quarta-feira, 16 de março de 2016

O JOGO(303) TÍPICO PODER DE FATO E EM FARSA

Uma delação reserva aos tramites políticos munição suficiente para travar governabilidades ou instituir desconstruções no limite cíclico informativamente, proveitosamente impactados sob detalhes reveladores e outras vivificações na movimentada estória dramatizada ao espetáculo midiático, como também das movimentações decorrentes desta trama suspeitíssima e reveladora. Praticamente que o ideário da fragmentação política agora em contornos clássicos e perspectivas similares a qualquer ficção produza seus ciclos informativos em cenários absolutos e independentes, reduzidas conclusões exibidas e sugestionadas pelos labirintos múltiplos da probabilidade irrelevante toda especulação disposta em transitar incendiariamente seu diagnostico fatalista. Naturalmente, especulações e contundências reativas aglomeram-se sob disfarces da lógica imediatista, concluindo abertamente a situação do governo a níveis periclitantes de sustentação e em buracos alvejados pelas sucessivas delações, algumas de grande impacto como a de Delcídio do Amaral, agora, oficialmente instituída como documento para seqüências derivadas e investigações. Outras fatalmente pontuarão esta trama de envolvimentos palacianos e, também, em Lula toda reserva especulativa produzirá mais seqüelas que as atuais denuncias apresentadas, adicionadas aos superpoderes do pretendido ministério envolvido em salvamentos literais e desfechos que, ao crédito de tanta incumbência, padeçam a cada denuncia o diferencial provocado a outros delatados como Aécio e, as justificativas entre o caos e o desgoverno empurrar sistematicamente toda agonia do impedimento sob sínteses cada vez mais pontuais da ingovernabilidade total. Naturalmente, entre a resistência de Dilma e a capacidade de governar existe um fosso informativo e aleatório, dando sucessivos fins à exacerbada especulação decorrente deste cenário fragmentado e de visão irresponsável, afeito ao vale tudo grotesco dos ultimatos sucessivos e dos esgotamentos alongados artificialmente; entre a dita resistência de Dilma e o tempo restante do governo, certamente muitos fins cíclicos apareçam instituídos pela tragédia do instante determinado, fazendo então das multiplicidades probabilísticas o erro e a tentativa sobre o hiato governamental.
Mais que desfechos imprevisíveis ou, em melhor hipótese, devidamente diagnosticados, a continuidade do modelo de poder agora promete  sua analogia explicita na realocação intermediaria quando associa Lula a Dilma, oficialmente interligados pela visão negativa, reorientados pelo transito de adequação do poder pelo poder e a limitação progressiva destas mesmas probabilidades múltiplas e irrelevantes. Associados por declaradas similaridades cumprem estágios advindos da eleição de 2010 quando optaram pela continuidade do modelo e a omissão clara dos defeitos apresentados; da alternância elementar a justaposição de Dilma sobre Lula e vice versa se tem agora a negação cíclica da informação saturada, desgaste previsto em todo comportamental adulterado e aos provisionados efeitos até 2018. Ou seja, o alongamento artificial do modelo de poder a partir de 2015 expôs toda adulteração ostensiva decorrente de sucessivos atalhos e outras manobras agora vistas invertidamente sob o impacto das delações, artifício que cumpre acertos informativos em visão nada favorável de ressignificação do imbróglio. Talvez, em perspectiva do que ainda desponta, Lula e Dilma ressintam explicitamente destas manobras usadas e abusadas nestes 13 anos de governo petista, acumulando então uma experiência invertida e probatória, persecutoriamente exibidos nestes envolvimentos admitidos pela delação de Delcídio. O que seria o poder senão estes atalhos sob os quais reservam energias sobre regras e o modo de burlá-las, vistas agora pela tentativa de Lula em impedir a delação de Nestor Cervero sob a orientação de Delcídio. Se comprovadas dinâmicas tal ministério agora visto pelo aspecto salvador do governo se tornaria uma saída bastante individual de fazer valer o alongamento artificial do modelo de poder, tendo no processo de impedimento seu teste mais evidente de qualificação ou destituição terminal; talvez, por isto, as saídas se tornam também armadilhas cujas interpretações expressam em ambigüidade o destino probabilístico que se pretenda a partir do ponto diagnostico. Na atual circunstancia simbiótica Lula e Dilma admitem-se sobre tentativas e erros e, esta concomitância transforma a imobilidade ou inércia governamental a única síntese onde a vulnerabilidade perceba-se descredenciada; em qualquer maneira diferencial as perdas informativas colocam em xeque toda visão empenhada do poder e, os resultados cujos desperdidicos reativos demonstram a distorção em eixo.
Haverá sempre, entre as delações, o combustível necessário que, alem do impacto midiático transforme em folha corrida toda informação levantada até aqui, inviabilizando o governo na sua totalidade cíclica e o impedimento estruturalmente sua movimentação. Tanto para Lula quanto para Dilma estas manifestações do ultimo dia 13 formalizaram atestados muito explícitos entre a relação do poder de fato, do exercício do poder pelo poder; este atestado de impedimento do exercício, mesmo sendo o mais pragmático informativamente coloca o governo numa situação extremamente desfavorável, eleitoralmente desgastado em pretensões futuras e expressamente naufragado sob o tempo presente. Diretamente transformado em alvos, Lula e Dilma usam de expedientes cada vez mais ousados e impopulares, pensando no individualismo e nas simulações de alongamento de toda leitura que se faça do atual momento. De fora, percebe-se o quando Lula e o governo encontram-se desgastados e dependentes do modelo saturado, com alternativas cada vez menores e sob impactos que escapam ao controle do governo tais pretensões diagnosticas; submetidos a esta catarse, toda trama engendrada nos bastidores floresce como estrutura de governo, tendo na gravidade da situação um comparativo entre a escuta feita pelo Cerveró a Delcídio e a de Delcídio a Aloísio Mercadante. O planalto já não escapa mais dos respingos destas delações, encurralados entre safar a qualquer custo e entrever uma hipótese que convença cada vez menos espectadores. Sem falar que, em seqüência, a delação de Pedro Correia também a mulher de João Santana, Monica Moura, envolva campanhas e utilidades com a exclusividade de outras alternativas, tanto em Lula quanto a Dilma todo arsenal discutido detalhadamente venha a encurtar definitivamente os exercícios do poder e pretensões eleitorais de 2018.

Depois da convenção do PMDB no ultimo dia 12, há de se interpretar como realidade ou farsa tal investida declaratória de saída do governo. Ensaiada noutros tempos em tantas simulações que, agora, duvida-se que toda eficácia desta descompatibilização faça realmente do seu propósito a realidade correspondente ou se, mais uma tática desgastada para um governo que nem sabe mais o valor da negociação. Se for verdade então o governo pode preparar sua retirada porque, ultima cartada, foi-se os anéis e os dedos para um longo e complicado tempo reivindicativo. Por outro lado, quando Michel Temer foca na unidade ou consenso não se sabe ainda se o blefe ganhou modus operandi sistemático e independente, corando os menos afoitos com tanto ufanismo lacônico em teste de oportunismo e interesse. A carnificina não tem limites mesmo em se tratando de política, tanto o PMDB como no PT e associados; o poder se nutre de expedientes muitas vezes odiosos e detalhistas, usados em momentos de vulnerabilidade e com a voracidade instantânea dos sem limite. Pensa-se, no momento, que tais expedientes políticos muito usados ultimamente só reforçam estes tratamentos da operação lava jato em contraponto a lógica diminuída e desrespeitosa das unidades cíclicas e canibalescas, informativamente, usando a linguagem comparativa desta política ao depoimento de Lula demonstre o nível que o trato político vagueia em exercício do embuste e a interpretação acintosa dos fatos em questão. Lula, naturalmente se expõe desfavoravelmente, valendo-se do desperdício informativo e da linguagem chula, admitida somente no calor eleitoral de indeterminação e critério, para momentos bastante questionados e expostos midiaticamente em desalinho e proveito. Se, por acaso, se tornar ministro tal visibilidade admitida em reavaliação encontrará um PMDB cada vez mais difuso e guloso, admitidos pelas eleições de 2016 toda formação indutiva dos cargos ou, dos distanciamentos calculados em atributo do oportunismo e interesse; minar estrategicamente Lula e Dilma, agora extremamente vulneráveis pode ser o xeque mate para suas pretensões eleitorais, lembrando ainda que, percebidos tramites até o presente, a situação tende ao agravamento do insuportável toda conseqüência pretendida economicamente, aliando-se aos desastres sucessivos todas as delações provocadas a cada momento e, a dificuldade expressiva de votar medidas necessárias ao ajuste. Em certa altura se pergunta se alguém deseja realmente que a economia saia deste buraco ou se existe um desejo perverso rondando toda analise desconstrutiva para realimentar níveis mais baixos de praticas políticas,  numa visão  cada vez mais restrita  de perceber  os limitados aspectos de tal exercicio. Naturalmente que a necessidade sob fragmentação política cria uma satisfação entronizada nesta vertente perversa, alimentando cadeias produtivas do ódio e uma carga muito expressiva de se intuir informativamente nesta catarse POLITICO-ECONOMICA.  

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