sexta-feira, 29 de abril de 2016

PT RESSIGNIFICA-SE PELA OPOSIÇÃO UNILATERAL

Deficiências partidárias se tornam explicitamente demonstrativas quando e, principalmente, se tem no prognostico do PT uma decisão forçada pelo impedimento, por reagir em adequação ao modelo e suas intenções prognósticas de destituição do poder, frente ao que se destina fatídico reservar radicalizações e outras finalidades em tom de despedida e desmonte do aparelhamento do estado. Percebe-se nesta realocação de valores uma forçada percepção de origem – muito negada estruturalmente -, em retorno e adequação do pontuado ideológico a espontaneidade da arrumação do mesmo lugar predestinado, posto sobre o limite pelo qual investiram o sentido dos trabalhadores nos ideais pontificados pelo partido, realocados agora a função comparativa de defesa e narrativa; provavelmente agora, o PT convirja à cura da sintomática esquizofrenia feita pelo poder personificado na individualidade de Lula e, no diagnostico da superficialidade e irrelevância pelos quais apostam a readaptação forçada e indutiva do universo direcionado pela limitação probabilística, experimentada pelo poder que se esvai por narrativas simuladas em Dilma e originais a articulação promiscua absorvida durante 13 anos de especificidade. Da pulverização tática aos estímulos explicitados da conduta ambígua, pelo trabalhador, serviu ao empresariado como forma narrativa de subserviência aos estranhos envolvimentos adulterados às empreiteiras no purismo do jogo de favores e, da extorsão cúmplice de fazer da vantagem um exercício comum de acerto político; para tais exposições midiáticas decorrentes do poder em voga, uma visão simplista e conflituosa entre o distanciamento oposto da visão trabalhista de entonações drásticas no poder pelo poder, bem longe da contraposição contextual e das expectativas empenhadas em ressarcir adequadamente toda ideologia consumida pela narrativa simulada e, por desconstruções afoitas que, em Dilma, se constrangeu absortas por tantos erros inadmitidos para rápidas caricaturas forjadas sobre a superficialidade narrativa. Vale ressaltar que o avanço do emprego ou das estratificações sociais seguiu a formula da economia empregada pelo estimulo do consumo e, dos incentivos educacionais que até certo momento camuflavam e serviam de combustível para as ousadias e peripécias de um jogo político que se tornou desleixado pela visão explicita e irrelevante das moedas de troca e compensações de valores; em tais artifícios e fidelidades, o PT se viu acorrentado pelas armadilhas à solta pelas trajetórias manchadas onde sujeitos se calam para pagar por erros estratégicos e deslumbramentos inconsistentes do poder pelo poder, medidos literalmente pela quantidade de denunciados na Lava Jato e o aumento exorbitante do envolvimento jurídico em Lula – ícone com pés de barro -, inviabilizando a reconstrução que, neste momento de oposição, serviria adequadamente a renascimentos e reavaliações espontâneas.
Prováveis atributos do relegado até aqui retornem pelo PT na construção revisitada da radicalização e do exercício adequado que, compatível ao modelo probabilístico, agora tenha motes reconstrutivos pela visão do propalado “golpe” e no que, em decorrência, adquira o comum de reagir acintosamente a cada detalhamento e especificação informativa, passando então pela redução partidária se empenhar pelos 13 anos de poder na visão acomodada e ideológica dos movimentos sociais e sindicalismo, agora reinventados pela fusão do simulado e do pouco representativo convencimento. Este retorno em tamanho e narrativa vem corroborar com a negação estrutural de qualquer modelo probabilístico empenhado em, de tempos em tempos, readequar funcionalmente as bases de sustentação - fato relegado explicitamente - para distorcer inadequados pelo simulado efeito a pirotecnia das táticas e manobras do jogo político. Esta distorção exagerada em direção a caricatura partidária comungou com o congestionamento político empenhado por Dilma, visão emrustida de heranças das mais arraigadas no exercício do poder, para realidades muito diferentes das democracias contraditórias do eloqüente e esvaziado discurso político do PT; o retrocesso político visto principalmente nos últimos cinco anos possibilitou exprimir o esqueleto estrutural do partido na visão pouco convidativa de exercício e táticas impressas como mote ou contraponto sugestivo do jogo pelo jogo, pensando ai que, definidos padrões reativos, o grau de esforço empenhado pelo PT se adequou às facilidades narrativas de distorcer convencimentos e imprimir a lógica da vontade a qualquer custo. Talvez, em decorrência, o PT se tornou amado e odiado com tanta ênfase, justamente por transformar o limitado modelo probabilístico num universo conflitante e existencial, vivido como narrativa simulada e marqueteira para contextos absorvidos em contundência discriminatória a todo exercício tático empreendido; daí, o céu e o inferno, concomitantes, repercutiram estratificados informativamente por toda sociedade, embalados pela desconstrução econômica foi-se junto toda vertente ideológica do PT para imperar elementos distorcidos e fragmentados, absorvidos contextualmente como divisão da convicção, também, como aspecto bipartido do entendimento narrativo. Este ódio que agora vagueia entronizado em cenas pontuadas de agressão e destrato, em muito estimulados pelo viés radical que no PT encontrou a medida certa do condensamento informativo na divisão explicita da competição de valores e alternativas; reducionismos apelam efusivamente para construções de catarse e de facilidade e acomodação, passando pelo limitado teto de assertividade por imprimir ao seu movimento o negativo prognostico e sistemático de reação, ajustados a intenções pouco relevantes, como agora se percebe na transição do poder e a reação previsível do PT.
Estratificar a informação ou biparti-la produz, em decorrência, o fervor propenso ou a negação efusiva, portanto, seguidores e nulidades deste exercício apelam para valores detalhadamente progressivos em fazer valer na sua tática e autoridade; foi assim como o governo Dilma o reflexo desta ótica perspectiva em toda consciência restritiva, limitada pela correspondente suficiência às descidas aos substratos avaliativos de repercussão, tornando um governo egoísta e ineficiente, justamente pelas perspectivas limitadas do universo contraposto na mais valia e esforço comparativo a esta determinação do modelo elementar. Se nota na bipolaridade empenhada estrategicamente pelo PT a sua coerente redução partidária, provavelmente empenhada pela facilidade argumentativa e favorecimento progressivo da fragmentação informativa, caindo como uma luva nos argumentos unilaterais admitidos pelo fervor do contraponto a maestria da construção preguiçosa dos fatos e, do detalhamento visto absoluto e contundente artifício ideológico. Este encontro do modelo elementar com a tecnologia permitiu ao PT uma distorção avaliativa da realidade, decorrentes da suficiência adquirida em probabilidade multiplicada na visão restrita de correspondência, tornando motivadores de contrapontos qualquer insurreição vivida pelas particularidades do exercício do poder de fato e de direito – resultado do autoritário -, construindo uma falsa reestruração aos moldes do derretimento da contundência e da estimulada visão pragmática de resultados. O imediatismo produzido pela informação tecnológica fez da conclusão um impacto pulverizado e irrelevante, por onde simulações adquiriram espaços comparativos com a realidade individualizada de conseqüência; tendo a tecnologia como suporte e não como reestruturação tem-se a noção mais adequada de raciocínio, também do limite expresso neste recinto provedor. O universo tecnológico serve a especificidades diluídas ao contraste existencial e não para atribuir polaridades marqueteiras o destino simulado de rediscussão do poder ou orientação direcionada aos cálculos e ações decorrentes, portanto, o que se torna movimento para novas militâncias do PT se deduz pelo propalado “golpe” e não às filiações em base informativa decorrente da internet se então, irrelevantes e inconsistentes.

Uma reavaliação sobre o partido dos “trabalhadores” se torna conflitante sustentar progressões do radical exercício ou imperar pelo radical raciocínio que, em validades vencidas, alongou exorbitante toda ineficiência do modelo ao propósito do fisiologismo descarado. Tanto Lula quanto Dilma se fundem agora às perspectivas anteriores ao poder para readquirir na tática a anarquia constante da limitação expressa do raciocínio à inversão tratada da convicção e valores; portanto, o propalado “golpe” como mote viralizou-se como construção da ambigüidade narrativa, numa reestruturação simulada e por onde toda informação projetada dentro deste recinto angaria fervorosos contrastes às alternativas do pacto em projeção. Alias, o PT nunca faria um pacto de unidade devido a sua natureza dicotômica e afeita a seguidores e não a comparativos igualitários – exercício do autoritário -, portanto, agora, adapta melhor ao seu conveniente como oposição, ganhando coerência sobre o reducionismo narrativo e a inversão forçada e ressignificada em bases diminuídas e expostas aos investimentos da Lava Jato. No discurso comum de Lula entre a “pobreza” e as “elites” um fato se observa agora com o impedimento, senão o esvaziamento gradativo de sua eficácia e o respectivo desaparecimento de novidades marqueteiras de função postiça ao tratamento e síntese desta lógica; se tem, a partir de agora, a revisão de conteúdos e de expectativas em relação à economia e, aos direcionamentos sem as sintomáticas intervenções opositivas elaboradas em exigências durante o mandato de Dilma, portanto, uma perspectiva menos limitada por diferenciais absorvidos em contraponto a catarse em que o Brasil vive e relega ao raciocínio correspondente o aprofundamento da crise político-econômica. Só pela alternância do modelo se torna lúcido e prognostico desprender deste conteúdo polarizado para intervenções onde apareça, mesmo que de maneira tênue, a dialética de valores e estímulos diferenciais – justificativa da transição -, passando então para a negatividade relevada a visão desconstrutiva agora demonstrada pelas manifestações contra o golpe a referencia de uma luta que vale ao PT permanecer enturmando, mas não vale ao Brasil adquirir a justificativa bipolar pela ineficiência e inexperiência de quem exibe loucamente a vantagem a qualquer preço. O que torna regressivo no modelo probabilístico do PT, senão a opção por atalhos progressivos e negação estrutural, mais uma vez, a função distorce pela opção ao “golpe” e ressignificações apressadas  muito comuns ao poder interpretá-las à luz eleitoral todo processo combinatório da mais valia e esforço correspondente; talvez, para oposição seja o destino adequado, fato constante e compatível ao mote do “trabalhador” em radicalização sindical, mesmo que, agora, POSTIÇA.

Nenhum comentário:

Postar um comentário