interpretar
como realidade ou farsa tal investida declaratória de saída do governo.
Ensaiada noutros tempos em tantas simulações que, agora, duvida-se que toda eficácia
desta descompatibilização faça realmente do seu propósito a realidade
correspondente ou se, mais uma tática desgastada para um governo que nem sabe mais
o valor da negociação. Se for verdade então o governo pode preparar sua
retirada porque, ultima cartada, foi-se os anéis e os dedos para um longo e
complicado tempo reivindicativo. Por outro lado, quando Michel Temer foca na unidade ou consenso não se sabe ainda se o blefe ganhou modus operandi sistemático
e independente, corando os menos afoitos com tanto ufanismo lacônico em teste de oportunismo e interesse. A
carnificina não tem limites mesmo em se tratando de política, tanto o PMDB como
no PT e associados; o poder se nutre
de expedientes muitas vezes odiosos e detalhistas, usados em momentos de
vulnerabilidade e com a voracidade instantânea dos sem limite. Pensa-se, no
momento, que tais expedientes políticos muito usados ultimamente só reforçam
estes tratamentos da operação lava jato em contraponto a lógica diminuída e desrespeitosa
das unidades cíclicas e canibalescas, informativamente, usando a linguagem comparativa
desta política ao depoimento de Lula demonstre o nível que o trato político vagueia
em exercício do embuste e a interpretação acintosa dos fatos em questão. Lula,
naturalmente se expõe desfavoravelmente, valendo-se do desperdício informativo
e da linguagem chula, admitida
somente no calor eleitoral de indeterminação e critério, para momentos bastante
questionados e expostos midiaticamente em desalinho e proveito. Se, por acaso,
se tornar ministro tal visibilidade admitida em reavaliação encontrará um PMDB
cada vez mais difuso e guloso, admitidos pelas eleições de 2016 toda formação
indutiva dos cargos ou, dos distanciamentos calculados em atributo do oportunismo
e interesse; minar estrategicamente Lula e Dilma, agora extremamente vulneráveis
pode ser o xeque mate para suas pretensões eleitorais, lembrando ainda que,
percebidos tramites até o presente, a situação tende ao agravamento do insuportável
toda conseqüência pretendida economicamente, aliando-se aos desastres
sucessivos todas as delações provocadas a cada momento e, a dificuldade expressiva
de votar medidas necessárias ao ajuste. Em certa altura se pergunta se alguém deseja
realmente que a economia saia deste buraco ou se existe um desejo perverso
rondando toda analise desconstrutiva para realimentar níveis mais baixos de
praticas políticas, numa visão cada vez mais restrita de perceber os limitados aspectos de tal exercicio.
Naturalmente que a necessidade sob fragmentação política cria uma satisfação entronizada
nesta vertente perversa, alimentando cadeias produtivas do ódio e uma carga
muito expressiva de se intuir informativamente nesta catarse POLITICO-ECONOMICA.
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